Operação desbarata quadrilha nacional que aplicava golpes em WhatsApp inclusive no Maranhão

Polícia Federal e Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) deflagraram, na manhã desta terça-feira (17), uma operação para desarticular quadrilha que clonava números de telefone para aplicar golpes por meio do aplicativo WhatsApp, de troca instantânea de mensagens.

A editora deste blog flagrou o momento da ação, desdobramento de um pedido de investigação que partiu de ministros do governo Michel Temer, depois de terem telefones celulares clonados.

Em março deste ano, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo) e o ex-ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social), todos do MDB, tiveram os telefones fraudados e pediram investigação policial sobre o caso.Segundo os relatos, mensagens foram enviadas aos contatos deles por meio do aplicativo WhatsApp com pedidos de depósitos bancários.

Na operação desta terça, batizada de Swindle, que significa “fraude” em inglês, policiais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva no Maranhão e em Mato Grosso do Sul. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal em Brasília.

Um dos suspeitos é Leonel Pires Júnior, considerado o líder da quadrilha. Ele foi preso, preventivamente, em um apartamento, de condomínio localizado no Parque Shalon/Olho D’água, em São Luís.

“O que motivou essa prisão foram as investigações do caso de um ministro de Estadol”, explicou o delegado Odilardo Muniz, do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos, da Seic (Superintendência Estadual de Investigação Criminal).

Em março deste ano, o deputado federal Cléber Verde (PRB/MA) também foi vítima deste crime cibernético. No mês de junho, os deputados estaduais Vinícius Louro (PR) e Valéria Macedo (PDT), além de Adriano Sarney (PV), também tiveram suas contas do aplicativo WhatsApp clonadas. O ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira, também foi uma das vítimas.

De acordo com as informações passadas pelo delegado responsável diretamente ao blog, Leonel usava sua empresa para conseguir chips e, posteriormente, trocar os  originais por clonados. Além dele, mais seis pessoas foram presas na manhã desta terça-feira.

Em 2016, Leonel já tinha sido indiciado pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais, desde então a Polícia Civil investigava o paradeiro de Leonel.

De acordo com investigadores, com os números clonados, os agentes criminosos usavam contas de WhatsApp de autoridades públicas e solicitavam transferências bancárias das pessoas da lista de contatos do telefone alvo de fraude. A polícia investiga os crimes de invasão de dispositivo informático, estelionato e associação criminosa.

Assembleia Legislativa lamenta falecimento de Jano Pereira de Macedo

Grande liderança política, comerciante e agropecuarista do município de Porto Franco, Jano Macedo faleceu aos 85 anos, em decorrência de fibrose pulmonar

A Assembleia Legislativa externa seu mais profundo pesar pelo falecimento de Jano Pereira de Macedo, pai da deputada estadual Valéria Macedo e do deputado federal Deoclides Macedo. Grande liderança política, comerciante e agropecuarista do município de Porto Franco, ele faleceu aos 85 anos, na manhã desta segunda-feira (4), em decorrência de fibrose pulmonar.

Neste momento de pesar, o Parlamento Estadual solidariza-se com os familiares e amigos do ente querido, rogando a Deus o conforto para superar a dor desta imensurável perda.

O velório está acontecendo na residência da família, localizada na Travessa Celso Magalhães, 22, Centro, na cidade de Porto Franco.

Deputado Othelino Neto
Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão

Falece pai dos deputados Valéria e Deoclides Macedo

Jano Macedo deixa a esposa Maria de Jesus Santos Macedo e quatro filhos, Verbena Macedo, o deputado federal e ex-prefeito de Porto Franco, Deoclides Macedo, o ex-vereador de Porto Franco, Marcelo Macedo e a deputada estadual Valéria Macedo

A deputada Valéria Macedo (PDT), informou na manhã desta segunda-feira (04), o falecimento do seu pai, Jano Macedo. A nota, informa que o patriarca da família faleceu por complicações pulmonares, aos 85 anos.

NOTA

Com muita tristeza e profunda dor informamos aos familiares, amigos e ao povo em geral o falecimento de nosso pai Jano Pereira de Macedo, aos 85 anos, ocorrido na manhã de hoje (04/06/2018) em Porto Franco em decorrência de complicações pulmonares. Nosso pai era conhecido como Jano Macedo, era comerciante e agropecuarista. Deixou a esposa Maria de Jesus Santos Macedo e quatro filhos Verbena Macedo, o deputado federal e ex-prefeito de Porto Franco Deoclides Macedo, o ex-vereador de Porto Franco Marcelo Macedo e a deputada estadual Valéria Macedo. O velório ocorrerá a partir da manhã de hoje na Travessa Celso Magalhães, 22, Centro, nesta cidade de Porto Franco, residência da família. Porto Franco (MA), 04 de junho de 2018.
VERBENA, DEOCLIDES, MARCELO E VALÉRIA MACEDO

Deputados são vítimas do golpe da clonagem de WhatsApp

Os parlamentares informaram, por meio de notas distribuídas à imprensa, que foram vítimas do golpe praticado por supostos criminosos virtuais

Os deputados estaduais Vinícius Louro (PR) e Valéria Macedo (PDT) tiveram suas contas do aplicativo WhatsApp clonadas nesta sexta-feira (01). Os parlamentares informaram, por meio de notas distribuídas à imprensa, que foram vítimas do golpe praticado por supostos criminosos virtuais.

A assessoria de imprensa de Valéria Macedo informou que a parlamentar está no interior do Maranhão, mas que já formalizou notícia-crime à Secretaria de Estado de Segurança Pública relatando a clonagem da sua conta de WhatsApp.

A deputada pede para que os seus contatos desconsiderem quaisquer mensagens originadas pelo número de WhatsApp clonado.

Na nota distribuída à imprensa, Vinícius Louro também comunicou o crime virtual por ele sofrido e pediu que sejam desconsideradas mensagens, ligações ou quaisquer solicitações com procedência dos seus números de WhatsApp.

Orientação

A clonagem de WhatsApp virou um problema para a classe política em todo o país. Em março deste ano, o deputado federal Cléber Verde (PRB/MA) também foi vítima deste crime cibernético.

No golpe, os criminosos invadem contas do WhatsApp para subornar amigos e familiares das vítimas, solicitando transferências de recursos financeiros.

Apesar do crescimento do problema entre os políticos, todos os cidadãos estão expostos a esse mesmo risco e, eventualmente, podem ter seus perfis no app clonados. Com isso, o golpista tem acesso a todas as mensagens de sua vítima, em tempo real, mesmo utilizando outro chip e aparelho.

Como restaurar a conta de WhatsAPP após clonagem:

Primeiro, é preciso entrar em contato com a sua operadora e solicitar suspensão temporária da linha. O procedimento é semelhante no caso de roubo/ furto ou perda do aparelho. A linha deixará de funcionar em apenas alguns minutos.

Feito isso, vá até uma loja física autorizada de sua operadora e apresente os documentos originais do titular da linha. Depois, peça a transferência do número para um outro chip.

Realizando este procedimento, envie um email para [email protected] com a mensagem “Perdido/roubado: Por favor, desative minha conta”.

Ainda no email, informe o seu número de telefone no formato internacional (+55 9 xxx xxx xxxx).

A conta do WhatsApp será desativada por 30 dias e você só pode reativá-la dentro deste prazo, passado o tempo ela será excluída permanentemente.

Depois de ativar a linha novamente, reinstale o aplicativo e o configure normalmente. Informe o código de verificação de duas etapas e solicite o recebimento por SMS.

O celular com o WhatsApp clonado não receberá o código, pois a linha já terá sido desativada.

Por último, você só precisará habilitar a verificação de duas etapas e informar seu e-mail para confirmação.

Em nota, Valéria Macedo desmente saída do PDT para Rede Sustentabilidade

valeria macedo

A deputada estadual Valéria Macedo (PDT) desmentiu, por meio de postagem no Facebook, informação inverídica, publicada em determinados blogs, de que teria trocado o Partido Democrático Trabalhista pela Rede Sustentabilidade, criado pela ex-ministra Marina Silva. Na nota de esclarecimento, ela diz que a “notícia” é “destituída de veracidade”. Afirma que chegou a ser convidada, assim como muitos, mas que não aceitou.

“Venho de público prestar esclarecimentos a quem interessar possa sobre a notícia veiculada por alguns blogs da Capital e do Interior (e por outros meios de comunicação) dando conta de que eu havia saído do PDT para a Rede Sustentabilidade da ex-Ministra do Meio Ambiente Marina Silva. A notícia é destituída de veracidade e eu continuo onde sempre estive no PDT de Jackson Lago”, disse Valéria Macedo em seu perfil do Facebook.

Veja o print da nota acima.