Maranhão tem queda de quatro pontos percentuais na taxa de analfabetismo entre pessoas com mais de 15 anos

Com a taxa de 15,6%, entre pessoas de 15 anos ou mais, o estado teve queda de 4 pontos percentuais em relação a 2014, que era 19,6%. 

O Maranhão, que já foi o estado com maior taxa de analfabetismo no país, na casa dos 20%, apresentou queda, conforme a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Educação 2019, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (15). Com a taxa de 15,6%, entre pessoas de 15 anos ou mais, o estado teve queda de 4 pontos percentuais em relação a 2014, que era 19,6%. 

A população analfabeta no estado mantém queda desde 2016, quando o percentual registrado foi de 16,7% entre as pessoas com 15 anos ou mais no Maranhão. Para o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, que assumiu a pasta em 2016 e passou a ser o secretário com mais tempo no cargo nos último 40 anos, o decréscimo representa a continuidade da política educacional implantada pelo governador Flávio Dino, desde que assumiu a gestão.

“Estamos em queda desse indicador tão vergonhoso para todos nós. Notadamente, ainda há muito para avançarmos, mas há um esforço deste governo com a política educacional inclusiva e democrática, Escola Digna, com ações efetivas em regime de colaboração com os municípios, o Pacto pela Aprendizagem e o programa Sim, Eu Posso!, ação estratégica que atacou o analfabetismo nos municípios com menores IDHs, oportunizando acesso à educação para todos”, destacou.  

Conforme levantamento da Seduc, feito com base nos dados da Pnad Contínua Educação 2019, entre as faixas etárias avaliadas, o Maranhão chegou a uma queda de 8%, de 2016 para 2019, entre pessoas com 40 anos ou mais. Na faixa de 18 anos ou mais, nos últimos 4 anos, a diferença foi de 7,65%. 

“Para nós que fazemos a educação do Maranhão, é uma queda significativa que em algumas faixas etárias chegou a 8% no acúmulo de 2016 até aqui, fruto de uma política assertiva, de uma relação orgânica e positiva com os municípios do Maranhão. Certamente o desafio ainda é muito grande, mas esse resultado é animador para que o Maranhão continue trabalhando em uma política educacional de qualidade”, concluiu Nádya Dutra, secretária Adjunta de Gestão da Rede e Aprendizagem.

Maranhão tem maior queda na taxa de desemprego

É a terceira queda consecutiva do desemprego registrada no estado.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados na última semana, mostram o Maranhão numa posição privilegiada: a maior queda na taxa de desemprego, no país, no último trimestre do ano passado. O recuo foi de 14,1% no 3º trimestre para 12,1% nos últimos três meses de 2019. É a terceira queda consecutiva do desemprego registrada no estado.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo IBGE, na última sexta-feira (14), referente ao 4° trimestre de 2019. Os números mostram que o Maranhão teve taxa menor que a do Nordeste, com 13,6% de desocupação no 4° trimestre de 2019. Em números absolutos, a quantidade de pessoas desocupadas no Maranhão caiu de 373 mil para 321 mil.

Segundo números do Ministério do Trabalho, apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Maranhão, pelo terceiro ano consecutivo, registrou crescimento percentual do emprego com carteira assinada. Só em 2019 foram criadas 10.707 vagas formais no estado, uma alta de 2,3% acima da média nacional (1,68%) e quase o dobro da nordestina (1,21%).

Maranhão foi o estado que mais diminuiu desemprego no Brasil no 4° trimestre de 2019, diz IBGE

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo IBGE

O Maranhão registrou a maior queda na taxa de desemprego no último trimestre do ano passado no País, segundo o IBGE. O recuo foi de 2 pontos na taxa de desocupação em comparação com o trimestre anterior. É a terceira queda consecutiva do desemprego registrada no estado.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (14), referente ao 4° trimestre de 2019.

De acordo com a pesquisa, o Maranhão registrou o menor número de desempregados do Nordeste nesse período. Em números absolutos, a quantidade de pessoas desocupadas no Maranhão caiu 52 mil no 4° trimestre de 2019.

Taxa de desemprego fecha o trimestre encerrado em novembro em 11,2%

O levantamento aponta que 11,9 milhões de pessoas compõem a população desocupada

A taxa de desocupação no país fechou o trimestre encerrado em novembro em 11,2%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo considera desocupadas as pessoas que estão sem emprego, mas que buscaram efetivamente um trabalho nos 30 dias anteriores à coleta dos dados. O levantamento aponta que 11,9 milhões de pessoas compõem a população desocupada.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação caiu 0,7 ponto percentual no trimestre de junho a agosto, que ficou em 11,8% e foi inferior 0,4 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2018, de 11,6%.

A população desempregada teve redução em ambas as comparações, de menos 5,6%, ou 702 mil pessoas a menos, em relação ao trimestre de junho a agosto, e de menos 2,5%, 300 mil pessoas a menos, em relação ao mesmo trimestre de 2018.

Em relação à população ocupada, o levantamento mostra que são 94,4 milhões, novo recorde da série histórica iniciada em 2012. A população ocupada cresceu 0,8%, com mais 785 mil pessoas trabalhando em relação ao trimestre anterior e 1,6%, mais 1,5 milhão de pessoas, em relação ao mesmo trimestre de 2018.

Com menos imposto, produção de grãos aumenta PIB do Maranhão

De acordo com o IBGE, o PIB do Maranhão cresceu 5,3% em 2017. Foi o segundo maior do Nordeste e o quarto maior do Brasil

Uma das razões pelas quais o Maranhão alcançou o quarto maior crescimento do PIB em 2017 no Brasil é a redução de tributos. Naquele ano, o governador Flávio Dino assinou decreto que diminuiu de 12% para 2% a alíquota do ICMS para produtores de soja, milho, milheto e sorgo, principais grãos produzidos no estado.

De acordo com o IBGE, o PIB do Maranhão cresceu 5,3% em 2017. Foi o segundo maior do Nordeste e o quarto maior do Brasil. E foi quatro vezes acima da média nacional, de 1,3%.

Ainda segundo o IBGE, o desempenho da Agropecuária foi determinante para o resultado, “inclusive apoio à agricultura e à pós-colheita, que em 2016 foi afetada por condições climáticas desfavoráveis”.

Tudo isso levou um aumento 77,1% no PIB da Agricultura maranhense em 2017. No Brasil todo, essa alta foi de 19,4%.

“Tivemos um vetor muito importante, que foi o crescimento do setor da agricultura maranhense. Nos alegramos de ver o resultado de ações nossas, como o programa Mais Produção, que incentiva quem produz, e também medidas tributárias, incluindo desoneração no setor de grãos”, afirmou o governador Flávio Dino.

IBGE mostra Maranhão como 4º maior crescimento do PIB em 2017

O desempenho da economia maranhense também ficou bem acima da média nacional, que cresceu 1,3%.

O Maranhão teve o quarto maior aumento do PIB entre todos os Estados brasileiros em 2017, de acordo com informações divulgadas na manhã desta quinta-feira (14) pelo IBGE. A alta foi de 5,3%.

O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de riquezas de um país, Estado ou cidade. Ou seja, quanto maior, melhor a economia.

À frente do Maranhão, só ficaram Rondônia (5,4%), Piauí (7,7%) e Mato Grosso (12,1%). No Nordeste, o Maranhão teve a segunda maior alta do PIB em 2017.

O IBGE ainda não calculou os dados de 2018. Os PIBs estaduais são divulgados sempre dois anos depois, devido à complexidade da tabulação.

O desempenho da economia maranhense também ficou bem acima da média nacional, que cresceu 1,3%.

O principal setor que puxou para cima o PIB maranhense foi o agronegócio. Boa parte da produção de grãos é transportada pelo Porto do Itaqui, que também teve forte contribuição para o resultado.

Governo propõe fundir cidades com menos de 5 mil habitantes

O município de São Pedro dos Crentes, administrado pelo prefeito Lahesio Rodrigues do Bonfim, um dos maiores defensores do presidente Jair Bolsonaro que pode ver seu município virar distrito

O governo Jair Bolsonaro (PSL) propõe fundir municípios pequenos e que têm baixa arrecadação e restringir a criação de novas prefeituras. A proposta consta na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Pacto Federativo, entregue nesta terça-feira (5) ao Congresso Nacional.

O projeto, elaborado pelo Ministério da Economia, sugere que municípios com menos de 5 mil habitantes e arrecadação própria menor do que 10% da receita total sejam incorporados por municípios vizinhos. A justificativa é de que essa medida promoverá o fortalecimento da federação e maior autonomia para gestão de recursos. Atualmente, o Brasil tem 5.570 municípios, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No Maranhão, existem quatro municípios com menos de 5 mil habitantes. São eles: Nova Iorque, São Pedro dos Crentes, São Félix de Balsas e Junco do Maranhão.

Dentre eles, destaca-se o município de São Pedro dos Crentes, administrado pelo prefeito Lahesio Rodrigues do Bonfim, um dos maiores defensores do presidente Jair Bolsonaro que pode ver seu município virar distrito após a PEC do presidente.

Maranhão alcança marca de mais de 7 milhões de habitantes, aponta estimativa do IBGE

O Maranhão ocupa a 11ª posição no ranking das unidades da federação, representando 3,37% da população brasileira

Mais de 7 milhões de habitantes no Maranhão. É o que aponta a nova estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registrou um total de 7.075.181 habitantes no Maranhão em 2019, assinalando um crescimento de 0,57% em relação a 2018.

De acordo com análise do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o Maranhão ocupa, atualmente, a 11ª posição no ranking das unidades da federação – ou seja, representa 3,37% da população brasileira. Já na Região Nordeste, o Estado tem a 4ª maior população, concentrando 12,4% da população nordestina.

Atualmente, a capital maranhense ocupa a 13ª posição no ranking das capitais do país, estando abaixo de Porto Alegre (1.483.771) e acima de Maceió (1.018.948) – entre todos os municípios do Brasil, São Luís figura em 15º lugar. Na região Nordeste, tem a 4ª maior população, ficando abaixo de Recife (1.645.727) e acima de Maceió (1.018.948).

Outro ponto de destaque é que, considerando o período de 2001 a 2019, o Maranhão apresentou crescimento maior que o Brasil. O Estado registrou taxa de crescimento de 1,33% ao ano, enquanto no Brasil a taxa foi de 1,25% ao ano. Embora a população esteja aumentando, tanto no Maranhão quanto no Brasil o ritmo de crescimento tem diminuído ao longo dos anos.

Segundo os dados da mesma pesquisa, referentes aos municípios maranhenses com maiores e menores populações residente em 2019, além da já citada São Luís, destacam-se as maiores populações registradas nas cidades de Imperatriz, com 258.682 mil habitantes, São José de Ribamar com 177.687 mil habitantes e Timon, com 169.107 mil habitantes.

Maranhão tem a 5ª maior queda do desemprego em todo o Brasil

Foram 73 mil vagas geradas nesse período, mesmo sob a severa crise econômica nacional que atinge o país

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15) pelo IBGE mostra que o Maranhão é o quinto Estado que mais reduziu o número de desocupados em todo o Brasil. A comparação é entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano.

De acordo com a PNAD Contínua Trimestral, a taxa de desocupação caiu 1,7 ponto porcentual no Maranhão no período. Apenas quatro Estados (Amazonas, Rondônia, Amapá e Acre) tiveram desempenho melhor. Além disso, 17 Estados não conseguiram reduzir a desocupação e ficaram estáveis.

A taxa de ocupação do IBGE inclui tanto o emprego formal (com carteira assinada) quanto o informal (sem carteira assinada). A PNAD também mostra que o Maranhão teve a quinta melhor criação de empregos em número absoluto entre o primeiro e o segundo trimestres.

Foram 73 mil vagas geradas nesse período, mesmo sob a severa crise econômica nacional que atinge o país.

O IBGE confirma que o Maranhão vive um momento positivo no mercado de trabalho. No mês passado, foi divulgado o mais recente Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho.

Neste caso, apenas são computados os empregos com carteira assinada. De acordo com o Caged, o Maranhão teve em junho um saldo positivo de 2.001 novos postos formais. Foi o segundo melhor desempenho de todo o Nordeste, atrás apenas da Bahia, que gerou 2.362 vagas.

Na comparação com todos os 26 Estados e o Distrito Federal, o Maranhão ficou na sétima melhor colocação. Se for levado em conta o crescimento proporcional, o Maranhão tem a terceira melhor marca no ranking nacional. A expansão foi de 0,43%.