Comentário de Flávio Dino sobre partida entre Brasil e Costa Rica é destaque na Veja

Chamado de “O governador comentarista”, Flávio Dino deu sua contribuição e sugeriu mudanças na escalação para o confronto com a Sérvia

O governador Flávio Dino foi destaque no site da Veja, desta sexta-feira (22). O comentário sobre a partida do Brasil contra a Costa Rica, pelo Grupo E, da Copa do Mundo da Rússia, foi republicado no conteúdo online da revista. Ele analisou a partida e sugeriu como o time deveria vir para o próximo jogo contra a Sérvia.

Chamado de “O governador comentarista”, Flávio Dino deu sua contribuição e sugeriu mudanças na escalação para o confronto com a Sérvia.

“Para o próximo jogo, acho que William e Gabriel Jesus deveriam dar lugar para Douglas Costa e Firmino. Estes dão mais dinâmica ao jogo e diminuem a sobrecarga de Neymar. E Douglas Costa “desentorta” o time, ao dar mais força também ao lado direito do ataque”, escreveu Flávio Dino.

Os internautas também curtiram os comentários de Flávio Dino sobre a partida. “Além de ser um ótimo governador, és um grande conhecedor de futebol”, comentou o internauta Sandro Torres.

As mesmas práticas de outrora…

José Sarney já é conhecido pelas indicações de diretores de órgãos ligados ao Ministério de Minas e Energia, como a Eletrobras

O ex-presidente José Sarney (MDB) virou notícia na coluna Radar da Revista Veja.

De acordo com a coluna, mesmo longe da máquina pública desde 2015, José Sarney mantém as mesmas práticas da ativa.

“O ex-presidente não tem a menor cerimônia em pedir cargos no governo para abrigar os apadrinhados”, escreveu o jornalista Maurício Lima.

José Sarney já é conhecido pelas indicações de diretores de órgãos ligados ao Ministério de Minas e Energia, como a Eletrobras. Após a derrota de seu grupo político no Maranhão, Sarney foi o responsável pela indicação de vários aliados para ministérios do governo Michel Temer.

Candidato que dispensou apoio de Waldir Maranhão tenta vender terreno grilado por 6 milhões

Revista Veja

Wellington do Curso

Wellington do Curso

Para não ter sua imagem associada à do vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão, o candidato à prefeitura de São Luís Wellington do Curso (PP) pediu ao colega de partido que fique longe de seus palanques.

Quem conhece o candidato há mais tempo, no entanto, diz que ele pode esconder o aliado, mas dificilmente conseguirá esconder um terreno grilado de 6 252 metros quadrados localizado em área nobre de São Luís.

Devido à invasão, Wellington responde a um processo na Justiça e o Estado tenta reaver o terreno e entregá-lo a seu verdadeiro dono: o Fundo de Aposentadoria e Pensão do Maranhão.

Prevendo problemas, o candidato colocou o terreno à venda e sonha em conseguir 6 milhões de reais pelo espaço.

REVISTA VEJA – Família Sarney “engordou poupança” com verba publicitária do governo

veja2504

A coluna Panorama Radar, da revista Veja, destacou, sob o título “Imprensa amiga”, o fato da família Sarney ter consumido dois terços da verba publicitária do governo Roseana.

Dos R$ 15 milhões investidos com publicidade institucional, R$ 10 milhões foram para o jornal  “O Estado do Maranhão”, de propriedade do clã. Ou seja, o dinheiro ficou, na maior parte, em casa.

Veja print da nota da coluna Panorama Radar acima.

VEJA DESTACA: “Conheça Mônica Moreira Lima, a desbocada do Maranhão”

“Amor & Sexo, da Globo, fala de temas eróticos com humor e informalidade. Mas nada se compara ao vocabulário nu e cru do programa regional Sem Vergonha de Mônica Moreira Lima”, diz a revista

ASSISTA AOS VÍDEOS DE MÔNICA QUE FICARAM CONHECIDOS NO TOP FIVE DO CQC E NO BRASIL COMO TEORIAS DA “MANGA” E DAS “PREGAS”:

Tirada apimentada: “Recomendo fazer o teste da manga com o cabra antes de marcar encontro com ele. Ofereça a fruta e veja como ele come. Se pedir garfo e faca, ele é monoglota: fraco em linguagem sexual”   (VEJA)

Tirada apimentada: “Recomendo fazer o teste da manga com o cabra antes de marcar encontro com ele. Ofereça a fruta e veja como ele come. Se pedir garfo e faca, ele é monoglota: fraco em linguagem sexual” (VEJA)

Revista Veja É hora do rush em São Luís, no Maranhão, e a morena de 1,75 metro caça entrevistados num ponto de ônibus. Ela aborda as pessoas sem nem um “com licença” e já sai perguntando sobre o tema do dia — não muito agradável: era a semana dedicada à prevenção do câncer de próstata. “Tenho medo de me viciar”, responde um taxista gaiato quando a repórter pergunta sobre o exame proctológico. Duas senhoras de idade observam o tumulto a uma distância cautelosa. “É aquele programa da noite, Só Sacanagem”, diz uma delas. A outra corrige: “Não. O nome é Sem Vergonha”. Não haveria título mais exato para essa atração regional.

No Sem Vergonha, a jornalista maranhense Mônica Moreira Lima conversa sobre sexo, todas as noites de sexta-feira, na TV Guará, retransmissora da Record News, com linguagem desabusada e atitude para lá de liberal. Uma espectadora pergunta, por e-mail, se de bicicleta também se chega ao êxtase, e Mônica logo assume a linha “vale tudo pra chegar lá”, recomendando brinquedinhos ou, na falta deles, certos legumes. “O importante é ter prazer. Até banco de bicicleta, sim: você pode entrar em forma e ainda manter sua satisfação sexual em dia.” Isso é que é cicloativismo!

“Não sou sexóloga. Minha única referência são 31 anos de ****”, diz Mônica (como ela tem 46, sabe-se que se iniciou no tema com 15). A apresentadora explica que a linguagem mais do que franca tem a ver com sua personalidade: “O romantismo me *****. Gosto da fuleiragem”.

Durante nove anos, Mônica foi repórter e apresentadora de jornais locais na TV Mirante, da família Sarney, afiliada da Globo. Abandonou o posto, descontente com o salário de 2000 reais, mas ainda elogia o antigo patrão: “José Sarney é amigo da família. Um tio meu pegava carona em seu avião quando ia para Brasília”.

Há dois anos na Guará, Mônica começou falando de política. Mas o empresário Roberto Albuquerque, proprietário da emissora, achou o tom de Mônica muito parcial (no pleito deste ano, ela torceu pelo comunista Flávio Dino, que acabou eleito governador). Surgiu então a ideia de ela se dedicar a temas menos escandalosos que a política. Albuquerque deu a ela uma referência: Marta Suplicy, que antes da carreira política teve um programa de sexo na Globo.

Três vezes no CQC da Band

Em fevereiro deste ano, surgia o Sem Vergonha. No CQC, da Bandeirantes, o quadro Top Five, catadão de momentos pitorescos da TV do Brasil, já levou as tiradas de Mônica ao ar três vezes. Na mais famosa, ela gentilmente convida as espectadoras a abandonar o temor do sexo por vias não convencionais: “Essa mulherada tá economizando essas ****** pra quê?”. Diz Albuquerque: “Criei um monstro”.

Uma atitude desassombrada e irreverente é fundamental para quem conduz programas de sexo. A canadense octogenária Sue Johanson empolgava ao falar com autoridade e naturalidade sobre práticas sexuais, mas sempre chamando as coisas pelo nome de família: pênis, vagina etc.

Atualmente no ar pela Globo, Amor & Sexo é mais informal, mas nem de longe tão explícito quanto Sem Vergonha. Com uma bancada entrosada (excetuando-se Otaviano Costa, que soa sempre desesperado para aparecer), o programa de Fernanda Lima já está em sua oitava temporada.

Mônica critica Fernanda Lima

As diferenças entre as duas sexólogas improvisadas não são só de estilo: Fernanda ganha 60 vezes o salário de Mônica, que complementa os proventos da TV com um programa de rádio e trabalhos de assessoria de imprensa. Aliás, não convém citar o nome de Fernanda Lima perto da maranhense: “Tanto investimento para um programa superficial. Ela canta e se veste de perereca (o batráquio, deixe-se claro). Ridículo”, desdenha.

Embora a carreira de conselheira erótica televisiva seja recente, Mônica sempre gostou do assunto: “Quando criança, media o ***** dos meus primos e os peitos das minhas amigas”. Diz que seus três filhos têm acesso à lista na qual anota o nome e as características (aquelas que interessam, ao menos) de todos os homens (não, nenhuma experiência gay) com quem já teve sexo. Com Sem Vergonha, ela descobriu um público ousado, que lhe manda fotos tão explícitas quanto a linguagem do programa. “Uma loucura. Mandam cantada, pedido de casamento e fotos de **** e ****” (os asteriscos aqui encobrem dois termos sinônimos para a mesma porção masculina).

Casamento não está no horizonte: Mônica diz que há dezesseis anos não tem um parceiro firme. Recorre a um eventual P.A. (a sigla é típica do vocabulário da jornalista; A quer dizer “amigo” e P é o que se adivinha). Tem também sua coleção de brinquedinhos — o favorito tem regulagem com controle remoto, e ela o usa na balada, enquanto dança e “sensualiza”. Ah, sim: de vez em quando, ela vai de bicicleta para o trabalho.

Revista Veja diz que Lobinho assusta pobres com boatos sobre Bolsa Famíllia no Maranhão

A coluna “Panorama” da revista Veja desta semana traz uma nota intitulada “Assustando os pobres”, onde diz que o pré-candidato do PMDB ao governo do Maranhão, Edison Lobão Filho, o “Lobinho”, está agindo, em sintonia com o Palácio do Planalto, em uma campanha que visa disseminar o boato de que o PSDB do presidenciável Aécio Neves acabaria com a “mina eleitoral” do Bolsa Família.

Lobinho tem feito diversos discursos, principalmente, pelo interior do Maranhão propalando o boato que já foi negado, várias vezes, por Aécio Neves. A campanha já foi, inclusive, motivo de ação na Justiça contra o pré-candidato do PMDB.

Por outro lado, o tucano Aécio Neves tem reiterado que, muito pelo contrário, irá é manter e transformar em política de Estado o Bolsa Família que, na verdade, foi idealizado pelo PSDB na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e aproveitado, oportunamente, pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

A coluna Panorama cita ainda Lobinho como “a esperança do grupo Sarney nas eleições para manter o poder no Maranhão”. Confira aqui o teor da publicação:

lobinho2106