Corpo do pai do deputado federal Cléber Verde é encontrado

Os pais do deputado federal Cléber Verde foram mortos no povoado Limão, cidade de Turiaçu.

O corpo do pai do deputado federal Cléber Verde (Republicanos), Jesuíno Cordeiro Mendes, foi encontrado, na manhã desta quarta-feira (15), no município de Turiaçu.

Jesuíno foi morto a tiros após invasão de sua fazendo, no povoado Limão, cidade de Turiaçu.

Segundo a Polícia Civil, a mãe de Cléber Verde, Maria da Graça Cordeiro Mendes, de 70 anos, foi morta com golpes de arma branca.

Alguns suspeitos foram localizados pela polícia, entre eles dois adolescentes. O principal suspeito foi identificado como Fábio, que morreu durante confronto com policiais em Turiaçu.

Mãe de Cléber Verde é encontrada morta em Turiaçu

Homens da Secretaria de Estado da Segurança Pública bloquearam as entradas da cidade e fazem buscas na região.

Uma triste notícia abalou a política maranhense nesta terça-feira (14). A mãe do deputado federal Cléber Verde foi assassinada dentro de sua fazenda, no povoado Limão, na cidade de Turiaçu.

Graça Cordeiro Mendes, de 70 anos, foi assassinada com golpes de facas e um golpe, provavelmente feito com uma madeira, na região da cabeça.

A Polícia Civil está investigando o caso e não há informação de nenhum suspeito detido.

Homens da Secretaria de Estado da Segurança Pública bloquearam as entradas da cidade e fazem buscas na região.

Sobrinho-neto de Sarney é assassinado na Lagoa da Jansen

Diogo era sobrinho-neto do ex-presidente, José Sarney, e era pai de uma menina.

O publicitário Diogo Adriano Costa Campos, de 41 anos, foi assassinado com um tiro no pescoço na tarde desta terça-feira (16), após uma discussão de trânsito na Lagoa da Jansen, em São Luís.

Diogo era sobrinho-neto do ex-presidente, José Sarney, e era pai de uma menina.

A Polícia Civil observou imagens de câmeras de segurança, já sabe qual carro foi utilizado pelo criminoso, mas ainda não há confirmação se o veículo era de propriedade do autor do crime.

Uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) esteve no local para fazer a remoção do corpo.

Desembargador autoriza assassino confesso de pastor a responder pelo crime em liberdade

Nos argumentos do desembargador, estão de que Saulo Pereira não responde a outro crime e não há indícios de que ele pretenda fugir

O desembargador José Lopes Santos determinou de forma liminar a soltura de Saulo Pereira Nunes, preso pelo homicídio do pastor evangélico Mackson da Silva Costa

Nos argumentos do desembargador, estão de que Saulo Pereira não responde a outro crime, não há indícios de que ele pretenda fugir da Região Metropolitana de São Luís, e também que o assassino confesso colaborou com a Polícia Civil desde que foi apontado como autor do crime.

Já a argumentação da defesa é de que Saulo é primário quanto ao cometimento de crimes, portanto “não tem antecedentes criminais, que ele tem residência fixa, exerce atividade laboral, confessou o delito, colaborou com as investigações, tem família e filhos e não oferece risco à sociedade e nem à instrução processual”.

A Polícia Civil prendeu Saulo Pereira Nunes, de 38 anos, no dia 14 de outubro, apontado nas investigações da Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP) como o assassino do pastor evangélico e técnico em informática Mackson da Silva Costa. O corpo foi localizado na casa de Saulo.

Governo do Maranhão vai criar força-tarefa de proteção dos índios

A função principal da força-tarefa será a proteção da vida indígena, conectando o estado com as tribos e com os órgãos federais

O Globo

O governador do Maranhão, Flávio Dino, vai editar um decreto nesta segunda-feira criando uma força-tarefa de proteção da vida indígena. Essa será a forma de o estado entrar na proteção dos índios em terras no estado. O conflito provocou na sexta-feira a morte do líder Paulo Paulino Guajajara. Por ser Terra Indígena (TI), o local onde aconteceu o crime é de jurisdição federal.

Será criada na Secretaria de Estado da Segurança Pública uma força-tarefa com integrantes da Polícia Militar, Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros. E terá duração indeterminada. A função principal da força-tarefa será a proteção da vida indígena, conectando o estado com as tribos e com os órgãos federais.

A ideia do governo do Maranhão é ter uma ponte direta com os “guardiões da floresta”, grupo de vigilantes indígenas criado pelos guajajara e que vêm monitorando o desmatamento e as invasões nas terras indígenas do Maranhão. Além da TI Arariboia, onde o indígena foi assassinado, eles atuam nas terras Caru, Awá Guajá, Alto Turiaçu, onde estão os Awá Guaja, Guajajara e Ka’apor.

O grupo vai oferecer aos indígenas formas de treiná-los, orientá-los e ajudá-los nas ações preventivas de proteção da terra indígena, sem uso de arma de fogo. Serão coordenadas também as ações das forças policiais estaduais nas áreas externas às terras indígenas para prevenir conflitos, exploração de madeira e violações a direitos dos indígenas.

Entre as funções da Força-Tarefa da Vida Indígena estará também agir emergencialmente se o estado for solicitado pela Funai, pelo Sistema Nacional de Meio Ambiente federal e pelo Ministério Público Federal. A ideia não é competir com os órgãos federais, mas estar pronto a atender às solicitações de forma mais rápida possível e, por outro lado, no território sob jurisdição estadual, próximas às terras indígenas, ter presença mais efetiva.

Logo após o assassinato do líder indígena, integrante do grupo “guardiões da floresta”, o governo do Maranhão pediu que a Polícia Federal entrasse na investigação para apuração do crime ocorrido na T.I. Arariboia. Outros episódios de confrontos entre os indígenas e madeireiros e invasores têm acontecido, como relatei na coluna de 21 de setembro. Desta vez, contudo resultou em uma morte e outro indígena ferido. Eles tinham saído da aldeia e foram surpreendidos por invasores.

A ação do governo federal tem sido falha e atrasada diante dessas tensões que têm aumentado em várias outras terras indígenas. Nas primeiras 24 horas após o assassinato do guajajara, a PF relutou em abrir um inquérito policial para investigação do crime, apesar de ser sua função, dado que o crime foi cometido em terra federal.

Morte de indígena no Maranhão repercute e MPF vai acompanhar investigações

Além da morte de Paulo Paulino Guajajara, a emboscada ainda causou a morte do madeireiro Márcio Greykue Moreira Pereira

O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF-MA) vai acompanhar a investigação sobre a morte do indígena Paulo Paulino Guajajara, também conhecido como o “Lobo Mau”, que foi assassinado na última sexta-feira (1º) na Terra Indígena Araribóia, na região de Bom Jesus das Selvas, entre as aldeias Lagoa Comprida e Jenipapo, no Maranhão.

O MPF está aguardando o resultado das investigações da Polícia Federal (PF) para tomar as medidas judiciais cabíveis. Além da morte de Paulo Paulino Guajajara, a emboscada ainda causou a morte do madeireiro Márcio Greykue Moreira Pereira. Durante a ação, o indígena Laércio Guajajara foi baleado no braço e na nuca, mas resistiu aos ferimentos.

Em setembro, governo do Maranhão pediu à Funai e ao Ministério da Justiça proteção na Terra Índigena Governador, localizada a 93 km de onde está o indígena Paulo Guajajara foi morto. O oficio pedia em caráter de urgência a adoção de medidas de proteção dos povos indígenas.

A situação na Terra Indígena Araribóia já havia sido denunciada pelo grupo indígena que acusava os madeireiros de ameaça. Segundo os indígenas, as ameaças aumentaram após a apreensão de veículos utilizados na extração ilegal de madeira nas terras indígenas.

A Terra Indígena Araribóia é composta por etnias indígenas Ka’apor, Guajajaras e Awá-Guajás. As três tribos fazem parte de um grupo chamado “Guardiões da Floresta” que é formado com o intuito de proteger a natureza. Eles evitam invasões de madeireiros, incêndio e durante uma ronda na terra indígena, eles encontraram acampamentos de madeireiros e veículos usados para transportar a madeira.

Por meio de uma rede social, o governador do Maranhão, Flávio Dino, disse que a “competência para apurar crimes contra direitos indígenas, em face de suas terras, é federal”. Disse ainda que “desde ontem a Polícia do Maranhão está colaborando com investigações sobre crimes na TI Arariboia”.

Já o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse por meio de uma rede social, que a Polícia Federal o assassinato e falou que a situação é um grave crime à Justiça.

Deputada Flordelis vai depor na segunda-feira (24)

Um dos filhos do casal já assumi a autoria do crime. No entanto, a polícia diz que todas as pessoas que tinham alguma ligação com o pastor estão sendo investigadas

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) deverá depor na próxima segunda-feira, 24, no inquérito que investiga a morte de seu marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza, assassinado no último domingo.

Um dos filhos do casal já assumi a autoria do crime. No entanto, a polícia quer esclarecer a dinâmica da execução e diz que todas as pessoas que tinham alguma ligação com o pastor estão sendo investigadas – o que inclui a deputada.

O depoimento será na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), e o depoimento será na condição de testemunha. Neste sábado, 22, a assessoria da deputada informouao Estadão que ela comparecerá para a oitiva.

“Embora, como parlamentar, a deputada tenha a prerrogativa de escolher o dia e o local do depoimento, ela decidiu aceitar o convite nos termos formulados pela polícia, porque tem o interesse de colaborar com as investigações”, diz nota.

Filho de deputada confessa assassinato do pai em depoimento

Em depoimento à Polícia Civil nesta quinta-feira (20), ele afirmou ter disparado seis vezes – laudo do IML mostrou que a vítima tinha 30 perfurações no corpo

G1

Filho da deputada Flordelis (PSD), Flávio dos Santos, de 38 anos, admitiu ter matado a tiros o padrasto, o pastor Anderson do Carmo de Souza. Em depoimento à Polícia Civil nesta quinta-feira (20), ele afirmou ter disparado seis vezes – laudo do IML mostrou que a vítima tinha 30 perfurações no corpo.

Flávio dos Santos disse ainda que seu irmão mais novo – Lucas dos Santos, de 18 anos – teria ajudado a comprar a arma usada no crime. A motivação do assassinato e outras circunstâncias do crime ainda são apuradas pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG).

Nesta quinta-feira (20), a Justiça do Rio de Janeiro aceitou o pedido da Polícia Civil e determinou a prisão temporária de Lucas e Flávio. O pedido foi feito ao Judiciário após os investigadores realizarem uma acareação entre Flávio e Lucas.

Anteriormente, a Polícia Civil informou que Flávio dos Santos teria confirmado apenas que planejou a morte. No entanto, a equipe de reportagem da TV Globo confirmou que ele assumiu ter feito seis disparos. Ainda não está claro se os outros tiros foram disparados pelo irmão.

Indígenas são mortos na BR-226

Eles foram identificados como Pedrinho Lopes Guajajara e Ocildo Duruteu Tomaz Guajajara

Dois indígenas foram mortos após uma tentativa de assalto na manhã desta segunda-feira (04), na BR-226, na área da reserva indígena Cana Brava. Eles foram identificados como Pedrinho Lopes Guajajara e Ocildo Duruteu Tomaz Guajajara. Estariam praticando assaltos e podem ter sido assassinados pelas vítimas que reagiram.

De acordo com a Polícia Militar (PM-MA), Pedrinho tinha diversas passagens pela polícia por crime de roubo qualificado, associação criminosa, corrupção de menores, tráfico de drogas. Além disso, ele tinha um mandato de prisão aberto e era considerado foragido da Justiça. O Governo do Estado emitiu uma nota sobre os assassinatos.

Nota do Governo do Estado sobre crime em Grajaú

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) informa que dois indígenas foram mortos por disparos de arma de fogo na BR 226, na área da reserva Cana Brava. A informação de que os indígenas estariam envolvidos na prática de assaltos e teriam sido baleados por vítimas armadas na hora da abordagem ainda está sendo investigada.

A SSP comunica, ainda, que o Instituto Médico Legal (IML) de Imperatriz já foi acionado e está a caminho de Barra do Corda para remoção dos corpos e realização de necropsia. O ICRIM também já foi acionado para fazer os trabalhos de perícia.

Investigadores da 15ª Delegacia Regional de Barra do Corda estão em diligências em busca de informações para elucidação dos fatos. O inquérito será instaurado para apurar o caso.