PIB no Maranhão aponta crescimento em 2018

O Maranhão, ao lado de Estados como Ceará, Piauí e Mato Grosso, estão entre as unidades da Federação que investiram em 2017 pelo menos 10% da receita corrente líquida.

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) lançou o Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense, referente ao primeiro trimestre do ano. Segundo levantamento, a retomada da atividade econômica no Maranhão observada em 2017 continua em 2018. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) local são de crescimento de 3,5% este ano. A íntegra da publicação pode ser acessada no site do Imesc.

Sobre a projeção para o crescimento do PIB Maranhense, houve uma reavaliação para 4,8% em 2017 e para 3,5% em 2018. O PIB maranhense de 2017, calculado pelo IMESC em convênio com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado somente em novembro de 2019.

Ainda segundo o documento, para o país, a expectativa de crescimento do PIB é de 2,5% em 2018.

O crescimento do Valor Adicionado Bruto do Setor Agropecuário, estimado com base nas informações do Levantamento Sistemático da Produção Agropecuária (LSPA/IBGE), deve ter sido responsável por 80% do crescimento do PIB maranhense em 2017, o que confirma o acerto das políticas públicas de adensamento das cadeias produtivas agroindustriais e de inclusão sócio-produtiva, que vêm maximizando o desempenho da economia maranhense.

Entre outros pontos positivos, houve ainda, em 2018, segundo o LSPA/IBGE, o aumento esperado da produção de grãos no Estado, que deverá atingir 16,1%, contribuindo com 1,0 ponto percentual para o PIB projetado.

Ainda segundo o boletim, o Maranhão, ao lado de Estados como Ceará, Piauí e Mato Grosso, estão entre as unidades da Federação que investiram em 2017 pelo menos 10% da receita corrente líquida.

Em visita a Flávio Dino, embaixador chinês destaca crescimento do PIB do Maranhão

A comitiva de chineses foi recebida pelo governador nesta quinta-feira, no Palácio dos Leões.

O embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, e comitiva formada por 40 pessoas, entre diplomatas, empresários e jornalistas chineses  foram recebidos nesta quinta-feira (15) pelo governador Flávio Dino, no Palácio dos Leões. A visita institucional teve como objetivo a aproximação entre os dois países e o estímulo a investimentos, com intercâmbio econômico dos empresários.

O embaixador Li Jinzhang e os empresários visitantes agradeceram a receptividade e destacaram o crescimento do PIB do estado, noticiado pelo jornal Folha de São Paulo na última semana. No levantamento divulgado, o Produto Interno Bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas no estado, teve crescimento de aproximadamente 10%. O crescimento chinês ficou em 6% em 2017, de acordo com o diplomata.

O embaixador também falou do interesse do país na aproximação. O governador Flávio Dino agradeceu o interesse e destacou a geração de oportunidades para os maranhenses com as tratativas e também comentou algumas das oportunidades já confirmadas.

“Estamos assistindo a confirmação do investimento no complexo portuário de São Luís. Teremos na próxima semana a missão atinente à siderurgia, e, dando passo a passo, com muita seriedade, temos esse ciclo de investimentos no nosso estado que é muito importante para a geração de oportunidades de negócio para empresas maranhenses e oportunidades de emprego de milhares de pessoas”, completou.

Com alta no PIB de quase 10%, Maranhão é líder no Brasil

O Maranhão, com 9,7%, cresceu quase dez vezes mais.

Em meio à maior crise da história do Brasil, o Maranhão conseguiu ser destaque. O Estado cresceu 9,7% em 2017, de acordo com relatório feito pelo Itaú Unibanco publicado neste sábado (10) pelo jornal Folha de São Paulo.

O PIB (Produto Interno Bruto) mede a soma das riquezas produzidas no Estado. Seus dados são medidos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ligado ao governo federal.

Os dados por Estado ainda não foram divulgados pelo IBGE (hoje as informações mais atualizadas são de 2015), mas o levantamento do Itaú Unibanco foi feito com base nos dados oficiais, portanto reflete a situação atual.

Em 2017, a economia nacional cresceu cerca de 1%. Portanto, o Maranhão, com 9,7%, cresceu quase dez vezes mais. No período, o pior resultado entre os Estados foi de Sergipe, com queda de 3,1%. Em seguida, veio o Rio de Janeiro, com queda de 2,2%. A previsão do banco Itaú é de que em 2018 haja uma alta de até 3% do PIB em todo o país.

A previsão de outro banco – o Santander – divulgada anteriormente para o ano de 2017 também era de que o Maranhão iria liderar o crescimento entre os Estados.