Prefeito Edivaldo garante construção de feira no Coroadinho, em reunião com Nato Júnior

O parlamentar que vem cobrando desde quando assumiu o mandato, diz que o sonho da comunidade vai se tornar realidade

O vereador Nato Junior (PP), esteve acompanhado de feirantes do Coroadinho, em reunião com o prefeito de São Luís, Edivaldo de Holanda Júnior. Durante o ato, foi apresentado pelo Secretário Municipal de Obras e Serviços Públicos, Antônio Araújo, todo o projeto da nova feira do Coroadinho.

O parlamentar que vem cobrando desde quando assumiu o mandato, diz que o sonho da comunidade vai se tornar realidade. “Viemos aqui olhar de perto todo o projeto da nova feira. Um sonho bem antigo que se tornará realidade. A população aguarda ansiosamente por esse grande benefício”, disse.

Com previsão para o início da obra nos próximos meses, o prefeito de São Luís, Edivaldo de Holanda Júnior, ressaltou a luta diária do Vereador Nato Junior em prol da comunidade do Coroadinho. “O Nato Júnior tem sido um parlamentar atuante, se destacando no mandado a cada dia. Reafirmo o meu compromisso com todos de que a obra da nova feira vai ser iniciada nos próximos meses”, disse.

A nova feira ganhará um novo sistema hidráulico, boxes padronizados, iluminação moderna, sistema de câmara de vídeo, área de estacionamento, sistema de drenagem, dentre outras benfeitorias. Além disso, toda a sua área terá acessos para pessoas com mobilidade reduzida.

Lava Jato bloqueia quase R$ 3 bilhões de políticos, partidos e empreiteiras

Todos os atingidos pela decisão são acusados em ação de improbidade administrativa

O Antagonista

O TRF-4 determinou o bloqueio de quase 3 bilhões de reais, do MDB e do PSB, no âmbito da Lava Jato.

A decisão também bloqueia valores e bens do ex-senador Valdir Raupp (MDB); do senador Fernando Bezerra (MDB), atual líder do governo no Senado e do deputado Eduardo da Fonte (PP).

O bloqueio também alcança os espólios de Sérgio Guerra (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), além das empresas Queiroz Galvão e Vital Engenharia Ambiental.

Todos os atingidos pela decisão são acusados em ação de improbidade administrativa.

Oposição avalia que não é hora para pedir impeachment de Bolsonaro

Os dirigentes que fazem parte do Fórum dos Partidos de Oposição decidiram também que vão acompanhar os desdobramentos da crise no governo e as manifestações de rua

Dirigentes dos cinco principais partidos da oposição – PT, PSB, PCdoB, PDT e PSOL – avaliaram que não é o momento de pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Segundo eles, que se encontraram na quarta-feira (22), não existe motivo formal para o afastamento, apesar do desgaste sofrido pelo governo em apensas cinco meses de gestão. “Não é hora de tomarmos nenhuma iniciativa neste sentido. O terreno é o da luta política com mobilizações e ações conjuntas no Congresso”, disse o presidente do PSOL, Juliano Medeiros.

No PT, sobretudo, a ordem é para não repetir com o atual governo o “golpe” contra a presidente afastada Dilma Rousseff. Em reunião de avaliação dos cenários políticos, na semana passada, dirigentes do PT chegaram a questionar se a possibilidade de o vice-presidente Hamilton Mourão assumir é melhor do que a permanência de Bolsonaro. De Curitiba, onde está preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou que o partido intercale os ataques a Bolsonaro com propostas para a geração de empregos e recuperação da economia.

Os dirigentes que fazem parte do Fórum dos Partidos de Oposição decidiram também que vão acompanhar os desdobramentos da crise no governo e as manifestações de rua marcadas para os dias 26 (em favor de Bolsonaro) e 30 (contra os cortes do governo na educação) antes de decidirem os próximos passos. “A depender dos desdobramentos, a gente volta a se reunir”, disse Juliano.

Além dele, participaram do encontro os presidentes do PT, Gleisi Hoffmann; PSB, Carlos Siqueira; PDT, Carlos Lupi e o vice-presidente do PCdoB, Walter Sorrentino. Nenhum deles chegou a colocar em pauta o pedido de impeachment de Bolsonaro, mas o assunto foi tratado em função da pressão feita pelas bases das legendas de centro-esquerda. Por meio das redes sociais, militantes têm cobrado uma postura mais incisiva dos partidos. Nas manifestações do dia 15 em defesa da educação, o grito “fora Bolsonaro” foi ouvido em diversas cidades.