Renato Feder rejeita convite para ser ministro da Educação

Neste sábado (4), o G1 informou que Bolsonaro havia segurado a indicação de Feder após repercussão negativa que o nome teve entre apoiadores de grupos ideológicos e evangélicos.

O secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, publicou mensagem neste domingo (5) na qual afirma ter recusado convite do presidente Jair Bolsonaro para ser o novo ministro da Educação.

Neste sábado (4), o G1 informou que Bolsonaro havia segurado a indicação de Feder após repercussão negativa que o nome teve entre apoiadores de grupos ideológicos e evangélicos.

“Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação”, escreveu Feder em uma rede social.

Neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro, diante das críticas ao nome de Feder, decidiu procurar outra pessoa para o Ministério da Educação.

Feder é o atual secretário de Educação do Paraná. Ele era um dos cotados para o MEC quando o ex-ministro Abraham Weintraub deixou o governo, no fim de junho. Mas Bolsonaro acabou escolhendo o professor Carlos Decotelli, que pediu demissão antes mesmo de tomar posse, em razão da descoberta de informações falsas em seu currículo.

Feder é formado em administração, tem mestrado em economia e já dirigiu escolas. Contando com Decotelli, Feder seria o quarto ministro da Educação no governo Bolsonaro.

Em 100 dias, Maranhão recebe reforço na infraestrutura, amplia rede hospitalar e minimiza impactos da crise

Além da ampliação de leitos dos hospitais macrorregionais em vários municípios do estado, cidades como Santa Luzia do Paruá, Viana, Coroatá, Lago da Pedra e São Luís receberam novas unidades hospitalares

Nos últimos 100 dias, o Maranhão recebeu do Governo do Estado um reforço histórico na rede pública hospitalar. Medidas que estão ajudando no tratamento de pessoas com Covid-19 e mantêm o plano de descentralização da oferta de atendimento especializado em saúde pública. 

E apesar da pandemia, as principais obras de infraestrutura realizadas pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) continuam em execução, seguindo todos os protocolos de segurança. Os investimentos minimizam os impactos da crise sanitária com a manutenção de empregos e geração de renda para as famílias maranhenses. 

Além da ampliação de leitos dos hospitais macrorregionais em vários municípios do estado, cidades como Santa Luzia do Paruá, Viana, Coroatá, Lago da Pedra e São Luís receberam novas unidades hospitalares, que proporcionaram mais eficiência e conforto no atendimento aos pacientes com o novo coronavírus. 

Para o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, esse investimento é importante não só para atender os pacientes durante a pandemia, mas também para melhorar o atendimento, já que toda a estrutura ficará disponível para a população. “Nós temos obras entregues e em andamento, que servirão para o coronavírus hoje e, futuramente para outros usos da sociedade. Esse é um investimento histórico para o Maranhão”, afirmou.

Santa Luzia do Paruá, por exemplo, recebeu pela primeira vez um hospital com Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Com a nova unidade entregue, a população agora dispõe de melhores condições para ter um atendimento mais digno, graças à estrutura composta de 60 leitos de enfermaria, 10 leitos de UTI, exames de mamografia, laboratoriais, ultrassom e raio-X.

O Hospital Antônio Hadade, em Viana, é uma unidade ampla e moderna e atende a moradores da Baixada Maranhense. A unidade conta com 50 leitos, salas de cirurgias, salas de observação, de diagnóstico, exames, laboratório, sala vermelha e amarela, destinada a pacientes positivos para a Covid-19.

Zé Inácio sinaliza para cenário indefinido na eleição de São Luís

Pelo cenário ainda indefinido, o parlamentar reforça que seu partido, o PT, deve lançar candidatura própria na capital.

O deputado estadual Zé Inácio (PT) fez uma análise sobre os cenários das eleições para a Prefeitura de São Luís. De acordo com o parlamentar, a disputa ainda está incerta.

“Pesquisa do Instituto Prever sobre eleições em São Luís reforça entendimento que eu já havia tornado público: a eleição na capital continua indefinida. Na espontânea, um candidato lidera isolado com 18% e os demais não chegam nem a 4%; na estimulada, a maioria não chega a 10%”, escreveu o deputado.

Pelo cenário ainda indefinido, o parlamentar reforça que seu partido, o PT, deve lançar candidatura própria na capital.

“Por isso, reforçamos a nossa pré-candidatuta a prefeito pelo PT, diante do cenário de indefinição eleitoral em São Luís e a popularidade de Lula e do PT na capital, o que nos credencia na disputa. O caminho é pela esquerda”, escreveu o Zé Inácio.

Marcado para o dia 15 de novembro, o primeiro turno das eleições deve contar com, pelo menos, dez candidatos. Os nomes devem ser oficializados a partir as convenções de agosto.