Brasil acumula 867,6 mil casos do novo coronavírus

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 17.110 novos casos e 612 mortes. 

O Ministério da Saúde divulgou hoje (14) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil acumula 867.624 casos confirmados da doença e 43.332 mortes foram registradas. Os casos recuperados somam 388.492. 

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 17.110 novos casos e 612 mortes. 

Entre a unidades da federação com o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia,  o estado de São Paulo registrou 178.020 casos confirmados e 10.694 óbitos. Rio de Janeiro aparece na segunda posição com 79.572 casos e 7.672 mortes. Em seguida estão Ceará ( 76.748 casos e  4.861 mortes) e Pará ( 69.179 casos e  4.191 mortes) .

De acordo com o Ministério da Saúde, 435.800 casos estão em acompanhamento e 3.981 mil óbitos, em investigação. 

Flávio Dino agradece envio de 30 respiradores pelo Ministério da Saúde

Os 30 novos aparelhos do Ministério da Saúde, se somam aos 255 já adquiridos pelo governador Flávio Dino e reforçam o combate ao coronavírus.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), utilizou suas redes para agradecer ao Ministério da Saúde pelo envio de 30 respiradores para o Estado.

“Registro e agradeço o envio, pelo Ministério da Saúde, de mais 30 respiradores ao @GovernoMA, nos termos de diálogo que mantive na semana passada com o ministro Eduardo Pazzuelo”, escreveu Flávio.

Deste o início da pandemia, o Governo do Maranhão conseguiu trazer 255 unidades de um equipamento que vem sendo disputado intensamente em todo o planeta. São os respiradores, essenciais para equipar UTIs e salvar vidas de pacientes com coronavírus.

Os 30 novos aparelhos do Ministério da Saúde, se somam aos 255 já adquiridos pelo governador Flávio Dino e reforçam o combate ao coronavírus.

Allan Garcês fracassa em estratégia de virar ministro da Saúde

O médico que morou alguns anos no Maranhão tentou emplacar em sites de notícias que poderia ser o próximo ministro da Saúde, mas não teve êxito

Após 17 dias da demissão do ex-ministro Nelson Teich, o médico Allan Garcês ainda luta para tentar se tornar o ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro, mas a estratégia parece está bem longe da desejada.

O substituto de Teich, o general Eduardo Pazuello, ao que tudo indica, deve permanecer no cargo, acabando de vez com os planos de Allan.

O médico, que foi candidato a deputado federal pelo Maranhão em 2018, tem se dedicado nos últimos dias em andar em vários gabinetes de deputados bolsonaristas e postou fotos com ministros do Governo Federal tentando reforçar seu lobby.

Allan Garcês é paraense, morou alguns anos no Maranhão, onde foi presidente da União da Direita Maranhense.

Opositor feroz do governador Flávio Dino, Allan ainda teve uma rápida passagem pela Secretaria de Estado da Saúde de Roraima, mas foi demitido poucas semanas depois de ter assumido por se desentender com o governador Antônio Denarium.

Covid-19: Brasil tem 438.238 casos; total de mortes chega a 26.754

A atualização do ministério registrou 1.156 novas mortes, chegando a 26.754

Ministério da Saúde divulgou, quinta-feira(28), que 26.417 novas pessoas foram incluídas na estatística de infectados pela covid-19, totalizando 438.238 casos confirmados. O resultado marcou um acréscimo de 26.417 em relação a qquart-feira (27), quando o número de pessoas nesta condição estava em 411.821

A atualização do ministério registrou 1.156 novas mortes, chegando a 26.754. O resultado representou um aumento de 1.156 em relação a ontem, quando foram contabilizados 25.598 óbitos por covid-19.

Do total de casos confirmados, 233.880 estão em acompanhamento e 177.604 foram recuperados. Há ainda 4.211óbitos sendo analisados. 

A letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 6,1%. Já a mortalidade foi de 12,7 por 100 mil habitantes.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.980). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.856), Ceará (2.733), Pará (2.704) e Pernambuco (2.566).

Secretário executivo assume Ministério da Saúde interinamente

General do Exército, Pazuello foi nomeado para o segundo cargo mais alto da hierarquia ministerial no último dia 22, após Teich assumir o ministério no lugar de Luiz Henrique Mandetta. Fotos: José Dias/PR

O Ministério da Saúde confirmou, esta manhã (16), que o secretário executivo da pasta, Eduardo Pazuello, assumirá interinamente o comando do ministério, substituindo Nelson Teich, que deixou o governo ontem (15).

General do Exército, Pazuello foi nomeado para o segundo cargo mais alto da hierarquia ministerial no último dia 22, após Teich assumir o ministério no lugar de Luiz Henrique Mandetta.

Especialista em Logística, o militar foi coordenador logístico das tropas do Exército durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, além de ter coordenado as operações da Operação Acolhida, que presta assistência aos imigrantes venezuelanos que chegam a Roraima fugindo da crise política e econômica no país vizinho.

Ontem, ao pedir demissão e deixar o governo, o médico Nelson Teich disse que deixou, para quem quer que viesse a sucedê-lo no cargo, um plano de trabalho “pronto para auxiliar os secretários estaduais e municipais a tentar entender o que está acontecendo e pensar próximos passos”.

Teich não entrou em detalhes sobre os motivos de sua saída, mas havia divergências públicas entre ele e o presidente Jair Bolsonaro sobre temas como o distanciamento social e o uso da cloroquina para o tratamento da covid-19. Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, a decisão foi motivada por questões pessoais.

Durante coletiva de imprensa, Netto comentou que o presidente defende formas de enfrentar o novo coronavírus diferentes das que Teich e Mandetta propunham. Segundo o ministro, Bolsonaro é contrário aos “excessos”, defendendo, por exemplo, o isolamento vertical – que estabelece o isolamento social apenas para as pessoas que integrem grupos de risco (idosos, pacientes com diabetes e doenças cardiovasculares) ou que estejam infectadas e o uso da hidroxicloroquina na fase inicial da doença.

Em plena crise do coronavírus, Teich é o segundo a sair do Ministério da Saúde

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus.

O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Em nota, a pasta informou que ele pediu demissão.

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.

Assim como Mandetta, Teich também apresentou discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.

Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre:

o uso da cloroquina no tratamento da covid-19 (doença causada pelo vírus). Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.

o decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica

detalhes do plano com diretrizes para a saída do isolamento. O presidente defende uma flexibilização mais imediata e mais ampla.

Teich foi chamado para uma reunião no Palácio do Planalto nesta manhã. Ele esteve com Bolsonaro e depois voltou para o prédio do Ministério da Saúde. A demissão foi anunciada logo depois.

Pesquisador aponta que isolamento social ajudou conter disseminação do coronavírus no Brasil

O engenheiro colocou em um gráfico os casos confirmados da Covid-19 entre os dias 25 de fevereiro e 29 de abril, fornecidos pelo Ministério da Saúde, e explica como a curva do crescimento da pandemia no Brasil tem desacelerado

G1

Os efeitos do isolamento social na contenção do coronavírus podem ser visualizados em gráficos, segundo aponta um vídeo feito pelo engenheiro Maurício Feo, que faz doutorado em física de partículas em Genebra, na Suíça.

O engenheiro colocou em um gráfico os casos confirmados da Covid-19 entre os dias 25 de fevereiro e 29 de abril, fornecidos pelo Ministério da Saúde, e explica como a curva do crescimento da pandemia no Brasil tem desacelerado (veja detalhamento no vídeo acima).

“O Brasil não está mais seguindo uma curva exponencial perfeita”, afirma Feo no vídeo ao mostrar como a curva de novos casos confirmados começou a “achatar” em 23 de março.

O crescimento exponencial é aquele em que o valor inicial de um evento é multiplicado por um mesmo número a cada período de tempo. Ao longo do tempo, este crescimento alcança valores assustadores quando comparado com o valor que se tinha inicialmente.

O vídeo mostra que o crescimento da curva do coronavírus no Brasil mudou de comportamento em dois momentos, tomando inclinação menos acentuadas. “Embora os casos ainda venham crescendo, eles não estão mais seguindo uma trajetória exponencial como estavam antes”, comenta o pesquisador.

Em entrevista ao G1, o engenheiro explica que, ao afirmar que o coronavírus não está mais seguindo uma curva exponencial perfeita, é o mesmo que dizer que o vírus não está se espalhando “na proporção que era esperada inicialmente porque algo interferiu no crescimento e causou uma mudança positiva”, diz.

Como ainda não temos uma vacina contra a Covid-19, Feo atribui ao isolamento social e medidas de quarentena adotadas pelos estados como o fator capaz de frear o crescimento de novos infectados. “Mas a história poderia ter sido diferente se nada tivesse feito”, afirma o engenheiro.

A curva exponencial dos gráficos sobre a pandemia representa o número de novas infecções ao longo do tempo. Por isso, o formato da curva pode indicar dois padrões: Quanto maior o número de novos casos em um menor intervalo de tempo, mais acentuada a subida da linha; Quanto menor o número de novos casos em um maior intervalo de tempo, menos acentuada a subida.

Feo ressalta que a análise apresentada em seu vídeo considera dados nacionais. “Mas temos vários surtos ocorrendo em paralelo, pois há diferentes estágios da evolução da epidemia em cada estado. O correto seria avaliar cada região individualmente de acordo com suas características. Por isso, minha análise é apenas educativa e serve para ilustrar que o isolamento surte efeito”, diz.

Brasil tem 43 mil casos de coronavírus e 2,7 mil mortes registradas

A região Nordeste registra 10.868 casos

O Ministério da Saúde divulgou hoje (21) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 43.079 casos confirmados da doença e 2.741 mortes foram registradas. A taxa de letalidade está em 6,4%. Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 2.498 novos casos e 166 mortes.

A Região Sudeste registra 23.133 (53,7%) casos confirmados da doença. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste, com 10.868 (25,2%); Norte, com 4.431 (10,3%); Sul, com 2.991 (6,9%), e Centro-Oeste, com 1.656 (3,8%).

Em 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou situação de pandemia de coronavírus em todos os países. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

Mandetta diz que não vai aceitar convite de Estados e DEM quer projeto nacional para ex-ministro

Mandetta sai em alta do Governo Federal com uma boa aprovação de sua gestão

Na conversa em que anunciou que seria demitido, Luiz Henrique Mandetta (Saúde) afirmou à sua equipe que não aceitará convites de governos estaduais ao deixar o cargo. Ronaldo Caiado (DEM-GO) e João Doria (PSDB-SP) demonstraram interesse no ministro. Mas para o DEM, partido de Mandetta, uma ação desse tipo poderia dar a impressão de que ele estava trabalhando politicamente no ministério. A direção da legenda quer que ele tenha algum papel nacional após a saída.

Na conversa, revelada pelo Painel, o ministro disse aos integrantes da pasta que os apoiaria na decisão que tomassem, de permanecer na equipe de quem chegar em seu lugar ou de topar uma proposta de um governador.

Segundo integrantes do DEM, a decisão de Mandetta de rejeitar convite de estados pós-ministério já estava tomada desde a semana passada, o que deixou o ministro à vontade para dar a entrevista ao Fantástico da residência oficial do governo de Goiás.

Mandetta sai em alta do Governo Federal com uma boa aprovação de sua gestão, enquanto o presidente Jair Bolsonaro sofre várias críticas por demitir o ministro da Saúde em um momento de crise