Em rede nacional, Bolsonaro critica fechamento de escolas e comércio e compara coronavírus a ‘resfriadinho’

Ele ainda criticou o fechamento de escolas e disse que raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade contaminadas por contaminadas por coronavírus.

O presidente Jair Bolsonaro criticou, em pronunciamento em rede nacional na noite desta terça-feira (24), o fechamento de escolas e comércios. Ele ainda comparou a contaminação por coronavírus a uma “gripezinha” ou “resfriadinho”.

Durante o pronunciamento, o presidente afirmou que com a chegada do vírus foi necessário e, ao mesmo tempo, traçar estratégias para salvar vidas e evitar o desemprego em massa”

O presidente afirmou ainda que grande parte parte dos meios de comunicação foram na contramão dessas ideias.

“Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália. Um país com grande número de idosos e com um clima totalmente diferente do nosso. O cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo nosso país”, disse Bolsonaro.

Ele disse que parte da imprensa mudou sua linha editorial de ontem para hoje e passou a pedir “paz e tranquilidade”.

“Devemos sim voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada. A proibição de transportes, o fechamento de comércio e o confinamento em massa”, disse.

Ele ainda criticou o fechamento de escolas e disse que raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade contaminadas por contaminadas por coronavírus.

“O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos sim voltar a normalidade. Deve abandonar conceito de terra arrasada. Confinamento em massa”, disse o presidente.

Bolsonaro disse ainda que devido ao “histórico de atleta” dele, caso fosse contaminado pelo coronavírus, nada sentiria ou “seria acometido de uma ‘gripezinha’ ou ‘resfriadinho'”.

850 mil maranhenses terão contas de água zeradas por 2 meses

A medida faz parte do plano de combate ao coronavírus (Covid-19) e foi editada no decreto nº 35.679, assinado pelo governador Flávio Dino.

Cerca de 850 mil clientes da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) terão tarifa zero para água nos próximos dois meses. A medida faz parte do plano de combate ao coronavírus (Covid-19) e foi editada no decreto nº 35.679, assinado pelo governador Flávio Dino.

O decreto dispõe que, até 23 de maio, ficam isentas de fatura clientes pessoa física cujo consumo é de até 10 m³ (dez metros cúbicos) por mês de água e esgoto, pessoas que integram o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e são residentes em município do Programa Mais IDH e pessoa jurídica em regime de condomínio inserido na Faixa I do Programa Minha Casa Minha Vida.

“A isenção atinge os que mais precisam. São 850 mil pessoas que serão beneficiadas em todos os municípios em que a Caema atua. Essa medida e mais as 200 mil pessoas já beneficiadas pela gratuidade do Programa ‘Viva Água’, somam mais de 1 milhão de maranhenses assistidos pelo Governo do Maranhão”, garantiu André dos Santos Paula, diretor-presidente da Companhia.

De acordo com André Paula, essa é uma medida humanitária, para amenizar os efeitos da crise sanitária nas camadas mais carentes da população. “Não podemos abrir mão da arrecadação daqueles que possuem alguma condição. Neste sentido, pagar as contas de serviços essenciais como a água, também é um ato de solidariedade para garantir os serviços essenciais à população”, disse.

Olimpíada de Tóquio é adiada para 2021

Essa é a primeira vez na história dos Jogos Olímpicos de verão que o evento é adiado

Depois de muitos pedidos e revolta de atletas pela demora de um posicionamento do Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio em meio à pandemia de coronavírus, o governo japonês e a entidade entraram em acordo para adiar a Olimpíada e a Paralimpíada. A cerimônia de abertura olímpica estava marcada para o dia 24 de julho, enquanto o evento paraolímpico começaria em 25 de agosto. Uma nova data de abertura ainda não foi definida, mas o anúncio, feito hoje (24) após videoconferência entre as autoridades japonesas e membros do COI, fala em 2021.

Essa é a primeira vez na história dos Jogos Olímpicos de verão que o evento é adiado. Em outras ocasiões, por causa das duas Guerras Mundiais, a competição foi cancelada: 1916, 1940 e 1944. Em 1940, inclusive, os Jogos estavam marcados para Tóquio. Os Jogos Olímpicos de inverno, porém, já passaram por isso: nos anos 1990, o COI adiou o evento de 1992 para 1994, para evitar dois grandes eventos no mesmo ano — as duas Olimpíadas eram realizadas no mesmo ano desde 1924.

Nem mesmo em meio a acontecimentos graves o evento parou. Em 1972, por exemplo, os Jogos de Munique seguiram apesar do atentado que matou 11 membros da delegação israelense dentro da Vila Olímpica alemã. Em 1996, um atentado à bomba em Atlanta matou duas pessoas e feriu 100, mas as Olimpíadas foram concluídas nos EUA.

O Comitê Olímpico Internacional soltou uma nota explicando que ainda não há uma data definida para a volta dos Jogos, mas que o evento deve acontecer até o verão de 2021 no Hemisfério Norte (que começa no final de junho) e manterão o nome Tóquio-2020. “O Presidente do COI e o primeiro ministro do Japão concluíram que os Jogos de Tóquio devem ser remarcados para uma data posterior a 2020, mas o mais tardar no verão de 2021, para proteger a saúde dos atletas, todos envolvidos nos Jogos Olímpicos e a comunidade internacional”, diz o comunicado do Comitê Olímpico Internacional.

Governo do Maranhão reduz imposto do álcool em gel, luvas e máscaras médicas

A Medida Provisória será votada na Assembleia Legislativa, mas já está valendo.

O governador Flávio Dino editou Medida Provisória para diminuir o imposto do álcool em gel no Maranhão. A medida reduz de 18% para 12% o ICMS que incide sobre o produto. 

Trata-se de mais uma medida de prevenção e combate ao novo coronavírus (Covid-19). A redução também vale para o álcool 70%, encontrado em supermercados e farmácias. 

A redução do imposto vale até 31 de julho deste ano. Ambos os produtos foram inseridos como itens da cesta básica, o que permitiu a diminuição do ICMS para 12%. 

A MP também determina a redução do ICMS sobre luvas médicas, máscaras médicas e insumos para fabricar álcool em gel.

A Medida Provisória será votada na Assembleia Legislativa, mas já está valendo. 

O Governo do Estado não tem o poder, sozinho, de zerar a alíquota do ICMS sobre o álcool em gel. Para isso, seria preciso uma autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária – algo que não ocorreu.