Veja como cada deputado maranhense votou sobre a reforma da Previdência

Dos 18 deputados maranhenses, 14 votaram pela aprovação do texto-base e 4 votaram contra

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (10) em primeiro turno, por 379 votos a 131, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) de reforma da Previdência, que altera as regras de aposentadoria.

Dos 18 deputados maranhenses, 14 votaram pela aprovação do texto-base e 4 votaram contra.

Votaram SIM, pela aprovação da reforma: Aluísio Mendes (Podemos); André Fufuca (PP); Cleber Verde (PRB); Edilázio Júnior (PSD); Gastão Vieira (PROS); Gil Cutrim (PDT); Hildo Rocha (MDB); João Marcelo Souza (MDB); Josimar Maranhãozinho (PL); Junior Lourenço (PL); Juscelino Filho (DEM); Marreca Filho (Patriota); Pastor Gildenemyr (PL) e Pedro Lucas Fernandes (PTB).

Votaram NÃO, contra a aprovação da reforma: Bira do Pindaré (PSB); Eduardo Braide (PMN); Márcio Jerry (PCdoB) e Zé Carlos (PT).

Governo Bolsonaro é aprovado por 35% da população

O estudo foi realizado de 12 a 15 de abril com 2.000 pessoas em 126 municípios

Pesquisa do Ibope e encomendada pela Confederação Nacional da Indústria mostra que 35% avaliam o governo de Jair Bolsonaro como bom ou ótimo. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira (24). Outros 31% acham o governo regular; 27% responderam péssimo ou ruim; e 7% não souberam responder.

O estudo foi realizado de 12 a 15 de abril com 2.000 pessoas em 126 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança de 95%.

Em março deste ano, o Ibope também divulgou 1 levantamentosobre a avaliação do governo. A pesquisa não foi encomendada pela CNI, mas mostra uma queda de 14 pontos percentuais na popularidade da gestão desde janeiro.

79% da população de Santa Luzia do Tide são favoráveis à permanência da Prefeita França Macaquinho

O Instituto Exata também ouviu a opinião dos entrevistados sobre a avaliação do governo. A aprovação da gestão França do Macaquinho continua alta

A pesquisa do instituto Exata, divulgada na quarta-feira (23), apontou que 79% dos eleitores luzienses defendem que a prefeita de Santa Luzia do Tide, Francilene Paixão Queiroz, mais conhecida como França do Macaquinho (PP), seja mantida no cargo até o final de sua gestão. Apenas 15% se declararam favoráveis à cassação da chefe do executivo municipal e 6% não souberam ou não responderam.

A pesquisa foi realizada nos dias 16 e 17 de janeiro do corrente ano, em comunidades das zonas urbana e rural, e ouviu 400 pessoas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

O Instituto Exata também ouviu a opinião dos entrevistados sobre a avaliação do governo. A aprovação da gestão França do Macaquinho continua alta. De acordo com o levantamento, a prefeita tem aprovação de 85% dos luzienses.

Com relação a avaliação do governo, para 17% a prefeita faz uma gestão ótima, enquanto para 52% ela faz uma boa administração. 24% consideram a gestão regular, 5% declararam a gestão ruim e 2% afirmaram que ela faz uma gestão péssima.

O instituto também ouviu a opinião dos entrevistados em relação aos seus possíveis adversários da prefeita, tanto em um cenário espontâneo, como em cenários estimulados que provavelmente podem concorrer nas próximas eleições municipais.

A pesquisa Exata aponta que no cenário espontâneo, França possui 54%; Airton Cavalcante 10%; o ex-prefeito Vera com 2%; Macaca, Dr. Márcio, Dr. Ozeas, Arielzinho, Zemar e Manoelzinho aparecem ambos com 1%, cada um; Outros 3%; Nenhum 4% e 25% disseram que não sabem.

Já no cenário estimulado, França do Macaquinho tem 66% contra 17% de Airton Cavalcanti; Vera aparece com 5%; Dr. Ozeas com 4%; Nenhum/Nulo/Branco com 4% e não sabem 4%. Os números representam os votos válidos.

França do Macaquinho está no primeiro mandato como prefeita de de Santa Luzia do Tide e deve disputar a reeleição em 2020, pois todos os números apontam amplo favoritismo. A empresária que disputou sua primeira eleição em 2016 foi eleita com 18.030 votos equivalente a 53,00% do eleitorado.

Bolsonaro atribui bons resultados em pesquisa à escolha do ministério

Segundo Bolsonaro, foram decisões técnicas, e não políticas, o que agradou à população

Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, atribuiu os bons resultados obtidos em recente pesquisa de opinião sobre expectativas de seu governo, ao acerto na escolha dos titulares dos ministérios. Segundo Bolsonaro, foram decisões técnicas, e não políticas, o que agradou à população. Bolsonaro falou à imprensa na tarde deste domingo (16), em um quiosque na Barra da Tijuca, onde foi tomar uma água de coco e foi muito festejado por pessoas que estavam no local.

“É um reflexo, com toda a certeza, do bom ministério escolhido. Sem o critério político. Então isso aí dá uma esperança no povo [de] que algo diferente vai acontecer”, disse ele, em referência à pesquisa CNI/Ibobe divulgada na última quinta-feira (13), em que 75% dos entrevistados dizem que o futuro governo está no caminho certo e 64% dos entrevistados acreditam que a administração dele será ótima ou boa.

Bolsonaro reafirmou que o tema pena de morte não está em sua agenda e rebateu entrevista publicada pelo jornal O Globo deste domingo, com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), na qual este defende a medida, para casos como tráfico de drogas ou crimes hediondos, dependendo de plebiscito popular. O parlamentar é filho do presidente eleito.

“Não está em nosso plano, não está em nosso programa, não foi debatido durante a campanha. Enquanto eu for presidente, da minha parte, não teremos esta agenda. A matéria [de O Globo] puxa documentos do Itamaraty do ano passado. Porque ele [Eduardo] foi à Indonésia ver como é que diminuiu a violência lá. E foi implementado a pena de morte lá. Mas não é esta a nossa intenção, até porque sabemos que está em cláusula pétrea [na Constituição] que no Brasil não haverá pena de morte”, explicou o futuro presidente.

Perguntado se iria convidar o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, para sua posse, Bolsonaro foi incisivo, dizendo que nem ele, nem o atual presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel receberiam convite.

“Ele não vai receber, nem o ditador que substituiu o Raúl Castro [Canel]. É uma ditadura, não podemos admitir. O povo lá não tem liberdade. Os [médicos] cubanos foram embora por quê? Porque sabiam que eu ia descobrir que grande parte deles, ou parte deles, eram agentes e militares. E não podemos admitir trabalho escravo aqui no Brasil, com a máscara de trabalho humanitário voltado para pobres, no tocante a médicos, e não é verdade isso aí”, ressaltou Bolsonaro.

Brasil vai ter mais impostos caso reforma da Previdência não seja aprovada, garante base governista

Descanso é uma palavra que não existe no recesso parlamentar da tropa de choque do governo Temer. Em ritmo acelerado, os deputados que assumiram a liderança a favor da reforma da Previdência estão em busca do mínimo de 308 votos para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de 2016.

Até dezembro, a base tinha quase 270 votos favoráveis – pelo menos é o que garante o vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, Beto Mansur (PRB-SP). Segundo o parlamentar, até fevereiro, a contagem subirá para, pelo menos, 320 favoráveis. “Está faltando voto e está faltando compromisso dos deputados e deputadas para que votem essa reforma que é extremamente necessária para o Brasil”, cobra Mansur.

Beto Mansur garante que a reforma terá votos necessários até fevereiroDe acordo com o deputado, a liderança vem trabalhando ativamente, mesmo no recesso parlamentar, para alcançar o número necessário. Mansur acredita que o prazo máximo para a votação é 19 de fevereiro deste ano. “Se não houver a reforma neste ano de 2018, vai faltar ainda mais dinheiro para as necessidades básicas da população”, afirma. E completa: “Outra medida vai ser aumentar imposto, coisa que o brasileiro quer ver de costas, porque ninguém aguenta mais.”

ÁUDIO: acesse a versão de rádio desta matéria

O deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) também não admite a não aprovação da reforma. “Não conseguir é aumentar imposto, é parar o País, é não ter dinheiro para a saúde, para a educação, para o jovem, para o doente, motorista, desempregado. Vai ser um horror”, diz.

“É inevitável”

Em evidência desde meados de 2017, a PEC 287/16 traz algumas mudanças no setor previdenciário. Uma das mais comentadas é a da instituição da idade mínima para se aposentar, que não existe no Brasil. “O Chile já fez a reforma há muitos anos, a Argentina acabou de fazer. Se você pegar outros países, todos têm uma idade mínima de 65 anos ou mais, como é o caso da Suécia, onde se aposenta com 67 anos”, explica Beto Mansur.

O ex-ministro de Previdência Social José Cechin diz que é preciso que o País estipule um teto para quem quer se aposentar. “O Brasil é um dos poucos países que não tem idade mínima para efeito de aposentadoria. Portanto, introduzir essa idade mínima universal, para todos, é um passo muito importante numa reforma.” De acordo com a proposta, homens se aposentarão aos 65 e mulheres aos 62, isso até 2038.

Beto Mansur confia que a reforma seja votada ainda neste ano e avisa que ela é inevitável, mesmo que venham outros partidos no ano que vem, já que 2018 é ano de eleição. “É claro que é inevitável. Inclusive, os próprios partidos de oposição deveriam ter a consciência de estarmos unidos para aprovar uma reforma que é necessária”, pede.

Pesquisa CNT: 75,6% reprovam governo Michel Temer…

Michel Temer, Sarney e Roseana, cada vez mais ligados

A Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) com o Instituto MDA, divulgada hoje (19), indica que 3,4% dos brasileiros entrevistados consideram positivo o governo do presidente Michel Temer e 75,6% o avaliam como negativo. Para 18% dos entrevistados, o governo é regular e 3% não responderam ou não souberam opinar.

Na pesquisa divulgada em fevereiro, 10,3% avaliaram o governo Temer como positivo e 44,1% como negativo. Os que consideraram o governo regular foram 38,9% dos entrevistados e 6,7% não souberam opinar.

O levantamento traz avaliações do governo federal e do desempenho pessoal do presidente Michel Temer, além de expectativas da população sobre emprego, renda, saúde, educação e segurança. A edição também aborda as eleições de 2018, a reforma política, a Operação Lava-Jato e os hábitos de consumo de notícias no Brasil, entre outros temas.

A CNT/MDA ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país, entre os dias 13 a 16 de setembro. A pesquisa completa está disponível na página da CNT.

Desempenho pessoal

Em relação ao desempenho pessoal do presidente, a pesquisa divulgada hoje mostra que 84,5% desaprovam a maneira de Temer governar, frente a 62,4% da pesquisa anterior; e 10,1% aprovam, enquanto na consulta anterior o percentual era de 24,4%.

Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, esta é a pior avaliação de um presidente, tanto de governo como de desempenho pessoal. “De toda a série histórica e entre todos os ex-presidentes”, ressaltou. As pesquisas da CNT são feitas desde 1998, primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Apesar de melhoras na economia serem percebidas de forma tímida pela população, segundo Andrade, em algum momento, isso pode reverter favorável ao presidente Temer.

Crise política e protestos

Segundo a CNT, há a percepção de que o país se encontra em crise e fora de rumo do ponto de vista político. Para 94,3% dos entrevistados, o país está em crise política. Desses, 49,9% acreditam que a troca de presidente da República não resolveria a situação, enquanto 41,2% acreditam que a troca do comando do país resolveria a crise.

Entre os entrevistados, 91% dizem não ter participado de protestos ou atos políticos desde 2013; 9% declararam ter participado. Dos que participaram, 45,3% se manifestaram pela saída da ex-presidente Dilma Rousseff; 28,2% pela permanência dela no cargo; e 23,8% declararam não ter se manifestado em relação ao impeachment.

Perguntados pela CNT/MDA se têm intenção de participar de alguma manifestação pela saída do presidente Michel Temer do cargo, 67,7% responderam não e 30,8% disseram sim.

Saiba o que a reforma política aprovada no Senado altera; Proposta segue para a Câmara…

Medida acaba com coligações nas eleições proporcionais de deputados e vereadores a partir de 2020. Proposta segue para votação na Câmara.

Do G1

Senado aprovou reforma política que segue agora para o Senado

Senado aprovou reforma política que segue agora para o Senado

O Senado aprovou a proposta de reforma política que reduz o número de partidos. São dois os pontos principais. O primeiro é o fim das coligações nas eleições proporcionais para deputados e vereadores a partir de 2020.

A proposta também cria uma cláusula de barreira a partir de 2018. Para ter acesso ao fundo partidário e ao tempo de rádio e TV, os partidos precisam alcançar 2% dos votos válidos no país a partir de 2018 e 2% dos votos em pelo menos 14 estados. Esse piso sobe para 3% em 2022. A proposta segue para votação na Câmara.

O projeto de autoria do presidente do PSDB Aécio Neves (MG) em parceria com Ricardo Ferraço (PSDB-ES) é o primeiro passo para a reforma política que é negociada entre os parlamentares. Já está na pauta do Senado também o fim da reeleição para cargos do Executivo.

O projeto estabelece uma cláusula de barreira para as legendas que irão disputar as próximas eleições de 2018, além de pôr fim às coligações proporcionais, mecanismo que permite que deputados sejam “puxados” pelos votos da coligação que entra em vigor em 2022. A proposta segue agora para a Câmara dos Deputados.

De acordo com o texto aprovado, os partidos terão que obter, no mínimo, 2% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados, em 14 unidades da federação, para terem representatividade no Congresso e acesso ao fundo partidário e ao programa gratuito de rádio e TV. O porcentual de desempenho sobe para 3% a partir de 2022.

“A PEC é uma resposta que o Senado dá à sociedade brasileira que não pode mais conviver com 35 partidos políticos registrados e mais de 30 partidos com solicitação de regularização no Tribunal Superior Eleitoral”, afirmou Aécio.

O projeto foi votado praticamente por acordo no Senado, com placar amplo de 63 votos contra 9. Apenas senadores de partidos pequenos, como PCdoB, Rede e PV ou dissidentes votaram contra o projeto. Apesar do bom desempenho no Senado e dos esforços de articulação de Aécio com a Câmara, a proposta ainda tem pouca aceitação entre os deputados, que são os maiores prejudicados pelo projeto.

Na Câmara está a maior parte dos partidos pequenos, que são afetados pela cláusula de barreira. Além disso, a maioria esmagadora dos deputados é eleita por meio da coligação proporcional. Atualmente, apenas 36 dos 513 deputados foram eleitos com votos próprios, os demais foram “puxados” pela coligação.

Uma comissão especial foi instalada na Câmara para discutir a reforma política. Além da cláusula de barreira e do fim das coligações proporcionais, os deputados também discutem outros temas, como a mudança do sistema eleitoral e o financiamento público de campanha.

Segundo Datafolha, apenas 10% dos brasileiros aprovam governo Dilma…

G1

Presidente do Brasil ainda não conseguiu recuperar popularidade

Presidente do Brasil ainda não conseguiu recuperar popularidade

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (29), no jornal “Folha de S.Paulo”, indica os seguintes percentuais sobre como os eleitores avaliam o governo da presidente Dilma Rousseff (PT):

DATAFOLHA

– Ótimo/bom: 10%
– Regular: 22%
– Ruim/péssimo: 67%

O Datafolha ouviu 3.541 pessoas em 185 municípios de todo o país nos dias 25 e 26 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos.
Segundo o instituto, a avaliação negativa de 67% é a segunda pior para a presidente desde a posse de Dilma no primeiro mandato, em 2011. A pior foi em agosto de 2015, quando a presidente teve 71% de reprovação.
Impeachment
A pesquisa também quis saber se os entrevistados acham que o Congresso deve abrir processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os resultados foram:
– Congresso deve abrir processo para afastar Dilma: 65%
– Congresso não deve abrir processo para afastar Dilma: 30%
– Não sabe: 5%
Outra pergunta foi se o entrevistado acha que Dilma será afastada. Os resultados foram
– Não será afastada: 56%
– Será afastada: 36%
– Não sabe: 7%
Por fim, o Datafolha quis saber se os entrevistados entendem que Dilma deveria renunciar.
– Sim: 62%
– Não: 34%

Exata mostra 62% de aprovação do governo Flávio Dino na Região Metropolitana de São Luís

Governador Flávio Dino tem boa aprovação, segundo Exata

Governador Flávio Dino tem boa aprovação, segundo Exata

Realizada nos municípios da Região Metropolitana de São Luís, a pesquisa do Instituto Exata mostra que a aprovação da gestão de Flávio Dino à frente do governo do Estado é aprovada por 62% da população. O Instituto realizou entrevistas na segunda quinzena de setembro e confirmou dados do início do mês, que apontavam aprovação de 60%.

Segundo a mesma pesquisa realizada na segunda metade de setembro, 26% dos entrevistados disseram não aprovar o governo Flávio Dino e outros 12% não quiseram opinar. Os números mostram estabilidade na aprovação da gestão estadual ao longo do mês de setembro.

O Instituto Exata entrevistou moradores de São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar para avaliar a satisfação dos usuários da nova Linha Expressa Metropolitana de transporte coletivo, que faz o transporte de pessoas entre os municípios com ar-condicionado, poltrona acolchoada e valor da passagem unitária ao preço de R$ 2,80.

Em funcionamento há um mês, a Linha Expressa Metropolitana possui um alto índice de aprovação dos usuários que precisam fazer o deslocamento diário entre São Luís e São José de Ribamar. Segundo o Instituto Exata, 90% dos usuários dizem estar “satisfeitos” com a nova linha de ônibus, que faz o itinerário entre as duas cidades em 1h30.