Osmar Filho e Eliziane Gama firmam pacto pelo desenvolvimento de São Luís

Eliziane Gama elogiou a gestão de Osmar Filho à frente da Mesa Diretora da Câmara

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), recebeu, nesta sexta-feira (12), a visita da senadora Eliziane Gama (Cidadania). Na oportunidade, os parlamentares firmaram pacto com o objetivo de discutir os problemas da capital maranhense e atuar em parceria visando encontrar soluções para resolvê-los.

O vereador e a senadora, a partir de agora, trabalharão pautas comuns que serão discutidas, tanto no Palácio Pedro Neiva de Santana, quanto no Senado Federal. “Estabelecemos, a partir de agora, um diálogo permanente. Com o apoio do Osmar e demais vereadores, pautaremos temas relacionados à São Luís que serão levados para discussão no Senado Federal. Da mesma forma, a Câmara poderá nos ajudar muito tratando de assuntos que, hoje, estão em pauta em Brasília. A ideia é construir uma agenda positiva em favor da capital maranhense”, disse Eliziane, que estava acompanhada do seu marido, Inácio Cavalcante Melo.

Osmar Filho agradeceu o apoio da parlamentar, além de destacar a sua atuação em prol do Maranhão e seus municípios. De acordo com ele, somente através da união da classe política será possível desenvolver, de forma mais ágil, ações que beneficiem a cidade em todos os seus setores.

“Já estive no gabinete da senadora Eliziane, em Brasília, e fui muito bem recebido. Ela é uma política que ama o seu estado e que trabalha fortemente para beneficiá-lo. Hoje, selamos um pacto que, com toda certeza, gerará ótimos frutos para os ludovicenses”, afirmou o pedetista.

Eliziane Gama elogiou a gestão de Osmar Filho à frente da Mesa Diretora da Câmara. Segundo ela, o pedetista executa um trabalho elogiável, que aproximou, de fato, o Poder Legislativo Municipal da população. “O Osmar é um jovem político que, com maestria, vem conduzindo à Câmara Municipal. Ele unificou a Casa e trouxe para o debate os temas que verdadeiramente são de interesse do povo de São Luís”, disse.

Ministério da Educação quer criar 108 escolas cívico-militares até 2023

Com sete meses do governo Jair Bolsonaro, foi a primeira vez que a pasta apresentou um plano de ações

O Ministério da Educação pretende criar 108 escolas cívico-militares até 2023. A promessa está prevista no Compromisso Nacional pela Educação Básica, documento apresentado, em Brasília.

Com sete meses do governo Jair Bolsonaro, foi a primeira vez que a pasta apresentou um plano de ações, que inclui construir creches, recursos para a reforma do ensino médio e ampliar o total de escolas cívico-militares.

A pasta promete dar celeridade à conclusão de mais de 4 mil creches até 2022; conectar 6,5 mil escolas rurais por meio de satélite em banda larga em todos os estados; e ofertar cursos de ensino a distância para melhorar a formação de professores, até 2020, entre outras ações. O documento reúne ações que estão sendo planejadas para serem implementadas até o fim do atual governo.

Osmar Filho e Eliziane Gama debatem ações para São Luís

A líder do Cidadania no Senado iniciou visitas de cortesia a autoridades maranhenses que serão feitas durante o recesso do Senado para levantamento de pautas

Nesta sexta-feira (11), a senadora Eliziane Gama (Cidadania) realizou uma visita de cortesia ao presidente da Câmara de Vereadores de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT).

A líder do Cidadania no Senado iniciou visitas de cortesia a autoridades maranhenses que serão feitas durante o recesso do Senado para levantamento de pautas importantes para o Maranhão e que serão debatidas segundo semestre legislativo.

“Na próxima semana, o Senado entrará em recesso, e neste primeiro momento com a visita, hoje, à Câmara de São Luís, aproveitaremos para colher ideias e saber mais das necessidades a fim de elaborarmos uma pauta voltada para a cidade”, afirmou Eliziane Gama.

Para o presidente Osmar Filho, a visita da senadora demonstra interesse pelo contato cada vez mais próximo, não somente das autoridades e órgãos, mas dos cidadãos maranhenses.

“Eliziane tem representado muito bem o no Estado na Câmara Alta. Fico muito feliz com sua presença, onde podemos tratar dos assuntos mais urgentes para melhorias da cidade e assim fazer os devidos encaminhamentos para p Senado”, destacou vereador Osmar Filho.

PDT estuda punição aos deputados que votaram pela reforma da Previdência

Além de Gil Cutrim, outros sete pedetistas votaram a favor do texto-base da reforma

Apesar de ter anunciado a intenção de expulsar quem votou a favor da reforma da Previdência, líderes do PDT já discutem penas alternativas contra os outros oito deputados que apoiaram as mudanças nas regras da aposentadoria, entre eles o deputado federal maranhense, Gil Cutrim.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, admitiu o recuo a aliados em conversas informais feitas após a votação e durante a quinta-feira (11). Os dirigentes do PDT avaliam, contudo, que é necessário a abertura de um processo disciplinar “para dar exemplo”, mas que a expulsão da sigla não seria de interesse da legenda.

Um grupo ligado a Lupi quer uma advertência pública aos parlamentares infiéis. Na Câmara, os deputados que votaram contra a reforma pedem que os infiéis percam “espaço político” na Casa e na legenda. O principal alvo da bancada é a deputada Tabata Amaral. Os parlamentares querem ela fora da vice-liderança da legenda e das comissões, como Educação.

Além de Gil Cutrim, outros sete pedetistas votaram a favor do texto-base da reforma: Alex Santana (BA), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA), Jesus Sérgio (AC), Marlon Santos (RS), Silvia Cristina (RO), Subtenente Gonzaga (MG) e Tabata Amaral (SP).

Os dirigentes avaliam que a expulsão não garantiria o mandato ao partido, impactando na representação da legenda na Câmara e sua participação no fundo partidário. A avaliação é que há entendimento no Tribunal Superior Eleitoral garantindo o parlamentar o mandato em caso de expulsão da agremiação.

Bolsonaro convida filho para assumir embaixada nos EUA; Eduardo diz que ‘aceita’ missão

O cargo de embaixador em Washington está vago desde abril, quando o diplomata Sérgio Amaral deixou o posto

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que convidou um de seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para assumir a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos. A decisão, segundo o presidente, depende apenas do “sim” de Eduardo, que estuda a possibilidade de ter que renunciar ao mandato parlamentar para assumir a função de embaixador. A missão, contudo, já foi analisada por Eduardo, que afirmou à reportagem que “aceita” o posto dada pelo pai.

“Imagina o filho do Macri (Maurício Macri, presidente da Argentina) aqui (no Brasil) como embaixador da Argentina. Teria tratamento diferenciado. Está no meu radar, sim, e, no meu entender, poderia ser uma pessoa adequada e daria conta em Washington”, declarou Bolsonaro aos jornalistas em uma entrevista coletiva concedida ao final da solenidade de posse do novo diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

Segundo Bolsonaro, “não é fácil a decisão para Eduardo eventualmente ter que deixar o mandato para assumir a Embaixada dos EUA”. O presidente afirmou que ainda não está claro se ele realmente seria obrigado a deixar a função que ocupa no Congresso, mas disse que, se confirmado, isso seria um “complicador”. Ele disse, ainda, que não pode influenciar a escolha do filho e que Eduardo terá que fazer a escolha sozinho.

Eduardo afirmou que aceitaria o cargo de embaixador em Washington caso seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, o escolhesse. “Eu aceitaria qualquer missão que o presidente Bolsonaro me der e tentarei desempenhar da melhor maneira possível”, afirmou.

O cargo de embaixador em Washington está vago desde abril, quando o diplomata Sérgio Amaral deixou o posto. Desde que seu pai foi eleito, Eduardo tem atuado como uma espécie de embaixador informal do governo. Acompanhou o pai nas viagens e chegou a substituir o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em reunião com o presidente americano, Donald Trump, na Casa Branca.