Deputados criticam impasse na Segurança Pública do Maranhão

Deputados repudiaram a crise na Segurança Pública

Em sintonia, os deputados oposicionistas Bira do Pindaré (PT), Othelino Neto (PPS), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Marcelo Tavares (PPS), Raimundo Cutrim (PCdoB), em pronunciamentos feitos na sessão desta segunda-feira (14), repudiaram a crise que se instalou, desde a semana passada, no sistema público de segurança do Maranhão, envolvendo inclusive o sistema penitenciário, deixando a população em clima de total intranquilidade.
Eles foram categóricos ao afirmar que, tirados os excessos de algumas informações sobre arrastões pela cidade, o fato é que, na semana passada, São Luís viveu um clima de terror, o povo assustado, com medo, sem saber o que fazer diante desta situação. Os deputados também elogiaram a vinda da Força Nacional para o Maranhão, que, segundo eles, foi proposta da oposição.
“A oposição está sintonizada em procurar o melhor para a população do Estado do Maranhão e se precisar unir nossas forças, nesse momento, para derrotar essa onda de criminalidade, pode ter certeza que nós estaremos na ponta da lança para fazer com que os direitos da nossa população sejam respeitados”, disse Bira do Pindaré.
Othelino Neto ressaltou que ficou evidenciado que a população de São Luís se sente desprotegida e que as medidas tomadas pelo governo do Estado durante o final de semana, podiam ter sido tomadas bem antes. 

Já Rubens Pereira Júnior lembrou que o sistema carcerário do Maranhão é grave, mas o sistema de segurança também está falido. Faltam viaturas, o contingente é pequeno, a criminalidade só aumenta e, além disso, se junta preso provisório com preso definitivo. O grande problema, segundo ele, é que a governadora Roseana não percebeu que não se trata de uma guerra entre gangues.

Marcelo Tavares também foi enfático ao afirmar que a governadora Roseana Sarney perdeu o controle da situação e não fala nada. “Ela é a maior responsável por essa situação, porque não comanda esse péssimo governo que nós temos hoje no Estado”, frisou Marcelo Tavares, fazendo algumas considerações a respeito da segurança pública do Estado.
Na mesma linha, Raimundo Cutrim também considerou a situação muito grave. “Acho que é o momento da gente sentar, discutir e ver o que se pode fazer porque isso atinge a todos nós, não são só essas pessoas que estão segregadas, que estão morrendo. A nossa situação é gravíssima”, disse.

Com informações da Assembleia Legislativa

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