Maranhão ocupa 6º lugar no ranking dos 10 estados brasileiros que mais avançaram nos índices educacionais, destaca O Globo

O dado foi apresentado pelo site de notícias O Globo, em reportagem que destaca como estados da região Nordeste são os que mais têm conseguido avançar no Ideb, desde 2005

Entre os 10 estados brasileiros que mais avançaram na qualidade da educação, medida pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o Maranhão ocupa o 6º lugar no ranking. O dado foi apresentado pelo site de notícias O Globo, em reportagem que destaca como estados da região Nordeste são os que mais têm conseguido avançar no Ideb, desde 2005.

Os dados apresentados pela reportagem fazem parte de estudo realizado pelo Instituto Unibanco. Para o Maranhão, os dados são positivos, principalmente na área educacional. O Estado conseguiu saltar da antepenúltima posição no ranking entre 27 unidades federativas do país para a 14ª posição no ranking geral do Ideb do Ensino Médio, desde a criação do Índice, em 2005, até 2017, ano da última nota divulgada.

“No ranking, o avanço nordestino se dá em saltos. O Ceará era o 11º em 2005 e subiu para quarto em 2017. Pernambuco saltou da 20ª posição para a terceira, e o Maranhão, da 25ª para a 14ª. Já o Piauí saiu da penúltima posição para a 16ª”, aponta a reportagem.

O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, ressalta que o resultado é fruto de um trabalho responsável que vem sendo executado na rede pública estadual, com foco absoluto na aprendizagem dos estudantes maranhenses. 

“O estudo realizado pelo Instituto Unibanco levou em consideração todo o período, desde a criação do indicador, em 2005, até a última nota já obtida. No Maranhão, olhamos com muito orgulho para os avanços, pois refletem o compromisso com o trabalho que estamos desenvolvendo nesta que é a etapa escolar mais desafiadora para todos que fazem educação no país. Nesse período, saímos de um Ideb 2,4, para 3,4. E temos muito orgulho em observar que desde que o governador Flávio Dino assumiu, tivemos um crescimento percentual de 0,6”, destacou o titular da pasta da Educação no Maranhão. 

O secretário destaca, ainda, que na região Nordeste, a posição do Maranhão é ainda melhor, pois o estado encontra-se em 3º lugar, ficando atrás apenas de Pernambuco e Ceará, que possuem notas 4,0 e 3,8, respectivamente. 

“São estados que há anos começaram a fazer o dever de casa na educação, com iniciativas que todo o país já conhece como a oferta da Educação em Tempo Integral, entre outras ações de fortalecimento do ensino que há cinco anos foram incorporadas à educação maranhense. Usamos os exemplos das boas práticas executadas nesses estados e desde 2015 estamos adequando à realidade maranhense, para que possamos garantir que nossos estudantes saiam de nossas escolas com aprendizado verdadeiro”, reforçou Felipe Camarão.

Maranhão é o 5⁰ Estado em todo o Brasil que mais investe, afirma O Globo

Além disso, a pesquisa revela que o Maranhão é o sexto Estado que mais avançou na qualidade da educação

Um levantamento nacional feito pelo jornal O Globo com dados oficiais mostra que o Maranhão foi o quinto Estado em todo o Brasil que mais investiu em 2019. Além disso, a pesquisa revela que o Maranhão é o sexto Estado que mais avançou na qualidade da educação. 

Segundo o Globo, o Maranhão investiu no ano passado o equivalente a 6,3% da receita, enquanto muitas outras unidades da federação encontram dificuldades para equacionar as contas públicas. Os investimentos em obras e serviços foram possíveis graças à situação fiscal equilibrada do Maranhão. Os números revelados pelo Globo estão em estudo do Ipea, que é um órgão do governo federal.

O Maranhão foi o sexto Estado que mais melhorou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede a qualidade da educação. 

“O Nordeste avança a passos largos para quitar sua dívida social na educação. Segundo dados do Instituto Unibanco, entre os dez estados brasileiros que mais avançaram no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino médio entre 2005 e 2017, quatro são do Nordeste: Pernambuco, Piauí, Maranhão e Ceará”, diz a reportagem do Globo. 

“O Ceará era o 11º em 2005 e subiu para quarto em 2017. Pernambuco saltou da 20ª posição para a terceira, e o Maranhão, da 25ª para a 14ª. Já o Piauí saiu da penúltima posição para a 16ª”, acrescenta o texto.

O Escola Digna já chegou a quase mil obras entregues na educação maranhense, incluindo construção e reformas de colégios públicos.

Deu no Globo: O que Lula prometeu para Flávio Dino?

O jornalista Lauro Jardim abordou sobre o encontro entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Flávio Dino

A matéria publicada, neste domingo (26), pelo do jornalista Lauro Jardim abordou sobre o encontro entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Flávio Dino.

“Lula apelou com Flavio Dino. Numa conversa recente, em São Paulo, Lula começou com um ‘volta para casa’, na tentativa de atraí-lo para o PT, o primeiro partido do governador do Maranhão. Não só. Prometeu que faria de tudo para Dino ser o candidato do PT à presidência em 2022. Não convenceu”, escreveu Lauro Jardim.

Flávio Dino, governador do Maranhão: ‘O centro é essencial para a esquerda em 2020’

Em entrevista ao GLOBO, Dino também afirmou que ainda “há inúmeros caminhos a serem percorridos” até as próximas eleições presidenciais e explicou seu encontro com Luciano Huck

O Globo

Filiado ao PCdoB e reeleito com uma aliança de 16 partidos, o governador do Maranhão, Flávio Dino, defende uma frente ampla para superar a polarização nas eleições municipais deste ano — ele projeta que a divisão entre o bolsarismo e o lulismo ficará “bastante viva” durante a disputa pela preferência dos brasileiros.

Em entrevista ao GLOBO, Dino também afirmou que ainda “há inúmeros caminhos a serem percorridos” até as próximas eleições presidenciais, em 2022, e explicou seu encontro com o apresentador Luciano Huck (a reunião gerou reação em setores da esquerda): “O fato de ele não integrar a esquerda não significa que não devemos dialogar”.

Como será a atuação dos partidos de esquerda e do PCdoB nas eleições municipais deste ano?

A eleição de 2020 será um teste para todos os partidos porque será a primeira eleição na História sem coligações para vereadores. Claro que para os partidos que têm desempenhos eleitorais menores, o desafio é ainda maior. Nós estamos investindo em chapas próprias. De um modo geral, especialmente no Maranhão, eu vou participar e vou apoiar os candidatos do partido e das legendas aliadas, que no nosso estado são 16 (entre elas DEM, PT, PP, PR, Solidariedade e PRB). Nacionalmente, de acordo com as alianças que o PCdoB fizer, estou à disposição.

Como não repetir o fracasso de 2018 nas urnas?

É fundamental que tenhamos espírito de humildade e de diálogo. Muita abertura para promover uniões entre o campo da esquerda, o campo progressista, e também alcançando forças políticas que estão externas ao nosso campo, como os setores liberais, chamados de partidos de centro. A meu ver, eles são essenciais para que a gente possa ter vitórias eleitorais importantes em 2020.

O antipetismo pode atrapalhar uma frente ampla?

As alianças partidárias e políticas são fundamentais porque são expressões de segmentos da sociedade. Quando você rejeita ou hostiliza partidos ou lideranças está, na verdade, hostilizando segmentos sociais que são representados por esses partidos. É evidente que você não pode perder identidade. Tem que ter identidade e lucidez programática. Com base numa identidade definida, quem quiser apoiar esse programa, no nosso caso, voltado ao combate de desigualdade, distribuição de renda e defesa dos direitos dos mais pobres, pode somar. Não vamos inverter uma situação de perda de espaço e transformar isso em um ciclo de novas vitórias se tivermos um sentimento isolacionista.

Como superar esse sentimento?

O ano de 2018, de fato, foi um momento muito difícil para o nosso campo político porque viemos de uma sequência de derrotas, sobretudo após a votação do impeachment da presidente Dilma (Rousseff). Houve uma sequência de dificuldades agudas, que já se manifestaram nas eleições de 2016, quando perdemos prefeituras importantes, a exemplo de São Paulo. O pior momento foi 2018. Minha expectativa neste ano é de recuperação. Nossos resultados eleitorais serão melhores do que o que tivemos na eleição municipal anterior. O desgaste do próprio governo Bolsonaro contribui para isso. Estamos chegando ao quinto ano que estamos fora do governo, desde o impeachment, e vemos que persistem problemas gravíssimos econômicos e sociais, a exemplo do desemprego.

Bolsonaro e Lula serão os principais cabos eleitorais desta eleição?

Sem dúvida, o bolsonarismo e o lulismo são correntes políticas hegemônicas na vida brasileira atualmente. A polarização do segundo turno das eleições de 2018 ficará bastante viva em 2020. É claro que são 5.570 cidades no Brasil e há também fatores locais. É da natureza da eleição municipal que esses fatores tenham predominância, mas, sobretudo nas grandes cidades, essa clivagem nacional terá grande relevância eleitoral.

O senhor se reuniu com o apresentador Luciano Huck. Há alguma perspectiva de aliança política?

Eu tive uma reunião com o Luciano Huck e gostei muito. Achei positiva a preocupação que ele tem de estudar os problemas do Brasil, refletir. Ele tem tratado muito sobre temas ligados ao combate à desigualdade. É claro que ele se situa em outro campo político. Não é um quadro, uma liderança, que busca se construir na esquerda. Mas o fato de ele não integrar a esquerda não significa que não devemos dialogar. Mantive essa reunião e vou continuar mantendo, como tenho quase semanalmente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para troca de ideias. Devemos conversar com aqueles que neste momento nos ajudem na defesa do estado democrático de direito. Não houve nenhum tipo de debate com o Huck, nem da minha parte, nem da parte dele, sobre a eleição de 2022 por uma razão prática: estamos em 2020. Seria um debate destituído de objetividade, uma vez que daqui até lá há inúmeros caminhos a serem percorridos.

Setores da esquerda reagiram à sua reunião com Huck. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) afirmou que o senhor estará com Lula ou Haddad.

Eu prefiro o Luciano Huck conversando comigo do que conversando com o Bolsonaro. Sobre a declaração do deputado Paulo Teixeira, achei um gesto simpático, de respeito, amizade, até por causa da história de aliança que temos com o PT desde 1989, desde a primeira candidatura de Lula. É normal que o nosso candidato preferencial seja o PT, assim como outros partidos de esquerda como o PSB, o PDT. Defendo uma frente orgânica, uma reorganização da esquerda, e é claro que só é possível imaginar isso com o PT, jamais contra o PT, mas sem que haja uma imposição de liderança A ou B ou de partido A ou B.

Jornal O Globo mostra São Luís como a única capital do Nordeste que cria empregos

Com 4.822 empregos formais gerados, São Luís está na sexta posição entre todas as capitais brasileiras

A edição desta terça-feira do jornal O Globo mostra que São Luís é a única capital nordestina que acumula saldo positivo na criação de empregos com carteira assinada neste ano. Os dados foram extraídos de levantamento feito pela Consultoria Tendências.

A pesquisa vai de janeiro até agosto, o último dado disponível. Com 4.822 empregos formais gerados, São Luís está na sexta posição entre todas as capitais brasileiras.

Todas as demais do Nordeste perderam vagas no acumulado deste ano.

“A recuperação do mercado de trabalho encontra entraves no Nordeste, onde oito das nove capitais tiveram resultado negativo, segundo os dados da consultoria Tendências, e em dois estados que apresentam grave crise fiscal: Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O pior resultado é o do Rio”, diz O Globo.

O desempenho de São Luís segue o do Maranhão, que tem gerado empregos novos pelo terceiro ano seguido.

O emprego com carteira assinada no Estado vem crescendo mais do que a média brasileira. Entre janeiro e agosto deste ano, o aumento dos postos formais foi de 1,63% no Maranhão. No Brasil inteiro, foi de 1,55%.

A expansão maranhense é bem maior que a do Nordeste, que cresceu 0,09% no acumulado do ano. Além disso, o Maranhão é o segundo Estado que mais abriu empregos com carteira assinada no Nordeste entre janeiro e agosto de 2019. Foram 7.569 vagas formais até agora. No Nordeste, só a Bahia tem desempenho melhor.

“O presidente externou uma visão de preconceito, de ódio”, comenta Flávio ao O Globo

Flávio Dino comentou declarações polêmicas do presidente Jair Bolsonaro e sobre o cenário nacional

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirma que o presidente Jair Bolsonaro é “insano” e lidera uma “minoria sectária” que pretende “criar confusão e dividir o país”.

Na sexta passada, o presidente foi gravado usando um tom pejorativo ao se referir ao governador, em conversa com o ministro Onyx Lorenzoni. “Daqueles governadores ‘de paraíba’, o pior é o do Maranhão. Tem que ter nada com esse cara”, disse Bolsonaro.

Na opinião de Dino, o presidente dá declarações “extremistas” para esconder seu “mau governo”. Reeleito numa coligação que juntou 16 partidos, do PT ao DEM, ele defende a formação de uma frente ampla contra o bolsonarismo nas eleições municipais de 2020.

O GLOBO: O que o sr. achou da fala do presidente?

FLÁVIO DINO: Foi a prova que tem um insano no comando do país. Há um método instalado no poder central. É um método de discriminação, de perseguição e de preconceito. O presidente externou uma visão de preconceito, de ódio. E reiterou essa visão em outro vídeo, dizendo que todo nordestino é “pau de arara” e “cabeça chata” (em live com o ministro Tarcísio Freitas, na quinta à noite). Isso nada mais é que a repetição de tratamentos pejorativos para menosprezar uma região que concentra um terço da população brasileira.

E o fato de ser descrito como o pior dos governadores?

DINO: Não me abalei. Não é a opinião do presidente que baliza as minhas ações. Fui eleito duas vezes em primeiro turno, em 2014 e 2018. Isso confirma que temos apoio da maioria da sociedade no nosso Estado. Em uma semana, nosso governo teve mais resultados que o dele em 200 dias.

O sr. vinha evitando o confronto com o Planalto. Ficou surpreso com o tom do presidente?

Fiquei, porque foi uma agressão gratuita. Não havia nenhum episódio que justificasse esse nível de agressividade, de perseguição e de retaliação. Eu e os demais governadores de partidos de oposição temos procurado praticar a boa política republicana. Com o direito à crítica, garantido na Constituição, e o diálogo institucional, a favor de tarefas de interesse comum. Essa agressividade não é da tradição brasileira. João Figueiredo, o último presidente da ditadura militar, manteve relações institucionais com governadores de oposição, como Franco Montoro (SP) e Leonel Brizola (RJ).

O sr. teme retaliações práticas ao seu Estado?

Espero que não. Não quero nenhum tipo de privilégio, só o que está garantido na Constituição e nas leis. Se essa retaliação se confirmar, vou usar todos os meios para proteger os interesses de sete milhões de pessoas. Ele disse para não “dar nada para esse cara”, como se eu pedisse alguma coisa para mim. Nunca pedi e nunca pedirei. O que ele quis dizer foi para não dar nada à população do Estado, e isso viola os artigos 19 e 37 da Constituição. Até achei engraçado o termo. Agora vou cantarolar aquela música do Roberto Carlos, “Esse cara sou eu”. O presidente me promoveu, criou um jingle para mim.

Leia a entrevista completa do jornal O Globo

Pai de santo que benzeu Michel Temer se converte e quer evangelizar terreiro

Pretendo distribuir Bíblias para o presidente e os ministros. Quero salvar a alma de Michel Temer

Roberval Batista Uzêda, de 53 anos, conhecido como “Pai Uzêda” assumiu essa semana o posto de assessor da coordenadoria de Diversidade Religiosa da Secretaria municipal de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos da prefeitura do Rio de Janeiro.

Mas essa não foi a única mudança recente na vida do homem que ficou nacionalmente conhecido por ter “benzido” o presidente Michel Temer, em Brasília, no fim do ano passado.

Segundo o jornal O Globo a quem concedeu entrevista, seu desejo agora é outro: “Pretendo distribuir Bíblias para o presidente e os ministros. Quero salvar a alma de Michel Temer”.

Nos últimos meses, ele passou a frequentar a filial da igreja pentecostal Anabatista, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. “Os espíritas não são unidos. Eu estava me sentindo infeliz. Mas em toda a minha vida, nunca tive uma opção. Sou filho de uma mãe de santo, conhecida como Mãe Luiza de Salvador. Ela me teve em pleno terreiro de Mãe Menininha do Gantois. Sempre estive emocionalmente ligado ao candomblé. Agora como evangélico quero chegar à felicidade plena”, testemunha Uzêda.

Como era esperado, sua mãe não ficou contente com a decisão dele. O ex-pai de santo revela sua intenção de transformar o terreiro baiano de Mãe Luiza em uma igreja evangélica. O local é frequentado pelos cerca de 3,5 mil seguidores dela, que seriam evangelizados por Uzêda, que almeja se tornar bispo.

 

Sarney dá pitaco nas grandes questões nacionais e veta ou apoia indicação de ministros, diz O Globo

Sarney teria vetado Pedro Fernandes

O jornal O Globo trouxe matéria, neste final de semana, sobre a influência de José Sarney na política nacional. A matéria, intitulada de ‘Da hidroginástica aos cargos-chave do governo’, conta o dia a dia do oligarca em Brasília, onde atualmente reside. Após o veto a Pedro Fernandes no ministério do Trabalho, a ingerência de Sarney voltou aos holofotes da política brasileira.

Com 87 anos e afastado de cargos eletivos desde 2015, o oligarca maranhense, de acordo com o O Globo, “dá pitaco nas grandes questões nacionais e veta ou apoia indicação de ministros ou ocupantes de outros cargos estratégicos, como ministros de tribunais superiores e até o comando da Polícia Federal”.
Segundo o jornal, “para boa parte dos cotados a cargos em ministérios, diretorias de agências reguladoras, tribunais superiores, de contas, um dos primeiros caminhos é bater à porta de Sarney”.
O caso recente e rumoroso foi o veto à indicação do deputado maranhense Pedro Fernandes (PTB) para o Ministério do Trabalho, por ele ser ligado ao grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), maior adversário do clã Sarney hoje. Outra demonstração de poder foi o apoio à nomeação do atual diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia. Segundo aliados, o ex-presidente não entra em questões que considera irrelevantes.

A confirmação de que José Sarney é o todo-poderoso do governo Temer explica muita coisa sobre o atual presidente. Inclusive sua popularidade na beira do menor nível da história brasileira. Comparável, obviamente, ao do próprio Sarney no final dos anos 1980.