DEU NA VEJA – Dossiê escancara relação do novo diretor da PF com Sarney e Lobão…

Veja

Fernando Segóvia

 

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Um dossiê, que circula em Brasília, mostra as relações íntimas que o novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, ex-superintendente no Maranhão, tem com a família Sarney e com o senador Edison Lobão.

De acordo com o documento, no período em que esteve no cargo, Segovia morou na casa de um empreiteiro ligado a Lobão (ver foto).

Há relatos também da proximidade de Segovia com o clã Sarney. O delegado e sua esposa iam a festas com os Sarney, tendo passado inclusive um carnaval com Roseana.

O temor na PF é que Segovia venha com a missão de acabar com a Lava-Jato, dada a sua estreita ligação com políticos.

Para reforçar esse temor, é provável que ele coloque em cargos-chave os delegados Reinaldo Cézar, ex-assessor de Sarney, e Sandro Avelar, ex-secretário de Agnelo Queiroz.

Reunião fora da agenda entre Temer e Sarney selou mudança na PF…

Brasil 247

Michel Temer recebeu fora de sua agenda oficial, no sábado (4), o ex-presidente José Sarney para acertar a nomeação do novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia

Sarney chegou ao Jaburu na tarde de sábado, após reuniões entre Temer, o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral), o líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), e o marqueteiro Elsinho Mouco. Todos se falaram e, em seguida, Temer e o ex-presidente conversaram a sós.

O encontro, no Palácio do Jaburu, aconteceu quatro dias antes de Temer oficializar a nomeação de Segóvia para o lugar de Leandro Daiello, que comandava a PF há quase sete anos, desde o governo Dilma Rousseff (PT).

Ex-superintendente da Polícia Federal no Maranhão, Segóvia teve sua indicação ao comando do órgão patrocinada por caciques do PMDB, entre eles Sarney e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

A escolha foi estratégica para o núcleo do governo, que desejava mudanças na condução das investigações da Operação Lava Jato. Desde maio, com a delação de executivos da JBS, as apurações avançaram sobre o coração do Palácio do Planalto.

As informações são de reportagem de Marina Dias e Camila Mattoso na Folha de S.Paulo.

Em Brasília, Flávio Dino expõe domínio de mídia do grupo Sarney

Do Marrapá

Governador Flávio Dino

Em audiência pública no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (09) em Brasília, o governador Flávio Dino apresentou uma série de abusos e irregularidades que teriam sido cometidos por emissoras de TV da família Sarney e de aliados na campanha de 2014 no Maranhão. O encontro tratou da exposição de candidatos no rádio e na televisão.

Foi a primeira vez que os crimes cometidos pelos veículos de comunicação na campanha de 2014, no Estado, foram expostos numa audiência pública na Justiça Eleitoral.

Flávio explicou que o principal grupo midiático do Maranhão é controlado pela família Sarney. Em seguida, ele mostrou um estudo segundo o qual, em 2014, quando Roseana Sarney era governadora, a cobertura do jornal Estado do Maranhão era extremamente favorável ao governo. Em 2015, com a troca de gestão, o quadro se inverteu abruptamente.

“No último ano do governo da senhora Roseana Sarney, só tinha notícia positiva. Em 2015, no dia 1º de janeiro, como por encanto, o Maranhão, que era o paraíso na Terra, se transmudou em um inferno sobre a Terra”, afirmou o governador.

O estudo, intitulado de Manchetômetro, mostra que, em 2014, a abordagem positiva dada ao Maranhão pelo jornal da família Sarney era de 66%. Em 2015, foi de 8%; em 2016, 5%; e no primeiro semestre de 2017, 3%.

“Todas essas manchetes são reproduzidas numa imensa rede de rádio em todo o Estado, das cinco da manhã até meia noite. E são veiculadas também na TV e nos portais de internet. Ou seja, é multiplicado por milhões de ouvintes e leitores”, disse o governador.

Terror na campanha

Flávio mostrou depois o que chamou de “cinco filminhos de terror” da campanha de 2014.

Um dos filmes mostra o apresentador de um debate agradecendo à mulher de Edinho Lobão e impedindo o então candidato Flávio Dino de falar sobre um tema. “Qual o remédio jurídico para uma situação dessa? Qual a reparação possível?”, perguntou o governador na audiência no TSE.

Outra peça mostra o apresentador de um telejornal da Mirante perguntando a entrevista inteira sobre o comunismo, deixando apenas 30 segundos para os demais temas. “Eu achava que era uma emissora de TV, mas descobri que era uma repartição do DOPS, do DOI-CODI”, ironizou Dino, referindo-se a órgãos da ditadura militar. “Claro que o adversário foi perguntado sobre saúde, segurança, etc. Isso é liberdade de expressão?”.

Flávio Dino: Grupo Sarney tenta ocultar processos contra ex-senador sobre organização criminosa

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ironizou, pelas redes sociais, o grupo Sarney por conta  de matéria, dando conta das “precárias condições sociais” do Estado. Para ele, a “descoberta” fantástica visa tentar ocultar os processos que o ex-senador Sarney responde por participação em organizações criminosas.

“Depois de 50 anos, a mídia do império Sarney descobriu que as condições sociais do Maranhão eram precárias. Mas claro que a culpa é minha…”, ironizou Flávio Dino.

Flávio Dino questionou por que, em vez de agredi-lo tanto,  a mídia do império Sarney não se ocupa de demonstrar que o ex-senador não participa de quadrilhas.

Acusados no episódio que envolve o PMDB podem pegar até oito anos de prisão, se condenados…

Sarney e Lobão foram denunciados

O ex-senador José Sarney e o senador Edison Lobão, acusados de integrar organização criminosa que teria desviado R$ 864 milhões, após denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu ao STF (Supremo Tribunal Federal), na última nesta sexta-feira (8), podem pegar até oito anos de prisão, caso sejam condenados em sentença transitada e julgada.

Janot pediu que os sete denunciados sejam condenados por organização criminosa, com as penas de três e oito anos de prisão, perda de função pública e pagamento de multa de R$ 200 milhões – R$ 100 milhões pelos danos patrimoniais (desvios) e R$ 100 milhões por danos morais causados pelas condutas dos acusados.

Além dos maranhenses, foram denunciados os senadores Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Jader Barbalho (PA), além do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado (CE), que teriam gerado prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos cofres da Petrobras e de R$ 113 milhões aos da Transpetro, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República).

O grupo, que supostamente desviou recursos públicos e obtido vantagens indevidas no âmbito da administração pública, teria atuado desde pelo menos 2004 “até os dias atuais”.

Conforme aponta a denúncia, ao “aparelhar” um grupo de cargos diretivos e oferecer facilidades a agentes privados, as lideranças políticas propiciavam um ambiente de criminalidade acentuada, onde eram praticados crimes como corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, fraude a licitação, cartelização e evasão fraudulenta de divisas.

Janot quer Moro analisando denúncia contra Sarney…

Sarney foi denunciado juntamente com Renan Calheiros, Romero Jucá, Garibaldi Alves Filho e Valdir Raupp por um esquema de desvios relacionado à Transpetro

 

Exame

Brasília – Na cota da denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a cúpula do PMDB no Senado por um esquema de desvios relacionado à Transpetro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, faz uma solicitação específica para que a acusação contra o ex-presidente da República José Sarney (PMDB) seja encaminhada para a 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, onde atua o juiz Sérgio Moro, porque o peemedebista não tem prerrogativa de foro no STF.

Caberá ao relator Edson Fachin decidir se desmembra o inquérito no Supremo atendendo ao pedido de Janot ou não.

Recentemente, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as citações a Sarney feitas pelo delator Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, deveriam permanecer sob análise no STF, e não serem enviadas à primeira instância.

Para justificar o envio a Curitiba mesmo diante da negativa anterior, Janot afirma que “fatos novos mostram a necessidade de desmembramento do feito para José Sarney”.

Brasília – Na cota da denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a cúpula do PMDB no Senado por um esquema de desvios relacionado à Transpetro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, faz uma solicitação específica para que a acusação contra o ex-presidente da República José Sarney (PMDB) seja encaminhada para a 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, onde atua o juiz Sérgio Moro, porque o peemedebista não tem prerrogativa de foro no STF.

Caberá ao relator Edson Fachin decidir se desmembra o inquérito no Supremo atendendo ao pedido de Janot ou não.
Recentemente, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as citações a Sarney feitas pelo delator Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, deveriam permanecer sob análise no STF, e não serem enviadas à primeira instância.Para justificar o envio a Curitiba mesmo diante da negativa anterior, Janot afirma que “fatos novos mostram a necessidade de desmembramento do feito para José Sarney”.Ainda segundo Janot, a decisão da Segunda Turma determinou “apenas provisoriamente” a competência do Supremo Tribunal Federal para tratar dos fatos envolvendo a Sarney.Janot diz que, por esse motivo, “as condutas foram incluídas na denúncia”, mas ressalta que a Segunda Turma havia previsto a possibilidade de “posterior reanálise pelo Relator da possibilidade de desmembramento”.

Janot também pede o desmembramento do caso na parte que envolve José de Almeida Lima, secretário de Estado em Sergipe, com foro no Tribunal de Justiça daquele Estado.

“Assim, simetricamente, compete ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região processar e julgar as suas condutas”, disse.

Em nota à imprensa sobre o teor da denúncia, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que representa José Sarney e Romero Jucá, afirmou que é uma denúncia de um “procurador em final de carreira” e baseada em uma delação “desmoralizada”.

A nota não tocou no ponto do pedido de Janot para que a análise do caso de Sarney seja feita na primeira instância.

“Nós entendemos que quase certamente, inclusive quando a PF terminou o inquérito na primeira fase relativa à delação do Sergio Machado, ela recomendou à delegada que o Sergio Machado perdesse os benefícios, não existe nenhum motivo para fazer essa denúncia tecnicamente falando, o que existe é a palavra de um delator desmoralizado, um delator que, ele sim, talvez tenha cometido crime ao gravar ilegalmente e de forma imoral o senador Sarney e o senador Jucá”, disse Kakay em nota à imprensa.

“Então, eu reputo isso mais a uma despedida do dr. Rodrigo Janot, que durante boa parte do seu tempo de mandato não denunciou praticamente ninguém. Enquanto Lava Jato de Curitiba apresentou várias denúncias com andamento extremamente rápido, durante todo esse período da Lava Jato, o dr. Janot não apresentou nenhum tipo de denúncia. Agora, imagino com aquele frase infeliz dele de que onde tiver bambu vai ter flecha, ele vai denunciar todos os inquéritos tendo ou não qualquer tipo de indício para isso”, afirmou o advogado.

Sarney ainda não desistiu de dar um ministério para Roseana…

Sarney continua tentando emplacar Roseana em um ministério

Apesar da negativa pública de que almeja o Ministério das Cidades, a divulgação da informação por um blogueiro da casa dos Sarney tem peso. E o que se ventila em Brasília é que o eterno patriarca José Sarney avalia que sem o Palácio dos Leões, sem doação de empreiteira e sem um grupo político forte, só um Ministério no governo Michel Temer (PMDB) pode salvar a campanha de Roseana Sarney (PMDB) ao governo do Estado em 2018.

Nas próximas eleições, Roseana amargara pela segunda vez uma campanha solitária e na qual ela não poderá contar com a máquina estadual a seu favor. A primeira vez que ela se lançou sem o apoio do governo do Estado, em 2006, ele perdeu as eleições para Jackson Lago. Foi preciso que o oligarca José Sarney usasse sua influência nos tribunais para derrubar no tapetão o mandato de Lago e reconduzir sua filha ao poder.

Outro fator que vai pesar contra Roseana e que, após a série de escândalos envolvendo financiamento ilícito de campanha, e com a reestruturação do sistema eleitoral ode meio da reforma política em tramitação no Congresso, que deve vedar as doações de empresas para campanhas em 2018, a ex-governadora também não poderá contar com a parceria de nenhuma empreiteira nas próximas eleições.

Citada em uma série de denúncias de corrupção, com a imagem desgastada e sem fortes apoiadores, essa será a eleição mais difícil da história política de Roseana. E o maior motivo para a fragilidade de Roseana não poderia ser outro: ela vai entrar da disputa sem a posse das chaves dos cofres estaduais.

A articulação com Temer e um possível mandato relâmpago em um Ministério seria a única saída possível para Roseana sonhar com o retorno ao poder no Maranhão.

Raposa! Sarney torna-se um dos maiores conselheiros de Temer…

Segundo a revista Época, na coluna Expresso, a proximidade do ex-senador José Sarney (PMDB)  com Michel Temer vem surpreendendo assessores de longa data do presidente da República. De alas distintas do PMDB, eles nunca foram muito ligados.

Sarney esteve ao lado dos ex-presidentes Lula e Dilma, ambos do PT, e não foi diferente com Fernando Henrique Cardoso. Ou seja, o interesse dele é estar perto do poder sempre para dele se beneficiar, independente de quem seja o presidente.

Para os maranhenses, não é surpresa que ele esteja colado em Michel Temer e tenha se tornado o maior conselheiro dele. Agora, também, quando o barco afunda, ele é sempre o primeiro a pular fora, que o digam os petistas.

No entanto, Sarney é oportunista, mas os ex-presidentes também sabem buscá-lo, principalmente, nas horas mais difíceis. Em articulação, está para nascer um melhor que o oligarca. Não é a toa que ele é considerado a maior “raposa” política do país.

Irmãs de Mariana Costa reagem à entrevista de mãe do assassino Lucas Porto…

As irmãs Juliana e Carolina Costa, esta última ex-esposa de Lucas Porto, assassino confesso da publicitária Mariana Costa, morta, brutalmente, em novembro do ano passado, por estupro, reagiram, em suas redes sociais, contra entrevista concedida pela mãe do agressor, Heliane Porto, à jornalista Jacieny Dias, quando afirmou que teria havido um caso de adultério entre a vítima e o seu filho.

Lucas Porto, assassino confesso de Mariana, estuprou a jovem e, em seguida, matou-a em seu próprio apartamento com a ajuda de  um travesseiro no dia 23 de novembro  do ano passado. Ele está em processo de julgamento pelo crime que cometeu e sua defesa tem alegado que ele tem problemas mentais.

As duas classificaram as palavras da mãe de Lucas Porto de mentirosas e falsas e não concebem a tentativa da família Porto em querer manchar a honra de Mariana Costa para, assim, conseguir amenizar as coisas para o lado do assassino confesso.

Mariana Costa era sobrinha-neta do ex-senador José Sarney (PMDB). O caso chocou a sociedade maranhense e ganhou repercussão nacional no final do ano passado.

Desabafo de Juliana Costa no Facebook

Ninguém mais busca a verdade do que a minha família.

Se teve alguém massacrado nessa vida são meus pais, minhas quatro sobrinhas, minha família no geral, amigos e a sociedade que até hoje chora a ausência da nossa doce e inocente Mariana.

Minha Irmã foi assassinada brutalmente por Lucas que já confessou o crime e deixou bem claro que nunca teve nada com ela e agora além de arrancar a vida dela do nosso convívio; querem matar a moral dela dessa forma?

Família Porto, vocês podem ir visitar o assassino toda semana e nós que nunca mais vamos poder dar um abraço ou trocar uma palavra de carinho com a nossa querida Mariana. Vocês não sabem o que é realmente sofrer e o que é realmente perder.
E hoje ele tá no lugar que escolheu, e como a mãe mesmo disse: “o mundo aqui fora é hostil e que lá é mais quieto para ele”, então que ele passe o resto da vida lá pagando por todo mal que fez e continua fazendo a sociedade.

É ridículo mesmo, você querer vitimizar seu filho e querer justificar um ato cruel desse. Ele vai pagar por todos os crimes que cometeu e a HONRA de Marina não será manchada por calúnias.

Podemos vê que esse assassino é sim produto do meio…tentar justificar o injustificável dessa forma é desumano.

Chega de MENTIRAS, o médico deixou bem claro na audiência que Lucas não tem problema mental nenhum e dizer que minha irmã traia seu marido… tenha vergonha!!!

Por fim, precisamos entender que nós mulheres não somos objetos de desejo desses homens que acham q podem td… sei que nada trará nossa Mariana de volta, mas a máxima condenação desse assassino, vai nos trazer um pouco de paz é assim estaremos fazendo nossa parte p mudar esse quadro de vê criminosos como ele, ter regalias e conseguir deslizar as leis, simplesmente por ter dinheiro. #justicanacausademariana #portodasmariana #Deusnocontrole

“A entrevista é uma farsa”, diz ex-mulher de Lucas Porto

Carol Costa no Facebook

A “entrevista” é uma grande farsa. Depois do que aconteceu com Mariana e a forma que a família conduziu e continua agindo posso dizer que espero TUDO. Estamos prontos. Eles vem contra nós com MENTIRAS e vamos com a VERDADE.

Minha vida não é novela então me reservo em ficar em silêncio dos fatos que tenho vivido mas não posso ficar calada quando ela diz” foi um adultério consensual”. Isso é demais, cruel, perversão e também é crime.

Primeiramente se você assistiu a entrevista, pode constatar que ela deixa claro que ele não tem distúrbio nenhum.

No momento em que fala em Adultério para uma jornalista, entendo que a mesma está ofendendo a honra da minha irmã, o que é crime de calúnia com responsabilidades criminais e cíveis.
O que me causa dor é essa senhora saber a VERDADE e usar de MENTIRAS para apenas livrar o seu filho. O seu amor de não lhe dá esse direito. Tudo na vida tem consequências e ainda assim mesmo depois de um crime hediondo pedir para ser divulgada tamanha mentira e blasfêmia é no mínimo insensato.Será que a dor da minha família não basta?

Ela deixou bem claro seu objetivo, porém a Sra. Heliene não tem esse direito. Isso não é defender um filho. Isso é desespero pois sabem que não existe outra saída além do Júri e “eles” tentam a todo custo manchar a memória da minha irmã, como forma de mexer com a opinião pública. Isso é TUDO menos AMOR de mãe ! Amor não é enganoso.
Isso é perversidade com minha família. E o fato de não demostrar nenhum remorso com a morte da minha irmã é no mínimo sem comentários.

Eu também vi um sentido provocativo, como se quisesse desestabilizar a minha família.
Não conseguiu e nem vai pois esperamos confiantemente.

Na vida a lei da semeadura não falha” o que se planta, se colhe”. #Faça o Bem e Aparte-se do mal.