Othelino Neto decreta luto oficial pelo falecimento do advogado e jornalista Sálvio Dino

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, deputado Othelino Neto (PC do B), decretou luto oficial de três dias pelo falecimento do ex-deputado estadual e procurador aposentado Sálvio Dino, ocorrido nesta segunda-feira (24), em São Luís.

Pai do governador do Maranhão, Flávio Dino, do procurador da República Nicolau Dino, do advogado Sálvio Dino Júnior e do empresário Saulo Dino, o jornalista, escritor e advogado Sálvio Dino é natural de Grajaú (MA) e membro da Academia Maranhense de Letras, onde ocupava a cadeira n° 32.

Em Nota de Pesar, a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão manifestou solidariedade e pêsames à família enlutada.

NOTA DE PESAR

A Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão manifesta profundo pesar pelo falecimento do ex-deputado estadual e procurador aposentado Sálvio Dino, pai do governador Flávio Dino (PCdoB), ocorrido nesta segunda-feira (24), em São Luís.

Natural de Grajaú (MA), Sálvio Dino era jornalista, advogado e escritor. Membro da Academia Maranhense de Letras, ocupava a cadeira n° 32. Foi fundador da Academia Imperatrizense de Letra, da qual foi vice-presidente em 1991/1992.

Sálvio Dino também teve destacada trajetória na política maranhense. Foi eleito vereador de São Luís em 1954 e reeleito em 1958. Em 1962, elegeu-se deputado estadual do Maranhão, tendo sido cassado, em 1964, pelo golpe militar. Em 1974, foi novamente eleito deputado estadual e prefeito do município de João Lisboa no período de 1989 a 1997.

Além do governador Flávio Dino, Sálvio Dino era pai do procurador da República, Nicolau Dino, do advogado Sálvio Dino Júnior e do empresário Saulo Dino. Era casado com Iolete Aranha de Castro e Costa. Neste momento de dor pela perda do ente querido, a Assembleia Legislativa solidariza-se com os familiares e amigos, a quem manifesta sinceros pêsames.

Deputado Othelino Neto
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão

Othelino Neto decreta luto oficial na AL pelas vítimas da Covid-19 no Brasil

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), decretou, neste domingo (9), luto oficial de três dias em memória das mais de 100 mil vítimas da Covid-19 no Brasil.

O parlamentar se  solidarizou com as famílias que perderam seus entes para a doença e lamentou a triste marca alcançada esta semana.

“Chegamos a esta triste marca no país. E neste momento de dor, lamento a perda de cada uma das vidas brasileiras ceifadas por essa doença. São mais de 100 mil vidas que importam muito. Que Deus possa confortar o coração das pessoas que perderam alguém do seu convívio em razão da Covid-19”, declarou Othelino Neto.

De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, o total de óbitos registrados é de 100.240, com 2.988.796 casos da doença. A luta dos brasileiros começou em março, quando foi registrada a primeira morte. Desde então, a Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde, Secretarias de Estado da Saúde e demais órgãos competentes da área se mobilizaram em prol do isolamento social, no intuito de todos seguirem as medidas de biossegurança necessárias, na tentativa de minimizar os riscos de contágio pelo novo coronavírus.

Comoção e tristeza em Caxias – População chora a perda de um grande líder…

Populares lamentam a grande perda e se desordem de Dr Humberto

Comoção e tristeza tomaram conta da população de Caxias com a morte do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, deputado Humberto Coutinho, 71 anos, ocorrida na noite desta segunda-feira (1º de janeiro), em sua residência, na cidade de Caxias. Ele estava no seu quinto mandato e fazia tratamento contra o câncer, há quatro anos.

Logo que ficaram sabendo da morte de Humberto Coutinho, as pessoas se dirigiram até a porta da residência onde ocorreu o óbito. Em um primeiro momento, o velório do presidente acontece com a presença dos familiares. Elas falaram da grande liderança política, do amigo generoso, da seriedade, da competência e, principalmente, da falta que o presidente Humberto Coutinho fará ao Maranhão, em especial, ao município de Caxias e demais cidades onde ele sempre manteve contato, levando ações que as beneficiava.

“Ele foi um guerreiro; foi um homem que sempre trabalhou pelo bem da nossa cidade. Sou eternamente grata por tudo que ele fez por nós. Vou sentir muita falta dele, ele era meu amigo”, disse a aposentada Maria das Neves Araújo, 68 anos.

“Eu pedi muito a Deus que trouxesse a saúde para o Dr. Humberto. Ele foi uma pessoa boa que estava sempre disposto a ajudar. Perdemos um grande guerreiro, mas tenho certeza que ele está ao lado do nosso Deus”, acentuou a enfermeira Maria Ducarmo.

Ana Lúcia, 35 anos, dona de casa, também falou da falta que o Dr. Humberto fará. “Eu ainda não consigo acreditar que o nosso maior líder e amigo morreu. Todos vão sentir muita falta dele. Fiz corrente de oração pedindo que ele se recuperasse, mas Deus o levou. Sei que está em um bom lugar. Vou me apegar a isso para superar essa grande perda”.

“É uma perda muito grande. Desde que me entendo, ouço falar em Dr. Humberto; a minha família acompanhou desde muito tempo toda a trajetória dele. Ele foi um médico, político e empresário de muita competência”, a declaração é do vigilante Oscar Correia de Sousa Filho, de Caxias.

“Perdemos a nossa grande referência, grande amigo, companheiro, sério e que se preocupava com o bem do povo de Caxias. Que Deus o coloque em um bom lugar e dê o conforto à sua família natural e família de coração, que somos nós, os filhos de Caxias”, disse a professora Maria da Conceição Araújo.

“Eu não sei nem explicar o eu estou sentindo. Eu o conheço há muitos anos, desde quando ele era jovem. Ele foi um bom homem tanto para Caxias como para outras cidades . Foi ele que trouxe uma boa educação, um bom hospital. Quando ele foi prefeito  o pagamento dos funcionários era em dia. Não teve um prefeito em Caxias como ele. Eu devo a minha aposentadoria a ele. Também me deu um lugar pra colocar minha banca de café”, afirmou  Maria Luíza  Silva, de 84 anos.

Cleide Maria da Silva é zeladora e disse que está muito abalada com a morte de Humberto Coutinho.  “Foi ele que me deu o meu primeiro emprego, onde estou até hoje.  Eu sou muito grata a ele”, disse ela.

“Ele foi um grande líder não só em Caxias, como para todo o Maranhão. Sem dúvida é uma grande perda pra todos nós. Só temos a lamentar a sua morte. Foi um grande líder. Ele deixa uma grande lacuna; vai ter que nascer alguém à altura do dr. Humberto”, disse José Henrique. Aldenora Braga, funcionária pública, também disse que a morte do dr. Humberto deixa uma grande lacuna. “É uma grande perda. Ele era um homem de palavra, amigo e de respeito”.

Homem extraordinário

O deputado federal Rubem Pereira Júnior (PCdoB), amigo pessoal da família, falou da falta que o presidente fará.  “É muito triste o que aconteceu; Humberto foi um homem extraordinário; foi um grande líder prefeito. Ele foi determinante para a vitória do nosso grupo político; Ele foi um grande empreendedor. Foi um homem que prezou muito pela sua cidade. Deus permitiu que ele ficasse até o último segundo com a sua família. É com muita tristeza que recebi a notícia da sua morte. Todas as homenagens que fizermos a ele, serão poucas pelo grande homem que ele representou”.

Luto – Jornalismo maranhense perde Othelino Filho…

Do site da Assembleia

Othelino Filho deixa de luto o Jornalismo maranhense

Faleceu na tarde desta quinta-feira (14), no Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP), o  jornalista Othelino Alves Filho, pai do deputado Othelino Neto (PC do B), presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão.

Raimundo Nonato Othelino Filho Parente Alves, conhecido como Othelino Filho, nasceu em 22 de dezembro de 1949 na cidade de Sobral, no Ceará. Filho do jornalista maranhense Othelino Nova Alves e da cearense Zeneida Parente Alves, Othelino Filho, desde pequeno, seguia os passos de luta ensaiados por seu pai. Quando adolescente, iniciou sua experiência com o papel, a caneta e o ideal.

Escreveu seu primeiro artigo, intitulado “Sala de aula”, para um jornal estudantil de sua cidade. O artigo era uma denúncia contra o analfabetismo e a manipulação da informação dentro das escolas e, sobretudo, na sociedade. Para ele, a “sala de aula” mencionada no texto era ainda a fronteira entre a liberdade e a civilização.

O pequeno escritor tornou-se grande. Em 1964, durante o período da ditadura militar, foi estudar em Fortaleza. Nessa época, participou do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e recebeu a incumbência de editar o Jornal do Liceu do Ceará, que em muitos momentos era feito às escondidas. Aos 16 anos, fugiu de sua casa e veio em busca de sonhos no Maranhão.

Mais tarde, no ano de 1968, permaneceu definitivamente na Ilha de São Luís, que o abraçara desde o primeiro contato com a cidade. De maneira simultânea a essas mudanças de vida, Othelino Filho já ensaiava a profissão que iria seguir. Tornou-se correspondente, ainda adolescente, do Jornal Pequeno e da Rádio Timbira.

Já em São Luís, o cearense com coração ludovicense formou-se em Direito, em 1974, iniciou o curso de Filosofia e alavancou o seu trabalho como jornalista. Além da motivação paterna, Othelino Filho – segundo de três gerações de profissionais que fazem história na comunicação maranhense – tinha o jornalismo como determinação de vida. Era ainda uma forma de dar continuidade ao trabalho de seu pai, interrompido em 30 de setembro de 1967, quando foi assassinado em praça pública.

Um ano após a morte de seu pai, em 1968, conquistou seu registro como jornalista. Trabalhou na Rádio Educadora, Rádio Ribamar, TV e Rádio Difusora. Foi chefe da Assessoria de Imprensa na primeira administração do prefeito Jackson Lago e secretário de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Estado. Exerceu temporariamente o cargo de secretário do Meio Ambiente e Recursos Naturais do governo José Reinaldo.

Chegou ainda a ser repórter do Jornal Pequeno, diretor de jornalismo da Rádio Timbira e presidente, por três vezes, do Sindicato dos Trabalhadores de Empresas de Radiodifusão e Televisão, de cuja fundação participou.

Othelino exercia a profissão que preenchia seus anseios e que o fazia se dedicar de corpo e alma: o jornalismo. Ele destaca que o desafio que mais marcou sua carreira foi a participação como porta-voz da Frente de Libertação do Maranhão, nas eleições para o Governo do Estado, no ano de 2006. Desde 1995, ele já se dedicava à redação de artigos semanais no Jornal Pequeno. A compilação desses artigos resultou na publicação de quatro livros: A Oligarquia da Serpente (2006), A Rapina do Abutre, A Águia Libertária e O Polvo.

Com décadas de militância na profissão, que incluem suas experiências como jornalista amador, Othelino Filho não abre mão de manifestar seu pensamento, de assinar suas matérias e não crê na imparcialidade jornalística, no sentido de existir uma unidade na apresentação dos fatos.

Casado com a pedagoga Yolete Maria Alves e pai de Cláudia, Othelino Neto e Flávia, o então garoto nascido em Sobral alçou vôos distantes. É cidadão maranhense, durante diversos anos manteve uma coluna no Jornal Pequeno, fez o lançamento de seus quatro livros e considera-se um homem realizado.

Samba maranhense de luto…

O compositor e intérprete  Zé Pivot, 79 anos, da escola de samba maranhense “Turma de Mangueira” e do e do Bloco Fuzileiros da Fuzarca, faleceu, na madrugada desta terça-feira (21), no hospital do Servidor, localizado na Cidade Operária, em São Luís.

Zé Pivo já estava com problemas respiratórios (enfisema pulmonar). Amigos, fãs e familiares puderam velar o corpo na sede da Turma da Mangueira, no Viva João Paulo, e se despedir do artista.
Zé Pivot, em parceria com Seu Dito, é compositor do inédito samba dos 50 anos da Turma da Mangueira, de 1979 – Bodas de Ouro. Ele é dono dos melhores enredos de samba do Maranhão. Fez letras e melodias para blocos tradicionais em São Luís

No vídeo acima, Zé Pivot e a sobrinha, Gisele Padilha, cantam samba-enredo da escola do bairro do João Paulo. O blog lamenta muito a perda do artista.

Jornalismo maranhense perde Raimundo Filho…

A Imprensa maranhense perdeu, nesta sexta-feira (30), o jornalista, radialista e blogueiro Raimundo Filho, 69 anos, que faleceu vítima de problemas causados pela Diabetes. Ele já estava internado no hospital Guará há vários dias, mas o estado de saúde se complicou e ele foi a óbito.

O corpo está sendo velado na Pax do Centro, em São Luís, e o enterro será neste sábado (31). O blog se solidariza ao sentimento de pesar da família e amigos do colega jornalista.

Raimundo Filho iniciou a carreira profissional como repórter fotográfico, onde atuou como funcionário da Universidade Federal do Maranhão.

Ele trabalhou em vários jornais e ficou conhecido como um dos melhores fotógrafos profissionais do Maranhão.

Raimundo Filho teve ainda passagens por redações de jornais, foi locutor e diretor de várias emissoras de rádio e apresentador em canais de TVs.

Atualmente, o jornalista mantinha um blog informativo.

Othelino Neto lamenta falecimento de Dom Evaristo Arns e ressalta legado do religioso

 

Presidente em exercício da Assembleia destacou legado de coragem e resistência de Dom Evaristo Arns

O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), lamentou, na sessão desta quinta-feira (15), o falecimento do arcebispo emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns. Segundo ele, o Brasil perdeu um grande homem. O parlamentar destacou não só a obra no campo da espiritualidade, da religiosidade, da grande militância que teve na Igreja Católica, mas, além disso tudo, o legado de coragem, de resistência, de ter sido um líder espiritual que compreendeu os momentos, soube se manifestar e se insurgir em ocasiões importantes para a nação.

“Todos nós sabemos, alguns presenciaram e outros têm conhecimento pela história da grande atuação que teve Dom Evaristo Arns na luta contra o arbítrio, contra o regime de exceção e a sua batalha pelo respeito aos direitos humanos. Marcante foi aquela conversa com o então presidente Garrastazu Médici, quando ele, de forma dura, ousou contestar e cobrar satisfações do presidente da República”, comentou o presidente em exercício.

Segundo Othelino, se contestar o presidente da República sempre é algo marcante, quanto mais na época do regime militar e do famigerado Ato Institucional n.º 5. Para o deputado, Dom Paulo marca a história do Brasil lutando pelas liberdades para que todos tivessem o direito de se manifestar sem sofrer reprimendas e represálias físicas ou mesmo de privação de liberdade e, por isso, o Brasil se entristece.

“Vi, pela televisão, milhares de pessoas emocionadas, o movimento já iniciado para as últimas homenagens a Dom Evaristo Arns. Mas esse é um homem que, com 95 anos de vida, escreveu uma belíssima história, que anos e anos, séculos vão passar e novas e próximas gerações vão conhecer e reconhecer a vida marcante dos 76 anos de consagração religiosa, de dedicação à Igreja Católica, às boas causas do mundo, à solidariedade, ao respeito, à luta pelas pessoas terem o direito de dizer, de falar”, comentou.

Segundo o deputado, neste momento preocupante em que vive o país, onde retrocessos sociais graves estão sendo impostos ao Brasil por um governo que nasceu e vai terminar ilegítimo, é muito mais ainda importante prestar atenção no recado e na vida, na trajetória de vida de Dom Evaristo Arns.

“Essa trajetória nos dá muitas lições, principalmente no aspecto de respeitar as instituições, as opiniões divergentes, de não transformar diferenças de pensamentos, ideologias em razões para enfrentamentos que extrapolam o confronto das ideias. Então, o Brasil se entristece pela perda de Dom Evaristo, mas a sua história fica viva para todos nós brasileiros, para todo o planeta”, frisou.

LUTO! Cultura popular perde mestre Apolônio aos 96 anos

Mestre Apolônio deixa a cultura maranhense de luto

Mestre Apolônio deixa a cultura maranhense de luto

O fundador do Boi da Floresta, um dos mais tradicionais do sotaque da baixada, mestre Apolônio Melônio, de 96 anos, deixa a cultura popular do Maranhão de luto. Ele faleceu morreu por volta das 21h desta terça-feira (2), vítima de  insuficiência renal.

A cultura maranhense perde um dos seus mais autênticos representantes, cujo legado inspira gerações. Nascido em São João Batista, em 1918, Apolônio Melônio desde criança já demostrava seu talento artístico. Participou do Boi de Viana, fundou os Bois de Pindaré e da Floresta, conhecido como Boi de Apolônio.

Sua capacidade e dedicação pela cultura popular foram reconhecidas pelo governo federal, em 2011, quando recebeu a ordem do mérito cultural, maior honraria concedida aos artistas brasileiros.

Ele morreu após passar 14 dias internado a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital de Alta Complexidade Dr. Carlos Macieira, no Calhau, em São Luís. Ele foi internado no dia 20 apresentando quadro clínico de infecção urinaria e insuficiência respiratória grave.

O corpo será velado na Rua Tomé de Sousa, número 1001, na casa onde Apolônio viveu e que se transformou na sede do Boi da Floresta, na LIberdade. O enterro será na tarde desta quarta-feira (3), em horário ainda não definido, no cemitério do Gavião, no Centro.

O governo do Maranhão enviou nota lamentando a morte do mestre Apolônio e um dos mais autênticos representantes da cultura popular maranhense.