Deputado denuncia atraso no pagamento dos salários de professores em Pinheiro

Deputado Fernando Furtado

O deputado estadual Fernando Furtado (PC do B) denunciou da tribuna da Assembleia, na sessão desta quarta-feira (7), o atraso no pagamento dos salários dos trabalhadores da Educação, no município de Pinheiro. Segundo ele, a situação vem se arrastando desde o ano passado.

De acordo com o deputado, até a segunda parcela do 13º de 2017 muitos trabalhadores ainda não receberam. “No pagamento de janeiro de 2018, dos professores e demais servidores, houve descontos abusivos. Por isso, ontem (6), o Sindicato dos Professores (SINPROSEMP) realizou uma manifestação de protesto”, acrescentou Fernando Furtado.

O parlamentar disse que os professores não reivindicam só os salários e não reclamam só dos descontos. “Eles também estão preocupados com a merenda escolar de qualidade, estão reivindicando também o transporte coletivo para os alunos e o ônibus escolar com mais frequência, com mais assiduidade e com mais qualidade”, ressaltou.

Por fim, o deputado manifestou sua decepção com o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio. “Um jovem gestor que era a esperança de que iríamos ter uma nova administração. Mas não, a nossa cidade de Pinheiro só tem uma obra que foi feita pelo Governo do Estado, o asfalto que sai do Obelisco até o Maranhão Novo. O resto da cidade é só buraco, é uma tábua de pirulito. As comunidades estão tirando dinheiro do bolso para fazer as pontes porque estão destruídas e nada é feito pelo prefeito”, concluiu.

MONÇÃO – Servidores municipais padecem com salários atrasados…

 

Cláudia Silva mantém salários atrasados em Monção

Os servidores públicos do município de Monção estão passando por grandes dificuldades, sem ter como sustentar suas famílias, pois estão com seus proventos atrasados. Até os comerciantes da cidade já estão se recusando a vender aos funcionários municipais.

Na Educação, o atraso é referente ao mês de dezembro de 2016, deixado pelo gestor passado. O mês de janeiro também ainda não foi pago e nem tem previsão oficial para que isso ocorra.

Só de recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação ) – que caiu nos cofres do município administrado pela prefeita Cláudia Silva (PSDB), no período de 1 de Janeiro até o dia 03 de fevereiro – já somam mais de 4 milhões de reais.

Em situação de calamidade ainda maior estão os funcionários da Administração e da Saúde que não receberam o 1/3 de férias, o mês de dezembro 2016, o 13º de 2016 e o mês de janeiro de 2017, mesmo já tendo caído recursos dessas duas áreas que somam quase 3.000.000,00 (três milhões de reais).

O secretário de Saúde de Monção, Erion Célio Pereira da Silva, conhecido como Chixolinha, e a prefeita Cláudia Silva dizem que não há recursos suficientes em caixa para pagar a folha.

Por falar em Saúde, o hospital municipal está abandonado há mais de seis meses, desde a gestão passada, sem receber um paciente, sem médico, um verdadeiro caos e, por enquanto, nada ainda foi feito no sentido de regularizar essa situação.

Contando todos os recursos disponíveis na nova gestão, inclusive o dinheiro da repatriação que caiu no final do ano passado no valor de mais de 1 milhão de reais que ficou para a nova gestora administrar, o montante já soma 7 milhões de reais.

 

PAGAMENTO – Rodoviários cobram empresários na Justiça…

Até o momento, somente as empresas Primor e Maranhense depositaram o salário dos trabalhadores; e a São Benedito que apenas fez o pagamento do tíquete alimentação.

Até o momento, somente as empresas Primor e Maranhense depositaram o salário dos trabalhadores; e a São Benedito que apenas fez o pagamento do tíquete alimentação.

O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão deu entrada em representações contra os empresários que atuam no sistema de transporte público de São Luís. Os documentos foram encaminhados ao Ministério Público do Trabalho, Superintendência do Trabalho e Emprego e Tribunal Regional do Trabalho.

A medida, segundo nota disparada pela Assessoria de Comunicação,  tem o propósito de que estas instituições façam cumprir, agora pelos meios judiciais, o que rege a convenção coletiva de trabalho, que determina, em uma de suas cláusulas, que pagamento, que é quinzenal, dos trabalhadores que operam no transporte público, seja efetuado até o quinto dia útil, primeira parte; e até o dia 20, a última porcentagem a ser recebida.

Segundo ainda a nota, nos últimos meses, esse acordo vem sendo constantemente desrespeitado, fato que tem gerado inúmeros transtornos e prejuízos à categoria. A justificativa dos empresários é sempre a mesma, que faltam recursos para o pagamento dos funcionários nas datas estipuladas. Até o momento, somente as empresas Primor e Maranhense depositaram o salário dos trabalhadores; e a São Benedito que apenas fez o pagamento do tíquete alimentação.

MP pede bloqueio de contas do Município de Cururupu para garantir pagamento de salários de servidores

Prefeito de Cururupu, Júnior Campos

Prefeito de Cururupu, Júnior Campos

O Ministério Público do Maranhão ajuizou Ação Civil Pública de Obrigação de Fazer em que requer da Justiça ordem para bloquear as contas do Município de Cururupu, a fim de assegurar o pagamento dos salários dos servidores referentes ao mês de agosto, que estão atrasados.

A Promotoria de Justiça de Cururupu solicitou também que seja determinado à Secretaria Municipal de Administração o envio da folha de pagamento de agosto dos servidores concursados à agência do Banco do Brasil no município, no prazo de 48 horas.

O promotor de justiça, Francisco de Assis Silva Filho, requereu, ainda, que a Justiça autorize, em caráter liminar, a agência bancária a realizar o pagamento, conforme as descrições das folhas, debitando dos saldos das contas bloqueadas no percentual de 60%.

Segundo o membro do MPMA, os servidores municipais efetivos procuraram a Promotoria de Cururupu para informar sobre o atraso nos vencimentos do mês de agosto. Acrescentaram que os funcionários da saúde já vêm sofrendo com os atrasos há mais tempo.

Justiça bloqueia recursos para pagamento de salários atrasados em Esperantinópolis

Mesmo com a suspensão dos salários, a administração municipal anunciou uma grande festa de carnaval, com a contratação de diversas bandas de renome

esperantinópolis

O juiz Luiz Carlos Licar Pereira determinou, nesta quinta-feira (05), o bloqueio de 60% das verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é assegurar o pagamento dos salários dos servidores públicos municipais de Esperantinópolis.

Pela decisão judicial, o Banco do Brasil deve enviar os extratos das contas do Município de Esperantinópolis e os comprovantes das transferências realizadas para a Justiça. Além disso, a instituição financeira terá que pagar, no prazo de 72 horas, os salários atrasados.

A folha de pagamento deverá ser encaminhada pelo Poder Executivo municipal ao gerente da agência do Banco do Brasil de Esperantinópolis no prazo máximo de 48 horas. Esperantinópolis é administrada pelo prefeito Raimundo Jovita Bonfim, conhecido como Dr. Raimundinho.

ATRASOS

As contas do Município de Esperantinópolis já haviam sido bloqueadas anteriormente após ajuizamento de Ação Civil Pública, pelo MPMA, a fim de regularizar o pagamento dos servidores. Em janeiro de 2013, o pagamento foi efetuado e as contas desbloqueadas. Porém, em janeiro de 2014, a prefeitura voltou a atrasar os salários, que foram suspensos em diversos períodos do ano.

Diante do quadro, o promotor de justiça Paulo Roberto da Costa Castilho requereu novo bloqueio, em virtude da suspensão de pagamento por quatro meses.

“O recebimento de salário em dia decorre da lei. Os servidores não podem ficar reféns da burocracia e dos recursos protelatórios levados a efeito pelo Município de Esperantinópolis para retardar, de forma indefinida e injustificada o pagamento dos salários, mesmo porque os recursos continuam sendo repassados aos cofres públicos”, questiona Paulo Roberto Castilho.

CARNAVAL

Mesmo com a suspensão dos salários, a administração municipal anunciou uma grande festa de carnaval, com a contratação de diversas bandas de renome. “Na iniciativa privada, só se faz festa se não houver dívidas. A administração pública não pode agir de modo diferente, uma vez que festejar em momento de crise financeira e com dívidas se mostra incoerente e irresponsável. A milenar cultura do pão e circo não deve persistir”, destaca o titular da Promotoria de Justiça de Esperantinópolis.

Informações: Ministério Público

IMPASSE! Funcionários do Rio Poty estão sem receber salários…

Com impasse, funcionários estão sem receber salários; outros estão sendo demitidos

Com o impasse, funcionários estão sem receber salários; outros estão sendo demitidos

A situação financeira do Rio Poty Hotel se agrava a cada dia e quem mais sofre as consequências são os funcionários, segundo denúncia encaminhada ao blog.  Desde o mês de novembro, os empregados não recebem pagamento de seus salários.

Segundo o leitor do blog, há um impasse na empresa. O atual gerente geral, Armando Ferreira, e o proprietário do empreendimento, Edson Tajra Melo, dedicam-se a uma batalha judicial com a administradora WH Hotéis, dirigida por Vitório Ferreira. Enquanto isso, os funcionários não sabem mais que rumo tomar.

A WH Hotéis tentou minimizar os atrasos deixados pelo atual gerente geral. Mas, devido à batalha judicial que está sendo travada, a administradora perdeu, mais uma vez, a posse depois que a desembargadora Nelma Sarney determinou a devolução do hotel a Edson Tajra Melo.

Mesmo com a ameaça de greve, no mês de dezembro, os funcionários não receberam nenhum pagamento até agora. Estão atrasados os salários de novembro, dezembro e, inclusive, o décimo terceiro que, por Lei, deveria ter sido quitado no prazo.

Demissões

O leitor denuncia ainda que Armando Ferreira está demitindo vários funcionários do hotel. Pelo que se sabe já há, em média, 12 funcionários de Aviso Prévio que também não receberam seus pagamentos. Eles, inclusive, já procuraram a presidente do SindHoteis (Sindicato dos Hotéis), Ana Mendonça,  e também o Ministério do Trabalho, que também não resolveram o problema.

Até o momento, não se sabe qual será o futuro dos funcionários, mas  é provável que, assim como o Hotel Rio Poty de Teresina, que entrou em falência e teve de ser vendido para pagar os empregados, a sucursal  de São Luís também siga o mesmo caminho.

Professores em greve invadem Prefeitura de Imperatriz

G1

Professores grevistas invadiram sede da Prefeitura de Imperatriz

Foto Blog da Kely – Professores grevistas invadiram sede da Prefeitura de Imperatriz

Cerca de 150 professores da rede municipal de ensino de Imperatriz ocuparam o Palácio Renato Cortez Moreira, sede da Prefeitura, na manhã desta quarta-feira (23), em protesto pela falta de negociação para reajuste salarial e pelo corte de salários. A categoria está em greve há cerca de três meses e por 23 dias ficou com os pontos cortados.

Os educadores querem reajuste salarial de 13%. A Prefeitura de Imperatriz afirma não ter condições de fazer qualquer reajuste no momento, para não infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal, e que o pagamento dos 23 dias de salários congelados foi feito na última sexta-feira (18). O repasse foi feito após liminar concedida pela Justiça em favor dos docentes.

Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria de Educação de Imperatriz, a greve é parcial e atualmente atinge apenas 13% da categoria, o que não irá afetar o ano letivo. O Sindicato dos Trabalhadores de Estabelecimentos de Ensino de Imperatriz afirma que o percentual de adesão chega a 51%.

A ocupação no prédio da prefeitura foi informada ao Comando da Polícia Militar. De acordo com o comandante do 3 º Batalhão de Polícia, tenente-coronel Marcos Lima, o movimento é pacífico e não há nenhuma ordem para retirar os grevistas do prédio.

Metalúrgicos denunciam Alcoa e cruzam os braços em advertência

Alumar atrasou salários e pagamento de benefícios aos metalúrgicos

Alumar atrasou salários e pagamento de benefícios aos metalúrgicos

Cerca de 200 trabalhadores da Brascooper – empresa localizada no Distrito Industrial de São Luís, que trabalha com alumínio líquido fornecido pela Alumar (Alcoa) -, realizaram grande paralisação, na manhã desta quinta-feira (30), para reclamar de irregularidades trabalhistas da empresa, como atraso no pagamento de verbas rescisórias, férias, multas e FGTS.

Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Luís (Sindmetal), José Maria Araújo, a paralisação teve como objetivo cobrar da administração e das autoridades a regularização da situação, já que se tornou prática comum da empresa demissões irregulares, de forma que alguns pagamentos estão atrasados desde 2013.

Tentativa de negociação

José Maria informou que o sindicato já vem tentando negociar com a empresa, que informou que não há previsão para regularizar as pendências.

“Exigimos respostas urgentes da gerência local e da matriz em Ribeirão Preto (SP), ou os trabalhadores podem parar por tempo indeterminado”, avisou.