REAJUSTE DE VERBAS: Manoel Ribeiro reage à veiculação de matéria na Globo

Manoel Ribeiro disse que a Assembleia está sendo injustiçada

O deputado Manoel Ribeiro (PTB)  reagiu forte à veiculação da matéria sobre o reajuste das verbas parlamentares, nesta quinta-feira (18). Reiterou discurso do dia anterior, quando criticou perguntas que lhe foram feitas pela repórter da Mirante/Globo,  Ingrid Assis, e disse que não é de intimidar ninguém e quem nem atura ser intimidado.

Ribeiro disse que foi deputado na época da revolução, na década de 70, e que, muitas das vezes, colocou-se contra o regime militar, apesar de ter sido da Arena à época, e que foi preso e perseguido nesse período. Afirmou que não  foi parlamentar durante o  AI-5 (Ato Institucional número 5), em uma tentativa de reconstruir a declaração do dia anterior: “na ditadura, vocês não estariam aqui entrevistando”.

“Disse que na época da revolução, a imprensa não era tão livre como é agora, graças ao parlamento. Eu fui parlamentar na época da revolução. E eu não sou do AI-5. AI – 5 é de 68 ou 69, dezembro de 68, dezembro de 69, eu não pertenci a isso. Mas desde a década de 70, eu sou vereador. Eu permaneci parlamentar na época da revolução”, esclareceu Manoel Ribeiro na tribuna.

Depois de citar exemplos como o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Tribunal de Justiça e o Congresso Nacional, que também reajustaram suas verbas, Ribeiro disse que a Assembleia Legislativa está sendo injustiçada. “Então não é justo o que estão fazendo com esta Casa. E foi contra isso que eu protestei; e protestei por que o parlamento é livre, mas tem que ser respeitado; tem que ser dito a verdade; não pode  haver inverdades; não se pode manipular a opinião pública”, disparou o deputado do PTB.


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