Azul e LATAM confirmam novos voos para Imperatriz e São Luís

Empresas aproveitam o aumento no fluxo de passageiros para o Maranhão

Companhias aéreas confirmam incremento na malha aérea maranhense. A partir de fevereiro, a Azul passará a oferecer voo na madrugada aos sábados e domingos na rota São Luís-Imperatriz, tornando esse trecho diário, além de um upgrade de aeronave que antes era EMBRAER 195 e passará a ser um Airbus 320.

Já a partir de 3 de fevereiro, a Azul vai oferecer novos voos nas rotas Belo Horizonte-São Luís (um a mais aos sábados, tornando esse voo diário), Imperatriz-São Luís (um a mais aos domingos, tornando esse voo diário), e São Luís-Teresina (dois a mais, um aos sábados e outro aos domingos, tornando esse voo diário).

Já a LATAM, na rota Guarulhos-Imperatriz, a partir de 29 de março a ampliação será de 7 para 14 frequências semanais nesse trecho. Os horários passarão a ser às 22h com saída de SP e 1h chegada no MA e o segundo voo com decolagem às 4h05 e 7h05 chegada em Imperatriz.

Entre 20 de dezembro e 2 de fevereiro, a Azul está operando três voos semanais diretos de Campinas para São Luís, às terças e quartas-feiras. A aeronave é o Airbus A320NEO e decola às 7h50 de Campinas, chegando às 11h10. A operação da volta decola às 11h50 e chega 15h15 em SP.

Em 2018 o número de embarques e desembarques foi de 1.598.004 milhão de passageiros. Durante 2019 o fluxo já ultrapassou 1.521.166 (janeiro a novembro), de acordo com dados da Infraero.

Sem embargo: obras da Avenida Litorânea seguem cronograma de execução

A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos afirma que não foi notificada de nenhum embargo na obra do prolongamento da Litorânea

A obra do prolongamento da Avenida Litorânea, em São Luís, segue normalmente cronograma de execução e será entregue para a população maranhense no primeiro semestre de 2020.

A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) afirma que não foi notificada de nenhum embargo na obra do prolongamento da Litorânea por parte da Superintendência de Patrimônio da União (SPU).

A MOB já oficiou a SPU solicitando nova autorização e, após cumprimento de todas as formalidades necessárias, nova Portaria será publicada.

BRT

O Ônibus de Trânsito Rápido (BRT) vai inaugurar um novo modelo de transporte público no Maranhão.

A obra compreende dois lotes. O lote 01 abrange o prolongamento da Avenida Litorânea em 1.800 metros, requalificação da Avenida São Carlos, requalificação da Avenida Litorânea da Foz do Rio Pimenta à Foz do Rio Calhau e a requalificação da Avenida Colares Moreira até a Rotatória do Calhau.

O segundo lote corresponde à requalificação da Avenida dos Holandeses e a rua Búzios. Com 13,5 quilômetros de intervenção, inicia na Avenida Atlântica, no Araçagi e finaliza na Rotatória do Calhau.

Sarney reabre velha polêmica entre Maranhão e Pará

Sarney reabriu a velha polêmica entre Maranhão e Pará sobre o escoamento do minério de Carajás. Foto: Pedro França/Agência Senado

O artigo publicado no fim de semana pelo ex-presidente José Sarney no site “Os Divergentes” reabriu a velha polêmica entre Maranhão e Pará sobre o escoamento do minério de Carajás. A título de reminiscência, Sarney celebra vitória pessoal na verdadeira guerra entre os Estados. Como o Pará não tinha porto com calado necessário para escoar o minério de ferro, defendia o uso da via fluvial. “Foi aí que o Maranhão entrou na história oferecendo a solução ferroviária da construção da Estrada de Ferro de Carajás até Itaqui, porto que teria capacidade de receber graneleiros de até 400.000 toneladas, o que acontece hoje”, escreveu.

Porto

O imortal da Academia Brasileira de Letras rememora reunião de bancadas com o então presidente Médici. Na ocasião, o deputado paraense Epílogo de Campos defendeu que o Pará tinha direito. “Direito tem, o que não tem é porto”, teria dito Médici. Em seguida, revela o pulo do gato: construiu Itaqui já de olho no escoamento da produção de Carajás. “Para isso lutei com todas as forças, tendo o apoio decisivo do ministro Andreazza, do presidente da Vale, Eliezer Batista e de Vicente Fialho”, detalha. “Foi uma guerra. Lutei e finalmente vencemos. O Maranhão conquistou Carajás”.

Círio

No artigo Sarney conta ainda que veio a Belém logo após a decisão do governo falar na Associação Comercial, a fim de pacificar a situação. Conta que um de seus auxiliares ouvira conversa de dois empresários paraenses. “O Sarney, com essa conversa, se não abrirmos os olhos, termina levando o Círio de Belém para S. Luís”, teria dito um dos interlocutores. Por fim, declara apreço ao Pará, que, segundo ele, lucrou também com o empreendimento. Não mais que o Maranhão, que, sem Carajás, não teria as perspectivas que hoje tem – 3º porto do Brasil. (Diário Online).