Governador Flávio Dino vai empossar novos secretários nesta sexta-feira (5)

A mudança no quadro de gestores segue dinâmica da administração para otimizar os trabalhos, valorizar potenciais, fortalecer novos projetos e suprir necessidades que surgem.

O governador Flávio Dino dará posse aos novos secretários e presidentes de órgãos do Governo do Estado em solenidade, nesta sexta-feira (5), às 17h, no Palácio Henrique de La Rocque, em São Luís. A mudança no quadro de gestores segue dinâmica da administração para otimizar os trabalhos, valorizar potenciais, fortalecer novos projetos e suprir necessidades que surgem.

Com a mudança, a Secretaria de Estado da Cultura (Secma) ficará a cargo de Anderson Lindoso, que era secretário adjunto de Educação. Mayco Pinheiro é o indicado à presidência do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Maranhão (Iprev).

O advogado Antônio Nunes, que estava na Secretaria de Governo (Segov), passa à presidência da empresa Maranhão Parcerias. A Maranhão Parcerias (Mapa) é a transformação da antiga Empresa Maranhense de Recursos Humanos e Negócios Públicos (Emarhp).

A nova instituição mantém a estrutura física e inova com a ampliação das competências na celebração de parcerias com o setor privado. A Segov será coordenada por Diego Galdino, que estava à frente da Secma.

Comissão aprova texto-base da reforma da Previdência

Sessão para votação do parecer do relator sobre a Reforma da Previdência.

Agência Brasil

Os deputados que integram a comissão especial da reforma da Previdência (PEC 6/19) na Câmara dos Deputados aprovaram na tarde de hoje (4) o parecer do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). O placar foi 36 votos a favor e 13 contra o relatório.

Os parlamentares vão se debruçar agora sobre os 19 destaques de bancadas e 88 individuais com sugestões de mudanças ao texto-base.

Os deputados da base governista apontaram a necessidade de reformar a previdência para reverter o déficit no sistema de aposentadorias e pensões. Para os favoráveis à PEC, a reforma vai trazer de volta a geração de emprego e renda na economia brasileira.

De acordo com o líder do Podemos, deputado José Nelto (GO), a reforma é necessária para que o governo não atrase salários e aposentarias. “O país está quebrado, estados e municípios estão quebrados e agora a iniciativa privada está indo para a quebradeira”.

A oposição considera que a reforma vai desmontar o sistema de previdência social e será mais dura com os mais pobres. Segundo o líder do PSOL, deputado Ivan Valente (SP), a PEC vai afetar o sistema de proteção social, sobretudo de quem ganha até quatro salários mínimos.

Ivan Valente lembrou que o elevado desemprego e a grande informalidade no país dificultam a contribuição previdenciária dos trabalhadores. “Essa reforma é recessiva, vai tirar R$ 1 trilhão de circulação da economia brasileira. Não há consumo, o comércio e a indústria vão mal”.

Empresário comete suicídio em evento com governador e ministro

No evento, estavam o governador do Estado, Belivaldo Chagas, e o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque

Na manhã desta quinta-feira (4), em Sergipe, o evento Simpósio de Oportunidades: Novo Cenário da Cadeia do Gás Natural, foi cancelado após o empresário do setor de cerâmica, Sadi Gitz, se suicidar.

No evento, estavam o governador do Estado, Belivaldo Chagas, e o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Gitz estava na plateia e, após o pronunciamento do governador, ele sacou uma arma e atirou contra si. O governo do Estado de Sergipe emitiu uma notalamentando o ocorrido com o empresário e confirmou o cancelamento do evento.

‘Não sei se permaneço como ministra’, diz Damares

Num seminário sobre adoção, a ministra afirmou ter feito uma reclamação dura ao governo Bolsonaro

Damares Alves disse durante o dia de ontem (3), ter ficado “muito triste” com uma lista que circulou no Congresso e excluía sua pasta (Mulher, Família e Direitos Humanos) das prioritárias para receber recursos públicos, pelo Governo Federal.

Num seminário sobre adoção, a ministra afirmou ter feito uma reclamação dura ao governo Bolsonaro e acrescentou que isso poderia até lhe custar o cargo.

“Fui muito dura com quem fez a lista. Fui muito dura. Acho que os ministros não precisavam ter lido o que eu escrevi, mas eu escrevi com ira, muita ira… não sei se eu permaneço ministra depois do que eu escrevi hoje”, disse Damares, sem explicitar para quem teria feito as críticas.