No twitter, Fernando Haddad parabeniza Bolsonaro e deseja boa sorte

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, derrotado nas eleições, desejou hoje (29), no Twitter, sorte ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Nas redes sociais, o petista afirmou estar com o “coração leve” e que espera o “melhor de todos”. Ele se dirigiu ao adversário como “presidente”.

“Presidente Jair Bolsonaro. Desejo-lhe sucesso. Nosso país merece o melhor. Escrevo essa mensagem, hoje, de coração leve, com sinceridade, para que ela estimule o melhor de todos nós. Boa sorte”, afirmou Haddad, na sua conta no Twitter.

Aos eleitores, Haddad agradeceu o apoio. “Gostaria de agradecer os 45 milhões de eleitores que nos acompanharam. Uma parte expressiva da população que precisa ser respeitada.”

“E como disse ontem, eu coloco a minha vida à disposição desse país. Não tenham medo, nós estaremos aqui. Nós estamos juntos. Nós estaremos de mãos dadas com vocês. Nós abraçaremos a causa de vocês. Contem conosco. Coragem, a vida é feita de coragem. Viva o Brasil!”, finalizou Fernando Haddad.

Vitória de Haddad no Maranhão consolida liderança de Flávio Dino no Estado

Mesmo com um resultado não tão favorável para a esquerda brasileira, Flávio Dino chega ao momento de ser um dos maiores expoentes das frentes progressistas, já sendo até mesmo citado como um dos nomes para a disputa de 2022

Encerrada a votação do segundo turno das eleições de 2018 e com o candidato Jair Bolsonaro eleito presidente da República, o cenário que se observa é que o Nordeste continua sendo um forte reduto da esquerda brasileira.

A apuração de 100% das urnas mostrou que o candidato Fernando Haddad (PT) venceu em todos os estados da região, com destaque para alguns estados como o Maranhão.

Sob a liderança do governador Flávio Dino (PCdoB), eleito no primeiro turno, Haddad conquistou a segunda maior votação proporcional em relação ao concorrente, Jair Bolsonaro. No Maranhão, Haddad ficou com 73,26% da votação, contra 26,74% de Bolsonaro, ficando apenas atrás do Piauí, que deu 77,75% da votação para Haddad.

Algumas cidades no Maranhão deram mais de 90% dos votos para o candidato do PT: Belágua 93,66%; Cajapió 92,15%; Central do Maranhão 92,14%; Afonso Cunha 91,54% e Duque Bacelar 90,94%.

Reconhecidamente uma das maiores figuras da esquerda brasileira, o governador Flávio Dino tratou de articular com aliados e a militância dos partidos e dos movimentos sociais uma frente progressista no Estado. A articulação teve seu auge no último sábado 27, com o Dia Nacional de Mobilização, onde foram registrados eventos em praticamente todos os municípios maranhenses.

A liderança de Flávio Dino foi bastante reconhecida por reunir os dois senadores eleitos Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT, além do vice-governador Carlos Brandão, na campanha de Fernando Haddad no segundo turno.

Mesmo com um resultado não tão favorável para a esquerda brasileira, Flávio Dino chega ao momento de ser um dos maiores expoentes das frentes progressistas, já sendo até mesmo citado como um dos nomes para a disputa de 2022.

Segundo turno: Othelino Neto vota e pede que democracia prevaleça

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PC do B), votou, no início da tarde deste domingo (28), na UEB Doutor Oliveira Ramos, no bairro do Vinhais, em São Luís. O parlamentar estava acompanhado da esposa Ana Paula Lobato e do filho Othelino José.

Na oportunidade, o deputado avaliou a importância do voto consciente em respeito ao regime democrático de direito. “É um dia muito importante para o Brasil, onde a população vai escolher o caminho do país nos próximos quatro anos. Que todos os brasileiros façam suas escolhas com muita consciência e crítica, e que a democracia prevaleça. Que hoje o Brasil possa voltar aos trilhos com um modelo de governo que respeite todos os brasileiros”, disse.

Fernando Haddad vota em São Paulo e mostra otimismo em resultado positivo

Com camisa azul e calça jeans, ao lado da mulher, Ana Estela, vestida de lilás e branco, o candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, voltou hoje (28) por volta das 10h, em São Paulo. Desta vez, o vermelho, cor de seu partido, não apareceu. Na parte de fora do prédio da Brazilian Internacional School, em Indianópolis, eleitores ouviam a música Alerta, Desperta, ainda Cabe Sonhar e seguravam rosas e livros.

Otimista com a possibilidade de vitória, Haddad disse que lutará “até o fim”. “Há uma forte tendência de alta nas pesquisas nos últimos dias e eu estou muito esperançoso de que a gente vai ter um resultado positivo hoje à noite”, disse.

“Meu sentimento é que hoje o que está em jogo é a democracia no Brasil. Considero que hoje é um grande dia para o país, que está em uma encruzilhada. O projeto de nação que nós representamos ganhou as ruas nas últimas semanas. A nação está em risco, a democracia está em risco e as liberdades individuais estão em risco. Nós representamos a retomada do processo de aprofundamento da democracia, as liberdades e o combate à desigualdade no nosso país”, afirmou.

Apesar dos apoiadores, Haddad enfrentou resistência de opositoresno caminho para Indianópolis, no bairro de Moema, zona sul da cidade. No prédio em frente ao local de votação, moradores batiam panela enquanto aguardavam a chegada do presidenciável.

Agenda

Haddad começou o dia com um café da amanhã com correligionários em um hotel no bairro Paraíso, na capital paulista. Ele agradeceu o apoio recebido nesta reta final da campanha. “A defesa das liberdades individuais e da democracia é um patrimônio do país que precisa ser preservado. Estou muito confiante de que vamos ter grande resultado hoje. Vamos lutar até o último minuto”, disse.

Com segurança reforçada e colete à prova de balas, Bolsonaro vota no Rio de Janeiro

Vestindo um colete à prova de balas e com segurança reforçada, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, votou neste domingo (28), às 9h17, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. O capitão do exército estava acompanhado da mulher, Michelle.

Dentro da seção eleitoral, questionado sobre qual era sua expectativa para o 2º turno, o candidato do PSL afirmou: “Pelo que eu vi nas ruas nos últimos meses, é vitória.“

Nas pesquisas divulgadas neste sábado (27), Bolsonaro continua à frente, entretanto, vem diminuindo a vantagem dele sobre o candidato do PT ao Palácio do Planalto, Fernando Haddad. No Ibope, Bolsonaro registrou 54% dos votos válidos, e Haddad, 46%. No levantamento anterior do instituto, o candidato do PSL tinha 57% das intenções nos votos válidos, e o petista, 43%.

A diferença entre Bolsonaro e Haddad também diminuiu no Datafolha. Segundo o instituto, o presidenciável do PSL tem 55% dos votos válidos(tinha 56% na pesquisa anterior). Já o candidato do PT, de acordo com o Datafolha, registrou 45% (ele tinha 44% no levantamento anterior).

O esquema de segurança na zona eleitoral da Vila Militar foi reforçado com grades e uma maior presença da Polícia do Exército. As polícias militar e federal também trabalharam na operação de segurança do candidato do PSL. A assessoria da campanha de Bolsonaro informou que o candidato do PSL vestiu um colete à prova de balas para ir votar neste domingo.

Uma hora antes do início da votação, o local passou por uma varredura em busca de bombas ou outros explosivos. Cães e equipamentos foram usados na vistoria de segurança.

Além disso, os eleitores que votam na escola Rosa da Fonseca tiveram que passar por uma barreira para revista por integrantes das Forças Armadas.

Tumulto

Bolsonaro entrou na escola pela parte de trás, frustrando eleitores que o aguardavam na entrada da zona eleitoral. Após votar, ele tentou sair pela entrada principal da instituição de ensino e acenou para seus apoiadores, porém, a movimentação do candidato do PSL gerou um grande tumulto. Diante da confusão, ele foi obrigado a retornar para a área interna do colégio e sair pelos fundos com forte escolta policial.

Ao deixar o local, Bolsonaro chegou a colocar parte do corpo para fora do carro e acenar, mas foi obrigado a voltar para dentro do carro.

Última pesquisa Ibope mostra Bolsonaro com 56% dos votos válidos e Haddad com 46%

O Ibope divulgou neste sábado (27) a última pesquisa do instituto sobre a intenção de voto para o 2º turno da eleição presidencial. Segundo o instituto, Jair Bolsonaro (PSL) venceria se eleição fosse hoje. Mas a distância dele para Fernando Haddad (PT) diminuiu.

A pesquisa com os votos válidos, que excluem os brancos, nulos e o percentual de eleitores indecisos. Um candidato é eleito no segundo turno se conseguir cinquenta por cento dos votos válidos mais um voto.

Nos votos válidos, Jair Bolsonaro (PSL) lidera com 54% e Fernando Haddad (PT) tem 46% dos votos válidos. Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 57% e Haddad, 43% dos votos válidos.

Votos totais

Nos votos totais, Jair Bolsonaro (PSL) tem 47%, Fernando Haddad (PT) aparece com 41%. Votos brancos e nulo somam 10%. Não sabe 2% Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 50% e Haddad, 37%.

Rejeição

A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para presidente. O Ibope perguntou: “Para cada um dos candidatos a Presidente da República citados, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele”?

Jair Bolsonaro

Com certeza votaria nele para presidente – 39%

Poderia votar nele para presidente – 10%

Não votaria nele de jeito nenhum – 39%

Não o conhece o suficiente para opinar – 11%

Não sabem ou preferem não opinar – 1%

Fernando Haddad

Com certeza votaria nele para presidente – 33%

Poderia votar nele para presidente – 12%

Não votaria nele de jeito nenhum – 44%

Não o conhece o suficiente para opinar – 10%

Não sabem ou preferem não opinar – 2%

A pesquisa Ibope entrevistou 3.010 eleitores entre os dias 26 e 27 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR‐ 02934/2018.

Último programa eleitoral tem ataque entre presidenciáveis

A gravação exibida na noite de hoje (26) em todos os canais abertos de TV mostrou basicamente as mesmas falas e imagens, utilizando uma estratégia semelhante de utilizar apresentadores e locutores para as críticas mais fortes

No último dia de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, os candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) mantiveram o tom de ataques diretos entre eles e seus partidos. A gravação exibida na noite de hoje (26) em todos os canais abertos de TV mostrou basicamente as mesmas falas e imagens, utilizando uma estratégia semelhante de utilizar apresentadores e locutores para as críticas mais fortes.

Bolsonaro

A única mudança no programa do presidenciável do PSL foi um relato sobre a facada que ele levou durante a campanha do primeiro turno, em Juiz de Fora (MG). Falando diretamente com o eleitor, Bolsonaro disse que é um “milagre” estar vivo, que o município mineiro é agora a sua segunda cidade natal e voltou a falar de uma possível vitória nas urnas.

“Lá eu nasci de novo. Salvaram a minha vida. Logicamente a mão de Deus se fez presente. Hoje nós temos uma possibilidade concreta, real de ganhar as eleições. Precisamos para tal de nos manter unidos e combater as mentiras”, disse. O candidato voltou a falar que se essa for a “vontade de Deus”, estará pronto para cumprir a missão.

O presidenciável ainda disse que os últimos governos mergulharam o país na “mais completa crise ética, moral e econômica”. Antes da fala de Bolsonaro, a propaganda reexibiu críticas que vinham sendo feitas ao PT, vinculando o partido à violência, ao desemprego e à corrupção. “Agora é o Brasil contra o PT”, pregou o apresentador do programa.

A campanha afirmou que o PT ficou 13 anos no poder e “quebrou o país”. Dentre as acusações estão a de que a sigla quer voltar à Presidência para modificar a Constituição Federal, censurar a imprensa e acabar com a Operação Lava Jato.

Haddad

A campanha eleitoral de Fernando Haddad iniciou o programa eleitoral exibindo gravações com falas de Bolsonaro criticando os pobres e defendendo a tortura. Foi veiculado um trecho em que o candidato do PSL diz que o pobre só serve para votar, “com o título de eleitor na mão e o diploma de burro no bolso”.

A apresentadora lembrou a recente afirmação de Bolsonaro de que iria “fuzilar a petralhada” e exibiu depoimento de mulheres que foram torturadas por Brilhante Ustra – coronel do Exército que comandou órgãos de repressão durante a ditadura militar. Bolsonaro considera Ustra uma de suas principais influências.

O candidato do PT voltou a defender que governará o país com diálogo, construindo pontes, e se diz confiante com a virada. “O Brasil precisa de um presidente que enfrente as dificuldades de cabeça erguida, com coragem. Que não tenha medo de encarar o debate com a sociedade olho no olho. Que respeite todas as pessoas. Governe para todos e saiba cuidar das pessoas que mais precisam”, disse.

Reforçando a tese de virar a disputa na reta final, a propaganda ainda afirmou que quem conhece o candidato, vota nele. “Eu acredito no Brasil. Eu acredito no povo brasileiro – domingo vamos vencer essa eleição e reconstruir o nosso país pelo caminho da paz, da inclusão social e democracia”, encerrou Haddad.

Bolsonaro mantém liderança de 58% e Haddad segue com 42%, segundo pesquisa

Diferentemente do Datafolha, que, na quinta-feira (25/10), apontou redução da diferença entre os dois candidatos, o levantamento XP/Ipespe apresenta os mesmos percentuais do último levantamento, realizado na semana passada

A dois dias do segundo turno, o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) segue com 16 pontos percentuais de vantagem sobre o adversário Fernando Haddad (PT), de acordo com levantamento XP/Ipespe, divulgado nesta sexta-feira (26/10).

Na pesquisa, o capitão reformado mantém liderança de 58% dos votos válidos, contra 42% do petista. Diferentemente do Datafolha, que, na quinta-feira (25/10), apontou redução da diferença entre os dois candidatos, o levantamento XP/Ipespe apresenta os mesmos percentuais do último levantamento, realizado na semana passada.

A pesquisa ouviu 2 mil entrevistados em todas as regiões do país entre 23 e 24 de outubro. Se considerados todos os votos, inclusive brancos e nulos, Bolsonaro tem 51% contra 37% de Haddad. Votos em branco, nulos e os eleitores indecisos somam 12%.

A XP/Ipespe também mostrou que Bolsonaro lidera em todas as regiões, exceto no Nordeste, onde o capitão reformado perde de 18 pontos percentuais de Haddad. Na rejeição, Haddad marca 47% e Bolsonaro alcança 36%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o código BR-08283/2018 e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

O segundo turno das eleições está previsto para domingo (28/10). Os eleitores podem votar nas zonas eleitores entre 8h às 17h.

Datafolha: Bolsonaro tem 56% dos votos e diferença para Haddad cai 6 pontos

O Datafolha entrevistou 9.173 eleitores em 341 cidades no levantamento, encomendado pela Folha e pela TV Globo e realizado na quarta (24) e na quinta (25)

A distância entre os candidatos a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) caiu de 18 para 12 pontos em uma semana, aponta pesquisa do Datafolha.

A três dias do segundo turno, o deputado tem 56% dos votos válidos, contra 44% do ex-prefeito de São Paulo. No levantamento passado, apurado em 17 e 18 de outubro, a diferença era de 59% a 41%.

O Datafolha entrevistou 9.173 eleitores em 341 cidades no levantamento, encomendado pela Folha e pela TV Globo e realizado na quarta (24) e na quinta (25). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O resultado é a mais expressiva oscilação na curva das intenções de voto no segundo turno até aqui, e reflete um período de exposição negativa para o deputado do PSL.

Nesta semana, emergiu o caso do WhatsApp, revelado em reportagem da Folha que mostrou como empresários compraram pacotes de impulsionamento de mensagens contra o PT pelo aplicativo. A Justiça Eleitoral e a Polícia Federal abriram investigações.

No domingo (21), viralizou o vídeo da palestra de um de seus filhos, o deputado reeleito Eduardo (PSL-SP), em que ele sugere que basta “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo Tribunal Federal em caso de contestação de uma vitória de seu pai.

Em votos totais, Bolsonaro tem 48%, ante 38% de Haddad e 6% de indecisos. Há 8% de eleitores que declaram que irão votar branco ou nulo. Desses, 22% afirmam que podem mudar de ideia até o dia da eleição.

O deputado perdeu apoio em todas as regiões do país, embora mantenha sua liderança uniforme, exceto no Nordeste, onde Haddad tem 56% dos votos totais e Bolsonaro, 30%.

A maior subida de Haddad ocorreu na região Norte, onde ganhou sete pontos, seguido da Sul, onde ganhou quatro. Já Bolsonaro mantém uma sólida vantagem na área mais populosa do país, o Sudeste: 53% a 31%. O Centro-Oeste e o Sul seguem como sua maior fortaleza eleitoral, com quase 60% dos votos totais nas regiões.

Entre os mais jovens (16 a 24 anos), Haddad viu sua intenção de voto subir de 39% para 45%, empatando tecnicamente com Bolsonaro, que caiu de 48% para 42%. Em todas as faixas etárias superiores, contudo, o deputado mantém sua vantagem sobre o ex-prefeito.

O segmento em que o petista mais subiu foi entre os mais ricos, aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos. Ali, cresceu oito pontos, mas segue perdendo de forma elástica para Bolsonaro: 61% a 32% dos votos totais. Haddad lidera na outra ponta do estrato, entre os mais pobres (até 2 salários mínimos), com 47% contra 37% do deputado.

Entre o eleitorado masculino, Bolsonaro mantém ampla vantagem, embora tenha oscilado três pontos para baixo —mesma medida da subida do petista. Tem 55% a 35%, distância que é reduzida a um empate técnico por 42% a 41% entre as mulheres.

A rejeição a ambos os candidatos, uma marca desta eleição, permanece alta. Haddad viu a sua oscilar negativamente de 54% para 52%, enquanto Bolsonaro teve a sua subindo três pontos, para 44%. A certeza do voto dos eleitores declarados de ambos é alta: 94% dos bolsonaristas e 91% dos pró-Haddad se dizem convictos.