Maranhão apresenta 2º melhor saldo de empregos do Nordeste no primeiro semestre de 2019

No primeiro semestre de 2019, foram gerados mais de 5,6 mil contratações no Maranhão

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) divulgou, nesta terça-feira (30), a Nota do Mercado de Trabalho referente ao mês de junho de 2019, a partir de dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged).

No que se refere ao resultado do primeiro semestre de 2019, os dados apontam que foram registradas 5,6 mil contratações líquidas no Maranhão. Em relação à distribuição setorial, o setor de Serviços apresentou o maior saldo de contratações no acumulado do ano, principalmente no segmento de Atividades de Apoio à Gestão de Saúde.

“Outros setores que se destacaram, no acumulado dos seis primeiros meses do ano, foram a Indústria de Transformação e Agropecuária. Na Indústria de Transformação, o subsetor Indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários e perfumaria sobressaiu-se em relação as demais, devido a atividade de Fabricação de álcool”, analisa o presidente do Imesc, Dionatan Carvalho.

Seguindo a metodologia do SEBRAE, as Micro e Pequenas Empresas (MPE) foram responsáveis pela geração de 8,3 mil empregos formais no Maranhão, no acumulado de janeiro a junho de 2019, uma variação de 82,9% em relação ao mesmo período de 2018, puxada pelo setor de Serviços.

Em São Luís, o setor de Serviços manteve-se como maior gerador de postos de trabalho no primeiro semestre do ano, em virtude da atividade Apoio à Gestão de Saúde. A Construção Civil apresentou abertura de 641 postos de trabalho no mês, no qual a atividade Construção de Rodovias e Ferrovias respondeu por 286 destes.

Senador Weverton Rocha considera forte o nome de Osmar Filho para prefeitura da capital

Osmar Filho cada vez mais próximo de ser o nome do PDT para prefeitura de São Luís

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT), foi mencionado várias vezes durante entrevista concedida recentemente pelo presidente do PDT no Maranhão, o senador Weverton Rocha. Principalmente, quando as perguntas se voltaram à uma eventual disputa pela Prefeitura de São Luís, em 2020.

Segundo análise Weverton, Osmar Filho é um “dirigente jovem, um vereador que tem mostrado coragem de enfrentar os problemas e de dialogar com a comunidade. Sempre foi bem votado em São Luís e é um nome forte sim, para a disputa”, afirmou o parlamentar.

Osmar Filho segue recebendo declarações de apoio. O deputado federal Gil Cutrim já declarou apoio ao pré-candidato, além de, pelo menos, dez vereadores da capital, entre eles os vereadores Nato Júnior (PP), Barbara Soeiro (PSC) e Paulo Victor (PTC).

José Sarney participa de reunião do MDB de São Luís

O partido se prepara internamente para disputar as eleições da capital em 2020

O ex-presidente José Sarney participou de uma reunião do diretório municipal do MBD, em São Luís. O partido se prepara internamente para disputar as eleições da capital em 2020.

O partido pretende lançar de 30 a 40 candidatos a vereadores. O nome do ex-deputado federal, Victor Mendes, vem sendo debatido como um possível nome para a disputa pela prefeitura de São Luís.

Além da participação de José Sarney, também chamou atenção a presença do vereador de São Luís, Astro de Ogum, que busca uma legenda para disputar o cargo de prefeito ou vice-prefeito nas próximas eleições.

O presidente estadual do MDB no Maranhão, João Alberto, prometeu debater a possível candidatura de Astro pelo MDB.

IBGE: Desemprego recua para 12%

O segundo trimestre fechou com dois recordes na série histórica iniciada em 2012

O índice de desemprego no Brasil caiu de 12,7%, no primeiro trimestre do ano, para 12%, no trimestre de abril a junho, de acordo com a Pnad Contínua, divulgada nesta quarta-feira, 31, pelo IBGE. O segundo trimestre fechou com dois recordes na série histórica iniciada em 2012.

A boa notícia, no entanto, vem acompanhada de uma má: a população subocupada, aquela disponível para trabalhar mais horas, atingiu a marca de 7,4 milhões de pessoas e o número de trabalhadores por conta própria aumentou 1,6% e chegou a 24,1 milhões.

Foram preenchidas mais 294 mil vagas com carteira assinada, um aumento de 0,9% na comparação com o trimestre anterior, totalizando 33,2 milhões de trabalhadores com carteira. Por outro lado, a população sem carteira chegou a 11,5 milhões de empregados, um aumento de 3,4% nessa mesma comparação.

Deputados de PROS, PSB e Podemos são os que menos seguem orientações do partido em votações

O PROS tem a maior taxa de infidelidade no período

G1

Os deputados do PROS, do Podemos e do PSB foram os que menos seguiram as orientações das lideranças ou dos blocos partidários em votações nominais da Câmara. É o que aponta um levantamento do G1 com os dados de todas as votações nominais na Câmara dos Deputados de 1º de fevereiro a 12 de julho de 2019.

O PROS tem a maior taxa de infidelidade no período: 23,3% dos votos dos deputados da sigla foram diferentes da orientação do líder ou do bloco partidário. Em seguida, Podemos e PSB registram taxas de 19,6% e 19,1%, respectivamente.

Por outro lado, os partidos Novo, PCdoB e PSOL têm as menores taxas de infidelidade – ou seja, os deputados registram maior disciplina às orientações. No Novo, por exemplo, apenas um voto contrariou a indicação do líder. Os votos corresponderam à orientação em 99,9% (Novo), 97,7% (PCdoB) e 95,9% (PSOL) das situações.

O levantamento do G1 analisou também o posicionamento dos deputados de acordo com as orientações do governo. PSOL, PT e PCdoB foram os partidos que tiveram posicionamentos mais divergentes em relação às orientações do Palácio do Planalto.

A bancada do PSOL se manifestou de forma igual ao Planalto em 144 dos 905 votos dos deputados no plenário da Câmara. É a menor taxa de governismo nos seis meses de atividade (15,9%). Em seguida, o PT e o PCdoB registraram, respectivamente, taxas de 18,4% e 22,5%.

As bancadas de PSL, Novo e PSDB têm as maiores taxas de governismo. O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, aderiu às orientações do governo em 94,2% dos votos. Os deputados do Novo votaram com o governo em 90,9% dos votos; o PSDB, em 88,3%.