Macrodrenagem da região do Santa Bárbara, executada por Edivaldo, vai beneficiar mais de 30 bairros

O prefeito Edivaldo Holanda Junior está executando uma obra complexa para a implantação de 12 km de rede de drenagem profunda e 20 km de asfalto

Há décadas o acesso a bairros da zona rural de São Luís é precário por causa da falta de infraestrutura viária nas localidades. No período de chuvas a situação piora porque sem rede de drenagem as vias alagam e os moradores acabam praticamente isolados, problema que já está sendo resolvido.

O prefeito Edivaldo Holanda Junior está executando uma obra complexa para a implantação de 12 km de rede de drenagem profunda e 20 km de asfalto na região do Santa Bárbara. Os serviços já estão acelerados em avenidas como São Jerônimo, da Saudade, São Raimundo e Militar.

Quando for concluída, mais de 30 bairros da região serão beneficiados como Cajupe, Santa Bárbara, São Raimundo, Vila Romário, Tajaçuaba, Mato Grosso, Vila Vitória entre outros, transformando a vida de cerca de 60 mil moradores.

As obras ainda estão em andamento, mas pela grandiosidade dos serviços que estão sendo executados já se pode dizer que a situação retratada na primeira imagem é coisa do passado.

“Precisamos agir rápido, enquanto há tempo”, afirma Flávio Dino em artigo

O presidente da República está preso a agendas pessoais e de graves confusões familiares, o que é profundamente lamentável

Vivemos um momento em que acumulam-se, como que em camadas, vários problemas. É uma esquina histórica que exige muito discernimento quanto aos caminhos a trilhar. Destaco a percepção de três dimensões que nos exigem urgente atenção.

Em primeira dimensão, temos as circunstâncias atinentes à luta pela vida dos brasileiros. Por mais óbvias que pareçam a crise sanitária que enfrentamos e a necessidade de envidar esforços a favor da vida humana, são assuntos que precisam ser sublinhados, porque há uma espécie de naturalização exercida todos os dias por alguns irresponsáveis. De palavras como “gripezinha” até reações de desprezo ante milhares de vidas perdidas, são comportamentos que tentam reduzir a relevância do incontestável problema. E lembro que teremos um convívio prolongado com esse terrível tipo de coronavírus.

Em segundo lugar, realço a dimensão política, que precisa encarregar-se da proteção à democracia e à liberdade. Todos nós precisamos estar alertas, pois os temas institucionais não interessam apenas aos políticos, mas sim a toda sociedade. Sem liberdades não há respeito e ampliação de direitos.

Por último, elenco a dimensão econômica e social. A pandemia do coronavírus chegou ao Brasil em um momento de recessão e agora estamos no limiar de uma depressão econômica, em que começamos a identificar os sinais terríveis que isto representa ao povo brasileiro: desemprego, PIB com provável queda de 8%, desorganização das cadeias de oferta e demanda, política de crédito que não chega efetivamente às milhares de micro e pequenas empresas que realmente precisam. Um cenário de caos generalizado, diante do qual o governo parece desejar insistir no mito da “austeridade expansionista”.

O caminho que defendo é de um tripé baseado no conceito de desenvolvimento, com benefícios coletivos: 1) incentivo a obras públicas; 2) políticas sociais efetivas; e 3) concessão de crédito rápido e barato. São tarefas emergenciais, que devem ser financiadas com a expansão da base monetária via aquisição de títulos do Tesouro pelo Banco Central, até alterando o artigo 164 da Constituição Federal, se necessário fosse.

Precisamos agir rápido, enquanto há tempo. O presidente da República está preso a agendas pessoais e de graves confusões familiares, o que é profundamente lamentável. Lutemos todos para mudar essa situação e colocar o Brasil no rumo certo.

Preço da gasolina e do diesel vendidos nas refinarias aumenta

Essa é a terceira vez que a gasolina tem o preço reajustado em junho.

O preço da gasolina vendida nas refinarias da Petrobras foi reajustado em 5% na média. O anúncio foi feito pela companhia que também divulgou aumento médio de 8% para o diesel vendido às distribuidoras a partir dessas refinarias.

Essa é a terceira vez que a gasolina tem o preço reajustado em junho. O primeiro foi no dia 1º e o segundo no dia 9. De acordo com a Petrobras, o produto abastece, atualmente, cerca de 60% dos veículos de passeio no Brasil.

Já o diesel tem a primeira alta do mês. O anterior tinha sido no dia 27 de maio. Segundo a Petrobras, o consumo de diesel automotivo se restringe basicamente ao setor agrícola e de transporte rodoviário, setores de extrema importância para a economia do país.

Com o aumento de 8%, que representa R$ 0,12 por litro, o preço médio do diesel da Petrobras para as distribuidoras passou a ser de R$ 1,63 por litro. No acumulado do ano, a redução do preço é de 30,2%.

PIB recua 6,1% no trimestre encerrado em abril, diz FGV

Segundo o coordenador da pesquisa, Claudio Considera, muitos setores sentiram o impacto da pandemia da Covid-19.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve queda de 6,1% no trimestre encerrado em abril deste ano, na comparação com o trimestre finalizado em janeiro.

O dado é do Monitor do PIB, divulgado hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Segundo a FGV, nesse período, apenas a agropecuária teve crescimento (1,9%).

A indústria e os serviços anotaram quedas. A indústria recuou 9,1%, com destaque para a indústria da transformação, que caiu 12,5%. Já os serviços diminuíram 10,7%. As maiores perdas foram observadas nos outros serviços, que diminuíram 22,1%.

Nessa categoria, se enquadram setores como alimentação fora de casa, alojamento e serviços domésticos, entre outros.

Segundo o coordenador da pesquisa, Claudio Considera, esses setores foram os que mais sentiram o impacto da covid-19. Na comparação com o trimestre encerrado em abril de 2019, a queda chegou a 4,9%. Considerando-se apenas o mês de abril, a retração foi ainda maior: -9,3% na comparação com março deste ano e -13,5% na comparação com abril do ano passado.