Após polêmica, YouTube reativa live de Manoel “Caneta Azul” que desbancou famosos

Após ter sido retirada do ar sem nenhuma notificação, a live do cantor e compositor popular, Manoel Gomes “Caneta Azul”, foi reativada pelo Youtube na tarde deste sábado (06) em seu canal oficial “JoabManoelCanetaAzul”.

Porém, a assessoria jurídica do cantor já avisou que vai ingressar na Justiça, exigindo a volta da qualidade do vídeo em HD, a monetização e a regularização do cantador de visualizações. Eles alegam que o artista foi prejudicado e vão exigir todos os direitos., já que retornaram a live em baixa resolução e com todos os problemas citados.

O músico havia alcançado a marca extraordinária de 2,5 milhões em dois dias e obteve 1,5 milhões de acessos simultâneos no último domingo (31), quando foi realizada, deixando para trás artistas consagrados como Claudia Leitte, Paula Fernandes, Alcione, Leo Santana e Zeca Baleiro, só para citar alguns.

Com apenas R$ 3.500 de investimentos, a live do Caneta Azul arrecadou recursos para compra de cestas básicas a Balsas, município onde nasceu o cantor, além de ajudar instituições como o Hospital Aldenora Bello e a Escola de Cegos do Maranhão.

A live do humilde artista, que explodiu na internet após viralização de um vídeo da “Caneta Azul”, chegou a bater recorde mundial no dia em que foi realizada e despertou atenção de quem achou que não iria ter audiência.

No repertório da live, músicas simples do cantor, com a produção de Joab Leonardo, participação de Bumba-meu-Boi do Maranhão e convidados..

“Estamos completando 12 hospitais inaugurados em 80 dias”, destaca Dino


Em 3 de abril, há dois meses, o Maranhão abria o primeiro hospital exclusivo para o combate ao coronavírus no Brasil. Era o HCI, na capital, que continua funcionando até hoje. Desde então, foram mais seis novos hospitais entregues para tratar a doença. E mais cinco começam a funcionar nos próximos dias.

Governador Flávio Dino

Em 80 dias, serão 12 hospitais entregues pelo Governo do Maranhão para o combate à pandemia.

“Observo os nossos números todos os dias, várias vezes ao dia. Busco sempre as melhores decisões possíveis. Estamos completando 12 hospitais inaugurados em 80 dias, com centenas de novos leitos. Temos ainda uma longa batalha, mas venceremos o coronavírus”, afirmou o governador Flávio Dino.

A conta fica ainda maior se forem incluídos os ambulatórios abertos exclusivamente para pacientes com Covid-19. São cinco entregues pelo Governo do Estado, em São Luís, Imperatriz, Santa Inês, Chapadinha e Pinheiro. Em Bacabal, outro ambulatório foi entregue em parceria com a prefeitura.

Os ambulatórios não são locais para internação, e sim para tratamento de pacientes com sintomas leves, a fim de evitar que eles sejam internados.

Novos hospitais

Os novos hospitais já entregues pelo Estado são o Hospital de Cuidados Intensivos (HCI), Dr. Genésio Rêgo. Dr. Raimundo Lima, hospital de campanha de São Luís, hospital de campanha de Açailândia, hospital de campanha de Santa Inês e a UPA de Paço Lumiar.

A lista do que já foram abertos também incluem o Hospital Real e a Clínica São José, na capital, mas, neste caso, foram alugados.

Os cinco que virão nos próximos dias são o Hospital de Lago da Pedra, o de Santa Luzia do Paruá, o de Viana, o de Pedreiras e do Colinas.

As unidades já entregues fizeram o total de leitos aumentar de 232 para 1.680 em 50 dias. É uma média de 29 novos leitos por dia. Ou mais de um por hora. Esse cálculo não leva em conta as redes municipais ou particulares. Apenas a estadual.

Ocupação

A ampliação dos leitos conseguiu evitar o colapso do atendimento nos hospitais públicos. Mesmo com a crescente curva de novos casos de coronavírus, a oferta não chegou ao limite.

Em São Luís, por exemplo, apenas 26% dos leitos clínicos estão ocupados. Nos de UTI, a ocupação é de 93%, em boa parte porque a capital passou a receber pacientes de outras cidades. Ou seja, a expansão de leitos na Ilha também impactou positivamente outros municípios.

Em Imperatriz, onde a ocupação dos leitos já tinha chegado na casa dos 100%, houve alívio. Dos leitos de UTI, 76% estão ocupados; e dos de enfermaria, 90%.

Nas demais cidade, onde a pandemia também se expande, a ocupação é de 75% nos leitos de UTI e 83% nos clínicos.