BATE-BOCA! Rogério Cafeteira encurrala Wellington e acocha Braide sobre “postura” em relação à CPI da Saúde passada…

Veja os vídeos

Rogério X Braide

Baride X Rogério

 

A sessão desta segunda-feira (19) foi marcada por um duelo verbal entre o líder do governo na Assembleia Legislativa, Rogério Cafeteira (PSB), e o deputado estadual Eduardo Braide (PMN). O embate somente teve  fim quando o presidente em exercício, Othelino Neto (PCdoB), resolveu encerrar os trabalhos por conta dos ânimos acirrados, clima tenso e pouco saudável, provocado pelo bate-boca e troca de acusações públicas entre os dois primeiros parlamentares.

Ao se irritar com palavras de Braide, fora do microfone, durante o pronunciamento de resposta ao oposicionista, Rogério Cafeteira insinuou e apontou que o ex-candidato a prefeito de São Luís teria feito corpo mole para ocultar ou abafar a Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde, aberta em 2015 e que nada produziu ou concluiu sobre desvios e irregularidades na gestão do ex-secretário Ricardo Murad (PMDB), apesar de ele ter assinado a mesma.

“Está me ameaçando? Desde quando eu preciso de perdão? Me respeita, rapaz. Só falta agora eu ser ameaçado por uma figura como a sua. Se Vossa Excelência é homem e honra as calças que veste diga qual foi a sua postura na CPI da Saúde. Vossa Excelência não teve nem coragem de fazer parte, disse que estava muito cansado e ocupado para não fazer parte. Eu não preciso de perdão seu (em relação às denúncias divulgadas durante a campanha eleitoral em São Luís) e nem tenho telhado de vidro como Vossa Excelência”, devolveu Cafeteira a Braide quando este último passou a vociferar nos bastidores de seu pronunciamento.

Os dois terminaram “lavando roupa suja”, com Braide fazendo menção a um determinado agiota a quem relacionou Rogério Cafeteira. O clima ficou tenso e o líder do governo passou a lembrar o escândalo da máfia de Anajatuba que envolveria o oposicionista e os dois continuaram a bater boca. “Eu só vou à Polícia Federal ver questão de passaporte porque não sou investigado ao contrário de Vossa Excelência”, provocou o governista ao se referir às acusações que explodiram contra o ex-prefeito de São Luís.

Cafeteira: “Wellington retirou assinatura de emenda impositiva; Deixe de se colocar como aproveitador”

Cafeteira X Wellington

Antes de ir para o forte embate com Eduardo Braide, Rogério Cafeteira também cutucou e criticou o que classificou de postura dúbia do deputado estadual Wellington do Curso em relação a um projeto de emenda impositiva no ano passado. Segundo o líder do governo, WC colocou assinatura e depois tirou por interesses políticos.

“Vossa Excelência só assinou a CPI da Saúde passada por orientação minha. Eu não retiro assinatura de onde eu coloco. Já Vossa Excelência colocou assinatura em emenda impositiva e depois tirou. Me respeite. Vossa Excelência tem dificuldade até de entender o que é escola municipal e estadual. Deixe de se colocar como aproveitador. Vossa Excelência faz parte do bloco do deputado Eduardo Braide, pergunte a ele sobre a CPI anterior”, mandou para cima de Wellington do Curso que veio cobrar postura do parlamento diante de uma nova CPI, puxada também pelo ex-candidato a prefeito de São Luís.

Resposta de Wellington do Curso

Wellington X Cafeteira

Político tem que saber perder, diz Othelino Neto ao rebater Wellington do Curso

Foto-legenda - Othelino Neto: “Sai-se muito maior de um processo quando se demonstra para a sociedade que se sabe perder”

Othelino Neto: “Sai-se muito maior de um processo quando se demonstra para a sociedade que se sabe perder”

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) voltou à tribuna, na sessão desta quinta-feira (27), para rebater e criticar estratégia eleitoreira do parlamentar Wellington do Curso que, segundo ele, para defender o novo aliado, o candidato do PMN, Eduardo Braide, trouxe para a tribuna uma denúncia infundada contra o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr, às vésperas da eleição do segundo turno. “Faltam três dias para as eleições. Sai-se muito maior de um processo quando se demonstra para a sociedade que se sabe perder. Quando o político é mau perdedor, ele sai menor do que entrou”, alfinetou.

Othelino Neto rebateu as acusações de Wellington do Curso contra Edivaldo Holanda Jr e lembrou a ele que a Justiça julgou improcedente, esta semana, uma outra denúncia infundada, envolvendo o ISEC, feita por ele, derrubando um factoide, uma estratégia de quem queria criar um clima no processo eleitoral sem necessidade. “E a decisão foi muito clara, arquivando o processo do factoide. Que essa decisão sirva de exemplo para que procurem se fundamentar melhor para não tentar criar um clima de instabilidade na campanha eleitoral”, comentou.

O deputado sugeriu a Wellington que faça a campanha do seu candidato, nas ruas, mas que não tente macular a imagem do prefeito Edivaldo Holanda Júnior que, nesses quatro anos, não sofreu uma só investigação por denúncia de corrupção. “E é por isso e por outras razões que hoje o prefeito aparece com uma liderança folgada e se avizinha de uma grande e importante vitória. Disse ontem aqui nesta tribuna e enfatizo, em nenhum momento temos o desejo ou a intenção de afirmar que a gestão do prefeito é perfeita, porque não é. Tem problemas, mas fez muito e está fazendo muito, inclusive para o incômodo dos adversários, que ficam criticando a prefeitura porque está pavimentando ruas”, disse.

Othelino apelou aos adversários para que respeitem o processo eleitoral,  a inteligência dos ludovicenses, porque não vai ser com factoides, reprisando vídeos e distribuindo na internet, que vai se conseguir ganhar a eleição. “O candidato adversário vai perder a eleição porque a população está escolhendo o caminho mais seguro, porque não está querendo improvisos, porque não está querendo aprovar na incerteza e porque o segundo turno foi muito bom para mostrar quem é um e quem é o outro”, frisou.

Segundo Othelino, Wellington fez um primeiro turno brilhante e teve uma votação expressiva, então deve respeitar os adversários e saber perder. “Haverá um vencedor e um vencido, mas em muitas eleições, mesmo quando se perde se ganha, desde que se saiba perder, aí sim pode até sair maior do processo eleitoral”, analisou.

Othelino registra crescimento de Edivaldo e rebate Wellington sobre eleições em São Luís

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) registrou, na sessão desta quarta-feira (26), o crescimento da campanha do candidato à reeleição em São Luís, prefeito Edivaldo Holanda Jr, com reflexos nas últimas pesquisas que confirmam a sua liderança, e repercutiu a declaração do voto do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ao pedetista. Ele rebateu também, de forma respeitosa, declarações pejorativas do parlamentar Wellington do Curso sobre o chefe do Executivo nesse processo eleitoral.

Othelino disse que o governador Flávio Dino anda sim e conhece muito bem São Luís, tanto é que se posicionou e encontrou razões para votar na reeleição do prefeito Edivaldo. Ele discordou das palavras de Wellington quando diz que, “se o governador andasse por São Luís, ele não apoiaria a reeleição do prefeito”. “É por andar muito na cidade, é por amar a capital que nós apoiamos o prefeito Edivaldo Holanda Junior”, comentou.

Na tribuna, o deputado lembrou que nem Wellington tem convicção do apoio ao candidato que ele escolheu, no caso Eduardo Braide (PMN). Ele disse que respeita a escolha, mas nas palavras dele, em pronunciamento lá no curso da família, quando manifestou as razões pelas quais decidiu apoiar o colega, ele próprio manifestou o incômodo quando afirmou, claramente, que não estava confortável com a própria decisão, ao declarar que o agora aliado “não é flor que se cheire”.

“Então, se ele que manifestou o apoio não está confiando, imagine os eleitores que ele está querendo induzir. Não fomos nós que dissemos, o próprio deputado Wellington afirmou, quando foi justificar o voto, que o candidato dele não é flor que se cheire. Eu não estou concordando com a afirmação, eu estou apenas reprisando e enfatizando as palavras do parlamentar”, comentou Othelino.

Para o deputado do PCdoB, se Wellington acha que o candidato Braide não é flor que se cheire, ele não deveria pedir voto para ele, porque isso é incoerente. “Eu peço voto para o prefeito Edivaldo Holanda Júnior porque eu confio nele, porque o mesmo está fazendo um bom trabalho e porque eu não tenho vergonha de andar com ele em qualquer lugar desta cidade. Se eu tivesse o mínimo de vergonha, eu não pediria votos para ele”, alfinetou.

Pavimentação incomoda

Segundo Othelino Neto, quem se incomoda quando chega a pavimentação a uma rua de um bairro de São Luís é quem não vive na poeira, vendo as pessoas adoecerem com problemas respiratórios, a ambulância não poder chegar, etc. “Esse pessoal, que não vive na poeira, realmente se incomoda, mas não é isso. Está assim porque sabe que vai perder a eleição”, frisou.

“Não estou dizendo que a cidade não tenha problemas, o próprio Edivaldo disse, em seu programa eleitoral, que a gestão não é perfeita, a capital tem dificuldades, mas o prefeito já fez muito e está fazendo muito mais. Eu vejo os adversários se incomodarem, por exemplo, quando chega a pavimentação asfáltica aos bairros de São Luís, como se o prefeito, por ser candidato à reeleição, não devesse mais trabalhar”, comentou Othelino.

“NÃO É FLOR QUE SE CHEIRE”! Declaração de Wellington deixa Braide irritadíssimo e gera atrito entre os dois…

VÍDEO. VEJA AQUI!  BRAIDE NÃO É FLOR QUE SE CHEIRE, SEGUNDO WELLINGTON

Dois dias após o “anúncio” do apoio ao candidato do PMN, Eduardo Braide, o deputado estadual, Wellington do Curso (PP), passou a ser visto como indigesto e “persona non grata” na campanha do nome defendido pela chamada “Máfia de Anajatuba” neste segundo turno em São Luís. Tudo por causa de uma declaração feita, na segunda-feira (24) à noite, em sala de aula de um de seus cursinhos, para tentar justificar o seu engajamento nos movimentos do novo “aliado” que tanto “criminalizou” no final do primeiro turno, quando este se tornou uma ameaça eleitoral.

“Muitos me criticaram pelo posicionamento a Eduardo Braide, que também não é flor que se cheire, mas eu tinha que me posicionar…”, tentou justificar Wellington do Curso em uma sala de aula de um dos cursos, que leva o seu nome, mas que, na verdade, está registrado por familiares. WC foi gravado por um dos estudantes, enquanto discursava.

A declaração de Wellington do Curso deixou Eduardo Braide irritadíssimo, segundo revelaram pessoas, que pediram para não ser identificadas, e que estão atuando na campanha do candidato do PMN. Visivelmente chateado, o deputado disse que vai evitar maiores aparições ao lado do desbocado WC.

Intempestivo e trapalhão, Wellington Sem Curso é do tipo que “morre pela boca”. Sem papas na língua, em vários episódios, ele já criou situações embaraçosas contra si mesmo, como a fatídica contradição, durante a campanha, sobre o pagamento do IPTU dos cursinhos, por exemplo.

Braide X Máfia de Anajatuba

Lembrando que, na campanha do primeiro turno, Wellington do Curso foi o primeiro a relacionar o envolvimento de Eduardo Braide com a chamada “máfia da Anajutaba” que está sendo investigada em várias instâncias por desvio de recursos públicos, entre outros pontos negativos do agora aliado. Não é de se estranhar , portanto, que o mesmo o considere “flor que não se cheire”.

Pior de tudo é que posicionamentos marcam e queimam. Se Braide não é “flor que se cheire”, melhor para Wellington do Curso mesmo era ter ficado neutro e calado para, assim, faturar politicamente como oposição, após as eleições.

Mas WC preferiu dar com os “burros n’água”, só para variar. E erros políticos, muita das vezes são irreparáveis!

Desgastado e desbancado por Braide, WC demora mas assume que está com candidato do PMN

Após intenso desgaste político na campanha do primeiro turno por inúmeras revelações feitas pela imprensa e pela blogosfera, o deputado estadual Wellington do Curso (agora Wellington Sem Curso) anunciou, na sessão desta segunda-feira (24), na tribuna da Assembleia Legislativa, apoio ao candidato do PMN, Eduardo Braide, na disputa pela Prefeitura de São Luís.

Imprensa e blogosfera fizeram vir à tona inúmeros fatos que revelaram muitas coisas ocultas na trajetória de WC, mas foi Eduardo Braide quem o enquadrou, nos debates da TV Guará e da Mirante, como um político oportunista, um deputado de “gogó” e pouco eficiente em suas ações parlamentares (Relembre os debates no vídeo acima).

Em relação ao apoio político, no frigi dos ovos, o  gesto se traduz apenas no voto do próprio WC e talvez de alguns próximos, pois, na verdade, o deputado não é dono dos mais de cem mil votos que teve em São Luís, no primeiro turno. Ele não pode contabilizar esses eleitores como cristalizados, pois foi um candidato de momento, momento este que passou.

WC demorou a se posicionar, pois criticou, radicalmente, o prefeito Edivaldo Jr, no primeiro turno, e coordenou um grupo de desconstrução a Eduardo Braide, que não teve êxito, logo após ter se sentido ameaçado eleitoralmente pelo candidato do PMN depois, justamente, da repercussão dos debates.

Analistas  entendem que seria melhor para WC ter ficado neutro, sem declarar apoio neste segundo turno para se poupar politicamente. Mas o deputado do PP preferiu dar um passo arriscado que lhe pode render uma nova derrota no próximo domingo (30). Pode estar terminando de se “enterrar” politicamente.

INUSITADO! Mulheres de integrantes do Bonde dos 40 manifestam “apoio” a Wellington

Vídeo: Mulheres de presos do Bonde dos 40 mudaram pauta e atacaram Edivaldo Jr

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Wellington do Curso negou qualquer ligação com o Bonde dos 40 e disse que estava gravando programa, quando foi surpreendido por esposas dos bandidos que vieram lhe manifestar apoio e tirar fotos

Wellington do Curso negou qualquer ligação com o Bonde dos 40 e disse que estava gravando programa, quando foi surpreendido por esposas dos bandidos que vieram lhe manifestar apoio e tirar fotos

O candidato a prefeito pelo PP, deputado estadual Wellington do Curso, viveu, nesta quinta-feira (29), um dia inusitado. Segundo sua assessoria de imprensa, ele gravava programa eleitoral, na Praça Pedro II, mesmo local de manifestação de esposas de bandidos do Bonde dos 40, quando foi abordado por algumas delas que lhe manifestaram “apoio” e pediram para tirar fotos.

As esposas dos criminosos manifestavam, na praça, contra o sistema penitenciário, tinham uma pauta de reivindicações para o governo e, inusitadamente, mudaram o rumo das coisas para as eleições municipais e passaram a atacar o candidato do PDT, Edivaldo Holanda Jr, com gritos assim: “não vai ter reeleição…”

As reações foram imediatas. O secretário estadual de Articulação Política, Márcio Jerry, criticou a aproximação de Wellington às mulheres dos presos, classificou como “solidariedade”, enquanto o governo se esforçava para combater a criminalidade.

Wellington, por sua vez, disse que o gesto foi mal interpretado e negou qualquer ligação com movimentos de esposas de integrantes do Bonde dos 40 e facções criminosas.

O candidato do PP lançou nota de esclarecimento e disparou para a Imprensa.

“…Ocorre que, na manhã de hoje, o candidato Wellington concedeu entrevista à TV Mirante, que será reproduzida no Jornal do Maranhão 2.Edição (às 19:00h) e, ainda, gravou programa eleitoral em frente à Prefeitura. Tal agenda foi previamente definida desde às 15h do dia 28. No mesmo espaço, no entanto, havia mulheres de detentos reivindicando ao Governo melhorias no sistema prisional estadual.

Por ser um espaço público, o candidato nada pode fazer e, tampouco, manteve contato com os líderes do movimento. Aconteceu que três mulheres acompanhadas de crianças foram até o Wellington que como deputado prontamente as ouviu.
Como é evidente nas fotos, o candidato Wellington tão somente gravou Programa Eleitoral e concedeu entrevista à TV Mirante…”, diz trechos da nota do candidato do PP.

Nota do governo sobre a manifestação das esposas de presos do Bonde dos 40

Na manhã de hoje (29), um grupo de mulheres, dizendo-se representante de presidiários, esteve na porta do Palácio dos Leões. Como sempre ocorre nessas situações, foi seguida a orientação do governador de uma comissão representativa dos manifestantes ser recebida para diálogo. Assim foi feito, com uma comissão de cinco pessoas, escolhidas pelos próprios manifestantes.

A reunião ocorreu durante mais de três horas, em que autoridades do governo ouviram e responderam a todos os pontos apresentados pelos manifestantes. Quando tudo parecia resolvido, um pequeno grupo resolveu discordar da comissão representativa indicada pelos próprios manifestantes, e, de modo abusivo, fechar o trânsito na Avenida Beira Mar, impedindo a circulação de ônibus com o nítido propósito de causar tumulto na cidade.

Chama atenção que os manifestantes gritavam, no momento do fechamento da Avenida, palavras alusivas às eleições municipais em andamento, em uma clara politização de suposto movimento reivindicatório.

O governo do Estado não cederá a chantagens de criminosos, que desejam a volta de regalias e privilégios no sistema penitenciário, para lá circularem livremente com drogas, celulares e armas. Nos anos de 2013 e 2014, no governo passado, vimos o que isso significa: caos e insegurança para toda a população. Todo o sistema policial está mobilizado e, se necessário, vamos solicitar a atuação de forças federais, mas não cederemos ao terror e ao banditismo.

Mantemos, como sempre, a total disposição de diálogos sérios que contribuam para o aperfeiçoamento do sistema penitenciário, mas sem abrir mão das regras de organização e disciplina.

Acuado, Wellington “investe” contra Eduardo Braide…

Wellington voltou a artilharia contra Braide e jornalistas não alinhados ao seu projeto

Wellington voltou a artilharia contra Braide e jornalistas não alinhados ao seu projeto

As declarações do candidato do PP à Prefeitura de São Luís, Wellington do Curso (PP), agora Wellington Sem Curso, de que o pai e assessores do prefeiturável Eduardo Braide (PMN) estariam envolvidos em uma organização criminosa que desviou dinheiro público de prefeituras, por meio de licitações fraudulentas, continuam repercutindo no ambiente político. O ataque de WC foi feito durante coletiva, na terça-feira (27), sobre o cancelamento do debate na TV Difusora.

Logo após a entrevista polêmica, documentos divulgados pelos blogueiros alinhados a Wellington Sem Curso, apontavam que o pai de Eduardo Braide atuava em uma quadrilha como uma espécie de agiota, em esquema com as empresas A4 Serviços, RR Serviços, Construtura Construir, A.S dos Santos Ferreira, FCB, FF Produções e MR Serviços, superfaturando as prestações de serviços e vendendo notas frias para as gestões municipais. O caso está sendo investigado pela Polícia Federal.

Ao que parece, o candidato progressista resolveu mesmo usar a sua artilharia para atacar todos aqueles que ameaçam a sua ida a um hipotético segundo turno.  Primeiro, partiu para cima da candidata Eliziane Gama (PPS), insinuando que o deputado federal Waldir Maranhão (PP), do seu próprio partido e seu padrinho político, fazia parte da campanha da pepessista.

Depois, ordenou uma  série de ataques a jornalistas, não alinhados ao seu projeto,  em represália, por terem noticiados denúncias graves de calote envolvendo o seu nome.  Agora, parte com tudo pra cima de Eduardo Braide, que se destacou no debate da TV Guará, e, por várias vezes, mostrou aos telespectadores a inabilidade e falta de conteúdo e experiência de WC.

Enquanto WC procurou Safadão para gravar jingle, Eliziane recebeu toada de Chagas do Bumba-Meu-Boi

Wwllington Sem Curso foi buscar Wesley Safadão para gravar jingle

Wwllington Sem Curso foi buscar Wesley Safadão para gravar jingle

Eliziane recebeu toada do cantador Chagas

Eliziane recebeu toada do cantador Chagas

Uma curiosidade. Enquanto a candidata do PPS, Eliziane Gama, mostra-se próxima de expoentes da cultura maranhense, tendo recebido um jingle de campanha em forma de toada do cantador Chagas, o adversário, Wellington do Curso (PP), preferiu buscar a voz do cearense e forrozeiro, Wesley Safadão, para uma “canja” eleitoral.

Isso sinaliza que a cultura maranhense não está em primeiro plano  para Wellington Sem Curso. Forrozeiro e farrista de carteirinha, ele prefere  as estrelas cearenses às maranhenses.

JÁ PAGOU? À Mirante, “Wellington Sem Curso” diz que não deve mais IPTU; E à TV Guará, ele admitiu a dívida

Em entrevista à TV Mirante, na manhã desta quarta-feira (21), o candidato do PP à Prefeitura de São Luís, Wellington do Curso, agora “Wellington Sem Curso”, entrou em contradição e disse que não deve mais R$ 120 mil de IPTU ao município. No entanto, há alguns dias, ele admitiu a existência da dívida e, inclusive, afirmou que estava contestando-a na Justiça junto com outros impostos devidos (vide vídeo).

Segundo a coordenação da campanha de WC, ele resolveu pagar a dívida de IPTU dos cursos, que leva o seu nome, mas que têm como donos oficiais ou laranjas a mãe e o irmão do deputado. Wellington, que não apresentou ainda os comprovantes, diz ter quitado, pelo menos, o débito do IPTU. Não falou ainda sobre as outras dívidas denunciadas, como ISS, Correios, etc.

Somente pagou o IPTU depois da pressão da Imprensa e das inserções do candidato “Tio Fábio” (PMDB) no horário eleitoral de rádio e TV. Vídeo este que Wellington mandou tirar do ar por meio da Justiça Eleitoral.

Na entrevista à Mirante, WC foi pego de calças curtas quando questionado pelo entrevistador Sidiney Pereira sobre uma proposta de “Sistema Inteligente de Fiscalização” de impostos. Nitidamente, constrangido, ele disse que já havia pago a dívida com o IPTU sem que a pergunta sobre isso fosse feita.

WC voltou a tremer quando Sidiney perguntou se haveria fiscalização rigorosa e quando questionado sobre se haveria corte, eliminação desses impostos. Durante a entrevista, ele mais enrolou do que respondeu. Deu uma de “Rolando Nero”.

Outro constrangimento foi quando Sidney perguntou sobre o PP, partido de WC envolvido com escândalos de corrupção no país, inclusive, investigados na operação Lava Jato. Wellington tremeu também quando questionado sobre sua ligação com o deputado federal Waldir Maranhão, aliado de sigla, que também está envolvido em uma série de denúncias.

“Eu não escondo Waldir Maranhão”, disse Wellington do Curso para, em seguida, completar que o deputado não estaria envolvido com a sua campanha.