Bolsonaro diz que só quem desconhece a Constituição critica 13° salário

Ele ainda classificou a crítica ao 13º como uma “ofensa” a quem trabalha

G1

O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse nesta quinta-feira (27) em sua página no Twitter que só critica o 13º salário quem desconhece a Constituição. Ele ainda classificou a crítica ao 13º como uma “ofensa” a quem trabalha.

Em palestra nesta quarta (26) na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS), o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, defendeu pensamento liberal na economia e discursou contra fatores que, segundo ele, encarecem a contratação de mão de obra. Nessa fala, ele chamou o 13º de “jabuticaba”. No fim da tarde, divulgou nota na qual disse que teve a declaração intepretada de forma “equivocada” e de forma “descontextualizada” (leia mais abaixo).

“Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que são uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada 12, como é que nós pagamos 13? É complicado. E é o único lugar onde a pessoa entra em férias e ganha mais. É aqui no Brasil. Então, são coisas nossas. A legislação que está aí é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo”, afirmou.

Nesta quinta (27), Bolsonaro publicou no Twitter: “O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição). Criticá-lo, além de uma ofensa a quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição”.

Declaração ‘descontextualizada’

No final da tarde, a assessoria de Mourão divulgou nota na qual afirma que a declaração dele sobre o 13º salário foi “descontextualizada” ou “interpretada de forma equivocada”.

“O contexto foi em torno do planejamento gerencial necessário para que o 13º salário seja pago, ou seja, governos e empresários devem reservar, ao longo do ano, recursos de modo a fazer frente à despesa. Trata-se de um custo social, que faz parte do chamado custo Brasil”, diz o general.

Bolsonaro e Alckmin trocam ataques no Twitter

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21

Terra

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, revidou o ataque do concorrente Geraldo Alckmin (PSDB) ao afirmar via Twitter que desrespeitoso com os pobres é “deixar as crianças sem merenda nas escolas”, em relação às suspeitas de fraude na compra de alimentos para escolas por políticos tucanos.

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21, após o presidenciável do PSL classificar, em entrevista à Folha de S.Paulo, como “covardia” os ataques que a campanha de Alckmin faz contra ele em propagandas de rádio e TV.

Pelo Twitter, no início da noite de sábado, Alckmin afirmou que “covardia é desrespeitar mulheres, negros e pobres”.

O ataque a Bolsonaro faz parte da estratégia tucana para desconstruir o candidato, faltando duas semanas para o primeiro turno. O militar lidera as intenções de voto, seguido do candidato petista, Fernando Haddad. Alckmin vem em quarto lugar.

Notas rápidas deste sábado (18)

Marina Silva protagonizou o primeiro momento de embate direto com o líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), nos dois debates até aqui

Artistas querem showmício
Liderado pela produtora Paula Lavigne, um grupo de artistas pede o direito de cantar de graça em eventos com candidatos nas eleições. Eles prometem pressionar o STF pela mudança na Lei Eleitoral, que veta em seu Artigo 39 a realização de showmícios. A ideia é permitir os shows, desde que os artistas não recebam para isso. Luiz Fux é relator de uma ADC que pede a alteração na lei, mas aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República para se decidir. Criolo, Caetano Veloso e Maria Gadú são alguns dos artistas que apoiam a mudança.

Bolsonaro se perde sobre dívida
Reinaldo Azevedo, colunista da Rede TV!, consegue provocar o pior momento de Jair Bolsonaro nos dois debates até aqui. O jornalista questiona o deputado do PSL sobre a dívida pública. Para evitar a tergiversação sobre o “posto Ipiranga”, já incluiu o antídoto na pergunta: “Ou isso não é papel do presidente da República?”. Bolsonaro se retraiu. Disse que sim, é prerrogativa do presidente. E se pôs a desfilar uma série de generalidades que nada tinham a ver com a dívida, como a dificuldade para se abrir uma empresa no Brasil. Mostrou total despreparo para uma questão crucial de macroeconomia.

Marina é a primeira a peitar Bolsonaro
Marina ignorou as estratégias de marketing e, olhando nos olhos do deputado, o contrapôs sobre salários menores para mulheres e depois sobre sua política de armar a população. Ele ficou desconcertado e ensaiou uma resposta agressiva a ela, da qual recuou no meio.

Marina em 2º lugar nos TT’s do Twitter
Marina Silva terminou o debate da Rede TV em segundo lugar nos tópicos mais comentados do Twitter mundial, atrás justamente da hashtag oficial do evento. A candidata da Rede protagonizou o primeiro momento de embate direto com o líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), nos dois debates até aqui.

Bolsonaro ‘cola’, mas não funciona
Jair Bolsonaro até tentou se prevenir ao ir encarar Marina Silva durante o debate da Rede TV. O candidato do PSL foi flagrado com uma “cola” na mão, onde se viu escrito “pesquisa, armas, Lula”, provavelmente indicando o caminho que queria seguir nas perguntas para a candidata do Rede. Não deu muito certo. Acabou tomando uma “invertida” de Marina, que aproveitou para dar uma bronca no deputado sobre sua posição sobre igualdade salarial e armamento da população.

PSL e DEM têm menos mulheres
A representatividade das mulheres nas chapas ainda patina, e PSL e DEM são as legendas que mais deixam a desejar nesse quesito. Apenas 28,3% dos candidatos dos partidos de Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia são mulheres. Os números ainda podem sofrer pequenas alterações até o fim das atualizações nos dados da Justiça Eleitoral, mas não deve chegar aos 30% exigidos por lei. PMB (39,4%) e PSTU (38%) são os melhores colocados nesse sentido.

Marina ‘sem medo dos bolsominions’
Marina Silva estava exultante após o debate da Rede TV. O duelo com Jair Bolsonaro colocou a candidata do Rede em evidência e ela não quer perder a chance de antagonizar com o líder das pesquisas (em cenário sem Lula). Na saída do encontro, novamente falou sobre o assunto, batendo ainda mais no candidato do PSL. “Não temos medo desses ‘bolsominions, não”, brincou. “Existem aqueles que gostam de subestimar as mulheres”, disse.

Ana Amélia elogia Marina
Destaque no debate da RedeTV, Marina Silva foi elogiada até mesmo por Ana Amélia, candidata a vice na chapa de Geraldo Alckmin. O confronto da candidata da Rede com Jair Bolsonaro foi, para Ana Amélia, “o ponto alto do debate”. “Ela foi muito corajosa e fez na hora certa. Soube aproveitar, não buscou um subterfúgio e foi em cima do ponto, na questão de a mulher ter hoje uma inferioridade salarial em relação ao homem. Ela foi feliz na forma como fez e de maneira respeitosa”, disse.

Twitter divulga medidas para evitar fake news nas eleições

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos

O Twitter divulgou nesta semana um comunicado com as medidas para as eleições deste ano. A plataforma, assim como Facebook, Google, Instagram e Whatsapp, vem buscando respostas em razão de preocupações com possíveis problemas e influências negativas no debate público, como a disseminação das chamadas notícias falsas ou de mensagens de ódio.

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos, de modo a coibir perfis falsos que possam divulgar informações e causar confusão nos eleitores.

Além dessa verificação, a própria rede social irá organizar sessões de perguntas e respostas com os candidatos, com o intuito de “facilitar o contato direto entre os candidatos e seus eleitores”. A companhia anunciou que firmou parceria com alguns veículos de mídia – como Band, RedeTV, Estadão, Rádio Jovem Pan, Revista Istoé e Catraca Livre – para a transmissão pela plataforma dos debates com os concorrentes à Presidência da República e aos governos de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma das medidas destacadas pela empresa é o combate ao que a empresa chama de “contas automatizadas mal-intencionadas e/ou que disseminam spam”, perfis falsos ou os chamados robôs (ou bots, no termo em inglês popularizado). Os robôs são vistos como um dos meios de disseminação de notícias falsas e um dos problemas na rede social, embora estudo recente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) tenha apontado o grau de difusão de fake news por essas contas semelhante ao de humanos

Segundo a assessoria de empresa, também foram realizadas ações como o aprimoramento do processo de abertura de contas, auditorias em contas já existentes e a expansão de detecção de “comportamento mal-intencionado”. O número de contas contestadas mensalmente subiu de 2,5 milhões em setembro de 2017 para 10 milhões em maio de 2018. A média de denúncias de spam recebidas pela plataforma diminuiu de aproximadamente 25 mil por dia em março para cerca de 17 mil por dia em maio.

Segundo levantamento realizado pela empresa com seus usuários, 70% dos mais de dois mil entrevistados disseram usar a plataforma para se informar sobre política nessas eleições. Deste universo, 47% afirmaram fazê-lo frequentemente e 22% de vez em quando.

Mais de 60% avaliaram que a divulgação de mensagens pelos candidatos em seus perfis será importante para a decisão do voto. Entre os indecisos, 79% comentaram que vão conhecer as ideias dos concorrentes por suas contas para definir sua escolha.

Diferentemente do Facebook e do Google, o Twitter não irá veicular anúncio eleitoral. Este será o primeiro ano em que este tipo de propaganda eleitoral será permitida. A empresa anunciou a decisão em maio e justificou-a pelo fato de não ter os meios tecnológicos para atender às exigências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Notas rápidas deste sábado (11)

Daciolo teve seu protagonismo momentâneo com a quantidade de vezes em que evocou Deus no Debate da Band e pelos memes instantâneos como a Ursal, uma certa união de países socialistas da América Latina.

Debate robotizado
Robôs e perfis fakes foram responsáveis por 20% das postagens no Twitter durante o debate da Band, informa reportagem do Globo a partir de medição feita pela AP/Exata, empresa especializada em análise de big data. Foram analisadas 148 mil publicações feitas na rede social sobre o tema.

Quem é Daciolo
Alçado à condição de “alívio cômico” do primeiro debate presidencial, o candidato do Avante à Presidência, Cabo Daciolo, é egresso do Corpo de Bombeiros, foi eleito deputado pelo PSOL, por incrível que pareça, e defende bandeiras semelhantes às de Jair Bolsonaro (PSL). Daciolo teve seu protagonismo momentâneo com a quantidade de vezes em que evocou Deus e memes instantâneos como a Ursal, uma certa união de países socialistas da América Latina.

Mujica para presidente da Ursal?
Candidatos de partidos da esquerda brasileira incorporaram o meme da Ursal, lançado após a fala de Cabo Daciolo no debate da Band, ao se referir a uma suposta união de países latino-americanos numa grande nação socialista. Manuela D’Ávila, vice suplente na chapa do PT, “lançou” o ex-presidente do Uruguai José Mujica como candidato a presidente da Ursal.

Ciro foi ‘o mais simpático’
O presidenciável Ciro Gomes (PDT) foi visto como “o mais simpático” entre seus adversários por um grupo de eleitores indecisos que participou de uma pesquisa durante a transmissão do debate com presidenciáveis na noite de quinta, 9, mostra a revista piauí. “Cabo Daciolo era o mais desconhecido e ao terminar o debate passou a ser o mais rejeitado entre esses eleitores”, informa a reportagem.

O recado político de Anitta
Com 7,3 milhões de seguidores no Twitter, a cantora Anitta incentivou os jovens a assistirem ao debate da Band com presidenciáveis na noite de quinta, 9. Ainda aproveitou para pedir que as pessoas evitem “memes, fofocas, fake News” como instrumentos de escolha de seus candidatos.

Ensino integral e atrativo é meta de Ciro
O candidato foca no objetivo de tornar o ensino mais atrativo, em tempo integral, acabando com o que chama de “enciclopedismo raso” baseado em decoreba. Ciro propõe replicar a experiência do Ceará no resto do País, com foco na alfabetização e incentivo fiscal aos municípios, e revogar a Emenda Constitucional que instituiu um teto para os gastos públicos federais com educação.

A resiliência de Marina
Em sua coluna no Globo, Merval Pereira afirma que, apesar do senso comum segundo o qual “sumiu” depois da eleição de 2014, na verdade Marina Silva demonstra resiliência surpreendente. “Marina, com um desempenho estável nas pesquisas, de acordo com os dois maiores institutos, o Data Folha e Ibope, está em segundo lugar quando o ex-presidente Lula não aparece, situação em que também vence todos os demais concorrentes no segundo turno. E é a segunda opção da maioria dos entrevistados em pesquisa recente”, escreve.

Notas rápidas sobre as Eleições 2018

Ciro e PSB unidos também no Rio de Janeiro

Alckmin confunde Angélica com Eliana

Geraldo Alckmin cometeu uma gafe na sabatina com os presidenciáveis realizada no encerramento o GovTech. Ao agradecer à organização do evento, mediado pelo apresentador Luciano Huck, quis cumprimentar a mulher do global. E mandou um cumprimento à apresentadora Eliana, que namorou Huck bem antes de ele se casar com Angélica, que estava na plateia.

MBL tenta novamente impedir candidatura de Lula

O MBL entrou com um pedido no TSE para barrar a candidatura do ex-presidente Lula. O movimento quer que a Corte declare o petista impedido de registrar sua candidatura e, portanto, proibido de praticar atos de campanha, “uma vez que evidentemente inelegível”. O caso está nas mãos do ministro Adhemar Gonzaga.

Dilma pede ajuda para sua ‘vaquinha’

Oficialmente candidata ao Senado por Minas Gerais, Dilma Rousseff está pedindo contribuições para sua “vaquinha” na internet. Em vídeo divulgado no Youtube, a ex-presidente explica que saiu do Estado por causa da perseguição da ditadura, mas que devido ao “golpe” de 2016 terá que continuar a lutar. “E nenhum lugar melhor do que Minas para lutar”, explica.

Páginas da direita limitadas no Twitter

Depois da polêmica com a exclusão de páginas e perfis pelo Facebook, agora parece que a discussão migrou para o Twitter. Diversos integrantes da direita no País estão reclamando que o Twitter está restringindo o alcance de suas páginas e o acesso a elas, acrescentando a hashtag #DireitaAmordaçada no final dos posts. Entre os perfis que estariam sofrendo restrições, incluem-se Conexão Política e Reaçonaria, dedicados à divulgação de notícias, e os dos ativistas Bernardo Küster e Allan dos Santos, que entrevistaram Jair Bolsonaro na semana passada com transmissão ao vivo pelo Facebook

Ciro e PSB unidos também no Rio

A aliança com o PT com o PSB deixou o PDT isolado no plano nacional, mas em vários Estados os dois partidos devem caminhar juntos. Na segunda-feira, 6, foi a vez de o Rio de Janeiro anunciar uma aliança entre o PSB e o PDT, que deverá beneficiar Ciro Gomes na campanha presidencial. O PSB indicou o deputado estadual Dr. Julianelli para vice do pedetista Pedro Fernandes ao Palácio Guanabara. O objetivo da coligação é abrir espaço para Ciro na propaganda de TV e rádio dos candidatos ao governo do Estado, Senado e Câmara dos Deputados.

Bolsonaro: ‘Sei que serei metralhado no debate’

O deputado Jair Bolsonaro reconhece que será alvo de todos os adversários no primeiro debate presidencial, que será feito pela Band, nesta quinta. “Eu sei que vai vir todo mundo para cima de mim. Sei que vou ser metralhado. Mas vou falar o que acho que tenho de falar”, disse o deputado do PSL hoje no Congresso.

Flávio Dino esclarece que pagou passagem a Curitiba do próprio bolso e critica “politização” no caso das enchentes

Dino aproveitou para criticar aqueles que tentam politizar o caso das enchentes que afetaram alguns municípios maranhenses.

Desde que começou a ser alvo de julgamentos, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva tem recebido uma série de manifestações favoráveis devido aos excessos cometidos pela Justiça contra ele. Embasado em posicionamentos com  conhecimentos jurídicos, o governador do Maranhão, Flávio Dino, tem sido um dos mais ferrenhos defensores do petista.

Em postagem no twitter sobre a viagem que fez a Curitiba, Flávio Dino esclareceu  que pagou do próprio bolso a passagem de avião que o levou até a cidade para tentar visitar Lula e foi impedido junto com outros governadores do Nordeste.

Nos posts, o governador também  aproveitou para criticar aqueles que tentam politizar o caso das enchentes que afetaram alguns municípios maranhenses.

Flávio Dino comenta morte da vereadora Marielle Franco

O governador Flávio Dino (PCdoB) usou suas redes sociais para comentar a morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL). A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios é que a vereadora foi assassinada.

Em seu perfil no Twitter, o governador escreveu: “Três absurdos cumulativos: 1) O bárbaro assassinato da vereadora Marielle e do Anderson; 2) A situação gravíssima e anômala que contextualiza o crime; e 3) Pessoas que comemoram uma morte e pretendem dar “lição” aos defensores dos direitos humanos”.

A vereadora Marielle Franco foi morta a tiros dentro de um carro no bairro do Estácio, na Região Central do Rio, por volta das 21h30 desta quarta-feira (14). Além da vereadora, o motorista do veículo, Anderson Pedro Gomes, também foi baleado e morreu. Uma outra passageira, assessora de Marielle, foi atingida por estilhaços.

A morte da vereadora e seu motorista criou uma grande comoção nas redes sociais, todos os comentários pedindo a rápida investigação sobre o crime. Coletivos femininos já preparam uma manifestação em frente à Câmara Municipal de São Luís se solidarizando com a morte da militante.

“Até os paralelepípedos da Praia Grande sabem o quanto Sarney é vingativo e perseguidor”, dispara Márcio Jerry

O secretário de Comunicação e Articulação Política do Maranhão, Márcio Jerry, fez duras críticas, por meio do Twitter, ao artigo escrito por José Sarney e publicado, na edição deste sábado, no jornal O Estado.

De acordo com Márcio Jerry, o oligarca Sarney expele a baixeza que o caracteriza como sendo dos adversários e o secretário faz referência, ainda, à baixa política de vingança e perseguição que, segundo ele, Sarney insiste em cometer.

“Até os paralelepípedos da Praia Grande sabem o quanto Sarney é vingativo, perseguidor, contumaz agressor da verdade, entre outras ‘qualidades'”, disparou.