Em Londres, Flávio Dino defende escola de tempo integral e Sistema Nacional de Segurança

No evento, estiveram reunidos especialistas e autoridades de diferentes pontos de vista e setores da sociedade para debater questões essenciais e urgentes ao desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil

Governador à frente da gestão que criou 49 escolas de tempo integral no Maranhão e que reduziu índices de violência na ordem de 63% na Região Metropolitana da capital São Luís, Flávio Dino defendeu os investimentos em educação e a consolidação de uma Política Nacional de Segurança na palestra realizada no sábado (18), na London School of Economics and Political Science, em Londres.

A participação foi parte da programação da edição 2019 do Brazil Forum UK, que busca construir diálogos para uma agenda construtiva para o país. O governador do Maranhão defendeu a aplicação de leis como as que criaram, em 2018, o Sistema Único de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança Pública.

“São ferramentas imprescindíveis para que nós tenhamos a alavancagem de investimentos na direção correta, medidas de qualificação e aprimoramento da polícia, da ação do sistema de segurança pública”, afirmou o governador, que também ressaltou a importância do enfrentamento a questões sociais ligadas aos índices de violência nas grandes cidades.

“Ao mesmo tempo é preciso combater as causas sociais que levam à violência, sobretudo agora a recessão econômica, o desemprego, e investir em escolas, juntando as duas visões principais sobre segurança pública, nós chegamos ao caminho correto”, completou.

Lula está apaixonado e tem planos de se casar

A namorada visita Lula com frequência na cela da PF e tem em torno de 40 anos

A revelação foi feita pelo ex-presidente ao economista Luiz Carlos Bresser-Pereira, durante visita na última quinta-feira, em Curitiba. O economista escreveu um texto sobre como foi a visita, chamado “Visita a Lula na prisão”, em que compartilha o que o presidente o contou. A namorada é de São Paulo e é um amor que Lula tem desde antes de ser preso. Ela se chama Rosângela da Silva.

A namorada visita Lula com frequência na cela da PF e tem em torno de 40 anos, portanto é algumas décadas mais jovem do que o ex-presidente.

O casal mantinha uma amizade desde os tempos das caravanas da cidadania. Janja, como Rosângela é chamada, vive em Curitiba e engatou um romance com o ex-presidente há mais de um ano. Lula foi casado por 43 anos com Marisa Letícia, que morreu em janeiro de 2017, após um AVC. Depois disso, o ex-presidente não assumiu nenhum romance publicamente.

Sérgio Moro bem articulado como político

O ministro teve encontros com mais de um sexto do Congresso. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom

Estadão

Em menos de cinco meses de governo, o ministro Sérgio Moro já se reuniu com 106 parlamentares, segundo levantamento do Estadão com base apenas em sua agenda oficial. O ministro teve encontros com mais de um sexto do Congresso e rivaliza no governo com o ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. Onyx, deputado federal licenciado, esteve com 125 deputados e senadores.

Nesses quatro meses e meio de governo, o ministro reservou mais espaço em sua agenda para reuniões com integrantes da chamada “bancada da bala”, como é conhecida a Frente Parlamentar da Segurança Pública. Foram 44 encontros com deputados ligados à frente, que tem algumas reivindicações abarcadas no pacote anticrime.

O presidente do grupo, deputado Capitão Augusto (PR-SP), foi quem mais visitou o gabinete de Moro no período: quatro vezes, empatado com o líder do PSL no Senado, Major Olímpio(SP). Entre parte dos parlamentares, no entanto, persiste a resistência à figura de Moro. Deputados mais experientes costumam dizer que o ministro da Justiça ainda não abandonou o estilo de juiz, que o faz querer impor ao Parlamento, sem muita paciência para o processo de tramitação, suas ideias para o combate à criminalidade.

Bolsonaro anistia multas de R$ 70 mi de partidos políticos

A estimativa é de que o perdão possa chegar a R$ 70 milhões, valor dos débitos dos diretórios municipais de quase todas as legendas com o Fisco

Após se reunir com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e com o subchefe de Assuntos Jurídicos, Jorge Antônio Francisco, o presidente Jair Bolsonaro assinou na noite de sexta-feira, 17, a sanção do projeto de lei que anistia multas aplicadas a partidos políticos.

A estimativa é de que o perdão possa chegar a R$ 70 milhões, valor dos débitos dos diretórios municipais de quase todas as legendas com o Fisco. A nova lei sancionada por Bolsonaro altera a Lei dos Partidos e, entre outros pontos, estabelece que as siglas que não aplicaram o mínimo de 5% do Fundo Partidário para promover a participação política das mulheres entre 2010 e 2018, mas que tenham direcionado o dinheiro para candidaturas femininas, não poderão ter suas contas rejeitadas ou ser alvo de qualquer outra penalidade.

Esta é a primeira vez que um presidente autoriza o cancelamento deste tipo de punição às siglas desde 1995, quando a Lei dos Partidos foi criada. O mau momento com a classe política de Bolsonaro pesou na decisão.