Crime em Barra do Corda! Filho de ex-prefeito assassinado é preso como principal suspeito…

Com informações de Globo.com

Desenrolar das investigações do assassinato de Nenzim choca o Maranhão

Pai e filho durante campanha pela Prefeitura de Barra do Corda

O ex-candidato a prefeito, Mariano Filho, filho do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, conhecido como “Nenzim”, foi preso na madrugada de sexta-feira (8) na casa de um amigo em Barra do Corda. A vítima foi morta com um tiro no pescoço, na manhã da quarta-feira (6), na zona rural do município, a 341 km de São Luís.

Júnior do Nenzim, como é conhecido, é apontado pela polícia como o principal suspeito pela morte do pai. De acordo com as investigações, no dia do crime, o filho estava junto ao pai e não havia mais ninguém no local. Portanto, as informações iniciais que indicavam a presença de dois homens em uma moto no assassinato do ex-prefeito seriam falsas.

A informação foi confirmada ao G1 pelo o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela.

Júnior do Nenzim (de verde) esteve no velório do pai e chorou no ombro do irmão Rigo Teles

Entenda o caso

Manoel Mariano de Sousa, conhecido como Nenzim, foi assassinado com um tiro no pescoço, na manhã de quarta-feira (6), na zona rural de Barra do Corda, a 341 km de São Luís. Ele foi encaminhado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra do Corda e em seguida, transferido para um hospital no município de Presidente Dutra, mas acabou falecendo.

Após a morte do ex-prefeito e antes do velório do corpo, familiares procuravam entender o que teria motivado o assassinato. Dias após a morte de Mariano de Sousa, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão informou que, diante das investigações, pediu à justiça pelo mandado de prisão do assassino do ex-prefeito de Barra do Corda.

O corpo de ex-prefeito foi velado durante toda a madrugada de quarta-feira (06), em sua residência, em Barra do Corda e foi acompanhado de uma multidão de amigos. O enterro aconteceu no fim da tarde desta quinta-feira (7), no cemitério São Francisco, em Barra do Corda.

Morte na prisão em Barra do Corda: o criminoso uso político de uma tragédia

Por Cunha Santos

Francisco Ednei Lima Silva

Há, ou pelo menos deveriam haver, limites humanitários para o exercício da atividade política. O respeito à dor alheia, por exemplo, à comoção de uma cidade diante de uma morte inesperada, o respeito ao desespero de familiares e amigos, precisam ser resguardados acima de qualquer interesse em querer atingir os adversários.

É deprimente a forma como deputados e a mídia sarneisista vem utilizando a morte incidental do comerciante Francisco Ednei Lima Silva, após sua prisão em virtude de um acidente de trânsito, para angariar ganhos políticos e fustigar o governo do Estado. E sabendo que Flávio Dino deles herdou o mais completo desastre na segurança pública e busca consertar com investimentos maciços, responsabilidade e determinação; sabendo a situação degradante em que deixaram todos as prisões, todos os prédios, todas as polícias, todas as delegacias.

O governo informa que a estrutura existente em Barra do Corda tem por finalidade garantir o banho de sol de presos provisórios e que em janeiro de 2015 o governo Flávio Dino encontrou 1.600 destes presos em delegacias, número reduzido a menos de 800, mesmo com o aumento de 50 % na detenção de suspeitos.

Querem apontar culpados por um crime que é mais deles que de qualquer um. Eles sucatearam o Sistema Estadual de Segurança Pública, pois mais ocupados estavam em reverter processos por corrupção que poderiam levar eles mesmos à cadeia.

Todos lembram. Todos sabem o perigo que foi viver no Maranhão, especialmente em São Luís, nos anos de 2013 e 2014, durante o governo Roseana Sarney. Na maioria dos casos, não havia nem onde prender ninguém, nem polícia suficiente para fazê-lo. E, embora criando 1400 novas vagas no sistema prisional nos últimos dois anos, é óbvio que o atual governo ainda não teve tempo de consertar tudo o que eles esbandalharam. Só por deter a verdadeira olimpíada de crimes ocorrente no Maranhão durante o governo Roseana Sarney, a Secretaria de Segurança Pública já merece ser aplaudida.

A polícia já instaurou inquérito para apurar a morte do comerciante, conforme informações, vítima de uma crise de hipertensão cuja origem ainda precisa ser esclarecida. Mas usar essa lamentável tragédia como arma contra adversários políticos, colocando a família enlutada no meio de um tiroteio verbal que só pode agravar a sua dor, é de uma impiedade e falta de caráter capaz de fazer corar um frade de pedra.

Meus pêsames à família de Francisco Edinei Lima Silva.

Meus pêsames ao Maranhão, pela existência de gente disposta a obter dividendos políticos tripudiando sobre a dor alheia.

Governo entrega mais 52 veículos para reforçar segurança no interior do Maranhão…

Viaturas foram entregues, durante solenidade no Palácio dos Leões

O Sistema de Segurança Pública do Maranhão ganhou o reforço de mais 52 viaturas que reforçarão o policiamento em municípios de todas as regiões do estado. Nesta segunda-feira (4), em solenidade no Palácio Henrique de La Rocque, o governador Flávio Dino entregou os novos veículos com a presença dos comandantes da Polícia Militar das cidades contempladas e dos prefeitos, e reiterou a política voltada para o fortalecimento do municipalismo. Ao todo, o Governo do Estado já entregou 620 novas viaturas no Maranhão.

As 52 novas viaturas policiais serão distribuídas para os municípios que ainda não receberam nenhum dos cerca de 570 veículos entregues nos primeiros dois anos do atual Governo. Os novos carros são totalmente adaptados e possuem o mais moderno  equipamentos para o uso policial. São picapes com tração 4×4 aptas a enfrentar todos os tipos de terreno do Maranhão.

Em seu discurso, Flávio Dino reforçou que essa entrega compõe um conjunto de ações de apoio aos serviços públicos básicos, fundamentais, em cada um dos municípios. “Nós temos vários programas em curso exatamente mostrando o que eu tenho chamado do novo municipalismo. Que não é um municipalismo apenas de papel, apenas cartorial, de papeis assinados que não são cumpridos. Mas um municipalismo efetivo, com resultados”, ressaltou.

O governador enfatizou que a entrega das viaturas faz parte do “maior programa de modernização da Polícia da história do Maranhão”, apesar das enormes dificuldades fiscais que o Brasil atravessa. “Em muitos estados nesse momento não há munições na polícia, equipamentos básicos e coletes. Há viaturas paralisadas por falta de combustíveis. Há, infelizmente, pessoas que ignoram essas realidades objetivas. Mas nós estamos lidando com ela, convivendo, e, graças a Deus, vencendo-as”, disse.

Receberão viaturas nesta etapa de entrega os municípios de: Alto Alegre do Maranhão, Amarante, Anapurus, Araguanã, Araioses, Arari, Bacuri, Barão de Grajaú, Boa Vista do Gurupi, Bom Jardim, Brejo, Capinzal do Norte, Coelho Neto, Dom Pedro, Esperantinópolis, Formosa da Serra Negra, Fortaleza dos Nogueiras, Gonçalves Dias, Governador Nunes Freire, Joselândia, Lago da Pedra, Lago Verde, Lima Campos, Matinha, Matões do Norte, Miranda do Norte, Montes Altos, Morros, Nova Olinda do Maranhão, Olinda Nova, Palmeirândia, Paraibano, Pedro do Rosário, Pio XII, Poção de Pedras, Presidente Sarney, Santa Helena, Santa Luzia do Paruá, Santa Quitéria, Santo Amaro, Santo Antônio dos Lopes, São Bento, São Domingos do Azeitão, São Luís Gonzaga, São Pedro da Água Branca, São Raimundo das Mangabeiras, Senador La Rocque, Sítio Novo, Turiaçu, Tutoia, Urbano Santos e Vitorino Freire.

Presa quadrilha que aplicava golpes com cartões clonados no Maranhão…

Golpe prejudicou muita gente no Maranhão

Uma operação realizada  por homens da Polícia Civil, lotados na Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), conseguiu prender em flagrante Alberto Sousa de Araújo (43), César Carlos Araújo Saboia (40) e Jefferson Sebastião Fontes Carvalho (29), todos suspeitos de integrar uma quadrilha interestadual especializada nos crimes de estelionato e furto, mediante fraude.

Segundo o delegado Tiago Bardal, as prisões foram executadas no bairro da Cohab, em São Luís, logo após o trio realizar a compra de 2 (duas) motocicletas no valor bruto de 36 mil em uma concessionária. A compra teria sido efetivada com a utilização de um cartão de débito clonado e documentos falsificados em nome de uma vítima natural da cidade de Brasília, que segundo as investigações, teve um prejuízo de cerca de 41 mil reais, retirados de sua conta bancária.

Com a quadrilha, a polícia conseguiu apreender vários objetos provenientes do esquema criminoso, além de 1(um) HD externo com a documentação bancária de possíveis vítimas do bando.

Ainda de acordo as investigações, os três presos são suspeitos de cometerem a mesma modalidade criminosa nos estados do Tocantins, Bahia, Pernambuco e na capital federal. Logo após prestarem seus devidos depoimentos, os presos foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Caso Núbia Dutra – Tiros disparados contra agressor teriam sido em legítima defesa, diz polícia

Núbia passará por cirurgia por conta dos tiros que levou

As primeiras impressões dos investigadores, que apuram o  episódio em que a primeira-dama do município de Paço do Lumiar, Núbia Dutra, foi baleada são de que o tiro disparado  contra o policial militar, que  estava em estado de embriaguez e agredindo uma mulher, foi dado em legítima defesa por um dos assessores que acompanhavam a esposa do prefeito Domingos   Dutra (PCdoB).

Ou seja, as imagens reais em poder da Delegacia de Paço do Lumiar mostram que o policial militar atirou primeiro contra Núbia Dutra que foi atingida de raspão no ombro, mãos e na face. Um dos assessores evitou o pior é  o disparou em legítima defesa, atingindo o PM que se encontra internado.

Núbia foi levada ao Hospital São Domingos, na noite desta sexta-feira (28), onde está sendo atendida.

Um vídeo, publicado em um blog, foi editado e não mostra quem iniciou o tiroteio. Quem teria atirado primeiro seria o policial militar e não o assessor de Núbia Dutra que haveria agido em legítima defesa.

O inquérito, determinado pela Secretaria de Segurança do Estado, segue e outras testemunhas vão ser ouvidas.

O episódio ocorreu no final da tarde de sexta-feira (28), na Estrada do Sítio Grande, que interliga a Estrada da Maioba ao conjunto Maiobão. Ela foi ferida nas mãos, rosto e ombros e não corre risco de morte.

A secretária estava voltando pela Estrada do Sítio Grande acompanhada por dois assessores, quando avistou um homem agredindo uma mulher. Ela pediu para parar o veículo e foi tentar acalmar o agressor e tirar a vítima do alcance dele.

No entanto, o policial militar, que apresentava sinais de embriaguez, discutiu com a primeira-dama, tendo sacado a arma e atirado várias vezes, atingindo-a. Um dos assessores teria reagido em legítima defesa e gerou o PM que também está hospitalizado.

Núbia foi socorrida e encaminhada para um hospital particular de São Luís para ser submetida a procedimento cirúrgico.

Polícia Federal combate fraudes em licitações no Porto de Itaqui

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (12/7), a Operação Draga, com o objetivo de apurar fraude na licitação, execução e fiscalização da obra de dragagem de aprofundamento do P-100 ao P-104 do Porto de Itaqui em São Luís/MA, iniciada em 2014, na gestão da ex-governadora Roseana Sarney. Cerca de 40 policiais federais cumpriram sete mandados de busca e apreensão nas cidades de São Luís/MA, São José dos Campos/SP e Rio de Janeiro/RJ, expedidos pela Justiça Estadual – Central de Inquéritos e Custódia da Comarca da Ilha de São Luís/MA.

A investigação teve início com as declarações de um ex-funcionário da empresa estadual que administra o Porto de Itaqui em São Luís/MA. Ele declarou que, apesar de ocupar a função de gerente de Projetos, cargo no qual deveria acompanhar a execução da obra, o andamento da obra foi deliberadamente omitido do ex-funcionário, com o possível objetivo de ocultar fraudes. A responsabilidade pela execução dos contratos (execução da obra e fiscalização) coube ao Coordenador de Projetos, enquanto que o gestor do contrato foi o Diretor de Engenharia da empresa.

A fiscalização da execução da obra de dragagem se deu através do processo de batimetria, que consiste na medição das profundidades dos mares e lagos por meio de referenciação por ultrassons. Sem o processo de batimetria, não é possível fiscalizar adequadamente a execução da obra, já que a análise envolve a topografia antes, durante e após a execução. A realização do processo de batimetria apenas após a execução, por exemplo, não permite verificar quantos metros cúbicos de sedimentos foram efetivamente dragados.

Segundo declarações do ex-funcionário e indícios colhidos durante a investigação, a empresa que deveria fazer a batimetria, não estava realizando, mas apenas copiando os dados fornecidos pela própria empresa responsável pela execução da obra. Esses fatos eram de conhecimento do Coordenador de Projetos e Diretor de Engenharia. A lancha, por exemplo, supostamente utilizada pela empresa para realizar a batimetria, estava alocada para a empresa responsável pela execução da obra.

Há também indícios de fraudes na obra de dragagem em si, como a ausência de fiscalização (batimetria), aparente manipulação na sindicância instaurada para apurar os fatos referentes à fiscalização e sobrepreço dos custos de mobilização/desmobilização e da obra de dragagem em si.

O custo de mobilização/desmobilização da obra foi de R$ 32 milhões, enquanto que o custo da obra em si foi de R$ 28 milhões, ou seja, o custo da mobilização/desmobilização foi superior ao da própria obra. Em obras similares, os valores envolvidos foram bem menores. Também foram observados indícios de sobrepreço do material dragado em comparação com obras similares.

A empresa belga, responsável pela execução dessa obra, já foi citada em colaborações premiadas no contexto da Operação Lava Jato em fraudes similares pelo Brasil.

Considerando que os recursos empregados na obra são de origem estadual, segundo acórdão do Tribunal de Contas da União, a competência para julgamento dos fatos é da Justiça Estadual, responsável pelo deferimento dos mandados de busca no Porto de Itaqui.

Não será concedida entrevista coletiva.

Operação desarticula quadrilha especializada em roubo a residências em São Luís

Durante a operação, diversas armas foram apreendidas em poder da quadrilha

A Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) apresentou, em coletiva a imprensa, nesta quinta-feira (01), resultados de uma operação desencadeada para combater assaltos a residências na capital. As averiguações resultaram nas prisões de Kilmer Dutra Serra (30); Cristhian Gomes (18); Lourisnaldo Carvalho Barroso (24); Leandro Almeida dos Santos (22); Denis da Silva Moreira (22) e na apreensão de um menor infrator de 15 anos.

Segundo o delegado Marconi Caldas, a quadrilha já vinha sendo monitorada há algum tempo. Depois de receber denúncias, uma equipe montou campana, durante toda a madrugada, e conseguiu abordá-los por volta das 5:30, logo na entrada do bairro Maracanã. O grupo estava em um veículo GM Corsa Sedan, cor preta, e escondidos. Dentro do veículo, foram encontradas duas pistolas calibre 380 e dois revólveres calibre 38, um destes com a numeração raspada, além de uma quantidade de maconha prensada.

Para o delegado Tiago Dantas, a retirada do grupo do meio da sociedade é mais uma ação positiva da DRF na capital. “A equipe vem trabalhando forte na repressão desse tipo de crime”, acrescentou.

O grupo já detém diversas passagens pela polícia, sendo de altíssima periculosidade, e age de forma muito agressiva durante o roubo. Vale ressaltar que praticavam também crimes como saidinhas bancárias e roubos a estabelecimentos comerciais.

Durante a coletiva, o superintendente da capital, Armando Pacheco, expôs a ficha criminal dos autuados, que vão desde o tráfico de drogas, roubos, porte ilegal de arma de fogo até o homicídio, o último acometido pelo adolescente e que o procedimento está instaurado na Delegacia do Adolescente Infrator (DAI).

Para Armando Pacheco, desde a criação do Núcleo de Repressão a Roubo a Residência, que foi criado em março do ano de 2016, houve uma dinâmica e a efetividade no combate a essa modalidade de crime na região metropolitana.

Eles vão responder por crimes de associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, tráfico de drogas e corrupção de menores. Todos estão sendo encaminhados ao Complexo de Pedrinhas, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Presos militares suspeitos de terem matado cabo e soldado em Buriticupu…

Dois militares foram presos como principais suspeitos do assassinato do cabo Júlio César da Luz Pereira e do soldado Carlos Alberto Constantino Sousa, policiais que estavam desaparecidos desde o dia 17 de novembro de 2016, no município de Buriticupu, a 420 km de São Luís.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado fez divulgar, na noite de terça-feira (30), qu o cabo e o sargento teriam sido assassinados por outros militares, comenta-se que estariam envolvidos um tenente e um major. Eles não tiveram as suas identidades reveladas, mas a polícia deve apresentá-los nesta quarta-feira (30).
A prisão dos suspeitos atendeu ao pedido da delegada Nilmar da Gama Rocha à Justiça Militar, que decretou a prisão dos acusados. A representação é da Polícia Civil, que concluiu as investigações do caso.
O juizado de Buriticupu se fez por incompetente para o caso por ele se tratar de crime militar e deu o caso para a Justiça Militar, que decretou as prisões dos envolvidos.

Segurança – MPF propõe ação civil pública contra a UFMA

Casos de supostos estupros motivaram ação do MPF

O Ministério Público Federal (MPF/MA) propôs ação civil pública, com pedido de liminar, contra a Universidade Federal do Maranhão (UFMA)  para que adotem providências que garantam segurança no campus do Bacanga.

A vulnerabilidade no local foi constatada por meio de visitas do MPF e de vários relatos da comunidade acadêmica. Dentre os problemas verificados estão: iluminação precária, constantes assaltos, inclusive dentro do ônibus que realiza o trajeto para a UFMA – linha 311, funcionários contratados para fazer a segurança que protegem apenas o patrimônio público, além do registro de dois estupros em apenas quatro dias.

Na ação, o MPF/MA requer liminarmente a implementação do convênio entre a universidade e a Secretaria de Segurança, no prazo de 30 dias, mediante a apresentação de plano de trabalho, considerando: policiamento ostensivo e de caráter preventivo, com rondas periódicas e permanentes no campus universitário; levantamento dos locais de alto risco para planejamento de vigilância; identificação da estrutura a ser utilizada para o funcionamento dos serviços de segurança, inclusive local, computadores, impressora, celular institucional e veículos. As providências descritas devem ser executadas integralmente em 45 dias.

O MPF requer também a apresentação de plano de iluminação adequada no campus, que contemple inclusive troca mensal de luminárias e fiscalização contínua; do plano de trabalho pertinente ao convênio e do plano de iluminação, de forma a garantir o acompanhamento das providências adotadas, permitindo eventuais críticas e sugestões. Os planos deverão ser apresentados durante audiência pública com a comunidade acadêmica e os representantes da Secretaria de Segurança Pública, no prazo de 30 dias.

O número do processo na Justiça Federal é 13862-35.2017.4.01.3700.