Em Coletiva, Márcio Jerry faz balanço dos quatro anos de gestão do governo Flávio Dino

“Mesmo com a crise econômica nacional, tivemos ampliação dos serviços públicos, estruturando o Maranhão para um novo ciclo de desenvolvimento”, afirmou Márcio Jerry. Foto: Karlos Geromy

O secretário de Estado de Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap), Márcio Jerry, fez nesta quinta-feira (13) um balanço resumido sobre os quatro anos de gestão do governador Flávio Dino e mostrou perspectivas para o próximo mandato: “Mesmo com a crise econômica nacional, tivemos ampliação dos serviços públicos, estruturando o Maranhão para um novo ciclo de desenvolvimento”.

“Com a superação da forte crise que atinge o Brasil, o Maranhão tem condições não só de ampliar os investimentos, mas de entrar em um novo ciclo de utilização plena de seu potencial econômico, dos recursos naturais, do transporte, de seu complexo portuário. Assim, poderemos ter uma nota etapa de desenvolvimento sustentável e com justiça social”, afirmou durante entrevista coletiva a jornais, rádios, TV e blogs.

Jerry lembrou que, desde o início da gestão, o governador Flávio Dino encontrou um cenário nacional de muita instabilidade econômica e política, o que afetou todos os Estados. O Maranhão, por exemplo, deixou de receber mais de R$ 1,5 trilhão em repasses federais neste período.

Jerry começou o balanço das ações com a Educação. Alguns dos números expostos pelo secretário foram: 830 Escolas Dignas construídas, reconstruídas ou reformadas; mais de 50 escolas de ensino integral; e 26 unidades do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema). Antes, não havia ensino integral e nem profissionalizante na rede estadual. O titular da Secap também falou sobre a entrega de 1,4 milhão de uniformes, R$ 135 milhões investidos no Bolsa Escola, 91 ônibus e duas lanchas escolares.

“Mesmo com a crise econômica nacional, tivemos ampliação dos serviços públicos, estruturando o Maranhão para um novo ciclo de desenvolvimento”, afirmou Márcio Jerry. Foto: Karlos Geromy

O secretário também falou sobre o maior salário do Brasil para os professores da rede estadual maranhense: R$ 5.750,83. “O conjunto da obra na Educação é inegavelmente o que tem mais importância neste período de governo. Não há possibilidade de implantar política de desenvolvimento sem base educacional”, disse Márcio Jerry.

Durante o balanço, o secretário destacou a entrega de dez novos hospitais em todo o Maranhão, mais de 200 ambulâncias, mais de 240 mil atendimentos do Mais Saúde, a criação da Casa de Apoio Ninar e a abertura do Sorrir.

Outro ponto de atenção foi a infraestrutura, com a marca de 3 mil quilômetros concluídos pelo Mais Asfalto em mais de 210 cidades do Estado.

Na Segurança Pública, Jerry destacou o aumento da criminalidade no cenário nacional, enquanto o Maranhão reduziu os homicídios em 62% na Grande Ilha, em comparação com 2014. O Estado chegou à marca recorde de 15 mil policiais. Nove mil profissionais foram promovidos. Mais de mil viaturas foram entregues.

Entre as ações sociais, o secretário ressaltou o aumento de 6 para 25 Restaurante Populares no Maranhão: “É algo que ninguém jamais vai conseguir fechar. Porque tem um impacto muito grande para os moradores e os municípios”. Jerry também percorreu ações na cultura, no turismo, no saneamento, no abastecimento de água e em outras áreas.

Onyx apresenta lista dos 22 ministérios do governo Bolsonaro

Onyx Lorenzoni confirma em entrevista coletiva que Trabalho perderá status de ministério no governo Bolsonaro — Foto: Governo de transição, Rafael Carvalho

Agência Brasil

A estrutura definitiva da Esplanada dos Ministérios no governo de Jair Bolsonaro foi apresentada na tarde de hoje (3), em coletiva de imprensa, pelo ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni. Inicialmente, serão 22 ministérios (veja a lista abaixo), incluindo Banco Central (BC) e Advocacia-Geral da União (AGU). Esses dois órgãos, no entanto, deverão perder o status de ministério na próxima gestão, reduzindo posteriormente o número de pastas a 20.

No caso do BC, o novo governo defenderá aprovação da autonomia e independência da autarquia. Já em relação à AGU, a ideia é apresentar uma mudança constitucional para prever que toda ação judicial que envolva atuação do governo federal tenha como foro judicial os tribunais superiores. Com isso, o governo poderia abrir mão do status de ministério da AGU, que dava foro especial ao advogado-geral da União para processos movidos em primeira instância.

O presidente eleito Jair Bolsonaro terá uma assessoria especial específica para cuidar de sua comunicação pessoal. Essa estrutura estará vinculada diretamente ao gabinete presidencial e deverá ser responsável pela gestão das redes sociais do presidente, muito usadas por ele para manifestar posições e se comunicar com a população. Já a comunicação institucional de governo, incluindo as verbas oficiais de publicidade, será mantida na Secretaria de Comunicação, que ficará vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, comandada pelo advogado Gustavo Bebianno. A pasta também será responsável por um programa de modernização do Estado e pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo.

A Casa Civil, que será comandada por Onyx Lorenzoni, manterá as atribuições de comando de governo e será responsável pela articulação política no Congresso Nacional. Segundo Onyx, serão criadas duas secretarias específicas para cuidar das relações com a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, uma para cada Casa. Elas serão integradas por ex-parlamentares. A relação do governo federal com estados e municípios será atribuição da Secretaria de Governo, sob o comando do general Santos Cruz. Ele também ficará responsável pelo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), que tem uma carteira de mais de 40 projetos e cerca de R$ 20 bilhões previstos em investimentos.

Onyx Lorenzoni também confirmou a extinção do Ministério do Trabalho e a redistribuição das atribuições da pasta entre os ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Cidadania e Economia. “O Ministério do Trabalho passa a estar contido, majoritariamente, no Ministério da Justiça. Lá está, com certeza, a secretaria que cuida das [concessões de] cartas sindicais, que foi foco de problemas. Ela vai estar sob controle do doutor Moro. No Ministério da Economia, vai estar a questão da fiscalização e políticas públicas para o emprego, e há uma parte menor no Ministério da Cidadania, como a Secretaria de Economia Solidária”, explicou.

O próximo governo também manterá o Ministério dos Direitos Humanos, que incluirá uma Secretaria de Políticas para as Mulheres, além de questões relacionadas à igualdade social e políticas para a população LGBT.

Confira os 22 ministérios do governo de Jair Bolsonaro a partir de 2019:

– Casa Civil

– Secretaria-Geral da Presidência da República

– Secretaria de Governo

– Gabinete de Segurança Institucional (GSI)

– Advocacia-Geral da União (AGU)*

– Banco Central*

– Economia

– Agricultura

– Meio Ambiente

– Direitos Humanos

– Ciência, Tecnologia e Comunicação

– Relações Exteriores

– Defesa

– Cidadania

– Educação

– Saúde

– Justiça e Segurança Pública

– Turismo

– Infraestrutura

– Desenvolvimento Regional

– Transparência

– Minas e Energia

* devem perder o status de ministério durante o governo

Médico Allan Garcês vai participar da equipe de transição do governo Bolsonaro

Em suas redes sociais, o médico já mostrou que se encontra em Brasília e já iniciou os trabalhos de transição na área da saúde

O médico e professor universitário Allan Garcês anunciou, em suas redes sociais, que foi convidado para participar da equipe de 50 pessoas que farão os trabalhos de transição do governo Michel Temer para o governo de Jair Bolsonaro.

Allan Garcês é natural de Belém, mas já atua no Maranhão há muitos anos. Allan é médico ortopedista e professor universitário da UFMA.

O médico foi candidato a deputado federal pelo PSL e obteve 20.288 mil votos.

Em suas redes sociais, o médico já mostrou que se encontra em Brasília e já iniciou os trabalhos de transição na área da saúde.

PF cumpre mandados de prisão contra envolvidos em desvio de recursos na Saúde

A Polícia Federal apurou indícios de que, entre os anos de 2011 a 2013, aproximadamente R$ 2 milhões destinados ao sistema de saúde estadual foram desviados para uma empresa sediada na cidade de Imperatriz (MA)

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (18), 19 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão temporária e um mandado de prisão preventiva contra envolvidos em desvios de recursos públicos na Saúde. A ordem de prisão foi expedida pela 1ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária do Maranhão.

Entre os alvos está o ex-secretário de Saúde do Maranhão, Ricardo Murad. Os agentes da Polícia Federal foram em sua residência, na manhã desta quinta-feira (18), para cumprir um mandado de prisão, mas não o encontraram. Murad apresentou-se logo em seguida na sede da Polícia Federal.

Ricardo Murad é cunhado de Roseana Sarney (MDB), ex-governadora do estado, e foi secretário estadual entre 2012 e 2014, durante o quarto mandato de Roseana no Maranhão.

A operação faz parte sexta fase da Operação Sermão dos Peixes, chamada de Peixe de Tobias. A prisão de Murad já havia sido pedida em 2015, mas foi negada pelo juiz federal Roberto Carvalho Veloso.

A Polícia Federal apurou indícios de que, entre os anos de 2011 a 2013, aproximadamente R$ 2 milhões destinados ao sistema de saúde estadual foram desviados para uma empresa sediada na cidade de Imperatriz (MA). A polícia verificou ainda pagamentos mensais a blogueiros.

As diligências estão sendo realizadas em seis cidades: São Luís, Imperatriz, no Maranhão, Parauapebas, no Pará, Palmas, no Tocantins, Brasília, no Distrito Federal e Goiânia, em Goiás, em duas operações simultâneas da Operação Sermão aos Peixes. Foi determinado o bloqueio judicial e sequestro de bens num valor total que supera R$ 15 milhões.

Governo do Estado inaugura Hospital Regional de Chapadinha

Entre os hospitais regionais e macrorregionais entregues pelo Governdo do Estado desde 2015, estão as unidades de Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Bacabal, Imperatriz, Balsas e Chapadinha

Ana Alves da Conceição é renal crônica há 18 anos e tinha que se deslocar para São Luís três vezes por semana para fazer sessões de hemodiálise no Hospital Universitário Presidente Dutra. Ela foi conhecer a sala de diálise do Hospital Regional de Chapadinha, inaugurado neste sábado (11) pelo Governo do Estado.

“Esse hospital vai melhorar muito minha vida. Não vou mais precisar sair 4 horas da manhã de casa para pegar uma van e ir para São Luís, vou fazer aqui na minha cidade, perto da minha casa”, conta Dona Ana, que perdeu as contas das vezes que teve que fazer o trajeto até São Luís.

Dona Ana faz parte das milhares de pessoas da região do Baixo Parnaíba que passam a ser atendidas pelo Hospital Regional de Chapadinha, localizado às margens da MA-230. A unidade possui 52 leitos e atendimento por demanda referenciada durante 24h – incluindo sábados, domingos e feriados. Com isso, a população vai poder contar com consultas na área de cardiologia, cirurgia vascular, ortopedia, nefrologia, ginecologia e obstetrícia de alto risco.

A unidade conta com 335 profissionais de nível médio, técnico e superior trabalhando para melhor atender a população

“Um grande sonho realizado com a entrega do sétimo hospital regional realizada pelo Governo do Estado. O Hospital de Chapadinha era um anseio de todo população do Baixo Parnaíba, que passa oferecer atendimento ortopédico, a primeira UTI da região e o tratamento para diálise, encerrando o sofrimento dos pacientes que precisam se deslocar até a capital para fazer as sessões”, conta o secretário de Saúde, Carlos Lula.

Além dos serviços ambulatoriais, o Hospital Regional de Chapadinha tem estrutura para internação e serviço de apoio a diagnóstico e tratamento como análises clínicas, exames de radiologia, ultrassonografia, tomografia, eletrocardiograma, endoscopia e agência transfusional.

A unidade conta com 335 profissionais de nível médio, técnico e superior trabalhando para melhor atender a população. Desse total, 85 profissionais foram aprovados pelo concurso da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh).

Entre os hospitais regionais e macrorregionais entregues pelo Governdo do Estado desde 2015, estão as unidades de Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Bacabal, Imperatriz, Balsas e Chapadinha.

Flávio Dino entregou 154 novas ambulâncias, contra 50 de Roseana Sarney

Os veículos têm impacto direto no dia a dia da população, logo a tendência é que a comparação entre os números seja desfavorável a Roseana. Em menos tempo de governo, Dino entregou o triplo de ambulâncias. Foto: Gilson Teixeira

A Saúde promete ser um dos principais temas da campanha eleitoral no Maranhão neste ano. Cada candidato vai divulgar os números e ações que fizeram na área. O governador Flávio Dino deve dar bastante visibilidade à entrega das ambulâncias. Já Roseana Sarney deve adotar a estratégia de deixar esse tema de lado.

A razão está na quantidade de veículos entregues nos dois governos. Em cinco anos e meio de gestão (entre 2009 e 2014), Roseana entregou 50 novas ambulâncias. Em três anos e meio de administração (entre 2015 e 2018), Flávio Dino entregou 154 novas ambulâncias.

Os veículos têm impacto direto no dia a dia da população, logo a tendência é que a comparação entre os números seja desfavorável a Roseana. Em menos tempo de governo, Dino entregou o triplo de ambulâncias.

Os dados sobre a entrega dos veículos na era Roseana estão em balanço feito pela própria equipe da ex-governadora.

 

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São Luís é a terceira cidade do Nordeste que mais se desenvolveu

O grande volume de obras na cidade também estimula direta e indiretamente vários setores da capital, além de melhorar diariamente a vida do cidadão

Reflexo dos investimentos do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), São Luís figura como a terceira capital do Nordeste que mais se desenvolveu em 2016, segundo dado divulgado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O estudo toma como referência padrões de desenvolvimento encontrados em países com elevados indicadores socioeconômicos, tendo como base dados da educação, saúde e emprego e renda.

Com o resultado que monitorou os indicadores sociais em 5.471 municípios do país, o prefeito Edivaldo consegue atingir um patamar inédito para a cidade, mesmo enfrentando severa crise nacional. Com trabalho e planejamento da atual administração, a curva de desenvolvimento no município foi retomada e a tendência é que nos próximos levantamentos a cidade aparece em posição de destaque ainda maior.

Os avanços são vistos em todos os setores da cidade. Na Educação, o prefeito reformou e climatizou escolas, realizou concurso público, investiu na capacitação dos professores, reduziu a distorção de quatro para dois calendários, promoveu a queda do índice de analfabetismo, entre outras ações que foram sendo reforçadas e expandidas com o lançamento do programa Educar Mais.

Na Saúde, outro setor analisado pelo estudo da Firjan, a gestão Edivaldo também se destaca com reforço da atenção básica, reforma de unidades de saúde, investimento em equipamentos e capacitação de pessoal, reestruturação do Samu, modernização da Central de Marcação e Consultas (Cemarc), ampliação do atendimento e outras intervenções que estão tirando a Saúde do estado crítico em que se encontrava quando o pedetista assumiu a Prefeitura.

Na Infraestrutura, Edivaldo também conseguiu dar uma guinada na cidade. O grande volume de obras espalhadas por São Luís é visível, indo de intervenções de trânsito para acabar com pontos históricos de engarrafamento até pavimentação das ruas e construção de pontes e rede de drenagem.

Outro marco da gestão Edivaldo que também contribuiu para o bom resultado no estudo foi o pagamento em dia do funcionalismo público, uma injeção na economia da cidade. Com planejamento, medidas de austeridade e criatividade, o prefeito tem conseguido cumprir o calendário, inclusive antecipando em alguns meses as datas previstas para recebimento do salário, tarefa difícil para as cidades quando se vive em um período de crise.

Temer corta R$ 150 milhões da Saúde; para Rubens Jr, “onda de protestos pode voltar”

O parlamentar lembrou ainda que a redução dos programas sociais e até no SUS foi a única manobra possível para Temer

O deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA), titular da Comissão Mista de Orçamento da Câmara, considera que a saída econômica encontrada pelo governo Michel Temer (PMDB) para conter a greve dos caminhoneiros “foi a pior possível”.

Para reduzir o valor do diesel para R$ 0,46 por litro, o governo Temer usou R$ 6,2 bilhões de reservas orçamentárias, e o restante por meio do corte de investimentos em Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Social, Infraestrutura, Educação, Saúde, Justiça e Segurança.

“Temer cortou mais de R$ 150 milhões da saúde e R$ 300 milhões das estradas. É óbvio que isso não vai dar certo. A onda de protestos pode voltar. A solução do governo não resolve o problema”, avalia Rubens Júnior.

Redução dos programas sociais e no SUS

O parlamentar lembrou ainda que a redução dos programas sociais e até no SUS foi a única manobra possível para Temer. Como o presidente aprovou a PEC do teto de gastos, que congela o orçamento por 20 anos, ele teve de cortar em áreas como saúde, educação e infraestrutura, para fazer caber a redução do diesel.

Suspenso, Instituto Gerir vinha sendo notificado desde 2017 para esclarecer prestação de contas

Secretário de Saúde, Carlos Lula, emitiu nota sobre a questão

O Instituto Gerir, que administrava três unidades hospitalares no Maranhão, vinha sendo notificado, desde o início do ano passado, sobre imprecisões em sua prestação de contas. Na segunda-feira (21/mai), a Secretaria de Saúde veio suspender o contrato da instituição.

Em novembro de 2017, a secretaria comunicou que o instituto tinha até dezembro do ano passado para responder dúvidas no relatório de prestação de contas referente a agosto de 2017. Segundo a Secretaria, faltavam comprovantes na prestação de contas.

O Gerir administrava três unidades hospitalares, entre elas o Hospital Carlos Macieira. A administração das unidades já foi trocada por outras instituição cadastradas.