Rede Sustentabilidade desiste de fusão com PPS

Apesar das dificuldades de estrutura e financeiras, os filiados entenderam que era importante insistir no partido de Marina Silva

A Rede Sustentabilidade desistiu da fusão com o PPS. A decisão da sigla foi tomada na tarde deste sábado, 9, em reunião da Executiva Nacional – chamada de Elo, em Brasília.

Apesar das dificuldades de estrutura e financeiras, os filiados entenderam que era importante insistir no partido de Marina Silva. Os mais incisivamente contrários à mudança reclamaram da falta de diálogo do PPS nas negociações.

A própria ex-candidata à Presidência votou pela permanência da Rede, decisão obtida por unanimidade.

Desde que não conseguiu ultrapassar a cláusula de desempenho no ano passado, o partido vinha estudando a possibilidade de fundir com o PPS na nova legenda que a sigla de Roberto Freire tentava criar. A Rede elegeu apenas uma deputada para esta nova legislatura.

O partido agora tentará sobreviver de doações de filiados.

No ano passado, depois do resultado negativo da eleição, o Elo Nacional havia decidido criar dois grupos de trabalho para estudarem as duas possibilidades: de fusão ou não. O resultado seria apresentado no Congresso Nacional do partido, em janeiro, mas foi adiado para março.

Diante do crescente desânimo dos militantes com a fusão, o próprio grupo de trabalho que estudava essa possibilidade deu parecer contrário neste sábado.

Afinal, o Congresso de 30 e 31 de março foi cancelado e se transformou numa reunião nacional para discutir e aprovar as propostas de continuidade da legenda.

Patriota anuncia fusão com o PRP

Juntos, os partidos ultrapassam a cláusula de barreira com mais de 2,3 milhões de votos para deputados federais

O Patriota e o Partido Republicano Progressista (PRP) anunciaram a fusão das duas legendas. Em nota, o presidente nacional do Patriota, Adilson Barroso Oliveira, diz que a incorporação já foi averbada junto ao registro civil de ambos os partidos e encontra-se em fase final de homologação pelo Tribunal Superior Eleitoral. O motivo é que juntos eles podem cumprir a cláusula de barreira e, desta forma, ter acesso ao fundo partidário.

O Patriota lançou neste ano o deputado Cabo Daciolo como candidato à Presidência da República. Ele foi derrotado no primeiro turno. O partido elegeu cinco deputados. Já o PRP emplacou um senador, Jorge Kajuro, de Goiás, e quatro deputados, entre eles a advogada Bia Kicis, que deve migrar para o PSL, de Jair Bolsonaro.

Com a fusão, o Patriota absorve o PRP e, desta forma, prevalecerá o nome e o número (51) da primeira legenda. Oliveira continua sendo o presidente nacional, enquanto Ovasco Resende, ex-presidente nacional do PRP, assume a 1ª vice-presidência.

Juntos, os partidos ultrapassam a cláusula de barreira com mais de 2,3 milhões de votos para deputados federais. 

Podemos incorpora PHS e vira terceira maior bancada do Senado

O partido, que lançou o candidato Álvaro Dias à Presidência, passará de 11 deputados para 17, superando o Solidariedade

O Podemos acertou nesta sexta-feira a incorporação do PHS. O partido, que lançou o candidato Álvaro Dias à Presidência, passará de 11 deputados para 17, superando o Solidariedade. No Senado, a sigla terá sete deputados, a terceira maior bancada, atrás apenas do MDB e do PSDB.

A sigla ainda negocia a incorporação de outro partido, o PMN, com três deputados. Lideranças do Podemos afirmam ter conversas com a Rede, partido da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva. As negociações, neste último caso, no entanto, não avançaram. A Rede definirá seu futuro em março de 2019, durante Congresso Nacional da sigla.

No último dia 11, a bancada do Podemos, após reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro, decidiu não fazer parte da base aliada do governo Bolsonaro, mas prometeu apoio a pautas específicas.

Além do aumento na bancada da Câmara e do Senado, o Podemos também passa a ter o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, e o governador de Tocantins, Mauro Carlesse. A atual presidente do Podemos, a deputada federal Renata Abreu continuará no comando do partido.

O PHS, que no último ano passou por uma disputa judicial pelo comando do partido, não superou a cláusula de barreira, que exigia que os partidos tivessem 1,5% dos votos válidos em todo o país com ao menos 1% dos votos em nove estados.

Além de ficarem de fora da divisão do fundo partidário e eleitoral, os partidos que não superam a cláusula de barreira também tem dificuldades logísticas como perder o direito ao gabinete partidário e fazer discursos nas sessões do Congresso, além do direito a um programa partidário no rádio e na TV.

Vice-presidente nacional do PHS e presidente do diretório paulista, Laercio Benko comemorou o acordo.”A incorporação é a consolidação do processo de crescimento dessa força política”, disse.

Podemos e PHS podem ser os próximos partidos a formalizarem fusão

A reunião para anunciar a fusão entre as legendas está prevista para acontecer ainda em dezembro

Após a fusão do PCdoB e PPL, os partidos Podemos e PHS podem ser os próximos a anunciarem fusão entre as siglas. O senador Romário, do Podemos do Rio de Janeiro afirmou recentemente que estão avançadas as negociações de fusão entre as siglas. A reunião para anunciar a fusão entre as legendas está prevista para acontecer ainda em dezembro.

De acordo com o senador do Rio Janeiro, representantes do Podemos reuniram-se com o presidente do PHS, Marcelo Aro (PHS-MG), em São Paulo, para discutir os detalhes.

O PHS fez parte da coligação presidencial de Henrique Meirelles (MDB), elegeu 6 deputados federais e 2 senadores em 2018. Depois que a fusão com o Podemos for aprovada, a nova sigla terá 17 deputados e 7 senadores.

Originalmente o Podemos se chamava PTN. O nome foi trocado em julho de 2017 e o partido recebeu filiações dos senadores Álvaro Dias e Romário. Em 2018, Dias concorreu à Presidência da República e Romário tentou o governo do Rio de Janeiro.

Nas eleições deste ano, o Podemos elegeu 11 deputados federalis. A legenda é presidida pela deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP), filha do fundador do partido, José de Abreu.

PCdoB e PPL celebram união em grande ato político

Em nota assinada pelos dois partidos, as legendas informaram que as negociações para a junção dos quadros começaram logo após as eleições deste ano

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Pátria Livre (PPL) anunciaram uma fusão entre as duas legendas, durante uma reunião de lideranças que ocorreu na tarde de domingo (2), na capital paulista. O encontro foi na sede do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo.

Em nota assinada pelos dois partidos, as legendas informaram que as negociações para a junção dos quadros começaram logo após as eleições deste ano. A ideia partiu da direção do PCdoB, que acabou mantendo o nome, apesar da união entre os dois partidos.

Na reunião, o presidente do PPL, Sérgio Rubens, declarou que os integrantes dos dois partidos podem não concordar 100% nas diretrizes, mas que há pontos que devem ser defendidos por todos. Os partidos declararam que pretendem lutar contra a ascensão da extrema-direita no Brasil e que vão fazer oposição ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Em nota assinada pelos dois partidos, as legendas informaram que as negociações para a junção dos quadros começaram logo após as eleições deste ano

Luciana Santos destacou que aquele ato político era um marco histórico, num momento de derrota estratégica com a ascensão da extrema direita ao governo. Segundo ela, isso significa o fim de um ciclo democrático com a forte ameaça de uma nova ordem de sentido antidemocrático. Esse cenário, afirmou, impõe aos revolucionários do PPL e do PCdoB essa união para enfrentá-lo. Para a presidenta do PCdoB, o que ocorre no Brasil é parte de um fenômeno mundial, com a extrema direita assumindo governos em muitos e países e demonstrando forças em outros.

Ela citou que em 2013 as manifestações que ocorreram no país começaram por questões justas, mas caíram no domínio do processo golpista, cooptadas pelos mecanismos da chamada “guerra híbrida”, com o amplo uso da internet. As eleições de 2018 ocorreram nesse contexto, com o agravante de uma crise econômica grave, iniciada ainda no governo da presidente Dilma Rousseff, com alto índice de desemprego. A candidatura Bolsonaro surgiu nesse ambiente, falsamente declarada como sendo do antissistema e da antipolítica, por ser ele um deputado federal com longa carreira parlamentar.

Nas eleições deste ano, os dois partidos estiveram em lados diferentes na disputa. Enquanto o PCdoB lançou a deputada federal Manuela d’Ávila como candidata a vice na chapa de Fernando Haddad (PT), o PPL tentou a Presidência da República com chapa pura. O filho do ex-presidente João Goulart era o candidato da legenda ao cargo máximo do Executivo. O PCdoB também afirmou que realizará um congresso extraordinário da legenda, no dia 17 de março de 2019, para concluir o processo de integração entre os dois partidos.

Patriotas vai incorporar PRP após Cláusula de Barreira

A tendência é o PRP ser absorvido pelo Patriota, que manteria o nome e o número, o 51. Com a medida, as duas agremiações políticas escapam da cláusula de barreira

O Partido Republicano Progressista (PRP) deve se fundir ao Patriota, sigla do candidato à Presidência da República Cabo Daciolo. Os detalhes da incorporação – que já foi acordada em convenção nacional das duas legendas – devem ser definidos nos próximos dias.

A tendência é o PRP ser absorvido pelo Patriota, que manteria o nome e o número, o 51. Com a medida, as duas agremiações políticas escapam da cláusula de barreira.

Embora seja tratado como um novo partido, o Patriota existe desde 2012, quando se chamava PEN (Partido Ecológico Nacional). A renomeação foi autorizada pelo TSE (Tribunal Superior eleitoral) em abril deste ano, meses depois de o partido ganhar as manchetes por quase filiar o presidente eleito Jair Bolsonaro, que acabou optando pelo PSL.

O Patriotas terá cinco deputados federais a partir da próxima legislatura, entre eles o maranhense Júnior Marreca Filho. Já o PRP elegeu outros três.

“Vamos juntar forças. O PRP mostrou que tem forças em Brasília. E vamos continuar trabalhando para ter bons quadros”, disse o presidente nacional do PRP, Ovasco Resende. O dirigente do Patriota Adilson Barroso também comemorou a fusão.

No Maranhão, o PRP é presidido pelo ex-secretário de Saúde Ricardo Murad. Já o Patriotas é presidido pelo ex-deputado Jota Pinto.

Secretário-geral do PSDB propõe fusão com outras siglas

O deputado cita quatro siglas para a potencial fusão: PPS, PSD, PV e DEM

Estadão

Após registrar em 2018 o pior desempenho eleitoral de sua história em uma eleição presidencial e perder 20 cadeiras na Câmara, o PSDB vai avaliar uma proposta de fusão com outras siglas para disputar as próximas eleições.

A iniciativa será apresentada pelo deputado federal Marcus Pestana (MG), secretário-geral do PSDB, à direção executiva da sigla. A ideia, segundo ele, é que em maio os tucanos renovem o comando partidário e em seguida iniciem o processo.

“O PSDB tem que se reinventar depois de organizar a bagunça. É insustentável essa quadro partidário pulverizado. Defendo que, após a renovação da direção, abra-se uma interlocução para um processo criativo de fusão”, disse Pestana ao Estado.

O deputado cita quatro siglas para a potencial fusão: PPS, PSD, PV e DEM. Segundo Pestana, ainda é cedo para dizer qual seria o modelo de fusão e a autonomia que cada partido dentro da nova legenda.

O combustível que alimenta esse debate é a proibição de coligação proporcional a partir das eleições municipais de 2020.

Outra ideia colocada na mesa do PSDB é formar uma federação de partidos para aturarem em conjunto no Congresso e até nas próximas eleições municipais.

O presidente do DEM, ACM Neto, descarta a possibilidade de fusão com o PSDB. “Isso não está na pauta. Isso não passa nem perto de nossa perspectiva. Eu não cogitaria nenhuma hipótese de fusão com o PSDB neste momento”, disse.

Dirigentes de outros partidos também evitam, por ora, falar em fusão. Avaliam que tudo vai depender do cenário em 2019 e da relação das siglas com o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Em caráter reservado, porém, reconhecem que a proibição de coligações deve empurrar muitos partidos para esse caminho.

Outro debate que permeia o PSDB é a posição em relação ao governo Bolsonaro. Enquanto parte da legenda, com Geraldo Alckmin e Fernando Henrique Cardoso à frente, adotou uma postura crítica e é contrária ao alinhamento, o grupo do governador eleito João Doria defende o apoio ao presidente eleito.

Rede vai ao STF contra artigo que veta fusão

A medida é uma das iniciativas da legenda da candidata derrotada à Presidência, Marina Silva, para garantir a possibilidade de se juntar ao novo partido que o PPS articula criar com os movimentos Agora! e Acredito

Estadão

Depois de não conseguir eleger deputados federais suficientes para ultrapassar a cláusula de barreira neste ano, a Rede Sustentabilidade vai ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando artigo da lei dos Partidos Políticos (n.º 9.096) que impede fusão quando a sigla tem menos que cinco anos. O registro da Rede é de 2015.

A medida é uma das iniciativas da legenda da candidata derrotada à Presidência, Marina Silva, para garantir a possibilidade de se juntar ao novo partido que o PPS articula criar com os movimentos Agora! e Acredito. A Rede estuda hoje duas hipóteses de sobrevivência: fusão ou continuar como uma legenda própria, mas com mudanças na estrutura e no estatuto.

A decisão será tomada em um congresso extraordinário convocado para os dias 19 e 20 de janeiro do próximo ano. O estatuto já previa a realização de um congresso para definir a continuidade ou não da legenda no período de dez anos, mas foi antecipado após o desempenho nas eleições.

Se decidirem por continuar como um partido ou se juntar a outro, os membros da Rede já reconhecem que o mau desempenho nas urnas pôs em xeque o projeto político do partido nos moldes atuais. Um deles disse ao Estado, em anonimato, que a Rede como instituição “morreu” na apuração do primeiro turno. Uma reunião da executiva nacional, chamada de Elo, no final de semana passado em Brasília, estabeleceu a criação de dois grupos de trabalho que vão preparar teses das duas possibilidades – voo solo ou fusão – para serem apresentadas em janeiro.

Segundo membros da Rede, o partido está dividido. A própria Marina evita se posicionar para não “contaminar” os filiados, mas quadros históricos do partido, como Bazileu Margarido, são favoráveis à fusão com outra legenda. “Acho que a Rede vai ter muita dificuldade em superar a cláusula de barreira, que será crescente. E acho que é preciso, inclusive numa conjuntura de polarização extrema com o governo Bolsonaro, fortalecer esse campo democrático progressista”, disse. O dirigente ainda ponderou que, para as eleições de 2020, será importante ter estrutura e fundo partidário, o que o partido não terá caso continue como tal.

Ao Estado, Marina disse que a questão dos recursos não é determinante para a decisão, mas evitou se posicionar sobre o tema. “Nosso desafio é o que é melhor fazer neste momento. Tenho a clareza de que se a melhor forma for ir para um caminho de nos juntar para esse esforço do PPS, é uma possibilidade. Ou, a desculpa não pode ser a ausência do fundo partidário”, afirmou a ex-ministra.

“Nesse momento, a única coisa que posso dizer é que esse gesto do PPS é saudado por nós, mas tendo a compreensão de que eles já vêm de um debate interno anterior. Nós vamos começá-lo agora e temos que verificar primeiro quais as vantagens de ir”.

Antes do encontro de filiados que definirá o futuro da Rede, a ideia é deixar a possibilidade de fusão encaminhada. Para isso, o grupo de trabalho que se debruçou sobre essa hipótese participará também de uma comissão com o PPS e os movimentos para discutir questões práticas do novo partido, como estatuto e articulação nos Estados.

No PPS, a impressão das conversas é boa. “Está caminhando bem. (A fusão) Interessa a eles, pelo menos (pelo que falei) com as principais lideranças, é uma ideia que eles ainda não decidiram, mas simpatizam”, disse Roberto Freire, presidente da sigla. O apresentador Luciano Huck, que pertence tanto ao Agora! quanto ao Acredito, também participa das conversas, afirmou Freire.

O grupo, que defende a permanência da Rede como partido, teme perder a “essência” da legenda e se questiona se haverá, de fato, abertura para novos quadros, se for efetivada a fusão com um partido com 26 anos de existência – o registro do PPS é de 1992.

Na avaliação de Lucas Brandão, membro da Executiva da Rede, se permanecer como partido, será necessária o que chamou de “renovação estatutária” na legenda. “A Rede sempre se colocou como experimento da política. Chegou a hora de fazer um balanço”, disse.

O consenso progressivo, processo de decisão interna em que há uma tentativa de convencimento em vez de votação, é um dos que está na mira. Hoje ele é utilizado amplamente na sigla, que é criticada pelas longas reuniões e demora na tomada de decisão.

“Uma das coisas que temos discutido é que a gente toma muitas decisões que não precisavam ser colegiadas, que são mais administrativas. É necessário dar uma acelerada”, afirmou Brandão. No balanço do que deu certo e deve ser manter no partido ou levar para a fusão com o PPS está a paridade entre homens e mulheres em cargos de direção do partido.

Márcio Jerry anuncia reunião entre executivas estaduais do PCdoB e PPL

A fusão faz parte da estratégia que visa manter a estrutura partidária, direito à liderança no plenário e indicações para comissões na Câmara a partir do ano que vem

O deputado federal eleito e presidente da executiva estadual do PCdoB no Maranhão, Márcio Jerry, anunciou que as executivas estaduais do PPL e do PCdoB farão uma reunião para encaminharam as pautas sobre a fusão entre os dois partidos.

“As direções estaduais no Maranhão do PPL e PCdoB vão se reunir na próxima semana em São Luís. Na pauta o processo de incorporação do PPL ao PCdoB que está sendo conduzido pelas direções nacionais dos dois partidos” escreveu Márcio Jerry.

O PCdoB elegeu nove deputados federais em oito Estados e vai incorporar o PPL que fez apenas um deputado. A fusão faz parte da estratégia que visa manter a estrutura partidária, direito à liderança no plenário e indicações para comissões na Câmara a partir do ano que vem.

Ambos os partidos já são aliados no Maranhão e o PPL esteve no projeto vitorioso do grupo do governador Flávio Dino. “O PPL Maranhão integrou a coalizão partidária que apoiou as candidaturas vitoriosas de Flávio Dino, reeleito para o governo do Maranhão; Weverton e Eliziane, eleitos senadores. Um partido integrado, portanto, ao processo de mudanças liderado por Flávio Dino no Maranhão”, disse Jerry.