Roberto Rocha garante intenção em concorrer ao governo do Maranhão e é repreendido por internautas

Após a divulgação de matérias em que o senador Roberto Rocha declara ser candidato ao governo do Maranhão, centenas de seguidores e ativistas sociais expuseram comentários indignados contra o senador, que até o momento tem se apresentado como pré-candidato ao governo do Maranhão em 2018.

Achando que iria ser destaque, quebrou a cara. Rocha acabou sendo repreendido por vários internautas, inclusive eleitores, que manifestaram repúdio e arrependimento no voto ao senador, que vem seguindo à risca todas as manobras do esfacelado governo Temer, como por exemplo, votar a favor da Reforma Trabalhista, contra a Lava Jato e contra as denúncias a Temer, de quem é um dos principais apoiadores no Senado.

A intenção de Roberto Rocha em manter Temer na Presidência é bem clara: solitário e esquecido politicamente no Maranhão, Rocha espera contar pelo menos com o apoio de Temer na sua candidatura ao governo em 2018, quando ele terá que enfrentar a boa popularidade do governador Flávio Dino (PCdoB), principal responsável por conduzi-lo ao Senado.

Veja abaixo, alguns comentários:

Flávio Dino é recebido por presidente do PSB

Na noite desta quinta-feira (20), o governador Flávio Dino (PCdoB) esteve com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, na sede da legenda em Brasília.

Durante a visita, o governador agradeceu a contribuição que o partido fundado por Miguel Arraes tem dado ao seu projeto de transformação do Maranhão.

O encontro aconteceu dois dias após a saída do senador Roberto Rocha da executiva nacional.

O encontro entre Dino e a cúpula do PSB é simbólico, um recado direto a Roberto Rocha: se ainda quiser ser candidato a governador, terá que buscar outro partido, pois os socialistas definitivamente fecharam as portas para ele e seus aliados.

Roberto Rocha perde controle do PSB em São Luís para Bira do Pindaré…

Senador Roberto Rocha perdeu o controle do PSB em São Luís

O senador Roberto Rocha (PSB) perdeu a direção nacional do Partido Socialista Brasileiro em São Luís. O filho dele, o ex-vereador Roberto Rocha Júnior, foi destituído do comando da Comissão Provisória Municipal. Quem responde pelo posto agora é o deputado estadual Bira do Pindaré como presidente.

A nova direção do PSB de São Luís fica até 31 de dezembro deste ano e saiu de uma Comissão Provisória composta por Bira do Pindaré (presidente), Conceição Marques (vice-presidente), Ângelo Francisco Freitas (secretário geral), Fabrizio Henrique Goulart do Couto Correa (primeiro secretário), Nelson Brito Martins (secretário de finanças), Carlos André Lobato Mendes (secretário de mobilização) e Renata Teixeira Pearce Sousa (secretária de comunicação).

VEJA O DOCUMENTO:

Internautas malham Roberto Rocha por causa de voto na Reforma Trabalhista

O senador maranhense Roberto Rocha (PSB) tem sido repreendido e criticado, duramente, em suas redes sociais, por diversos internautas e eleitores pelo fato de ele ter votado favorável à Reforma Trabalhista, que tira uma série de direitos, que já haviam sido garantidos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), dos cidadãos brasileiros.

A Reforma Trabalhista, projeto do presidente da República, Michel Temer (PMDB), teve voto favorável de todos os três senadores maranhenses, passando no Senado com 50 apoios. Edison Lobão (PMDB) e João Alberto também ajudaram a “massacrar” o trabalhador brasileiro em favor dos interesses dos empresários do país que festejaram as mudanças.

Abaixo, prints das manifestações de vários internautas na conta pessoal do senador Roberto Rocha no Facebook:

Othelino volta a manifestar decepção política com Roberto Rocha…

 Deputado voltou a externar decepção política com Roberto Rocha no Senado e disse que pede desculpas ao Maranhão por tê-lo apoiado nas eleições passadas

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) foi à tribuna, na sessão desta quarta-feira (12), repercutir o comportamento lamentável da bancada maranhense no Senado Federal, no que diz respeito às emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e à vergonhosa aprovação da Reforma Trabalhista, que tira direitos consagrados dos trabalhadores. O projeto do presidente da República, Michel Temer (PMDB), teve votos favoráveis dos três senadores maranhenses: Roberto Rocha (PSB), Edison Lobão (PMDB) e João Alberto (PMDB).

Othelino começou repercutindo a coluna Radar, da revista Veja, que  veiculou uma nota informando que o Maranhão havia perdido o prazo para apresentar emendas à Lei LDO, pois é necessário haver, no documento, a assinatura de dois terços da bancada de deputados federais e também de dois terços da representação no Senado Federal. “Tudo certo em relação aos deputados federais, mas os senadores maranhenses não haviam feito a parte deles”, comentou.

O deputado frisou que apenas Edison Lobão havia assinado, dentro do prazo, a proposta de emenda à LDO. “Aí, nós observamos a iminência de um prejuízo para o Estado, graças à falta de cuidado, irresponsabilidade e mera vingança política, em particular do senador que nós, infelizmente, ajudamos a eleger, o Roberto Rocha”, alfinetou.

Críticas a Roberto Rocha

Da tribuna da Assembleia, o primeiro vice-presidente voltou a criticar, duramente, o desempenho de Roberto Rocha no Senado e se disse decepcionado, mais uma vez, com o apoio que deu a ele, com seu grupo político, nas eleições estaduais passadas. “Essa colaboração para eleger o senador que, aliás, embora não tivéssemos o poder da adivinhação, já merece um pedido de desculpas ao povo do Maranhão, em razão deste mandato não servir a esse povo e, principalmente, pelo fato de, a cada dia, ele mostrar que não tem o menor interesse em ajudar o Estado que lhe concedeu o cargo de oito anos”, disse.

Othelino informou, na tribuna, que o coordenador da bancada do Maranhão, deputado Rubens Júnior (PCdoB), mandou o documento até o Senado para que fosse assinado. “Os senadores foram convidados a participar da reunião e, já perdido o prazo, depois que perceberam o mal que iam causar ao Maranhão, mais a repercussão negativa daquele ato irresponsável, resolveram assinar, mas estabelecendo como condição fundamental a aceitação de uma emenda impositiva do desejo deles. Uma cena lamentável que só demonstra que nós precisaremos ter muito cuidado em 2018 ”, frisou.

Reforma Trabalhista

O deputado criticou ainda a posição dos senadores maranhenses quanto à aprovação da Reforma Trabalhista. Segundo ele, todos os três votaram a favor de um retrocesso grave na Consolidação das Leis do trabalho (CLT), cuja maior penalização vai cair, justamente, sobre os trabalhadores que são o lado mais fraco nesta relação entre patrão e empregado. “Infelizmente, o Maranhão colaborou com isso”, frisou.

Othelino registrou que, dos 50 votos que a Reforma Trabalhista teve, três foram da bancada maranhense. “A maioria, infelizmente, tomou essa decisão de aprovar o projeto de lei que altera a legislação trabalhista. Registro o meu protesto porque isso é resultado de um governo que está caindo e que foi colocado no poder para estar entregando um péssimo produto ao país, que não vai fazer bem para o Brasil e que vai tornar, ainda mais frágeis, os nossos trabalhadores”, afirmou.

Pedido de cassação de Aécio Neves é abortado com votos de Roberto Rocha e Carcará

João Alberto “Carcará” e Roberto Rocha “Asa de Avião”ajudaram a livrar a cara de Aécio Neves

Com informações de O Estado

O Conselho de Ética do Senado confirmou o arquivamento do pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), alvo de representação por quebra de decoro parlamentar por 11 votos a quatro. Desta forma, o tucano não será nem sequer investigado na Casa pelas gravações entre ele e o dono da JBS, Josley Batista. A proeza teve o aval dos senadores maranhenses, Roberto Rocha (PSB) e João Alberto (PMDB).

Para o senador Lasier Martins (PSD-RS), que votou pela admissibilidade do processo, o resultado de hoje é negativo para Aécio. “Não estivemos agora julgando a cassação, e sim a admissibilidade ou não da representação. Sempre defendi que o processo seria saudável para Aécio provar que é inocente. Da maneira que ficou, perdura a dúvida”, avaliou.

Autor da representação, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) declarou que há um acordão entre os grandes partidos para salvar Aécio e blindar outros parlamentares investigados. “Há dois tipos de julgamento, um dos que têm poder político no Senado e outro dos que não têm.”

Randolfe lembrou o caso do ex-senador Delcídio Amaral, que foi cassado no ano passado pelo Conselho após também ter sido gravado em conversas e acusado de tentar obstruir a Justiça. “Acho que hoje o instituto da ética e do decoro parlamentar pode ser sepultado. Não faz mais sentido ter Conselho de Ética desse jeito. Se não há sentido investigar Aécio, por que nós cassamos o mandato do senador Delcídio do Amaral?”, questionou Randolfe.

Já o presidente do Conselho, João Alberto Souza (PMDB-MA), voltou a afirmar que “não há absolutamente nada” para condenar o senador tucano e que a maioria dos integrantes do colegiado concordou que ele tinha razão ao decidir pelo arquivamento. “Um senador que recebeu mais de sete milhões de votos não pode ser jogado assim na opinião pública”, defendeu.

Após o pedido de cassação da Rede e do PSOL contra Aécio, em junho, João Alberto decidiu monocraticamente arquivar a representação, que considerou “improcedente”. Randolfe, apoiado por cinco senadores que integram o Conselho, entrou com um recurso para que o plenário reavaliasse a questão.

Nesta quinta-feira, entretanto, apenas quatro parlamentares votaram pela admissibilidade da denúncia: José Pimentel (PT-CE), Lasier Martins (PSD-RS), João Capiberibe (PSB-AP) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). O senador Pedro Chaves (PSC-MS), que havia assinado o recurso, recuou e votou contra o documento que ele mesmo ajudou a validar. Segundo Valadares, houve ameças para que ele mudasse de voto.

Votaram contra a representação os senadores Airton Sandoval (PMDB-SP), Romero Jucá (PMDB-RR), Helio José (PMDB-DF), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Eduardo Amorim (PSDB-SE), Gladson Camelli (PP-AC), Acir Gurgacz (PDT-RO), Telmário Mota (PTB-RR), Pedro Chaves (PSC-MS), Roberto Rocha (PSB-MA) e João Alberto (PMBD-MA), que não precisava votar, mas disse que fazia questão de se manifestar – seu voto, porém, não entrou no placar.

Governo. Durante a discussão, o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR) saiu em defesa de Aécio, dizendo que só há “uma visão dos fatos” até o momento, que seria a do Ministério Público Federal, responsável pela apresentação da denúncia contra o tucano por corrupção passiva e obstrução de Justiça.

“Não estamos determinando paralisação nenhuma de investigação no Supremo Tribunal Federal. Nós estamos aqui dizendo que não vamos comer um processo cru. Querer imputar ao senador Aécio qualquer tipo de penalidade por uma versão do MP é injusto”, disse.

Presidente licenciado do PSDB, Aécio retomou esta semana o mandato parlamentar com um discurso de defesa ao governo. Ele faz parte de uma área minoritária da legenda no Senado que quer que o partido permaneça na base aliada do presidente Michel Temer.

O senador Aécio Neves respondeu, por meio de nota, que considera que a decisão”demonstra a absoluta inexistência de qualquer ato que possa ser interpretado como quebra de decoro parlamentar”. Para o tucano, a decisão demonstra ainda o “caráter estritamente político da iniciativa e impede que o Conselho de Ética do Senado se transforme em cenário de disputas políticas menores.” / COLABOROU PEDRO VENCESLAU

Internautas malham Roberto Rocha por causa de voto favorável na Reforma Trabalhista…

O senador Roberto Rocha (PSB) está recebendo diversas críticas, em suas postagens, na sua página oficial do Facebook. São internautas indignados com o voto dele favorável à Reforma Trabalhista, projeto do presidente Michel Temer (PMDB), que tira diversos direitos dos trabalhadores brasileiros, conquistas históricas. A conduta do pessebista é reprovada pela grande maioria de seus seguidores

No Senado, foram 16 votos a favor e 9 contra o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Até senadores do partido de Michel Temer ficaram reticentes com a proposta que chegou do Poder Executivo. A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) chegou a se animar com um acordo por mudanças na lei mas não confiava por não ter assinatura do presidente Michel Temer, mas apenas de senadores.

Já Roberto Rocha não fez cerimônia e defendeu com unhas e dentes as reformas de Temer. “Estamos falando de uma lei que tem um século. Ouço muito falar aqui em direitos que estamos arrancando das pessoas. Mas qual é a maior obra social que pode existir? É o emprego. E esse é o pano de fundo da proposta: reduzir o custo do trabalho e permitir que pelo menos 65% dos brasileiros possam trabalhar”, afirmou Rocha.

Vejamos. As convenções e acordos coletivos passam a valer mais do que as leis. A CLT que servia justamente para proteger o lado do mais fraco, o do empregado, vale mais e as relações serão altamente injustas para o empregado. A jornada de trabalho poderá ser negociada.Gestantes e mães amamentando poderão trabalhar em locais insalubres. Acordos podem trocar dias de feriados.

Além da CCJ, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) deu parecer favorável ao texto. A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) decidiu pela rejeição do projeto. O texto agora vai para o plenário.

De acordo com pesquisa do instituto Vox Populi realizada entre 2 e 4 de junho, divulgada pela CUT nesta quarta-feira 7, o governo Michel Temer, com suas propostas de reformas Trabalhista e Previdência, tem deixado cerca de 90% da classe trabalhadores insegura quanto ao presente e ao futuro.

Segundo o levantamento, 80% dos brasileiros são contra as propostas de reformas e 90% acham que não vão conseguir sustentar suas famílias.

Para 73%, é impossível negociar jornada com patrão sem a participação dos sindicatos

“Esse voto não valeu a pena”, diz Othelino ao criticar postura de Roberto Rocha

Deputado disse que Roberto Rocha trata o PCdoB e os comunistas, de forma geral, com preconceito. “O senador Roberto Rocha tem muita dificuldade de agregação política, dada sua postura egocêntrica”, disse.

O presidente em exercício da Assembleia Legislativa, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), foi um dos destaques da edição do último domingo (25) do jornal O Imparcial por conta da postura equilibrada que vem tendo neste período de interinidade. Entre muitos questionamentos políticos, o repórter Paulo de Tarso explorou a relação do grupo político, liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), com o atual senador  Roberto Rocha (PSB), que foi o candidato apoiado por eles na última eleição. O parlamentar disse que se arrependeu de ter votado no pessebista e que, no Congresso Nacional, ele não tem sido útil ao Maranhão

“Do nosso campo político, o único que saiu (candidato ao Senado) foi o senador Roberto Rocha. Ele não é uma persona non grata, mas não valeu a pena. Não costumo me arrepender dos meus votos, mas esse voto não valeu a pena porque não tem sido útil para o Maranhão. Tem, na prática, sido um senador que em nada ajudou o Maranhão”, alfinetou o presidente em exercício da Assembleia Legislativa.

Segundo Othelino Neto, Roberto Rocha  tem sido preconceituoso com o PCdoB, um partido que foi importante para a eleição dele, em manifestações públicas e nas redes sociais, o que é repugnável. “Ele tem muita dificuldade de agregação política, dada sua postura egocêntrica; até agora, não conseguiu liderar nada. Ele é um agente político isolado que, na minha avaliação, tem muito pouca ligação com o povo”, comentou.

Sobre a disputa pelo Senado que se avizinha, Othelino disse que o governador não vai se manter afastado dessa discussão. “Como líder do nosso grupo político, ele vai participar ativamente. Na minha avaliação, tem um candidato que está consolidado que é o deputado federal Weverton Rocha. Ele está conseguindo agregar as mais diversas forças do Maranhão”, avaliou o deputado.

Equilíbrio e oposição

Sobre sua conduta equilibrada ao presidir as sessões, Othelino disse que o cuidado da atual gestão é para que os deputados tenham um tratamento igual no que diz respeito ao exercício do mandato. “A essência do parlamento é essa diversidade de opiniões. É preciso ter equilíbrio para interferir o menos possível. A oposição me trata com muito respeito, até porque eu sempre prezo por garantir e estimular o debate aqui dentro”, afirmou.

Quanto à ex-governadora Roseana Sarney, ele considera que sua pré-candidatura seja uma aventura e fez duras críticas ao período em que ela governou. “O governo passado era como um navio, cujo o comandante ficou em terra firme. Era um governo desgovernado, onde existiam várias ilhas, vários governadores dentro de um só governo e que, na prática, ninguém governava nada”, disparou.

Comissão da Câmara aprova projeto de senador que amplia atuação da Codevasf…

Senador Roberto Rocha

Foi aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara de Deputados, nesta quarta-feira, 05, o projeto  de autoria do senador Roberto Rocha que trata da ampliação da área de atuação da Codevasf  para todo o Maranhão.  Na ocasião, o Deputado Hildo Rocha, relator da matéria, mencionou o empenho de Roberto Rocha em prol do trabalho da Codevasf, no sentido de garantir inúmeros benefícios para os municípios maranhenses.  O parlamentar tem destinado emendas para garantir o trabalho da Codevasf no Maranhão desde o seu mandato como deputado federal.

As emendas parlamentares constituem uma importante fonte de financiamento das ações da Codevasf, o que reforça a necessidade da alocação desses recursos de forma a possibilitar que sua destinação coincida com os programas e projetos da Companhia, complementando os recursos alocados. Somente em 2016, os recursos do Orçamento Geral da União destinados por emendas parlamentares para garantir as ações executadas pela 8ª Superintendência Regional da Codevasf em regiões do Maranhão castigadas pelas estiagens somam mais de R$ 42 milhões.

O projeto agora segue para a Comissão de Cidadania e Justiça para pequenos ajustes.