MDB do Maranhão perde prestígio no governo Bolsonaro

Ex-donos de várias indicações em órgãos e autarquias do Governo Federal no Maranhão, os emedebistas amargam um desprestígio no atual governo

Diferente do que aconteceu nos governo Dilma Rousseff e Michel Temer, o diretório maranhense do MDB perdeu totalmente o prestígio que tinha no atual governo do presidente Jair Bolsonaro.

Ex-donos de várias indicações em órgãos e autarquias do Governo Federal no Maranhão, os emedebistas amargam um desprestígio no atual governo, não tendo o direito de indicar nenhum nome, nem mesmo no ministério que o partido administra, o da Cidadania.

É certo que antes o MDB maranhense tinha dois senadores, mas, mesmo com dois deputados federais, o que se olha é o pouco diálogo com o governo.

A falta de prestígio se mostra ainda maior com a queda da presidente do Iphan, Kátia Bogéa, que foi exonerada pelo presidente.

Os deputados federais Hildo Rocha e João Marcelo estão correndo atrás do prejuízo, mas, pelo que se vislumbra, a falta de força junto ao governo Bolsonaro só tende a aumentar.

PSL do Maranhão de volta ao grupo Sarney

As recentes reuniões com o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos e o deputado federal, Hildo Rocha, mostra que o PSL e o grupo Sarney estarão juntos nas eleições de 2020

Fazendo uma análise da política regional dos últimos anos, não causa surpresa o PSL do Maranhão está cada vez mais próximo do grupo Sarney. Basta lembrar que a legenda sempre apoiou os candidatos da família nas últimas eleições.

Após anos de apoio, o PSL iniciou um distanciamento após a chegada do presidente Jair Bolsonaro ao partido, mesmo assim filiou nomes do grupo Sarney como o ex-vereador do MDB, Fábio Câmara.

Nos últimos dias, a legenda comandada pelo vereador Chico Carvalho vem se aproximando cada vez mais do grupo Sarney. As recentes reuniões com o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos e o deputado federal, Hildo Rocha, mostra que o PSL e o grupo Sarney estarão juntos nas eleições de 2020.

E como fica os novos filiados do PSL que acreditaram no discurso da nova política vendo o partido ainda praticando uma política de acordos, no mínimo, duvidosa? Muita além de defender a nova política, é preciso executá-la.

Votação do acordo de Alcântara é adiada

O texto final do relator, deputado Hildo Rocha (MDB), favorável à proposta, deve voltar à pauta na semana que vem

Após um pedido de vista da oposição, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Creden) adiou a votação do acordo de salvaguardas tecnológicas (AST) entre o Brasil e os Estados Unidos sobre o uso comercial da Base de Alcântara, no Maranhão.

O texto final do relator, deputado Hildo Rocha (MDB), favorável à proposta, deve voltar à pauta na semana que vem.

O presidente do colegiado, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), não vê a hora de o acordo ser aprovado, ainda mais que a aprovação da matéria foi uma das tarefas que o parlamentar recebeu do pai, o presidente Jair Bolsonaro, antes de ser indicado para a embaixada do Brasil em Washington (EUA). No início do mês, o Bolsonaro cobrou a aprovação da questão.

Na tarde de terça, Eduardo Bolsonaro escreveu que se o texto não for aprovado, o Brasil estaria colocando sua soberania em risco. “Caso rejeitem o AST colocaremos em risco nossa soberania, pois se desejarmos enviar satélites ou foguetes pro espaço dependeremos da Guiana Francesa ou de qualquer outro país com centro de lançamento. Chega de burrice, atraso e preconceito com os EUA. Olhemos para o sofrido nordeste!”, escreveu Eduardo.

Hildo Rocha xinga mãe de deputado e chama deputada de galinha durante sessão

A confusão aconteceu durante sessão da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional

O deputado federal maranhense Hildo Rocha (MDB) e o deputado carioca David Miranda (PSOL) trocaram insultos, ontem (25), durante sessão na Câmara dos Deputados.

A confusão aconteceu durante sessão da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, que debatia relatório sobre o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) para uso da Base de Alcântara para lançamentos de foguetes pelos Estados Unidos, Hildo é o relator.

David Miranda estava próximo da mesa diretora dos trabalhos quando começa a discutir com Hildo Rocha, que em seguida solta um: “sua mãe”. O deputado carioca reage e fala: “Tu não fala da minha mãe, não, que ela já morreu”.

Em seguida, o deputado Hildo Rocha mostra seu total despreparo e ainda xinga a deputada Perpétua Almeida (PCdoB) de galinha, que reage questionando que postura seria aquela já que Hildo é o relator e pediu outra postura.

Crédito suplementar para Bolsonaro: Hildo Rocha no centro das atenções

O governo precisa do aval da maioria do Congresso para liberar R$ 248,9 bilhões. Hildo Rocha é o relator

Os partidos de centro e o governo selaram um acordo para garantir a votação nesta terça-feira (11), na Comissão Mista de Orçamento (CMO) de uma autorização especial para pagar benefícios sociais com dinheiro de empréstimos, disse o relator do crédito suplementar, deputado Hildo Rocha (MDB).

O governo precisa do aval da maioria do Congresso para liberar R$ 248,9 bilhões em gastos com aposentadorias do INSS, subsídios agrícolas, benefícios assistenciais a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda e Bolsa Família. Sem esse aval, o presidente Jair Bolsonaro não pode autorizar a despesa, sob risco de cometer crime de responsabilidade, passível de impeachment.

Se o crédito não for aprovado logo, os beneficiários poderão ficar sem o dinheiro. Por isso, nos últimos dias, Bolsonaro tem intensificado os alertas nas redes sociais sobre a necessidade de votar o projeto.

Segundo Rocha, o acerto para votar o crédito envolve a posterior liberação de recursos adicionais para o Minha Casa Minha Vida, para a conclusão de obras no São Francisco e para a defesa civil.

De acordo com o relator, o governo prometeu R$ 2 bilhões para o Minha Casa Minha Vida e R$ 800 milhões para defesa civil. “É um compromisso que existe do governo”, disse Rocha. “O acordo é esse, vota agora (o crédito da regra de ouro) e vem o outro PLN (projeto que mexe no Orçamento) depois”, afirmou.

Weverton Rocha e Roberto Rocha entre os 100 mais influentes do Congresso

O Diap adota critérios qualitativos e quantitativos, que incluem aspectos institucionais, de reputação e de decisão, a partir de postos ocupados

O último relatório ‘Os Cabeças do Congresso’, elaborado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), obtido com exclusividade pelo Correio Braziliense e publicado no final de semana, aponta quem são os 100 parlamentares influentes no Congresso.

Entre os 100, aparecem dois maranhenses, os senadores Weverton Rocha (PDT) e Roberto Rocha (PSDB). Além dos 100 mais influentes, o Diap relaciona outros 50 deputados que, segundo a metodologia, estão em ascensão. Neste quesito, aparecem os deputados maranhenses Hildo Rocha (MDB) e Pedro Lucas Fernandes (PTB).

O Diap adota critérios qualitativos e quantitativos, que incluem aspectos institucionais, de reputação e de decisão, a partir de postos ocupados, capacidade de negociação e liderança. Com base nesses critérios, a equipe do departamento faz entrevistas com parlamentares, assessores legislativos, cientistas e analistas políticos e jornalistas, além de levantamentos relacionados a projetos apresentados e a discursos proferidos. São considerados também resultados de votações, relatorias, intervenções nos debates, frequência de citações na imprensa, análise dos perfis e grupos de atuação.

João Alberto é reconduzido ao cargo de presidente do MDB maranhense

MDB escolhe novo Diretório Estadual no Maranhão

O Movimento Democrático Brasileiro definiu a composição do Diretório Estadual no Maranhão na tarde de sexta-feira (5). A eleição aconteceu na sede do partido, no São Francisco, em São Luís e o senador João Alberto foi reeleito presidente.

O diretório ainda vai contar com o deputado estadual, Roberto Costa, como 1° vice-presidente; Hildo Rocha, como 2º vice-presidente e Victor Mendes, como 3º vice-presidente. Remi Ribeiro foi eleito para a secretaria do partido e Francisco Soares, como secretário adjunto. Assis Filho foi eleito 1º tesoureiro e Welington Gouveia como 2º.

A eleição do MDB foi classificada como uma derrota para o deputado federal Hildo Rocha que tentou disputar o cargo de presidente, mas viu o grupo ligado ao ex-senador João Alberto e ao deputado estadual Roberto Costa sair vencedor.

João Alberto deve ser reconduzido à presidência do MDB

A briga interna se estende há vários meses com troca de farpas entre os pretendentes. A continuação de João Alberto pode ser a forma da legenda não sair mais desgastada

Diante da falta de entendimento sobre a presidência do diretório estadual do MDB entre os grupos liderados pelo deputado federal Hildo Rocha e o deputado estadual Roberto Costa, o atual presidente, ex-senador João Alberto, deve ser reconduzido ao cargo nesta sexta-feira (5).

A briga interna se estende há vários meses com troca de farpas entre os pretendentes. A continuação de João Alberto pode ser a forma da legenda não sair mais desgastada.

Nos últimos anos, o MDB sofreu grandes derrotas, teve a diminuição das bancadas na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados, perdeu duas vagas no Senado Federal e está fora da administração estadual deste o fim de 2014 com a eleição de Flávio Dino (PCdoB).

MDB do Maranhão marca para próximo dia 5 de abril sua eleição para presidente

A eleição do próximo mês vai escolher além presidente, delegados e os membros da executiva estadual

O diretório estadual do MDB no Maranhão marcou, para o próximo dia 5 de abril, a eleição interna que escolherá o próximo presidente. O mandato do ex-senador João Alberto chega ao fim e a legenda encontra-se em um pé de guerra para a escolha do novo presidente.

Marcada para dezembro, a eleição para o diretório estadual teve que ser adiada para conter os ânimos dos dois grupos que disputam o comando da legenda.

O deputado federal Hildo Rocha deve disputar a eleição com o apoio da família Sarney, já o deputado estadual Roberto Rocha conta com o apoio do senador João Alberto e da ala jovem do partido. Ambos já trocaram farpas nas redes sociais e em veículos de comunicação.

A eleição do próximo mês vai escolher além presidente, delegados e os membros da executiva estadual.

Enfraquecido após as últimas derrotas eleitorais, o MDB caminha para esta eleição interna menor do que entrou e mais dividido.