WhatsApp nega ter sido contratado pela campanha de Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro. Foto: Antonio Cruz

Terra

O WhatsApp, um aplicativo de envio de mensagens, divulgou nota na noite desta segunda-feira, 12, informando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não foi contratado pela campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para fornecer “serviços de impulsionamento de conteúdo na rede mundial de computadores” em seu favor.

Isso acontece após o relator da prestação de contas do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, atender a um pedido de área técnica e determinar que as principais plataformas (Google, Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp) apresentassem dentro de um prazo de 3 dias informações sobre a contratação ou não de impulsionamento de conteúdo a favor de Bolsonaro durante a última campanha eleitoral.

Acusação

No mês passado, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, decidiu abrir uma ação de investigação judicial no TSE pedida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para que sejam investigadas as acusações de que empresas compraram pacotes de disparos em larga escala de mensagens no WhatsApp contra a legenda e a campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República.

No Twitter, Bolsonaro reitera que abrirá a ‘caixa-preta’ do BNDES

Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, afirmou que está determinado a abrir a “caixa preta” do BNDES. Foto: Dida Sampaio

Estadão

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) reiterou na manhã desta quinta-feira (8) em sua conta pessoal na rede de microblog Twitter, que está determinado a abrir a “caixa preta” do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em sua gestão.

“Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que este é um anseio de todos. Um forte abraço!”

Nesta quarta-feira (7), em Brasília, onde deu o início oficial dos trabalhos do grupo de transição do governo, o capitão da reserva já havia afirmado que pretendia abrir os arquivos dos contratos do BNDES já na primeira semana de sua administração, em janeiro.

“Da minha parte, vamos abrir todos os sigilos do BNDES, sem exceção. É o dinheiro do povo e nós temos que saber onde está sendo usado”, disse. “Na primeira semana já é possível, até para dar matéria para vocês se preocuparem com outra coisa a não com o presidente”, brincou.

O BNDES, ao lado da Petrobrás, já esteve no alvo de investigações da Polícia Federal. Nas gestões do PT, por exemplo, a instituição financiou empresas de Eike Batista e dos irmãos Joesley e Wesley Batista, além das obras do Porto de Mariel, em Cuba.

Em agosto deste ano, a PF indiciou os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci, o empresário Joesley Batista, da JBS, e o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho por supostas operações ilícitas na instituição financeira. Deste inquérito apontou que houve o oferecimento de propinas para viabilizar a compra de ações e a liberação de financiamentos às empresas da J&F, holding da JBS.

Para ter acesso aos dados desses financiamentos, contudo, o presidente eleito terá de quebrar o sigilo que recai sobre boa parte dos contratos. Tal sigilo foi imposto pela ex-presidente Dilma Rousseff, sob alegação de “preservação da privacidade dos atos referentes à gestão bancária”.

Na avaliação do advogado Marcus Vinicius Macedo Pessanha, sócio do Nelson Wilians e Advogados Associados e especialista em Direito Administrativo, a decisão do presidente eleito pode gerar apenas um fato político.

Isso porque, na avaliação de Pessanha, o que pode vir a público são operações relacionadas à perspectiva de gestão de investimentos nos últimos anos, que pode ter aspectos ideológicos ou estratégicos da gestão petista. “É provável que os desdobramentos venham a ser mais políticos e ideológicos que técnico-jurídicos”, disse.

Na avaliação de Pessanha, o BNDES já tem um programa de compliance “sólido” e que, por isso, pode ser que não haja “grandes feitos, grandes achados” do que já se conhece.

Para o presidente da Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES), Thiago Mitidieri, além do aumento da transparência dos dados, o banco tem sido submetido a um escrutínio. “Foram duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI), operação Lava-Jato, sindicância interna, auditoria externa e vários relatórios do TCU e, até agora, não há nenhuma evidência de que qualquer empregado do BNDES tenha se envolvido em irregularidades”, afirma.

Presidente eleito responde gesto de Haddad: “Obrigado pelas palavras”

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) agradeceu na tarde desta segunda-feira, (29), via redes sociais, a mensagem do concorrente derrotado Fernando Haddad (PT).

“Senhor Fernando Haddad, obrigado pelas palavras! Realmente o Brasil merece o melhor”, respondeu o presidente eleito.

Pela manhã, Fernando Haddad usou as redes sociais para desejar sucesso ao concorrente. “Presidente Jair Bolsonaro. Desejo-lhe sucesso. Nosso país merece o melhor. Escrevo essa mensagem, hoje, de coração leve, com sinceridade, para que ela estimule o melhor de todos nós. Boa sorte!”, escreveu Haddad.

Bolsonaro diz que só quem desconhece a Constituição critica 13° salário

Ele ainda classificou a crítica ao 13º como uma “ofensa” a quem trabalha

G1

O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse nesta quinta-feira (27) em sua página no Twitter que só critica o 13º salário quem desconhece a Constituição. Ele ainda classificou a crítica ao 13º como uma “ofensa” a quem trabalha.

Em palestra nesta quarta (26) na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS), o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, defendeu pensamento liberal na economia e discursou contra fatores que, segundo ele, encarecem a contratação de mão de obra. Nessa fala, ele chamou o 13º de “jabuticaba”. No fim da tarde, divulgou nota na qual disse que teve a declaração intepretada de forma “equivocada” e de forma “descontextualizada” (leia mais abaixo).

“Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que são uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada 12, como é que nós pagamos 13? É complicado. E é o único lugar onde a pessoa entra em férias e ganha mais. É aqui no Brasil. Então, são coisas nossas. A legislação que está aí é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo”, afirmou.

Nesta quinta (27), Bolsonaro publicou no Twitter: “O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição). Criticá-lo, além de uma ofensa a quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição”.

Declaração ‘descontextualizada’

No final da tarde, a assessoria de Mourão divulgou nota na qual afirma que a declaração dele sobre o 13º salário foi “descontextualizada” ou “interpretada de forma equivocada”.

“O contexto foi em torno do planejamento gerencial necessário para que o 13º salário seja pago, ou seja, governos e empresários devem reservar, ao longo do ano, recursos de modo a fazer frente à despesa. Trata-se de um custo social, que faz parte do chamado custo Brasil”, diz o general.

Bolsonaro e Alckmin trocam ataques no Twitter

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21

Terra

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, revidou o ataque do concorrente Geraldo Alckmin (PSDB) ao afirmar via Twitter que desrespeitoso com os pobres é “deixar as crianças sem merenda nas escolas”, em relação às suspeitas de fraude na compra de alimentos para escolas por políticos tucanos.

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21, após o presidenciável do PSL classificar, em entrevista à Folha de S.Paulo, como “covardia” os ataques que a campanha de Alckmin faz contra ele em propagandas de rádio e TV.

Pelo Twitter, no início da noite de sábado, Alckmin afirmou que “covardia é desrespeitar mulheres, negros e pobres”.

O ataque a Bolsonaro faz parte da estratégia tucana para desconstruir o candidato, faltando duas semanas para o primeiro turno. O militar lidera as intenções de voto, seguido do candidato petista, Fernando Haddad. Alckmin vem em quarto lugar.

Notas rápidas deste sábado (18)

Marina Silva protagonizou o primeiro momento de embate direto com o líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), nos dois debates até aqui

Artistas querem showmício
Liderado pela produtora Paula Lavigne, um grupo de artistas pede o direito de cantar de graça em eventos com candidatos nas eleições. Eles prometem pressionar o STF pela mudança na Lei Eleitoral, que veta em seu Artigo 39 a realização de showmícios. A ideia é permitir os shows, desde que os artistas não recebam para isso. Luiz Fux é relator de uma ADC que pede a alteração na lei, mas aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República para se decidir. Criolo, Caetano Veloso e Maria Gadú são alguns dos artistas que apoiam a mudança.

Bolsonaro se perde sobre dívida
Reinaldo Azevedo, colunista da Rede TV!, consegue provocar o pior momento de Jair Bolsonaro nos dois debates até aqui. O jornalista questiona o deputado do PSL sobre a dívida pública. Para evitar a tergiversação sobre o “posto Ipiranga”, já incluiu o antídoto na pergunta: “Ou isso não é papel do presidente da República?”. Bolsonaro se retraiu. Disse que sim, é prerrogativa do presidente. E se pôs a desfilar uma série de generalidades que nada tinham a ver com a dívida, como a dificuldade para se abrir uma empresa no Brasil. Mostrou total despreparo para uma questão crucial de macroeconomia.

Marina é a primeira a peitar Bolsonaro
Marina ignorou as estratégias de marketing e, olhando nos olhos do deputado, o contrapôs sobre salários menores para mulheres e depois sobre sua política de armar a população. Ele ficou desconcertado e ensaiou uma resposta agressiva a ela, da qual recuou no meio.

Marina em 2º lugar nos TT’s do Twitter
Marina Silva terminou o debate da Rede TV em segundo lugar nos tópicos mais comentados do Twitter mundial, atrás justamente da hashtag oficial do evento. A candidata da Rede protagonizou o primeiro momento de embate direto com o líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), nos dois debates até aqui.

Bolsonaro ‘cola’, mas não funciona
Jair Bolsonaro até tentou se prevenir ao ir encarar Marina Silva durante o debate da Rede TV. O candidato do PSL foi flagrado com uma “cola” na mão, onde se viu escrito “pesquisa, armas, Lula”, provavelmente indicando o caminho que queria seguir nas perguntas para a candidata do Rede. Não deu muito certo. Acabou tomando uma “invertida” de Marina, que aproveitou para dar uma bronca no deputado sobre sua posição sobre igualdade salarial e armamento da população.

PSL e DEM têm menos mulheres
A representatividade das mulheres nas chapas ainda patina, e PSL e DEM são as legendas que mais deixam a desejar nesse quesito. Apenas 28,3% dos candidatos dos partidos de Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia são mulheres. Os números ainda podem sofrer pequenas alterações até o fim das atualizações nos dados da Justiça Eleitoral, mas não deve chegar aos 30% exigidos por lei. PMB (39,4%) e PSTU (38%) são os melhores colocados nesse sentido.

Marina ‘sem medo dos bolsominions’
Marina Silva estava exultante após o debate da Rede TV. O duelo com Jair Bolsonaro colocou a candidata do Rede em evidência e ela não quer perder a chance de antagonizar com o líder das pesquisas (em cenário sem Lula). Na saída do encontro, novamente falou sobre o assunto, batendo ainda mais no candidato do PSL. “Não temos medo desses ‘bolsominions, não”, brincou. “Existem aqueles que gostam de subestimar as mulheres”, disse.

Ana Amélia elogia Marina
Destaque no debate da RedeTV, Marina Silva foi elogiada até mesmo por Ana Amélia, candidata a vice na chapa de Geraldo Alckmin. O confronto da candidata da Rede com Jair Bolsonaro foi, para Ana Amélia, “o ponto alto do debate”. “Ela foi muito corajosa e fez na hora certa. Soube aproveitar, não buscou um subterfúgio e foi em cima do ponto, na questão de a mulher ter hoje uma inferioridade salarial em relação ao homem. Ela foi feliz na forma como fez e de maneira respeitosa”, disse.

Twitter divulga medidas para evitar fake news nas eleições

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos

O Twitter divulgou nesta semana um comunicado com as medidas para as eleições deste ano. A plataforma, assim como Facebook, Google, Instagram e Whatsapp, vem buscando respostas em razão de preocupações com possíveis problemas e influências negativas no debate público, como a disseminação das chamadas notícias falsas ou de mensagens de ódio.

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos, de modo a coibir perfis falsos que possam divulgar informações e causar confusão nos eleitores.

Além dessa verificação, a própria rede social irá organizar sessões de perguntas e respostas com os candidatos, com o intuito de “facilitar o contato direto entre os candidatos e seus eleitores”. A companhia anunciou que firmou parceria com alguns veículos de mídia – como Band, RedeTV, Estadão, Rádio Jovem Pan, Revista Istoé e Catraca Livre – para a transmissão pela plataforma dos debates com os concorrentes à Presidência da República e aos governos de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma das medidas destacadas pela empresa é o combate ao que a empresa chama de “contas automatizadas mal-intencionadas e/ou que disseminam spam”, perfis falsos ou os chamados robôs (ou bots, no termo em inglês popularizado). Os robôs são vistos como um dos meios de disseminação de notícias falsas e um dos problemas na rede social, embora estudo recente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) tenha apontado o grau de difusão de fake news por essas contas semelhante ao de humanos

Segundo a assessoria de empresa, também foram realizadas ações como o aprimoramento do processo de abertura de contas, auditorias em contas já existentes e a expansão de detecção de “comportamento mal-intencionado”. O número de contas contestadas mensalmente subiu de 2,5 milhões em setembro de 2017 para 10 milhões em maio de 2018. A média de denúncias de spam recebidas pela plataforma diminuiu de aproximadamente 25 mil por dia em março para cerca de 17 mil por dia em maio.

Segundo levantamento realizado pela empresa com seus usuários, 70% dos mais de dois mil entrevistados disseram usar a plataforma para se informar sobre política nessas eleições. Deste universo, 47% afirmaram fazê-lo frequentemente e 22% de vez em quando.

Mais de 60% avaliaram que a divulgação de mensagens pelos candidatos em seus perfis será importante para a decisão do voto. Entre os indecisos, 79% comentaram que vão conhecer as ideias dos concorrentes por suas contas para definir sua escolha.

Diferentemente do Facebook e do Google, o Twitter não irá veicular anúncio eleitoral. Este será o primeiro ano em que este tipo de propaganda eleitoral será permitida. A empresa anunciou a decisão em maio e justificou-a pelo fato de não ter os meios tecnológicos para atender às exigências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Notas rápidas deste sábado (11)

Daciolo teve seu protagonismo momentâneo com a quantidade de vezes em que evocou Deus no Debate da Band e pelos memes instantâneos como a Ursal, uma certa união de países socialistas da América Latina.

Debate robotizado
Robôs e perfis fakes foram responsáveis por 20% das postagens no Twitter durante o debate da Band, informa reportagem do Globo a partir de medição feita pela AP/Exata, empresa especializada em análise de big data. Foram analisadas 148 mil publicações feitas na rede social sobre o tema.

Quem é Daciolo
Alçado à condição de “alívio cômico” do primeiro debate presidencial, o candidato do Avante à Presidência, Cabo Daciolo, é egresso do Corpo de Bombeiros, foi eleito deputado pelo PSOL, por incrível que pareça, e defende bandeiras semelhantes às de Jair Bolsonaro (PSL). Daciolo teve seu protagonismo momentâneo com a quantidade de vezes em que evocou Deus e memes instantâneos como a Ursal, uma certa união de países socialistas da América Latina.

Mujica para presidente da Ursal?
Candidatos de partidos da esquerda brasileira incorporaram o meme da Ursal, lançado após a fala de Cabo Daciolo no debate da Band, ao se referir a uma suposta união de países latino-americanos numa grande nação socialista. Manuela D’Ávila, vice suplente na chapa do PT, “lançou” o ex-presidente do Uruguai José Mujica como candidato a presidente da Ursal.

Ciro foi ‘o mais simpático’
O presidenciável Ciro Gomes (PDT) foi visto como “o mais simpático” entre seus adversários por um grupo de eleitores indecisos que participou de uma pesquisa durante a transmissão do debate com presidenciáveis na noite de quinta, 9, mostra a revista piauí. “Cabo Daciolo era o mais desconhecido e ao terminar o debate passou a ser o mais rejeitado entre esses eleitores”, informa a reportagem.

O recado político de Anitta
Com 7,3 milhões de seguidores no Twitter, a cantora Anitta incentivou os jovens a assistirem ao debate da Band com presidenciáveis na noite de quinta, 9. Ainda aproveitou para pedir que as pessoas evitem “memes, fofocas, fake News” como instrumentos de escolha de seus candidatos.

Ensino integral e atrativo é meta de Ciro
O candidato foca no objetivo de tornar o ensino mais atrativo, em tempo integral, acabando com o que chama de “enciclopedismo raso” baseado em decoreba. Ciro propõe replicar a experiência do Ceará no resto do País, com foco na alfabetização e incentivo fiscal aos municípios, e revogar a Emenda Constitucional que instituiu um teto para os gastos públicos federais com educação.

A resiliência de Marina
Em sua coluna no Globo, Merval Pereira afirma que, apesar do senso comum segundo o qual “sumiu” depois da eleição de 2014, na verdade Marina Silva demonstra resiliência surpreendente. “Marina, com um desempenho estável nas pesquisas, de acordo com os dois maiores institutos, o Data Folha e Ibope, está em segundo lugar quando o ex-presidente Lula não aparece, situação em que também vence todos os demais concorrentes no segundo turno. E é a segunda opção da maioria dos entrevistados em pesquisa recente”, escreve.

Notas rápidas sobre as Eleições 2018

Ciro e PSB unidos também no Rio de Janeiro

Alckmin confunde Angélica com Eliana

Geraldo Alckmin cometeu uma gafe na sabatina com os presidenciáveis realizada no encerramento o GovTech. Ao agradecer à organização do evento, mediado pelo apresentador Luciano Huck, quis cumprimentar a mulher do global. E mandou um cumprimento à apresentadora Eliana, que namorou Huck bem antes de ele se casar com Angélica, que estava na plateia.

MBL tenta novamente impedir candidatura de Lula

O MBL entrou com um pedido no TSE para barrar a candidatura do ex-presidente Lula. O movimento quer que a Corte declare o petista impedido de registrar sua candidatura e, portanto, proibido de praticar atos de campanha, “uma vez que evidentemente inelegível”. O caso está nas mãos do ministro Adhemar Gonzaga.

Dilma pede ajuda para sua ‘vaquinha’

Oficialmente candidata ao Senado por Minas Gerais, Dilma Rousseff está pedindo contribuições para sua “vaquinha” na internet. Em vídeo divulgado no Youtube, a ex-presidente explica que saiu do Estado por causa da perseguição da ditadura, mas que devido ao “golpe” de 2016 terá que continuar a lutar. “E nenhum lugar melhor do que Minas para lutar”, explica.

Páginas da direita limitadas no Twitter

Depois da polêmica com a exclusão de páginas e perfis pelo Facebook, agora parece que a discussão migrou para o Twitter. Diversos integrantes da direita no País estão reclamando que o Twitter está restringindo o alcance de suas páginas e o acesso a elas, acrescentando a hashtag #DireitaAmordaçada no final dos posts. Entre os perfis que estariam sofrendo restrições, incluem-se Conexão Política e Reaçonaria, dedicados à divulgação de notícias, e os dos ativistas Bernardo Küster e Allan dos Santos, que entrevistaram Jair Bolsonaro na semana passada com transmissão ao vivo pelo Facebook

Ciro e PSB unidos também no Rio

A aliança com o PT com o PSB deixou o PDT isolado no plano nacional, mas em vários Estados os dois partidos devem caminhar juntos. Na segunda-feira, 6, foi a vez de o Rio de Janeiro anunciar uma aliança entre o PSB e o PDT, que deverá beneficiar Ciro Gomes na campanha presidencial. O PSB indicou o deputado estadual Dr. Julianelli para vice do pedetista Pedro Fernandes ao Palácio Guanabara. O objetivo da coligação é abrir espaço para Ciro na propaganda de TV e rádio dos candidatos ao governo do Estado, Senado e Câmara dos Deputados.

Bolsonaro: ‘Sei que serei metralhado no debate’

O deputado Jair Bolsonaro reconhece que será alvo de todos os adversários no primeiro debate presidencial, que será feito pela Band, nesta quinta. “Eu sei que vai vir todo mundo para cima de mim. Sei que vou ser metralhado. Mas vou falar o que acho que tenho de falar”, disse o deputado do PSL hoje no Congresso.