PRINT DO DIA – E Zé Reinaldo sente a crítica…

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O deputado federal Zé Reinaldo Tavares (PSB) sentiu a crítica feita pelo blog no post intitulado “Zé Reinaldo e a “bala que matou Kennedy”… e republicou (ou passou recibo), em sua rede social (print acima), nota da coluna “Dr Peta” do Jornal Pequeno que enaltece a exploração que o mesmo faz de uma “tal” proximidade com o presidente provisório Michel Temer (PMDB), que já até citado foi nas delações da operação Lava Jato, para badalar uma possível vinda de uma refinaria iraniana para o Maranhão.

Nada contra o empenho de Zé Reinaldo e do governo Temer pela refinaria, apesar de que a última promessa do PMDB, via ex-ministro Edison Lobão, para Bacabeira, a tal Premium, não passou de um grande engodo. Mas a crítica foi apenas para a maneira como um ex-governador tenta se “ancorar” em um governo fragilizado e taxado de golpista com ministros, que  não resistem a uma citação na Lava Jato, para tentar passar a ideia de que está sendo prestigiado.

Será que um político de destaque, como bem coloca a nota de Dr Peta, importante no processo de libertação do Maranhão e tomada do poder com o saudoso Jackson Lago, precisa mesmo buscar “evidência”, escorando-se ou tentando se mostrar como a tal “ponte” entre o Estado e o governo de um partido que, a cada dia, atola-se em corrupção?

A respeito da finalização da nota, que sugere “interferência” de outros personagens no meu blog, informo que sou a única editora deste site e escriba também. Então, portanto, sou eu mesma quem decido os assuntos e a forma como explorá-los.

Zé Reinaldo e a “bala que matou Kennedy”…

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O deputado federal Zé Reinaldo Tavares (PSB) tem se sentido a própria “bala que matou Kennedy” do governo peemedebista, após ter beneficiado o presidente interino Michel Temer (PMDB) com seu voto, optando, na Câmara, pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele postou, em uma rede social, que marcou para o dia 23 de junho uma reunião com os ministros Moreira Franco e Elizeu Padilha, combinada com o chefe maior, para tratar de um novo projeto de refinaria para o Maranhão – desta vez iraniano – onde vai estar também o seu fiel escudeiro, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

“Estou achando que, desta vez, finalmente, a refinaria será realidade. Isso foi combinado com o presidente Temer”, frisou Zé Reinaldo Tavares na rede social, tentando chamar para si a atenção e passar a imagem de que ele tem muita influência no inconsistente e fraco governo Michel Temer.

Que o deputado tenha muito cuidado com esse novo projeto de de refinaria, pois a última promessa deu no que deu lá no município de Bacabeira. Muito dinheiro desceu pelo ralo e só fizeram a terraplanagem. De engodo, os maranhenses já estão cheios.

E voltando à tecla da “bala que matou Kennedy”, no início do governo Temer, Zé Reinaldo exibiu como troféu uma carta do presidente interino, que havia sido enviada a todos os deputados que afastaram a presidente Dilma, como se aquilo tivesse sido um gesto direcionado somente a ele.

Lembrando a Zé Reinaldo que o PMDB, a quem resolveu abraçar, mantém-se no mesmo nível ou pior de corrupção no Brasil. Todos os dias um escândalo novo de propinagem ou distribuição de dinheiro público de forma ilícita.

O Brasil trocou seis por meia dúzia…E se gritar “pega ladrão”, não fica um.

Zé Reinaldo assume comando do PSB em São Luís…

Com informações do Marrapá

Zé Reinaldo assumiu presidência municipal do PSB

Zé Reinaldo assumiu presidência municipal do PSB

Por decisão da direção estadual do PSB, o partido será comandado, em São Luís, pelo deputado federal José Reinaldo Tavares. A medida se baseou nos parágrafos base nos § 2º, 3º 4º do art. 23 do estatuto da legenda. A nova comissão que terá o senador Roberto Rocha como vice-presidente terá 180 dias para reorganizar o partido em São Luís.

Segundo a decisão da direção estadual do PSB, a nova Comissão Provisória Municipal terá como tarefa “conduzir o partido na capital durante o processo eleitoral de outubro e, ao mesmo tempo, organizá-lo para, em consonância com o calendário nacional, realizar seu congresso municipal”, anota o documento distribuído pelo PSB.

A direção do PSB aponta ainda que a legenda está desorganizada em São Luís e passa por um momento de incertezas por conta da desmobilização da base partidária.

“Ainda sobre o PSB na capital, causa preocupação à Comissão Executiva Estadual o fato de que não enfrentamos apenas incertezas eleitorais. O partido não se organizou e se encontra desmobilizado. Não se verifica, por exemplo, a construção de núcleos de base, campanhas de filiação ou mesmo articulação com os movimentos sociais”, disse Luciano Leitoa..

Além do deputado federal José Reinaldo Tavares, a nova Comissão Provisória Municipal será composta pelo advogado José Antonio Almeida (Secretário Geral); pelo deputado estadual Bira do Pindaré (1º Secretário), Conceição Marques (Secretária de Finanças), pelo vereador Roberto Rocha Jr (secretário Parlamentar) e por Domingos Paz (secretário de Mobilização).

Lembrando Castelo, EMA alerta Eliziane sobre Zé Reinaldo…

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O Jornal O Estado do Maranhão publicou duas notas, em sua coluna política “Estado Maior”, que alertam a pré-candidata a prefeita de São Luís pela Rede Sustentabilidade, deputada federal Eliziane Gama, quanto à conduta do ex-governador José Reinaldo Tavares na articulação política do ex-prefeito da capital, João Castelo (PSDB), que o levou a perder as eleições para o então concorrente, Edivaldo Holanda Jr (PDT), em 2012.

Diz o conhecido EMA que José Reinaldo funcionou, à época, como uma espécie de “cavalo de troia” na campanha de João Castelo, em 2012, quando assumiu a campanha à reeleição do ex-prefeito e fez com que todos os partidos se afastassem dele, favorecendo a eleição de Edivaldo Júnior.

Com esse atributo de “cavalo de troia”, será que Zé Reinaldo Tavares tem perfil para criticar articulação política em governo A ou B? De “articuladores” assim, ´quem for esperto sai é correndo.

CRISE NO PSB – Zé Reinaldo critica postura “arrogante” de Roberto Rocha em convenção

Em artigo, Zé Reinaldo revela crise no PSB após convenção em que dois partidários se lançaram pré-candidatos a prefeito de São Luís

Em artigo, Zé Reinaldo revela crise no PSB após convenção em que dois partidários se lançaram pré-candidatos a prefeito de São Luís

O artigo semanal do deputado federal Zé Reinaldo Tavares (PSB) repercute nos bastidores políticos do Maranhão com muita força. Ele critica a postura do senador Roberto Rocha (PSB) sobre anúncio de candidatura a prefeito de São Luís, sem discutir com as bases partidárias, logo após a militância ter se manifestado favorável à pré-candidatura do secretário estadual de Tecnologia, Bira do Pindaré, na convenção realizada no último sábado (29).

Zé Reinaldo, inclusive, faz referência às vaias oferecidas pela militância a Roberto Rocha que afirmou que, como presidente do Diretório Municipal, teria o direito de escolher o nome do candidato a prefeito de São Luís, que seria ele próprio. “Não sei mesmo o que pensava, mas o resultado da falta de conhecimento da cultura partidária só lhe valeu uma sonora vaia por desafiar o desejo das bases partidárias”, disparou o deputado federal do PSB.

Leia o trecho em que Zé Reinaldo faz duras críticas a Roberto Rocha:

“Conto um fato ocorrido na última vez em que estive no programa Avesso, da TV Guará. Programa, aliás, muito bem conduzido por Américo de Azevedo Neto. Este mesmo que, na ocasião, me perguntou o que eu achava de uma afirmação do senador Roberto Rocha de que iria, sozinho, escolher o candidato a prefeito pelo PSB em São Luís. Respondi-lhe então que o senador não conhecia a cultura do partido, um partido de base em sindicatos rurais, em que ninguém mandava e tudo era resolvido coletivamente por votação das instâncias partidárias. E que dessa forma seria feito novamente na escolha do candidato do partido em São Luís. Não o agredi e nem o insultei, apenas alertei que o partido era diferente de outros por onde andou o senador.

Para minha surpresa, este reagiu com muita agressividade, tentando me insultar, como se isso fosse mudar alguma coisa dentro do partido. Pois bem, o senador que, em discurso, chama a si mesmo de “senador Roberto Rocha”, no último sábado, durante a reunião estadual, que contou com a presença do presidente nacional, sentiu de perto o efeito de desconhecer a realidade do partido.

Depois que uma entusiasmada plateia lançou o nome de Bira do Pindaré para concorrer ao cargo de prefeito da capital, e do discurso de aceitação do próprio Bira, o senador, ao fazer o uso da palavra, e sem levar em consideração o desejo dos militantes, resolve – como se fizesse uma concessão – repetir que quem escolhia o candidato, como presidente do Diretório Municipal, era ele. E que assim se lançava candidato a prefeito da capital.

Não sei o que Roberto Rocha pensou, talvez contasse com o delírio da plateia, já que ele, senador, descia das alturas para se lançar candidato. Não sei mesmo o que pensava, mas o resultado da falta de conhecimento da cultura partidária só lhe valeu uma sonora vaia por desafiar o desejo das bases partidárias. Não bastasse isso, teve que ouvir do presidente estadual e do presidente nacional que essa decisão pertencia não a uma pessoa, mas às instâncias partidárias como um todo.

Se me tivesse ouvido…”

COMENTÁRIOS DO DIA: Leitores analisam tentativa de reaproximação de Zé Reinaldo com Sarney

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O blog inaugura, a partir de hoje, a sessão “Comentários do dia”, feitos por leitores, sobre posts desta editora com o objetivo de mostrar a opinião de quem acompanha as nossas matérias  sobre os diversos temas colocados aqui nesta página da Internet, além de valorizá-los, colocando-os em evidência.

Nesta primeira sessão,  os leitores analisaram o post “PRONTO, FALEI! Zé Reinaldo quer se reconciliar com Sarney, após anos de rompimento histórico”. Veja acima alguns comentários sobre o assunto.

A internauta Nicole Lopes acha que o ex-governador Zé Reinaldo já estaria articulando uma eleição para o Senado, em 2018, com o apoio do ex-senador José Sarney (PMDB). Já o leitor José de Ribamar Dias acha que, em política, há disputas políticas e não adversários. Denys Moraes entende que tudo faz parte de “uma política podre” que acontece no país.

Já o leitor João Damasceno Correa pede a palavra do governador Flávio Dino ( PCdoB) sobre essa tentativa de reaproximação de um deputado da base governista, que foi um dos maiores incentivadores do combate ao sarneysismo, com o senador José Sarney (PMDB).

PRONTO, FALEI! Zé Reinaldo quer se reconciliar com Sarney, após anos de rompimento histórico

Deputado disse que as críticas que fez a Sarney ficaram para trás e que não quer mais ficar “remoendo o passado”

Zé Reinaldo: Críticas a Sarney ficaram para trás

Zé Reinaldo: Críticas a Sarney ficaram para trás

O deputado federal e ex-governador Zé Reinaldo Tavares (PSB), que se tornou um dos principais adversários do grupo Sarney como um dos responsáveis políticos pelo início da queda da oligarquia no Maranhão, está tentando uma reaproximação com o ex-senador José Sarney ao lhe propor um pacto, um entendimento por meio de um post publicado em seu blog.

No post, publicado em seu blog, nesta terça-feira (21), ele, que outrora pertenceu ao grupo e se elegeu governador com o apoio da oligarquia Sarney, rompendo mais tarde e ajudando a oposição a tomar o poder, por alguns anos, com o ex-governador Jackson Lago, propõe agora ao ex-senador José Sarney um pacto, um entendimento em prol do Maranhão e disse que as críticas que fez ao ex-presidente da República ficaram para trás e que não quer mais “remoer o passado”.

“Mas, enfim, este não é um artigo para criticá-lo. Isso já fiz muitas vezes ao longo de muitos anos e por isso recebi muitas vezes o peso de sua ira. Contudo, isso ficou para trás e tenho que olhar para a frente e não ficar remoendo o passado”, disse Zé Reinaldo no artigo.

Para encerrar o post, Zé Reinaldo o faz como uma espécie de confissão. “Pronto, falei” – como dizem os internautas. Peço a reflexão de todos. Não se trata de rendição e nem de submissão. Trata-se do Maranhão!”, concluiu

A seguir o artigo, publicado por Zé Reinaldo em seu blog. Destaquei, em negrito, alguns trechos:

PACTO PELO MARANHÃO

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José Sarney foi sem dúvidas o político que reteve maior poder e prestígio político no Maranhão, além de ter sido um dos mais fortes do país. E ficou mais poderoso ainda após o exercício na presidência da república. Sarney foi o poderosíssimo ex-presidente, sobretudo no governo de Lula da Silva. Mandava e desmandava à vontade e Lula chegou a dizer, inclusive, que Sarney não era um homem como os outros. Era quase um mito.

Mas no Maranhão, em que pese o seu julgamento, ficou devendo muito em relação ao que poderia ter feito, considerando o seu poder pessoal e político incontestáveis.

Mas, enfim, este não é um artigo para criticá-lo. Isso já fiz muitas vezes ao longo de muitos anos e por isso recebi muitas vezes o peso de sua ira. Contudo, isso ficou para trás e tenho que olhar para a frente e não ficar remoendo o passado.

Sarney não tem mais a força que teve, mas ainda tem muito prestígio pessoal e ainda detém grande força política. Isso é inegável.

Hoje se diverte criticando o governo de Flávio Dino, homem que derrotou de maneira muito clara o seu grupo político. Isso são fatos.

Farei aqui um apelo ao ex-presidente e àquele político que fascinou a todos os jovens promissores que com ele trabalharam, quando governador e nele acreditaram, como eu. Vejam bem, não estou pedindo aqui que deixe de fazer oposição, sendo esse o seu desejo. Não, nada disso! Estou propondo é um pacto pelo Maranhão, por esse estado pobre e com grande parte da população vivendo com renda oriunda do Bolsa Família. Estou propondo uma união de importantes forças políticas em torno de projetos fundamentais para o desenvolvimento do estado e para tirar o estado dessa situação. O Ceará fez isso no passado e disparou com uma agenda de consenso que o transformou num dos estados mais importantes do país. E o nosso Maranhão tem muito mais condições naturais para o desenvolvimento que o Ceará, mas hoje estamos bem atrás.

Países só se desenvolveram com pactos como esse, vejam o caso da Espanha, onde as questões eram tão acirradas que chegaram a ir a uma guerra civil sangrenta e terrível. Lá ficou na história o Pacto de Moncloa, fundamental para a busca do desenvolvimento que hoje sustenta a Espanha moderna.

É claro que se isso não acontecer, iremos lutar até conseguirmos, mas se pudermos fazer uma agenda acima da política, juntando as forças de todos que puderem contribuir, será muito mais fácil e mais rápido conseguir mudar o Maranhão.

Parece óbvio que o ex-presidente teria, como tem em qualquer lugar, uma participação muito importante em tudo. Repito: não se trata de pacto político, mas sim de tentar elencar um grupo de projetos estruturantes para que possamos pular etapas e colocar o Maranhão em seu lugar entre os estados mais promissores do país.

Aqui falo por mim. Não falo por mais ninguém. Portanto não se trata de qualquer tipo de barganha. Não se trata da oferta de cargos em troca de apoio. Não é, enfatizo, um pacto político. Não se trata, enfim, de troca de favores.

O que pretendo é unir todos pelo desenvolvimento do Maranhão. É escolher pelo debate alguns projetos realmente fundamentais para alavancar o crescimento do estado e melhorar a vida sofrida de nossa população. Entre nós temos vários políticos de enorme prestígio, a começar pelo governador Flávio Dino e pelo ex-presidente José Sarney, juntando senadores, deputados federais e estaduais. Temos força política para, juntos nesse propósito, conseguirmos grandes avanços, desde que todos puxem numa só direção. O momento é de imensa dificuldade. O país quebrado, o governo federal politicamente paralisado por uma crise que começou política, indo em seguida tomar conta da economia e agora é social, com a inflação e o desemprego batendo à porta.

Não será tarefa fácil. Mas se estivermos unidos e com uma pauta bem estabelecida, creio que seremos fortes, objetivos e com grandes chances de conseguirmos grandes avanços. Só o fato de termos uma agenda em comum será de uma importância extraordinária.

Falo por mim, sem medos de patrulhas e de maus entendidos. Não serei eu a ganhar nada me arriscando assim. Será o povo do Maranhão. Mas sei que muitos entre nós pensam como eu. Não estarei sozinho e nem pregando no deserto. Nossa sociedade não perdoará a nós políticos, se não nos unirmos em torno do projeto maior que é o desenvolvimento do Maranhão. Essa é a finalidade maior de estarmos na política, com ou sem mandatos.

“Pronto, falei” – como dizem os internautas. Peço a reflexão de todos. Não se trata de rendição e nem de submissão. Trata-se do Maranhão!

Pensem nisso e vamos juntos!