Programa de Fátima Bernardes aborda falta de médicos no Maranhão

Fátima quis saber sobre o caso de Imperatriz, onde
havia vaga para médico, com salário de R$ 30 mil,
e que não foi preenchida

O segundo tema abordado pelo programa “Encontro”, comandado pela jornalista Fátima Bernardes na Rede Globo, na manhã desta terça-feira (23), foi a falta de médicos no Brasil com destaque para o Maranhão que tem o menor índice de profissionais por habitante e onde uma vaga de pediatra intensivista, com salário de R$ 30 mil, ficou aberta por dois anos, sem que nenhum interessado aparecesse, provavelmente, por falta de estrutura de trabalho. 


O Governo Federal quer contratar especialistas estrangeiros para trabalhar no interior do Brasil, através do programa “Mais Médicos”, com o objetivo de amenizar o problema na rede pública, mas a categoria não aceita a proposta, alegando que não faltam médicos e, sim, estrutura de trabalho nos hospitais em geral, inclusive nos particulares. Na última segunda-feira (22), profissionais maranhenses deram as costas para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante evento em São Luís, como sinal de protesto.

População pena com falta de médicos – Mas isso é muito controverso. A verdade é que a população pena mesmo em longas filas e em dias de espera, às vezes até meses, por um médico especialista tanto no Maranhão como nos demais estados brasileiros. A realidade não condiz com as justificativas da categoria para evitar a contratação de profissionais estrangeiros.

Se existem médicos suficientes, onde eles estão? Por que a população sofre tanto para obter uma consulta na rede pública e até mesmo na particular? E por que médicos da rede pública, até mesmo nos hospitais de urgência e emergência, faltam ao trabalho com tanta constância, deixando pacientes na mão? São perguntas que os médicos, que tanto protestam contra a contratação de profissionais estrangeiros têm que responder, antes de qualquer coisa.  

Postagens relacionadas

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.