Datena confirma pré-candidatura ao Senado nas eleições 2018

O apresentador de TV José Luiz Datena Foto: Kelly Fuzaro/Band/Divulgação

O apresentador de TV José Luiz Datena confirmou que vai se candidatar ao Senado pelo DEM nas eleições 2018. Nesta quarta-feira, 27, Datena comunicou oficialmente à Band que sairá do ar para participar das eleições deste ano. Pela legislação eleitoral, radialistas, apresentadores de programas ou comentaristas que queiram se candidatar devem se afastar da grade de programação de emissoras de rádio e TV até o dia 30 de junho.

O DEM reservou uma sala em um hotel na região central de São Paulo para o anúncio. O apresentador, de 61 anos, vai integrar a coligação do ex-prefeito da capital João Doria, já que o partido anunciou apoio ao PSDB.

Datena e o vereador Eduardo Suplicy (PT) lideram a disputa pelas duas vagas de São Paulo ao Senado, de acordo com a pesquisa do Ibope/Band de maio – registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento mostrou que o apresentador com 24% das intenções de voto, atrás de Suplicy, com 30%.

Um dos principais apresentadores da Band, Datena começou sua carreira no jornalismo esportivo em Ribeirão Preto (SP). Teve passagens na Globo São Paulo, Record, Rede TV!e Band, hoje é mais conhecido por apresentar programas policiais.

Em 2016, ele chegou a anunciar a pré-candidatura à prefeitura de São Paulo pelo PP, mas desistiu da disputa. Além do PP e do DEM, Datena foi filiado por mais de 20 anos ao PT.

“Eu me proponho a ser candidato ao Senado. Agora, se pintar a possibilidade de ser candidato à Presidência da República, talvez eu tente ajudar o meu País. Quero ser candidato para ajudar o povo”, afirmou o apresentador ao site do grupo Estado em 15 de junho.

Após  a confirmação da pré-candidatura, Datena deve deixar de apresentar seus dois programas na TV, o “Brasil Urgente” e o “Agora é com Datena”. Procurada, a emissora informou que a decisão da candidatura era pessoal e cabia ao apresentador. A Justiça Eleitoral proíbe as emissoras transmitirem programas apresentados ou comentados por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição de multa e de cancelamento do registro da candidatura.

Waldir Maranhão desafia PSDB e continua com sua pré-candidatura ao Senado

Mesmo com a decisão do PSDB, Waldir Maranhão continua tocando sua pré-candidatura de olho no Senado Federal

O deputado federal, Waldir Maranhão (PSDB), parece desafiar seu partido, o senador Roberto Rocha, o ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, e o pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin.

Apesar de todos se pronunciarem sobre a formação oficial da chapa majoritária do PSDB no Maranhão, tendo o deputado estadual, Alexandre Almeida, e o deputado federal, José Reinaldo, como pré-candidatos a senador, Waldir Maranhão continua tocando sua pré-candidatura de olho no Senado Federal.

Em recente visita ao município de Balsas, Waldir Maranhão reuniu lideranças políticas e reafirmou sua candidatura. O deputado continua com a mesma tática, de quando pertencia ao grupo governista.

Basta saber se o pré-candidato ao governo, o senador Roberto Rocha, vai aceitar Waldir Maranhão, ao invés do jovem Alexandre Almeida. A disputa interna está acirrada no PSDB, já que Alexandre retirou sua candidatura à reeleição como deputado estadual.

Ainda de olho na disputa pelo Senado, Waldir Maranhão pode gerar crise interna no PSDB maranhense…

Waldir foi para o PSDB, mas sem chance de sair candidato ao Senado

Apesar de ter sido descartado por vários partidos e acabar se filiando às pressas no isolado PSDB maranhense, o deputado federal Waldir Maranhão ainda não desistiu de uma possível candidatura ao Senado, nem que para isso tenha que atropelar o seu atual correligionário, o deputado estadual Alexandre Almeida.

O PSDB do Maranhão já fechou a chapa majoritária da legenda da seguinte forma: o senador Roberto Rocha será o candidato ao governo, e para o Senado pretende lançar as candidaturas de Alexandre Almeida e do deputado federal Zé Reinaldo Tavares.

Em sua passagem por São Luís, até mesmo o presidenciável Geraldo Alckmin deixou claro que esta é a chapa fechada no Maranhão.

Apesar da decisão firme da legenda, após entrevista a uma rádio de São Luís, Waldir Maranhão disse em uma rede social que “coloca seu nome à disposição da população maranhense para disputar uma vaga ao Senado Federal”.

Projeto que destina dinheiro de multas de trânsito para o SUS é aprovado pelo Senado

O texto foi aprovado na forma de parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde foi relatado pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).

Na última terça-feira (24), o Plenário aprovou proposta que destina 30% da arrecadação com multas de trânsito para o Sistema Único de Saúde (SUS). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 426/2012, do senador Eduardo Amorim (PSDB-SE), segue para análise da Câmara dos Deputados.

O texto foi aprovado na forma de parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde foi relatado pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP). Ela fez duas mudanças importantes. Uma estabelece que as verbas geradas pelas multas não serão levadas em conta para atender à exigência constitucional de aplicação de um percentual mínimo de recursos na saúde. Assim, essa transferência deverá representar um acréscimo aos investimentos obrigatórios na saúde pública a cargo da União, dos estados, Distrito Federal e municípios.

A outra mudança derrubou emenda ao PLS aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que destinava os 30% da arrecadação com multas de trânsito para o Fundo Nacional de Saúde (FNS). Com isso, ficou preservado dispositivo da Lei do SUS (Lei 8.080/1990) que determina o crédito direto das receitas geradas no âmbito do sistema em contas especiais, movimentadas pela sua direção, dentro da esfera de poder onde foram arrecadadas.

Marta explicou que dessa forma evitou-se a concentração de recursos. Ela salientou que a centralização desses recursos no âmbito do Fundo Nacional de Saúde contradiz a regra prevista na Lei 8.080/1990, segundo a qual a descentralização é estabelecida como uma das diretrizes para a atuação dos entes federados na prestação dos serviços e na promoção das ações de saúde.

 

O autor da proposta, Eduardo Amorim, argumentou que, quando não há a compreensão do que se deve destinar para a saúde, é melhor ir convencendo “de puxadinho em puxadinho” do que ficar sem o recurso.

O PLS 426/2012 tramitava em conjunto com o PLS 193/2011, que foi rejeitado por fixar um percentual menor de repasse das multas para a saúde (15%) e restringir sua aplicação ao atendimento de vítimas de acidentes de trânsito. O texto foi aprovado em decisão terminativa na CCJ, mas foi a Plenário por requerimento do senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE) pedindo para que a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) também seja ouvida. O requerimento, entretanto, foi rejeitado em Plenário.

Projeto que obriga escolas a combaterem bullying é aprovado pelo Senado

A matéria entrará em vigor seis meses após ser sancionada pelo presidente Michel Temer, o que deverá ocorrer nos próximos dias.

O Senado aprovou, nesta terça-feira (17), o projeto que obriga as escolas a desestimularem seus alunos à prática do bullying. Em votação simbólica, os senadores aprovaram a proposta, que segue agora para sanção presidencial.

O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para incluir, entre as competências dos estabelecimentos de ensino, a promoção de medidas de prevenção e combate a todos os tipos de violência, em especial a “intimidação sistemática”, mais conhecida como bullying. Além disso, coloca como atribuição das escolas o estabelecimento de ações destinadas à promoção da “cultura da paz” nas escolas.

Além das atitudes típicas de bullying, a matéria busca combater outros tipos de violência como agressão verbal, discriminação, práticas de furto e roubo, ameaças e agressão física.

Na mesma sessão, os senadores aprovaram a proposta que inclui o tema “Educação alimentar e nutricional” nos conteúdos das disciplinas de Ciências, no Ensino Fundamental, e Biologia, no Ensino Médio. Com o objetivo de diminuir os índices de obesidade infantojuvenil, a matéria entrará em vigor seis meses após ser sancionada pelo presidente Michel Temer, o que deverá ocorrer nos próximos dias.

Pastor Bel e sua inusitada pré-candidatura ao Senado

Pastor Bel assumiu o PSDC no Maranhão e agora articula ser o candidato a senador da chapa da pré-candidata Maura Jorge.

O suplente de senador, Pastor Bel (PSDC), está sendo protagonista de uma inusitada situação.

Ao assumir o lugar do senador Edison Lobão (MBD), que se licenciou para cumprir licença médica, Pastor Bel começou as articulações para ser pré-candidato ao Senado, juntamente com o titular da vaga e pré-candidato a reeleição, o senador Lobão.

Pastor Bel conseguiu assumir o PSDC no Maranhão e agora articula ser o candidato a senador da chapa da pré-candidata Maura Jorge (PSL), de olho também na popularidade nas redes sociais de Jair Bolsonaro, pré-candidato à presidência.

De olho nessa situação inusitada, Edison Lobão pretende voltar o mais rápido possível ao Senado Federal, reverter a candidatura do seu ex-aliado e tentar não perder o apoio de parte da Convenção das Assembleias de Deus no estado.

Waldir Maranhão continua seu projeto para o Senado e pode frustrar planos de Roberto Rocha e Madeira

Waldir Maranhão ladeado pelo pré-candidato a deputado federal Eduardo Sá, e a primeira-dama de Pinheiro, Thaiza Hortegal, pré-candidata a deputada estadual.

O deputado federal Waldir Maranhão, recentemente filiado ao PSDB, não desistiu de continuar seu projeto para o Senado Federal. Após uma tentativa de entrar no PT e ser barrado pela própria militância do partido, Waldir saiu do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) e se filiou ao PSDB, presidido pelo senador Roberto Rocha.

Acontece que no PSDB o projeto já estava todo desenhado. O ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, já tinha articulado a presença de uma liderança do Leste Maranhense na chapa majoritária e esta seria para o deputado estadual Alexandre Almeida. Com a entrada de José Reinaldo, as duas vagas já tinham sido preenchidas.

Mas Waldir Maranhão não desiste. Em vários blogs, circula uma foto em que Waldir aparece ao lado de um candidato a deputado federal e outra a deputada estadual, dando a entender que ele continua candidato a senador.

A pergunta que fica: será se o PSDB no Maranhão terá três candidatos ao Senado e prejudicar a eleição dos três? Waldir Maranhão vai bater de frente com toda a articulação já planejada por Roberto Rocha e Sebastião Madeira? Alexandre Almeida vai desistir da candidatura ao Senado por causa de Waldir Maranhão?

É aguardar para ver.

Eleições 2018: Pré-candidatos começam a definir nomes ao Senado no Maranhão…

Com o decorrer das articulações políticas, os principais grupos que irão se enfrentar nas eleições deste ano já começam a definir suas respectivas chapas ao Senado.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que tentará a reeleição, deverá ter como candidatos os deputados federais Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS). O anúncio oficial ainda não saiu, mas, pelo andar da carruagem, esse é o quadro mais provável.

Primeiro a se viabilizar, Weverton diz ter garantidos 14 partidos, vários deputados estaduais e federais e centenas de prefeitos e prefeitas. Já Eliziane, nos últimos meses, movimentou-se em busca de apoios. Com o afastamento definitivo do deputado federal Waldir Maranhão (PSDB) da base, ela deverá ser anunciada, em breve, como a segunda opção dos dinistas para o Senado.

Tentando eleger-se pela quinta vez para o mandato de governadora, Roseana Sarney (MDB) tem como pré-candidatos definidos, em sua chapa, o deputado federal Sarney Filho (PV) e o senador Edison Lobão (MDB). Já o senador Roberto Rocha, até agora, caminha para ter, em seu grupo, o deputado federal José Reinaldo Tavares e o deputado estadual Alexandre Almeida, ambos do PSDB, como representantes tucanos.

Os demais pré-candidatos ao governo ainda costuram acordos com o objetivo de construir seus projetos senatoriais. A ex-prefeita Maura Jorge, do PSL, tem sete possíveis nomes, dentre eles o do pastor Bel (PRTB),  senador em exercício; e o do médico Alan Garcez, do movimento União da Direita Maranhense (UDM).

O vereador Marquinhos ainda não desistiu de entrar na disputa e avisou que acionará, judicialmente, o presidente do DEM no Maranhão, deputado Juscelino Filho, para que tenha a sua saída do Democratas autorizada e possa, mesmo com o fim da janela partidária, ingressar em outra sigla.

Já o deputado estadual Eduardo Braide, pré-candidato que aparece bem colocado nas pesquisas, ainda não definiu se sairá mesmo para a disputa pelo Palácio dos Leões, o que torna sua chapa ao Senado uma incógnita até as convenções, que serão realizadas no período de 20 de julho a 05 de agosto, quando todos os mistérios, em se tratando de candidaturas majoritárias, serão desvendados.

Comissão do Senado aprova ampliação de licença-maternidade

Por tramitar em regime terminativo, o projeto  segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

A licença-maternidade para celetistas (trabalhadoras sob regime CLT) deve passar de 120 para 180 dias. Esta foi a proposta aprovada nesta última quarta-feira (4) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Por tramitar em regime terminativo, o projeto  segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

O relator Paulo Paim (PT-RS) ressaltou que o período de seis meses dedicado à amamentação exclusiva é indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. Ele citou bons resultados que no seu entender já vem obtendo o programa Empresa Cidadã, que concede benefícios fiscais para empresas que já ampliam a licença-maternidade das funcionárias para 180 dias. Paim também disse que o aumento da licença-maternidade possui respaldo científico, além de ser o melhor para o país economicamente.

A proposta, entretanto, foi criticada pelo senador Cidinho Santos (PR-MT), que teme que a medida possa prejudicar as mulheres no que se refere às contratações no mercado de trabalho.

A presidente da CAS, Marta Suplicy (PMDB-SP), se definiu como feminista e disse perceber méritos no projeto, mas entende que a ponderação de Cidinho tem procedência, pois as condições econômicas do país ainda são difíceis. Marta lembrou, no entanto, que os seis meses de licença-maternidade já fazem parte da rotina de diversos países europeus e que talvez este seja o momento de encarar o desafio de implantá-la também por aqui.