Juiz é encontrado morto em São Luís

A Polícia Civil compareceu ao local e já iniciou os primeiros levantamentos.

O juiz da 7ª Vara Criminal de São Luís, Fernando Luiz Mendes Cruz, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (9), na piscina de sua residência, localizada no bairro Olho d’Água, em São Luís.

A Polícia Civil compareceu ao local e já iniciou os primeiros levantamentos. O juiz era divorciado e tinha dois filhos.

O Tribunal de Justiça do Maranhão emitiu uma nota de pesar pela morte do juiz:

O Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Maranhão, Desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, em nome dos demais desembargadores membros da Corte e da Família Judiciária Maranhense, vem externar profundo pesar pela perda do juiz Fernando Luiz Mendes Cruz, titular da 7ª Vara Criminal da Comarca de São Luís.

O Desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos presta condolências, expressando os mais sinceros pêsames pelo falecimento do juiz Fernando Luiz Mendes Cruz, solidarizando-se com seus pais e familiares, desejando conforto e serenidade em momento tão difícil de imensurável perda.

Desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos
Presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão

Trabalhador morre após cair de prédio em construção na Península

O Corpo de Bombeiro foi chamado e esteve no local, mas a vítima já estava sem vida

Um trabalhador da construção civil morreu na manhã desta quarta-feira (12) após cair do 9° andar de um prédio em construção localizado na Península da Ponta D’Areia, em São Luís.

O operário foi identificado como Luiz Carlos Froes, de 59 anos, residente no bairro Anjo da Guarda. O trabalhador usava capacete e botas na hora do acidente, mas não estava com o cinto, outro item de EPI que poderia ter evitado o trágico acidente.

O Corpo de Bombeiro foi chamado e esteve no local, mas a vítima já havia morrido. O corpo foi encaminhado para o IML no campus da UFMA.

Morre ex-vereador de São Luís e um dos fundadores do PDT no Maranhão

Reginaldo Teles foi redator do jornal O Combate e redator-chefe e diretor substituto no jornal O Povo (1950-1961).

Faleceu, na noite de domingo (6), o jornalista Reginaldo Telles, um dos fundadores do PDT no Maranhão. Ele tinha 92 anos, foi redator do jornal O Combate (1945-1950) e redator chefe e diretor substituto no jornal O Povo (1950-1961).

No campo da política, foi um dos fundadores do Partido Democrático Trabalhista (PDT); vereador de São Luís (1951-1955); secretário executivo do fundo de revenda do Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Maranhão (1970-1971); assessor de Comunicação da Prefeitura de São Luís (1990-1992) e secretário-chefe de Gabinete da Vice-Prefeitura de São Luís (1993-1996).

Assembleia emitiu Nota de Pesar

A Assembleia Legislativa do Maranhão lamenta o falecimento do jornalista e advogado Reginaldo Carvalho Telles de Sousa, na noite deste domingo (6), vítima de falência múltiplas dos órgãos, aos 92 anos de idade. Ele estava internado há algumas semanas no Hospital São Domingos.

Neste momento de pesar, a Assembleia Legislativa solidariza-se com os familiares e amigos do ente querido, rogando a Deus o conforto para superar a dor desta  imensurável perda.

O velório está acontecendo na Pax União, no Centro de São Luís, e o enterro será nesta terça (8), às 10h, no cemitério do Gavião, na Madre Deus.

Reginaldo foi casado com Maria Lúcia Telles por 63 anos, teve 12 filhos, netos e bisnetos. Com um vasto currículo profissional, atuou em jornais, TV, órgãos públicos e entidades da capital. Além de jornalista e advogado, foi um dos fundadores do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e vereador de São Luís entre 1951 e 1955.

O advogado e jornalista também era atuante na área cultural. Participou de vários festivais de poesia, música e literatura. Chegou ainda a escrever contos e poesias que foram publicados em jornais, revistas e em coletâneas.

Foi homenageado com o Troféu “Jornalista que Marcou Época” e com a Medalha “Simão Estácio da Silveira”.

Deputado Othelino Neto

Presidente da Assembleia Legislativa

Médicos e policial morrem após queda de helicóptero no Maranhão

Os médicos José Cleber Luz Araújo, Jonas Eloi da Luz, Rodrigo Capobiango Braga, e o piloto, o policial civil Alfredo Oliveira Barbosa Neto, morreram no acidente.

Na tarde de domingo (1°), um helicóptero – modelo Robson 44, prefixo PP- WRV- caiu em uma fazenda localizada entre os povoados Miritil e Lentel, próximo ao município de Rosário.

Os médicos José Cleber Luz Araújo, Jonas Eloi da Luz, Rodrigo Capobiango Braga, e o piloto, o policial civil Alfredo Oliveira Barbosa Neto, morreram no acidente.

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, uma ambulância e um caminhão de combate a incêndio foram mobilizados para a operação de resgate das quatro vítimas que estavam presas nas ferragens da aeronave.

As investigações ficarão sob a responsabilidade do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica.

Os corpos dos médicos e do piloto foram encaminhados ao Instituo Médico Legal (IML) de São Luís. Na manhã desta segunda-feira (2), os corpos dos médicos foram levados à sede do Conselho Regional de Medicina (CRM), onde serão velados. O policial civil será velado na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada no bairro Cohab-Anil, em São Luís.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) lamentou a morte dos médicos e prestou solidariedade a familiares e amigos. Veja abaixo, na íntegra:

“A Secretaria de Estado da Saúde lamenta profundamente a morte dos quatro integrantes do helicóptero que caiu neste domingo próximo ao município de Rosário. Dentre as vítimas, três médicos – o cirurgião vascular Rodrigo Braga, o anestesiologista Jonas Eloi da Luz e o cirurgião Kleber Luz.

A Secretaria expressa seu pesar e profunda solidariedade aos familiares, amigos e pacientes que partilham a dor pela precoce partida dos três médicos, que dedicaram parte de suas vidas aos cuidados com o próximo.”

É necessário respeitar a dor da família e despolitizar a perda de dona Marisa…

O momento não é de acentuar diferenças políticas e sim de respeitar a dor da perda. O gesto de FHC a Lula é uma das imagens que mais repercutem nas redes sociais

Em relação à morte de dona Marisa Letícia, ex-primeira-dama do Brasil, entendo que o momento é de respeitar a dor do ex-predidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), dos seus familiares, filhos, amigos, etc. É importante respeitar o momento sem ódios, independente de lados políticos. É preciso despolitizar o fato.

Uma das cenas que mais marcaram o dia de ontem, data dá morte cerebral de Marisa, foi o abraço entre Lula e o ex-predidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), uma retribuição deste último ao primeiro que também teve o mesmo gesto quando dona Ruth Cardoso faleceu. Isso é deixar querelas e diferenças de lado para demonstrar humanidade, sentimento à dor do outro em uma situação que só quem já passou por isso, sabe o que significa.

Quem fica tem o coração partido e um sentimento enorme de impotência, isolamento, abandono, solidão. Eu já passei, recentemente, por isso. Sei o que é perder uma pessoa amada. A dor alheia também tem que ser respeitada.

Horríveis e nojentas as manifestações de desrespeito a dona Marisa e à dor de Lula com palavras violentas e desumanas nas redes sociais. Abomináveis. Também, nesse sentido, não concordo com aquela recepção ao presidente Michel Temer (PMDB) quando foi taxado de “assassino”. Vi aquelas cenas como excesso.

Acho que o momento é de sentir a dor e a perda de uma grande mulher, líder, lutadora, revolucionária que foi, em vida, o maior equilíbrio de Lula. Não por ter falecido, mas porque há de se reconhecer a história de vida e de luta de dona Marisa, por sinal, muito bonita. A ocasião não é para ódios. O momento é de despolitizar.

O Brasil não precisa de ódios. Dona Marisa precisa de paz e que descanse em paz, na certeza de que sua passagem está sendo muito sentida e a pessoa que foi, respeitada.

Morte de Teori Zavascki: Delegado da Lava Jato questiona acidente e pede investigação

Teori Zavasck morreu em queda de avião hoje à tarde

FOLHA DE SÃO PAULO

Um dos principais investigadores da Operação Lava Jato, o delegado federal Marcio Adriano Anselmo pediu a investigação “a fundo” da morte do ministro Teori Zavascki, “na véspera da homologação da colaboração premiada da Odebrecht”.

“Esse ‘acidente’ deve ser investigado a fundo”, escreveu em sua página no Facebook, destacando a palavra “acidente” entre aspas.

Anselmo afirmou que a morte de Teori é “o prenúncio do fim de uma era” e disse que ele “lavou a alma do STF à frente da Lava Jato”.

“Surpreendeu a todos pelo extremo zelo com que suportou todo esse período conturbado”, afirmou.

Teori Zavascki, 68, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, morreu na tarde desta quinta-feira (19) em um acidente de avião na costa de Paraty (RJ).

O Corpo de Bombeiros do Rio confirmou que ao menos três pessoas morreram na queda. De acordo com os bombeiros, o avião permanece submerso e três pessoas estão presas nas ferragens. Não há informações até o momento sobre demais ocupantes. A capacidade da aeronave é de sete pessoas, incluindo tripulantes.

Juiz da corte desde 2012, ele era responsável pelos casos da Lava Jato que envolvem pessoas com foro privilegiado, como congressistas e ministros.

Fidel Castro: O fim da era de um líder controverso…

Fidel Castro governou por 49 anos Cuba

Fidel Castro governou por 49 anos Cuba

Chega ao fim a era de uma das figuras mais controversas do séc. XX, o ex-presidente e revolucionário cubano Fidel Castro. Ele faleceu em Havana, capital de Cuba. A informação foi dada pelo atual presidente do país e irmão mais novo de Fidel, Raúl Castro, que comunicou a população através da TV estatal.

“Com profunda dor, compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da nossa América e do mundo ,que hoje, 25 de novembro do 2016, às 22h29, faleceu o comandante da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz”, informou Raúl.

Durante o anúncio, Raúl também informou que Fidel será cremado e que suas cinzas irão percorrer o país durante quatro dias, sendo enterradas na cidade de Santiago de Cuba em 4 de dezembro. O país declarou nove dias de luto oficial pelo ex-presidente, que governou o país de 1959 até 2008, quando se licenciou para tratar de sua saúde.

Trajetória

Nascido em 13 de agosto de 1926 em Holguín, província no sul de Cuba, Fidel nasceu de um relacionamento do latifundiário espanhol Ángel Castro com Lina Ruz Gonzalez.

Devido às boas condições de seu pai, Fidel teve uma infância confortável e estudou em colégios particulares. Em 1945, ingressou na Universidade de Havana, onde se graduou em direito em 1950. Pouco antes, já interessado pelos ideais socialistas que guiariam sua trajetória, viajou para a República Dominicana em 1948 para tentar auxiliar na derrotada tentativa de revolução contra ditador local Rafael Trujillo.
Também em 1950, Fidel se casou com Mirta Diaz Balart, com quem teve um filho, Fidelito. O casal se separou em 1955. No período, Fidel teve uma filha chamada Alina Fernández-Revuelta, fruto de uma relação extra-conjugal. Ela ganhou notoriedade quando fugiu de Cuba em 1993, se exilando nos Estados Unidos e passando a criticar publicamente seu pai. Fidel se casou novamente com Dalia Soto del Valle, com quem teve outros cinco filhos: Alexis, Alexander, Alejandro, Antonio e Ángel.

Em 1952, o ditador Fulgêncio Batista instaurou um golpe e assumiu o poder em Cuba. Então ligado ao Partido Ortodoxo, Fidel liderou a primeira tentativa de revolução contra Fulgêncio em 1953. A tentativa de atacar o quartel de Moncada não funcionou, e Fidel foi preso e condenado à prisão.

Em 1955, foi exilado no México, onde conheceu o médico argentino Ernesto “Che” Guevara, de quem se tornou grande amigo. Juntos, fundaram o movimento 26 de julho e passaram a recrutar expedicionários para uma nova tentativa revolucionária. Em 1957, o grupo desembarcou em Cuba e tentou um novo movimento, sendo novamente derrotado.

Com seu irmão Raúl e Che, Fidel se refugiou na Sierra Maestra, onde o grupo passou a combater o exército cubano. No fim de 1958, as vitórias do grupo contra o governo tornaram-se expressivas e obrigaram Fulgêncio a abandonar o país para a República Dominica. Estava instaurada a revolução socialista cubana que tornou Fidel presidente aos 32 anos de idade.

Com auxílio da União Soviética, Fidel transformou o país em um país comunista, nacionalizando indústrias e investindo em reforma agrária. Com o socialismo oficialmente estabelecido em 1961, o país entrou em litígio com os Estados Unidos, que romperam relações e abrigaram muitos refugiados cubanos.

No mesmo ano, Fidel e seu governo resistiram ao primeiro ataque de rivais políticos. Apoiados pelos EUA, exilados cubanos atacaram a Baía dos Porcos, sem sucesso. Após o ataque, Fidel anunciou que cancelaria as eleições no país, confirmando seu litígio contra o que classificou de “imperialismo americano”. A resposta veio em 1962, quando os EUA iniciaram o embargo contra o país, isolando Cuba economicamente.

A estratégia americana fez com que Fidel estreitasse laços com a URSS. Em outubro de 1962, o mundo viveu alguns de seus dias mais angustiantes, quando os soviéticos enviaram mísseis nucleares para Cuba, gerando forte tensão. Após acordo com os EUA, os mísseis foram removidos, com a condição de que os norte-americanos não realizassem mais tentativas de invasão contra a Ilha.

Estudante é morto na Ufma a facadas…

G1

Morte na Ufma será investigada

Morte na Ufma será investigada

Um estudante universitário identificado como Kelvin Rodrigues Ribeiro, de apenas 22 anos, foi encontrado morto com golpes de faca na noite desta sexta-feira (5), em São Luís, no interior de um banheiro situado na Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Segundo informações da polícia, o estudante que tinha iniciado o curso de Bacharel em Ciência e Tecnologia recebeu várias perfurações nas costas.

Ainda conforme a polícia, Kelvin foi encontrado morto pelos próprios colegas de turma em um banheiro do Centro de Ciências Humanas (CCH). No momento do homicídio, ele participava de uma festa no campus da UFMA.

O caso do estudante Kelvin Rodrigues Ribeiro será investigado pela a Delegacia de Homicídios, situada na capital.

POESIA DE LUTO – Nossa homenagem a Nauro Machado…

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Nauro Machado: Nossa homenagem ao grande poeta maranhense

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O poeta e escritor maranhense Nauro Machado faleceu, na madrugada deste sábado (28), no Hospital UDI, em São Luís, onde se encontrava internado desde a última terça-feira (24), após realizar uma cirurgia no intestino, deixando a poesia e a cultura de luto. Considerado o maior poeta do Maranhão da atualidade, ele estava com 80 anos e deixa uma obra literária insuperável que vai ficar eternizada na história da literatura maranhense e brasileira.

Filho de Torquato Rodrigues Machado e Maria de Lourdes Diniz Machado, ele foi casado com a também escritora Arlete Nogueira da Cruz. Poeta autodidata com vasto conhecimento em artes e filosofia, comparado por alguns críticos a Fernando Pessoa, era original por ser poeta universal entre seus contemporâneos mais imediatos, como Ferreira Gullar, Lago Burnett, José Chagas e Bandeira Tribuzi.

Se Gullar discute a própria forma poética, Nauro Machado questiona a própria essência e destinação do ser humano, sem deixar de cultivar uma linguagem poética e uma técnica de versos exemplares. Sua obra apresenta traços de reflexão existencial angustiada e violenta que encontra poucas comparações na lírica de língua portuguesa.

Exerceu diversos cargos em órgão públicos entre eles, Detran e Emater, e também na Secretaria de Cultura do Estado do Maranhão. Foi casado com a também escritora Arlete Nogueira da Cruz.

Poesia
Uma das marcas do poeta Nauro Machado era retratar o cotidiano maranhense com simplicidade e liberdade poética. Sempre viveu em São Luís, ausentando-se apenas por breves períodos, sobretudo para o Rio de Janeiro para publicar boa parte de suas obras. No entanto, grande parte de sua vida Nauro dedicou à sua grande paixão, a poesia.

Recebeu diversos prêmios, dentre eles Academia brasileira de letras e da União brasileira de Escritores; teve varias de suas obras traduzidas para o alemão, francês e inglês.

Em novembro de 2014 publicou um livro, com o título: “Esôfago Terminal”, cujas poesias remetem a dor e a superação da sua luta contra o câncer.

Em outubro de 2015 recebeu o título de “Doutor Honoris Causa”, concedido pelo Reitor da Universidade Federal do Maranhão,

Em novembro de 2015 lançou seu último livro em vida: “O baldio som de Deus”. Na ocasião revelou ter cinco livros prontos, ainda não publicados.

ALGUMAS POESIAS DE NAURO MACHADO:

CALENDÁRIO

Tomaste parte em nenhuma outra guerra.
Não perdeste pés ou mãos dentro desta.
Não abriste túmulo em nenhum lugar.
Nada quiseste além dos teus haveres.
Teu país de bois na aurora plantados,
levou-o o tempo na usura do ocaso.
Fizeste nada sábado, domingo,
segunda, terça, quarta, quinta e sexta.
Igual a todos, somaste semanas,
Unindo a noite ao dia e o dia às noites.
Escuta: o tempo passa! E o teu passou.
Passou o bonde, o colégio, a criança.
Já o adulto vai-se: está chegando ao fim
como um ronco doído em cosa podre,
como um enlatado para ninguém.
Made in Brazil. Tonel à água lançado
No porto noite. Minha família! Ó alma.

Masmorra Didática, 1979

FILA INDIANA

Um atrás do outro, atrás um do outro,
ano após ano, ano após outros,
minuto após minuto, século
após séculos, continuam

(a conduzir seus madeiros
na perícia dos próprios dramas).

um após do outro, atrás um do outro,
anos após ano, ano após outros,
minuto após minuto, século
após séculos, e de novo

um atrás do outro, atrás um do outro,
até a surdez final do pó.