UFMA e UEMA suspendem aulas nesta segunda-feira devido à greve dos caminhoneiros

A atitude visa minimizar transtornos à comunidade universitária de forma preventiva e considera os efeitos causados pelo desabastecimento de combustíveis

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA), anunciou por meio do seu portal, que vai suspender suas atividades acadêmicas nesta segunda-feira (28). De acordo com o comunicado, a medida foi tomada devido à falta de combustíveis, além de outras dificuldades em decorrência da paralisação dos caminhoneiros que completou uma semana neste domingo (27).

Seguindo a mesma decisão, a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), também resolveu suspender as atividades acadêmicas em todos os campi nesta segunda-feira. A atitude visa minimizar transtornos à comunidade universitária de forma preventiva e considerando os efeitos causados pelo desabastecimento de combustíveis.

As atividades de ambas as Universidades estão mantidas em todas as unidades.

A paralisação dos caminhoneiros nas rodovias estaduais e federais pelo país entrou no 7º dia neste domingo (27). Lideranças dos caminhoneiros começaram a organizar novas paralisações a partir de segunda-feira (28), às 8h. Num vídeo que está circulando nos grupos de WhatsApp, representantes chamam, além dos caminhoneiros, veículos de passeio para parar as BRs. Além disso, uma manifestação em pontos estratégicos das principais capitais também está sendo organizada.

Atenção, casais! Inscrição para casamento comunitário poderá ser realizada neste sábado…

O Casamento Comunitário de São Luís está previsto para acontecer no dia 22 de setembro, no Centro de Convenções da Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

A Corregedoria Geral da Justiça (CGJ-MA) realiza, no próximo sábado (26), inscrições para a edição 2018 do Casamento Comunitário de São Luís, durante a 25ª Ação Global, promovida pelo Serviço Social da Indústria do Maranhão (SESI-MA) e Rede Globo/TV Mirante, que acontece no Multicenter Sebrae (Av. Jerônimo de Albuquerque), das 8h às 17h.

O Casamento Comunitário de São Luís está previsto para acontecer no dia 22 de setembro, no Centro de Convenções da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com a parceria das cinco zonas de Registro Civil da capital. Todos os atos de Registro Civil necessários à realização do Projeto Casamentos Comunitários são gratuitos, sendo proibida a cobrança de qualquer taxa ou despesa extraordinária.

Para realizarem o processo de habilitação ao casamento, os casais devem comparecer ao local munidos da documentação necessária. Para os casais solteiros, são necessários a Certidão de Nascimento original; Cópia do RG e comprovantes de residência do município de São Luís. Os divorciados devem apresentar Certidão de Casamento averbada com divórcio; Cópia do RG e comprovante de residência. Os viúvos devem apresentar Certidão de Casamento averbada com óbito; RG e comprovante de residência. Já os maiores de 16 anos e menores de 18 que desejem participar do casamento precisam apresentar – além da Certidão de Nascimento, RG e comprovante de residência, documento que comprove o consentimento de ambos os pais.

Nos últimos três anos a CGJ inscreveu quase mil casais durante o Ação Global. Foram 370 em 2017; 351 em 2016; e 175 casais em 2015. O Projeto Casamentos Comunitários foi instituído pelo Poder Judiciário maranhense em 1998, idealizado pelo desembargador Jorge Rachid. O procedimento está disposto no Provimento N° 10/2013, da Corregedoria Geral da Justiça (CGJ-MA). A gratuidade inclui a expedição de 2ª via do assento de nascimento ou casamento, se necessário.

Marco Aurélio trava debate com César Pires sobre bonificação para ingresso na Ufma

Ele criticou o fato da oposição sarneysista querer criminalizar tudo, até mesmo coisas que são absolutamente legais

O deputado estadual César Pires (PEN) recebeu críticas do colega de parlamento Marco Aurélio (PCdoB), durante sessão plenária desta quarta-feira (29), na Assembleia Legislativa. Em um discurso no plenário, Pires criticou a bonificação aos alunos de escolas maranhenses para ingresso na Universidade Federal do Maranhão (Ufma), luta de vários parlamentares da casa.

Irritado com o colega por criticar uma política afirmativa, Marco Aurélio disparou que “não dá pra ouvir uma fala tão incoerente desse tipo e, sobretudo, de quem foi secretário de educação do Estado e nunca fez nenhuma escola de tempo integral pra mudar a qualidade do ensino, pra melhorar o IDEB do Maranhão”.

O deputado comunista saiu em defesa também da UemaSul, que também foi criticada por César Pires durante o seu processo de implementação. “A essa pessoa que foi contra a UemaSul e que continua dizendo que não vai dar certo, quero fazer um convite para ir a Imperatriz para ver o tanto que melhorou, para perguntar para um estudante e perguntar se não está valendo a pena”, desafiou Marco Aurélio.

César Pires respondeu dizendo que foi reitor da Uema e talvez tenha sido até o responsável por colar o grau de Marco Aurélio quando ele foi aluno. O que Pires não esperava era a resposta do deputado do PCdoB, que criticou o fato dele ter sido reitor, da área de veterinária, e nunca ter conseguido implantar o curso de veterinária na cidade, que só começou a funcionar após ele deixar a reitoria da universidade.

Foi quando Pires disparou a frase: “eu não coloquei porque não tinha cérebro qualificado para isso”.
A declaração, rebatida com revolta pelo deputado Marco Aurélio, que é da Região Tocantina, demonstra o preconceito com que César Pires e o grupo político do qual faz parte, a família Sarney, sempre tratou Imperatriz e região.

Agora os que tiveram décadas de oportunidades se doem porque nunca fizeram e presenciam um governo que está fazendo muito pela educação daquela importante região.

Deputado denuncia estado de abandono dos cursos de Saúde do Campus da UFMA em Pinheiro

 

Othelino Neto lembrou que, se os cursos pararem, estudantes deixarão de ter a oportunidade de cursar essas áreas tão importantes

O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB),  demonstrou, na sessão desta quarta-feira (07), grande preocupação com o que está acontecendo com os cursos da área de Saúde, incluindo Medicina, no Campus de Pinheiro da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Segundo o parlamentar, infelizmente, eles estão em situação de abandono com sério risco de deixarem de funcionar na cidade, tendo como consequência graves prejuízos nas mais diversas áreas, por conta da paralisação de obras de ampliação no governo Michel Temer (PMDB).

O deputado disse que é preciso a união de todos para que  os estudantes não tenham esse prejuízo. Ele anunciou que irá encaminhar um requerimento ao Ministério da Educação  para que saiba do que está acontecendo em Pinheiro, No maranhão. “Se tiver o mínimo de sensibilidade,  coisa  que no  governo Temer é raro de se  observar, esperamos que tomem providências urgentes  para que se possa reverter essa situação  do Campus  da Universidade Federal  do Maranhão no município de Pinheiro”, frisou.

Othelino Neto lembrou que, se os cursos pararem, estudantes deixarão de ter a oportunidade de cursar essas áreas tão importantes, como a Medicina, a Enfermagem, a Educação Física, etc, por exemplo. “Além disso, a cidade perde, não só esses estudantes, mas como as vantagens indiretas da presença deles. Lá, alunos, que passaram no vestibular, em Pinheiro, a maioria, inclusive, não é de lá, mas estudam ali, alugaram casas, quartos, movimentam a cidade, nos restaurantes, nos hotéis, etc. Enfim, os professores também ajudam nesse processo, além de emprestarem o seu conhecimento”, argumentou.

Segundo o deputado, as obras de ampliação  do Campus de Pinheiro  foram paralisadas e esses estudantes  estão, até agora, sem ter como  começar as aulas  porque não há estrutura física. Ele lembrou que esteve, há um mês, reunido com a reitora da UFMA,  Nair Portela,  que também se demonstrou assustada  com essa realidade, e se dispôs  a tentar ver mecanismos formais para que a instituição, o governo do Estado e a Assembleia pudessem unir forças  para ajudar a resolver o impasse, inclusive, porque aquela situação extrapola diferenças político-partidárias.

“A UFMA é patrimônio de todos nós. Esse olhar solidário é importante, embora a questão não seja de competência ou atribuição da Assembleia Legislativa, mas para garantir que os estudantes possam cursar as disciplinas. O bom funcionamento da instituição de ensino superior é bom para todo o Maranhão”, disse o presidente em exercício da Assembleia Legislativa.

Oportunidade

O deputado frisou ainda que os estagiários têm a oportunidade, inclusive, de utilizar o Hospital Macrorregional do Estado, que tem grande estrutura, em Pinheiro, para aprimoramento dos estudos.  Segundo ele, é preciso unir esforços entre Assembleia Legislativa, UFMA e demais instituições interessadas em assegurar esse direito a todos.

Segundo Othelino Neto, a Assembleia Legislativa tem um papel fundamental de articulação, diante desse momento de crise para somar forças e tentar resolver esses problemas estruturais, em uma grande parceria envolvendo UFMA e o governo do Maranhão.

Na tribuna, o deputado frisou que, graças a essa política determinada do governo Temer, a educação pública federal está num momento de grave crise que chegou de forma muito forte à cidade de Pinheiro. Inclusive os estudantes, que foram aprovados no último Exame Nacional de Cursos (Enem), nem, sequer, puderam ainda começar suas aulas porque não tem salas  disponíveis para isso.

Vídeo: Tentativa de assalto é frustrada na Ufma

Policiais militares evitaram, na tarde desta quinta-feira (04), um assalto a uma jovem estudante no campus da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) em São Luís.

O assaltante, que chegou a tomar o celular da jovem, foi imobilizado, algemado e preso pelos policiais que estavam de plantão.

A jovem, que conversava com outros estudantes quando foi abordada pelo delinquente, em plena luz do dia, no campus, ficou nervosa e chorou copiosamente. Ela foi surpreendida pelo assaltante.

Segurança – MPF propõe ação civil pública contra a UFMA

Casos de supostos estupros motivaram ação do MPF

O Ministério Público Federal (MPF/MA) propôs ação civil pública, com pedido de liminar, contra a Universidade Federal do Maranhão (UFMA)  para que adotem providências que garantam segurança no campus do Bacanga.

A vulnerabilidade no local foi constatada por meio de visitas do MPF e de vários relatos da comunidade acadêmica. Dentre os problemas verificados estão: iluminação precária, constantes assaltos, inclusive dentro do ônibus que realiza o trajeto para a UFMA – linha 311, funcionários contratados para fazer a segurança que protegem apenas o patrimônio público, além do registro de dois estupros em apenas quatro dias.

Na ação, o MPF/MA requer liminarmente a implementação do convênio entre a universidade e a Secretaria de Segurança, no prazo de 30 dias, mediante a apresentação de plano de trabalho, considerando: policiamento ostensivo e de caráter preventivo, com rondas periódicas e permanentes no campus universitário; levantamento dos locais de alto risco para planejamento de vigilância; identificação da estrutura a ser utilizada para o funcionamento dos serviços de segurança, inclusive local, computadores, impressora, celular institucional e veículos. As providências descritas devem ser executadas integralmente em 45 dias.

O MPF requer também a apresentação de plano de iluminação adequada no campus, que contemple inclusive troca mensal de luminárias e fiscalização contínua; do plano de trabalho pertinente ao convênio e do plano de iluminação, de forma a garantir o acompanhamento das providências adotadas, permitindo eventuais críticas e sugestões. Os planos deverão ser apresentados durante audiência pública com a comunidade acadêmica e os representantes da Secretaria de Segurança Pública, no prazo de 30 dias.

O número do processo na Justiça Federal é 13862-35.2017.4.01.3700.

Reunião discute parceria para estruturar cursos da UFMA em Pinheiro

A reunião discutiu várias demandas dos cursos, entre elas a ampliação da estrutura de aulas práticas, a partir do Hospital Regional de Pinheiro, para os estudantes de Medicina e de Enfermagem

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), e a reitora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Nair Portela, discutiram, na manhã desta sexta-feira (07), soluções estruturais para cursos do campus de Pinheiro – como Medicina, Educação Física, Enfermagem e Engenharia de Pesca –  diante da crise no país, da falta de recursos, paralisação de obra de expansão e das suas consequências.

Os estudantes vêm apresentando uma série de demandas e dificuldades e a UFMA está buscando uma parceria, que envolve também o governo do Maranhão, para atender as necessidades identificadas. Nair Portela convidou o deputado para intermediar e somar forças em uma parceria que envolve a Universidade, o município de Pinheiro e o Estado.

Da reunião participaram também a subsecretária de Saúde do Estado, Karla Trindade; o assessor de Internacionalização da UFMA, professor Alan Kardec, e a professora Iran de Maria Nunes. Eles discutiram várias demandas dos cursos, entre elas a ampliação da estrutura de aulas práticas, a partir do Hospital Regional de Pinheiro, para os estudantes de Medicina e de Enfermagem.

Segundo Othelino Neto, a Assembleia Legislativa tem um papel fundamental de articulação, diante desse momento de crise para somar forças e tentar resolver esses problemas estruturais, em uma grande parceria envolvendo UFMA e o governo do Maranhão.

“A UFMA é patrimônio de todos nós. Esse olhar solidário é importante, embora a questão não seja de competência ou atribuição da Assembleia Legislativa, mas para garantir que os estudantes possam cursar as disciplinas. O bom funcionamento da instituição de ensino superior é bom para todo o Maranhão”, disse o vice-presidente da Assembleia Legislativa.

Obras de expansão do campus paradas

Othelino Neto disse que já se antecipou e conversou com o secretário estadual de Educação, Felipe Camarão, para que o governo disponibilize instalações aos cursos de Educação Física e Engenharia de Pesca que estão sem poder iniciar as aulas porque a expansão do campus de Pinheiro foi interrompida por falta de orçamento. “Precisamos intervir para que os estudantes não percam o semestre por falta de estrutura”, frisou o deputado.

A reitora da UFMA, Nair Portela, disse que a parceria institucional é de suma importância para garantir infraestrutura aos cursos do campus de Pinheiro, pois a universidade está com séria dificuldade de terminar a obra de expansão. Ela disse que conta com o apoio do deputado Othelino Neto e espera que o município também cumpra o compromisso firmado com a instituição e o Estado.

“Estamos buscando parcerias para vencer esses problemas. Por conta de falta de recursos, tivemos que parar a obra de expansão. Nossa necessidade mais urgente é infraestrutura para garantir as aulas e a prática aos universitários. Já estamos recorrendo também ao apoio de vários outros órgãos públicos”, disse Nair Portela

Polêmica! Estudantes vivem impasse sobre vagas ociosas do curso de Medicina da Ufma…

Estudantes protestam, mas Ufma diz que cumpre decisão da Justiça

Uma decisão da Justiça, que reverteu o processo de vagas ociosas do curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) 2016/2, provocou, nesta terça-feira (07), um protesto no Campus. O desfecho causou um transtorno aos alunos beneficiados com a invalidez do edital 184.

Mais de 40 alunos haviam sido beneficiados pelo processo de vagas ociosas, que agora foi derrubado. Eles cancelaram suas matrículas na faculdade de origem e agora estão completamente na mão devido ao posicionamento da Ufma, que cumprindo nova decisão,  realizou um novo “cancelamento de matrículas” de quem havia se matriculado de acordo com o edital 183. A aula desses estudantes iria começar no dia 20 de março e, no final da semana passada, a Justiça reverteu isso, passando a vaga a outros alunos.

O estudante Gabriel Martins disse ao blog que o grupo de 40 alunos que estão tendo suas matrículas canceladas não aceitam a situação que classifica de deplorável, sem nenhum motivo. Segundo ele, todos estão sendo expostos e tratados com descaso, sendo que muitos  já não possuem mais a vaga na faculdade de origem e apenas se matricularam, de boa fé, em um processo de vagas ociosas.
“Peço a sua atenção a esta minha mensagem para tornar isso público, pois estamos desamparados e em uma situação desesperadora. Peço por gentileza, caso seja possível, que exponha essa situação no seu blog, por ele ser de grande circulação na região e que possa nos ajudar. “Não queremos disputar essas vagas com os alunos do antes cancelado edital 184. Queremos apenas nossas vagas – as quais fomos convocados a nos matricular e agora as tivemos  canceladas”, disse.

Ufma diz que cumpre decisão da Justiça

 

A Universidade Federal do Maranhão – Ufma, por intermédio da Pró-Reitoria de Ensino – Proen, considerando as notícias veiculadas nas redes sociais acerca do processo seletivo de Vagas Ociosas para o curso de Medicina, edição 2016, vem a público esclarecer quê:

1. O processo seletivo de vagas ociosas para o curso de Medicina foi regido pelo Edital Proen nº 184/2016, consistindo de duas etapas, caráter eliminatório e classificatório, a saber, a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio – Enem e análise de aproveitamento de estudos realizada por banca examinadora, formada por professores dos cursos de Medicina dos campus de São Luís, Pinheiro e Imperatriz da Ufma com titulação e experiência na área.

2. O referido edital foi amplamente divulgado e todos os candidatos realizaram inscrição e se submeteram aos seus procedimentos, ou seja, informaram a nota do Enem e entregaram seus históricos e ementas devidamente comprovados para análise pela banca examinadora.

3. Após a divulgação do resultado final do processo seletivo, os candidatos inconformados com esse resultado procuraram o Ministério Público Federal, que ajuizou uma Ação Civil Pública – ACP.

4. Em decorrência da Ação Civil Pública, o juízo da 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado do Maranhão proferiu decisão liminar determinando, entre outros pontos, a reclassificação de todos os candidatos, com base exclusivamente na nota obtida no Enem, desconsiderando a segunda etapa do certame prevista no edital Proen nº 184/2016.

5. A Advocacia Geral da União, por meio da Procuradoria Federal do Estado do Maranhão, interpôs o recurso Agravo de Instrumento ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região – TRF, para fins de reverter a decisão da Justiça Federal do Maranhão, nos autos da Ação Civil Pública.

6. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, atestou a legalidade do certame, regido pelo edital Proen nº 184/2016, suspendendo a decisão liminar anteriormente concedida. Essa decisão, em consequência, manteve o resultado final do processo seletivo e invalidou as matrículas efetuadas com base na decisão liminar.

7. A Ufma, ao proceder o cancelamento das matrículas, está agindo em estrito cumprimento à determinação judicial do TRF – 1ª região.

Comunidade acadêmica repudia grupo Mirante por falta de negociação com grevistas

    Funcionários da Mirante de Imperatriz cruzaram os braços por corte no vale transporte

A comunidade acadêmica do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) repudiou, em nota, o grupo Mirante por não estabelecer uma negociação digna com os profissionais da Comunicação de Imperatriz que se encontram em greve desde a última terça-feira (02).

A greve dos funcionários do Sistema Mirante, em Imperatriz, teve início na terça-feira (24). Eles reivindicam o vale alimentação que foi cortado desde o final do ano passado e alegam que no ano de 2015 os salários ficaram congelados e em 2016 o reajuste foi abaixo da inflação.

O Sindicato dos Jornalistas e Radialistas de Imperatriz está dando apoio aos grevistas.

A programação da TV local está suspensa, mais de 50% dos 96 funcionários estão parados nesse primeiro dia de greve. Confira imagens da paralisação. Com informações de Nardele Oliveira, de Imperatriz.

 

NOTA DE REPÚDIO

A comunidade acadêmica do Curso de Jornalismo do CCSST da Universidade Federal do Maranhão vem a público demonstrar repúdio às ações do Grupo Mirante de Comunicação, que não apenas deram origem à greve sob a qual seus funcionários se encontram no momento, mas por se recusarem a estabelecer negociações de forma digna.

No entender dos professores e funcionários do Curso de Jornalismo, a produção de conteúdo jornalístico de qualidade é essencial para o desenvolvimento não apenas da cidade de Imperatriz, mas de todo seu entorno, e ao não fornecer condições adequadas de trabalho, a Mirante compromete este conteúdo.

O Colegiado do Curso de Jornalismo da UFMA espera que a situação seja resolvida rapidamente, e que os jornalistas e demais profissionais possam retornar às suas posições certos de que suas demandas foram atendidas.
Assinam:
Carlos Alberto Claudino
Thiago Falcão
Lívia Cirne
Vítor Belém
Denise Ayres
Roseane Arcanjo
Giovana Mesquita
Leila Sousa
Thaisa Bueno
Marco Antonio Gehlen
Michele Massuchin
Marcos Fábio Belo Matos
Jordana Fonseca
Marcelli Alves
Alexandre Maciel
Luciana Souza
Lucas Reino
Marcus Túlio B. Lavarda
Emilene Sousa
Joedson Marcos Silva