G7 quer ajudar países atingidos por incêndios na Amazônia, diz Macron

As imagens da floresta amazônica em chamas provocaram uma comoção global e impulsionaram o assunto na agenda das discussões do G7

Os países do G7, reunidos em uma cúpula no sul da França, concordaram em ajudar os países afetados pelos incêndios que assolam a Amazônia “o mais rápido possível”, anunciou neste domingo, 25, o presidente francês, Emmanuel Macron.

“Há uma convergência real para dizer que todos concordamos em ajudar os países afetados por esses incêndios o mais rápido possível”, disse Macron, anfitrião da cúpula de países industrializados na cidade de Biarritz.

Diante dos pedidos de ajuda, lançados em particular pela Colômbia, “nós devemos estar presentes”, disse Macron, que criticou duramente na sexta-feira a “inação” do presidente brasileiro Jair Bolsonaro no combate a este desastre ambiental.

As imagens da floresta amazônica em chamas provocaram uma comoção global e impulsionaram o assunto na agenda das discussões do G7, apesar da relutância inicial do Brasil por não estar presente na cúpula de Biarritz.

Emmanuel Macron informou neste domingo contatos em andamento “com todos os países da Amazônia (…) para que possamos finalizar compromissos muito concretos de recursos técnicos e financeiros”.

“Estamos trabalhando em um mecanismo de mobilização internacional para ajudar esses países com mais eficiência”, disse o chefe de Estado.

Quanto à questão de longo prazo do reflorestamento na Amazônia, “várias sensibilidades foram expressas em torno da mesa”, acrescentou Macron, enfatizando o compromisso dos países com a soberania nacional.

Maranhão mantém alta de geração de emprego

Os dados do Caged mostram que, referente aos primeiros setes meses de 2019, foram registradas 6,1 mil contratações líquidas no Maranhão, saldo decorrente de 94.386 admissões e 88.277 demissões

Mesmo em um período onde o país ainda apresenta um cenário de crise econômica e política, o Maranhão mostra sinais de que está ‘remando contra a correnteza’ e mantém a alta na geração de empregos formais no ano de 2019. Apresentando um bom equilíbrio entre o número de admissões e demissões, o Estado registra um saldo positivo de mais de 6 mil novos postos de trabalho no ano.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados sexta-feira (23), mostram que, referente aos primeiros setes meses de 2019, foram registradas 6,1 mil contratações líquidas no Maranhão, saldo decorrente de 94.386 admissões e 88.277 demissões. Em relação à distribuição setorial, o setor de Serviços apresentou o maior saldo de contratações no acumulado do ano, com 6,4 mil novos postos de trabalho.

Além do setor de Serviços, mais três contrataram mais do que demitiram, de janeiro a julho de 2019. O saldo ficou positivo ainda nos setores de Indústria de Transformação, com 800 novas contratações, Agropecuária, com 501 novas vagas e Extrativa Mineral, com a abertura de 41 novos postos de trabalho. E negativo, nos setores da Construção Civil, Serviços Industriais de Utilidade Pública, Comércio e Administração Pública.

Os dados do Caged apontam que pelo segundo mês consecutivo, o emprego formal cresceu no Maranhão. Os números revelam que, em julho, houve abertura de vagas em seis dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados foi registrado na Construção Civil, com saldo de 656 contratações. Tiveram registro de novas vagas, também, os setores do Comércio, Extrativa Mineral, Agropecuária, Administração Pública e Serviços Industriais de Utilidade Pública. Serviços e Indústria de Transformação foram os únicos setores que demitiram no período.

Mais uma mostra de que o Maranhão caminha na contramão do cenário de crise e estagnação econômica, é a queda no desemprego no estado, no 2º trimestre de 2019, apontada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa divulgada esse mês. A taxa de desemprego média no estado recuou para 14,6% no 2º trimestre, ante 16,3% no 1º trimestre, representando uma queda de 1,7 pontos percentuais.