PT nega apoio à candidatura de Waldir Maranhão ao Senado

O vereador Honorato Fernandes, presidente municipal do PT, afirmou em entrevista ao programa Ponto Continuando, da rádio Mais FM, que não havia conversa para que o deputado federal Waldir Maranhão fosse para o PT ser candidato a senador pela legenda.

Durante sua passagem por São Luís, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, emitiu nota para acabar com os rumores, afirmando que apenas tirou foto com Waldir. A decisão será do diretório estadual. Ou seja, não adianta Waldir continuar tirando foto com Lula e pondo palavras na boca do ex-presidente. Quem decidirá se o PT importará um candidato a senador ou pleiteará esta ou outra vaga na chapa majoritária é a direção estadual, comandada por Augusto Lobato.

Nota

“Encontrei-me com o deputado Waldir Maranhão para um cumprimento. Em nenhum momento falou-se em candidatura ao Senado nem tão pouco falei, ou reafirmei, apoio do presidente Lula a sua candidatura. Discussões sobre processo eleitoral e apoios às candidaturas locais cabem a direção estadual do PT no Maranhão”.

Gleisi Hoffmann
Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores

Grupo Sarney prepara chapa “puro sangue” para 2018…

Zequinha Sarney deve disputar o Senado

Como publicou o blog do jornalista Gilberto Lima, tudo indica que o grupo Sarney deve bater o martelo, nos próximos meses, para definir uma chapa prioritária para as eleições do próximo ano. Como analistas políticos vêm especulando, a oligarquia deve lançar Roseana Sarney (PMDB) para o governo do Estado e Sarney Filho (PV) para o Senado em 2018.

Os dois devem ter ainda a companhia do fiel aliado Edison Lobão (PMDB), provável candidato à reeleição, para exercer o quinto mandato como senador, em uma chapa genuinamente “sarneysista”.

O objetivo da oligarquia é tentar retomar o poder no Maranhão. Esfacelado, o grupo vê essa chapa como cartada final para a difícil reestruturação do clã, que perdeu forças após a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) em 2014, e cresceu em impopularidade com a série de escândalos de corrupção relacionados a membros do grupo político.

Blogueiros ligados ao grupo Sarney têm afirmado que o próprio patriarca da família, o ex-senador José Sarney, teria definido que sua filha sairá candidata ao governo, já que para o velho oligarca apenas a ex-governadora poderia salvar o clã do limbo político.

Roseana não terá uma tarefa fácil. A ex-governadora, que já exerceu o cargo por três mandatos – sendo um deles pela metade, após ter operado a cassação do mandato do saudoso Jackson Lago – vai ter que enfrentar a forte aceitação popular de Flávio Dino e o bom currículo que o atual gestor vem acumulando à frente do poder executivo estadual.

A candidatura de Roseana ao governo amenizou o conflito interno com seu irmão Zequinha, como também é conhecido o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. Preterido pela sua família, finalmente o grupo Sarney autorizou o lançamento da candidatura de Zequinha ao Senado, depois de muita discórdia e indecisão de Roseana, que não sabia se sairia para o Senado ou para o governo.

Na chapa puro sangue, formada por esses “dinossauros” da oligarquia, sobrou espaço para o senador Edison Lobão. Apesar de ser alvo de cinco inquéritos ligados à Lava Jato por suspeita de crimes de corrupção, o clã Sarney acredita na sagacidade política do ex-ministro Lobão para o clã ganhar novo fôlego em 2018.

A missão mais difícil da oligarquia será mesmo a de convencer o eleitorado maranhense a votar em nomes já gastos e marcados por falcatruas políticas. Após quase meio século de dominação e desmando em terras maranhenses, é pouco provável que o povo do Maranhão dê um passo para trás na história e reconduza membros do elitista grupo Sarney ao poder.

Othelino volta a manifestar decepção política com Roberto Rocha…

 Deputado voltou a externar decepção política com Roberto Rocha no Senado e disse que pede desculpas ao Maranhão por tê-lo apoiado nas eleições passadas

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) foi à tribuna, na sessão desta quarta-feira (12), repercutir o comportamento lamentável da bancada maranhense no Senado Federal, no que diz respeito às emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e à vergonhosa aprovação da Reforma Trabalhista, que tira direitos consagrados dos trabalhadores. O projeto do presidente da República, Michel Temer (PMDB), teve votos favoráveis dos três senadores maranhenses: Roberto Rocha (PSB), Edison Lobão (PMDB) e João Alberto (PMDB).

Othelino começou repercutindo a coluna Radar, da revista Veja, que  veiculou uma nota informando que o Maranhão havia perdido o prazo para apresentar emendas à Lei LDO, pois é necessário haver, no documento, a assinatura de dois terços da bancada de deputados federais e também de dois terços da representação no Senado Federal. “Tudo certo em relação aos deputados federais, mas os senadores maranhenses não haviam feito a parte deles”, comentou.

O deputado frisou que apenas Edison Lobão havia assinado, dentro do prazo, a proposta de emenda à LDO. “Aí, nós observamos a iminência de um prejuízo para o Estado, graças à falta de cuidado, irresponsabilidade e mera vingança política, em particular do senador que nós, infelizmente, ajudamos a eleger, o Roberto Rocha”, alfinetou.

Críticas a Roberto Rocha

Da tribuna da Assembleia, o primeiro vice-presidente voltou a criticar, duramente, o desempenho de Roberto Rocha no Senado e se disse decepcionado, mais uma vez, com o apoio que deu a ele, com seu grupo político, nas eleições estaduais passadas. “Essa colaboração para eleger o senador que, aliás, embora não tivéssemos o poder da adivinhação, já merece um pedido de desculpas ao povo do Maranhão, em razão deste mandato não servir a esse povo e, principalmente, pelo fato de, a cada dia, ele mostrar que não tem o menor interesse em ajudar o Estado que lhe concedeu o cargo de oito anos”, disse.

Othelino informou, na tribuna, que o coordenador da bancada do Maranhão, deputado Rubens Júnior (PCdoB), mandou o documento até o Senado para que fosse assinado. “Os senadores foram convidados a participar da reunião e, já perdido o prazo, depois que perceberam o mal que iam causar ao Maranhão, mais a repercussão negativa daquele ato irresponsável, resolveram assinar, mas estabelecendo como condição fundamental a aceitação de uma emenda impositiva do desejo deles. Uma cena lamentável que só demonstra que nós precisaremos ter muito cuidado em 2018 ”, frisou.

Reforma Trabalhista

O deputado criticou ainda a posição dos senadores maranhenses quanto à aprovação da Reforma Trabalhista. Segundo ele, todos os três votaram a favor de um retrocesso grave na Consolidação das Leis do trabalho (CLT), cuja maior penalização vai cair, justamente, sobre os trabalhadores que são o lado mais fraco nesta relação entre patrão e empregado. “Infelizmente, o Maranhão colaborou com isso”, frisou.

Othelino registrou que, dos 50 votos que a Reforma Trabalhista teve, três foram da bancada maranhense. “A maioria, infelizmente, tomou essa decisão de aprovar o projeto de lei que altera a legislação trabalhista. Registro o meu protesto porque isso é resultado de um governo que está caindo e que foi colocado no poder para estar entregando um péssimo produto ao país, que não vai fazer bem para o Brasil e que vai tornar, ainda mais frágeis, os nossos trabalhadores”, afirmou.

Radar On Line – Neta de João Alberto “Carcará” ganha cargo no Senado…

Veja

Carcará é presidente da Comissão de Ética do Senado

O presidente da Comissão de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), emplacou sua neta no Ministério das Minas e Energia.

Ana Carolina Simões Piacesi de Souza vai exercer o cargo de Assistente de Assessoria de Comunicação Social do Gabinete do Ministério, com salário de R$ 3.143,27.

Não é a primeira vez que ela ocupa o cargo. Ana trabalhava na função até fevereiro, quando foi demitida. Desde então, tentava voltar ao emprego. Coincidentemente, conseguiu logo após o avô ser reeleito para a presidência.

João Alberto Souza é o mesmo parlamentar que, recentemente, arquivou o processo contra Aécio Neves alegando falta de provas.

(por Alessandra Medina)

Senado – Eliziane Gama cada vez mais próxima de Flávio Dino…

O governador Flávio Dino e a deputada federal Eliziane participaram de culto evangélico na segunda-feira

Aumentam as especulações em torno de um possível apoio do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ao projeto de pré-candidatura da deputada federal, Eliziane Gama (PPS), ao Senado.  O grupo governista só poderá ter dois candidatos, em 2018, e há uma nítida reaproximação entre os dois que participaram, na segunda-feira (03), de culto na Igreja Assembleia de Deus de São Luís a convite do líder da instituição, Pastor Coutinho.

A reaproximação entre Flávio Dino e Eliziane Gama tem causado ciumeira entre os pré-candidatos e também deputados federais Weverton Rocha (PDT), Zé Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP).

Segundo apurou o blog Marrapá, o encontro foi rotineiro, mas significativo. Aliados de longa data, os dois tomaram caminhos opostos no pleito municipal do ano passado e agora demonstram uma reaproximação.

Liderando nas pesquisas para o Senado Federal, Eliziane Gama é quem melhor reúne condições morais e políticas para compor a chapa de reeleição de Dino. É o consenso entre o grupo governista.

No encontro, o governador expôs aos evangélicos as ações de sua gestão, anunciando ainda parcerias com a instituição religiosa nas áreas da cultura e social.

Em nome de quase meio milhão de liderados no Maranhão, Coutinho voltou a defender que Eliziane como prioridade da igreja para a disputa por uma das vagas no Senado.

Internautas malham Roberto Rocha por causa de voto favorável na Reforma Trabalhista…

O senador Roberto Rocha (PSB) está recebendo diversas críticas, em suas postagens, na sua página oficial do Facebook. São internautas indignados com o voto dele favorável à Reforma Trabalhista, projeto do presidente Michel Temer (PMDB), que tira diversos direitos dos trabalhadores brasileiros, conquistas históricas. A conduta do pessebista é reprovada pela grande maioria de seus seguidores

No Senado, foram 16 votos a favor e 9 contra o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Até senadores do partido de Michel Temer ficaram reticentes com a proposta que chegou do Poder Executivo. A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) chegou a se animar com um acordo por mudanças na lei mas não confiava por não ter assinatura do presidente Michel Temer, mas apenas de senadores.

Já Roberto Rocha não fez cerimônia e defendeu com unhas e dentes as reformas de Temer. “Estamos falando de uma lei que tem um século. Ouço muito falar aqui em direitos que estamos arrancando das pessoas. Mas qual é a maior obra social que pode existir? É o emprego. E esse é o pano de fundo da proposta: reduzir o custo do trabalho e permitir que pelo menos 65% dos brasileiros possam trabalhar”, afirmou Rocha.

Vejamos. As convenções e acordos coletivos passam a valer mais do que as leis. A CLT que servia justamente para proteger o lado do mais fraco, o do empregado, vale mais e as relações serão altamente injustas para o empregado. A jornada de trabalho poderá ser negociada.Gestantes e mães amamentando poderão trabalhar em locais insalubres. Acordos podem trocar dias de feriados.

Além da CCJ, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) deu parecer favorável ao texto. A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) decidiu pela rejeição do projeto. O texto agora vai para o plenário.

De acordo com pesquisa do instituto Vox Populi realizada entre 2 e 4 de junho, divulgada pela CUT nesta quarta-feira 7, o governo Michel Temer, com suas propostas de reformas Trabalhista e Previdência, tem deixado cerca de 90% da classe trabalhadores insegura quanto ao presente e ao futuro.

Segundo o levantamento, 80% dos brasileiros são contra as propostas de reformas e 90% acham que não vão conseguir sustentar suas famílias.

Para 73%, é impossível negociar jornada com patrão sem a participação dos sindicatos

Comissão do Senado rejeita reforma trabalhista…

Do R7

Projeto da reforma trabalhista tramita no Senado

A CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado rejeitou, no início da tarde desta terça-feira (20), o relatório sobre a reforma trabalhista, de autoria do senador do Ricardo Ferraço (PSDB-ES), por 10 votos contrários ao relatório e 9 a favor. Os senadores oposicionistas comemoram rejeição do texto.

Com a rejeição do relatório, a presidente da comissão, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), pôs em votação o voto em separado de Paulo Paim, que foi aprovado em votação simbólica. O parecer segue agora para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Reforma trabalhista vai elevar produtividade, diz governo

O debate sobre a reforma trabalhista durou cerca de 90 minutos. A discussão sobre os temas foi encerrada pouco depois das 12h10 desta terça-feira (20). Em seguida, líderes de bancadas começaram a encaminhar os destaques ao projeto antes da votação do relatório.

Durante a 1h30 de debate, prevaleceram os discursos dos senadores da oposição. Entre os oradores, apenas o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o próprio relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES) defenderam o projeto. Todos os demais demonstraram posição contrária ao tema.

Há 75 destaques ao projeto da reforma trabalhista. Entre eles, há 23 do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), 18 de Paulo Paim (PT-RS) e 13 de Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Há, ainda, duas emendas de bancada do PT e uma do PSB

Influência e controle de Sarney sobre parlamentares sobrevivem no Senado…

Apesar de aposentado, ex-senador ainda controla grupo de peemedebistas

No último sábado, Sarney saiu das sombras e foi ao Palácio do Jaburu se reunir com o presidente Michel Temer (PMDB)

Do G1 – O ex-presidente José Sarney (PMDB) continua sendo líder de um grupo importante de senadores e caciques do Congresso. Na verdade, o grupo de Sarney nunca deixou o comando do Senado. Como a casa do ex-presidente fica a poucos metros das residências dos presidentes de Câmara e Senado, a romaria é facilitada. As visitas não são só de parlamentares do PMDB.

Mesmo com 87 anos, ele mantém a agenda ativa e recebe, em sua residência, vários senadores ao longo da semana. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (CE), costuma passar na casa dele para uma conversa, assim como o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), e o presidente da sigla, senador Romero Jucá (RR).

No último sábado, Sarney saiu das sombras e foi ao Palácio do Jaburu se reunir com o presidente Michel Temer (PMDB). Ele permaneceu mais de duas horas com ele, a quem teria dito para ficar firme.

A aliados, Sarney disse que Temer não renunciará e repetiu a avaliação feita por integrantes do Palácio do Planalto de que o processo da chapa Dilma-Temer poderá levar meses.

No sábado, Sarney deixou o Jaburu já de noite, com cumprimentos de deferência de Moreira Franco, outro peemedebista da cúpula.

— O ex-presidente Sarney está tranquilo e tem reiterado que Temer não renunciará — disse um senador.

Sarney tem atraído outros parlamentares fora de seu círculo habitual. Afinal, ele travou uma batalha no Congresso para impedir que seu mandato fosse reduzido para quatro anos, e acabou ganhando a queda de braço e ficando entre 1984 e 1989 no Planalto. Durante o período, foi do sucesso ao fracasso com o plano econômico que levou seu nome.

Segundo senadores que estiveram com Sarney, ele transmite tranquilidade sobre a situação de Temer. Alguns acreditam que o encontro do peemedebista com o ex-presidente Fernando Henrique, em São Paulo, teve o “dedo de Sarney”. Ao PSDB, Temer repetiu que não sai porque isso seria confissão de culpa.

Sarney e o grupo do PMDB têm argumentado que um presidente eleito por via indireta também não teria credibilidade junto à população, não acabando com a crise.

Comissão da Câmara aprova projeto de senador que amplia atuação da Codevasf…

Senador Roberto Rocha

Foi aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara de Deputados, nesta quarta-feira, 05, o projeto  de autoria do senador Roberto Rocha que trata da ampliação da área de atuação da Codevasf  para todo o Maranhão.  Na ocasião, o Deputado Hildo Rocha, relator da matéria, mencionou o empenho de Roberto Rocha em prol do trabalho da Codevasf, no sentido de garantir inúmeros benefícios para os municípios maranhenses.  O parlamentar tem destinado emendas para garantir o trabalho da Codevasf no Maranhão desde o seu mandato como deputado federal.

As emendas parlamentares constituem uma importante fonte de financiamento das ações da Codevasf, o que reforça a necessidade da alocação desses recursos de forma a possibilitar que sua destinação coincida com os programas e projetos da Companhia, complementando os recursos alocados. Somente em 2016, os recursos do Orçamento Geral da União destinados por emendas parlamentares para garantir as ações executadas pela 8ª Superintendência Regional da Codevasf em regiões do Maranhão castigadas pelas estiagens somam mais de R$ 42 milhões.

O projeto agora segue para a Comissão de Cidadania e Justiça para pequenos ajustes.