1º dia de lockdown na Ilha de São Luís tem adesão, dezenas de bloqueios e menos movimento

O objetivo é reduzir a curva de contágio do coronavírus, cujos casos estão concentrados na Região Metropolitana.

Avenida Litorânea, Anel Viário, Terminal da Praia Grande, entrada da cidade e Terminal da Ponta da Espera. Todos esses pontos tradicionalmente movimentados ficaram esvaziados ou com pouca circulação nesta terça-feira (5), o primeiro dia do lockdonw (bloqueio) na Ilha de São Luís.

O lockdown foi pedido pelo Ministério Público, concedido pela Justiça e acatado pelo Governo do Maranhão, que pôs em prática diversas medidas. Elas valem até o dia 14, somente na Ilha de São Luís.

O objetivo é reduzir a curva de contágio do coronavírus, cujos casos estão concentrados na Região Metropolitana.

Para ajudar a reduzir a circulação e induzir o cumprimento as regras do decreto acerca do lockdown, foram montados 50 pontos de bloqueio em diversas partes da Ilha. Policiais militares e outros profissionais ajudam na operação.

Nesses bloqueios, só pôde passar quem preenchia os requisitos estabelecidos pelos decretos. Entre eles, profissionais de saúde a trabalho, funcionários e servidores de serviços essenciais e caminhões de carga.

Os trabalhadores de serviços essenciais tiveram que mostrar a Declaração de Serviço Essencial, fornecida pelas empresas. O modelo está disponível nos canais oficiais do Governo do Estado.

O documento tem que estar em papel timbrado. Os trabalhadores devem andar com o original. Cópias não são aceitas.

“São centenas de declarações sendo apresentadas às guarnições. Estamos observando que as pessoas atenderam ao chamado das autoridades sanitárias e houve diminuição significativa de circulação de pessoas tanto a pé quanto em veículos”, afirmou o coronel Pedro Ribeiro, comandante da Polícia Militar do Maranhão.

No caso dos caminhões de carga, a circulação foi liberada para abastecer os mercados, que continuam abertos. O mesmo acontece com feiras, hospitais e farmácias, por exemplo.

Homicídios na Grande São Luís caem 85% em novembro na comparação com 2014

O resultado vem dos sucessivos investimentos que o Governo do Maranhão faz na segurança pública desde 2015

Os homicídios na Grande São Luís tiveram mais uma redução histórica em novembro. A queda foi de 85% na comparação como o mesmo mês de 2014, antes da implementação do novo modelo de segurança pública no Maranhão.

Em novembro de 2014, foram 103 homicídios nos municípios da Grande Ilha. Em 2019, caíram para 15. Ou seja, em apenas um mês foram 88 vidas salvas.

Na comparação com novembro de 2018, também houve queda: de 23 para 15, o que significa 35% a menos. Se for comparado novembro de 2019 com outubro de 2019, mais uma redução: de 26 para 15, ou seja, 42%.

Portanto, qualquer que seja o recorte, há queda expressiva no número de homicídios na Grande São Luís.

O resultado vem dos sucessivos investimentos que o Governo do Maranhão faz na segurança pública desde 2015. Isso inclui a tropa recorde de 15 mil policiais e mais de 1.100 novas viaturas no Estado. Em outubro, mais 180 novos policiais militares se formaram no Maranhão para reforçar a segurança no Estado.

Grande São Luís tem o menor número de homicídios dos últimos 13 anos

Dois recentes estudos nacionais mostram que São Luís é a capital brasileiro que mais reduz homicídios

Com os homicídios caindo ano a ano desde 2015, a Grande São Luís tem alcançado resultados históricos no combate a esse tipo de crime. Os homicídios em 2019 atingiram o menor número dos últimos 13 anos.

Entre janeiro e setembro de 2019, foram 216 Crimes Letais contra a Vida (CVLIs), que são formados basicamente por homicídios. É o mais baixo número desde 2005, na comparação com o mesmo período dos anos anteriores.

O pico no número de homicídios na Grande Ilha foi em 2014, antes da implementação da nova política de segurança pública no Estado. Naquele ano, entre janeiro e setembro, foram 709 CVLIs, mais do que o triplo do verificado agora em 2019.

Em setembro deste ano, houve redução de 72% dos homicídios na comparação com o mesmo mês de 2014. Naquela época, foram 68 casos. Agora, foram 19. A redução também é significativa comparação com setembro do ano passado, quando houve 28 registros.

Dois recentes estudos nacionais mostram que São Luís é a capital brasileiro que mais reduz homicídios. De acordo com o Atlas da Violência 2019, do Ipea, São Luís foi a capital onde os homicídios mais caíram entre 2014 e 2017. Foi uma queda de 43,42% em três anos.

Já o Anuário Brasileiro da Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrou que São Luís foi a capital que mais reduziu os homicídios entre 2017 e 2018. A diminuição foi de 36,6% em um ano apenas.

Alema aprova projeto de Othelino permitindo convênio entre prefeituras e as Polícias Civil e Militar

O presidente da Assembleia ressaltou ainda que o referido projeto partiu de uma sugestão do prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB)

Por unanimidade, o plenário aprovou, na sessão desta segunda-feira (30), o Projeto de Lei nº 480/2019, de autoria do presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), que acrescenta dispositivo à Lei nº 9.663, de 17 de julho de 2012, que dispõe sobre a criação da Gratificação de Complementação de Jornada Operacional para as operações especiais das polícias Civil e Militar, a ser paga aos policiais civis, militares e bombeiros.

Em seu bojo, a referida lei, que agora segue para a sanção governamental, recebeu modificação em seu Artigo 7º, passando a ter agora a seguinte redação: “O Poder Executivo poderá firmar convênio com a União e Municípios, com o objetivo de firmar cooperação na área da segurança pública para a execução de atividade operacional, podendo, para tanto, utilizar policiais militares,  civis e bombeiros militares em antecipação ou prorrogação da jornada normal de trabalho”.

Conforme Othelino Neto, com tal alteração, fica permitido que as prefeituras que desejarem possam fazer convênio, como forma de utilizar até um determinado percentual, policiais que estejam em suas horas de folga, para prestarem serviços na segurança nos municípios e, naturalmente, as Prefeituras terão oficialmente a possibilidade de remunerar esses policiais civis, militares e bombeiros.

O presidente da Assembleia ressaltou ainda que o referido projeto partiu de uma sugestão do prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB), que lhe fez uma explanação sobre a importância e o impacto da matéria. “Ele me disse, inclusive, que será o pioneiro a propor o convênio com a Polícia Militar do Maranhão”, informou o parlamentar.

Operação #PC27 termina com 14 prisões no Maranhão

Polícia Civil divulgou resultado da operação no Maranhão

A Operação # PC27, no Maranhão, terminou com um saldo de 30 mandados de busca e apreensão com 14 prisões cumpridas, numa ação nacional que envolveu policiais civis dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. O objetivo foi prender foragidos poe roubo, homicídio e estupro.

A Operação iniciou na madrugada desta quarta-feira (24). Os resultados foram apresentados nesta Manhã, em coletiva à Imprensa, na sede da Polícia Civil, Centro Histórico.

“Essa Iniciativa converge com O Trabalho Que a Polícia Civil do Maranhão vem promovendo. A missão se concentrou na capital. A Força Tarefa permanece”, explicou o titular da Delegacia Geral Adjunta Operacional, André Gossain, que comandou os trabalhos. Aproximadamente 150 policiais participaram das atividades.

Coordenada Pelo Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil, a Operação # PC27 teve expedidos mais de mil mandados de prisão, busca e apreensão a serem cumpridos em todo o Território Nacional. O conselho reúne, em períodos regulares, delegados de todos os estados do país com o objetivo de traçar estratégias de ação para executar operações integradas nacionalmente.

O Nome da Operação # PC27 faz referência à padronização de todas as polícias civis das 27 unidades federativas do país. Os mandados de prisão foram expedidos pela Justiça, após trabalho de investigação realizado pelo Serviço de Inteligência das Polícias Civis.

Governo do Maranhão empossa 94 novos policiais civis

Os policiais foram nomeados no início deste mês pelo governador Flávio Dino

O Governo do Maranhão deu posse a 94 novos policiais civis. A cerimônia foi realizada no Palácio Henrique de La Rocque e presidida pelo vice-governador Carlos Brandão. Aprovados em concurso público realizado no ano passado, os novos integrantes da Polícia Civil do Estado ocuparão as funções de delegados, investigadores, escrivães e peritos criminais.

“É um grande momento para o Maranhão. Já avançamos muito para a segurança e temos certeza que, com a posse desses novos membros na Secretaria de Segurança, nós vamos fortalecê-la ainda mais e vamos ter resultados ainda melhores”, afirmou Brandão.

Os policiais foram nomeados no início deste mês pelo governador Flávio Dino. Os 94 policiais civis ocuparão os cargos de delegados, escrivães, investigadores de polícia e peritos criminais.

Desde 2015, mais de 3.500 novos Policiais Civis, Militares e Corpo de Bombeiros passaram a integrar as forças de segurança do Estado do Maranhão.

Governo do Maranhão prevê concursos públicos em mais de 10 áreas neste ano

A Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê ao todo 2.762 novas vagas para o ano de 2019, das quais 2.000 são para a Polícia Militar do Maranhão

Em proposta orçamentária aprovada em dezembro de 2018 pela Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), o governador Flávio Dino direcionou recursos para concursos públicos em mais de 10 órgãos do Estado. São previstos R$ 222,7 milhões em investimentos para criação, provimento e contratação de pessoal, por meio de realização de novos concursos ou convocações de aprovados em certames anteriores. A Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê ao todo 2.762 novas vagas para o ano de 2019, das quais 2.000 são para a Polícia Militar do Maranhão.

Mesmo sob forte crise fiscal enfrentada pelo país, o governador Flávio Dino conseguiu manter a responsabilidade fiscal do Estado, permitindo continuar a valorização dos servidores como prioridade. “O meu compromisso é de continuar qualificando o serviço público. Vivemos uma era em que infelizmente, hoje, muitos colegas governadores ao tomarem posse falaram de menos Estado, menos serviço público, menos servidores públicos. Eu creio em outro ideário. Só é possível haver desenvolvimento com serviço público e gratuito”, afirmou durante a posse, no início do mês.

Desde 2015, o Governo do Maranhão abriu mais de 6.000 novas vagas para o ingresso de pessoas no serviço público estadual por meio de concursos públicos ou seletivos.
Para 2019, o Governo do Maranhão reservou, na Lei Orçamentária Anual, condições para que órgãos e secretarias da administração estadual possam realizar novos concursos ou convocar aprovados em certames anteriores, de acordo com disponibilidade financeira.

Veja as vagas previstas

Polícia Militar do Maranhão – 2.000 vagas
Polícia Civil – 150 vagas
Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão – 100 vagas
Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) – 150 vagas
Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) – 120 vagas
Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged) – 100 vagas
Secretaria de Estado de Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores (Segep) – 42 vagas
Procuradoria Geral do Estado (PGE) – 30 vagas
Secretaria de Planejamento e Orçamento (Seplan) – 30 vagas
Secretaria de meio Ambiente e Recursos Naturais – 10 vagas
Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e do Consumidor (Procon) – 10 vagas
Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) – 10 vagas

Sete pessoas são presas por suspeita de clonagem de telefones de políticos maranhenses

A polícia investiga a participação de mais pessoas na organização criminosa. Foto: Alessandra Rodrigues

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), apresentou, na manhã desta quarta-feira (16), sete pessoas acusadas de envolvimento com estelionato e associação criminosa.

De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha é acusada de clonar números de chips de celulares, depois utilizavam aplicativos de trocas de mensagens e entravam em contato com familiares e amigos das vítimas para pedir transferências bancárias.

O grupo criminoso fez vítimas em vários municípios do Maranhão, incluindo políticos. Entre as vítimas estão sete prefeitos maranhenses e há suspeitas de alguns prefeitos de cidades do Estado do Paraná.

Estima-se que o prejuízo gire em torno de R$ 200 mil. A polícia investiga a participação de mais pessoas na organização criminosa.

Tiago Bardal e mais três pessoas são presas por envolvimento com assaltos a banco

Thiago Bardal foi encaminhado para a sede da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção

O delegado de polícia e ex-superintendente estadual de investigações criminais do Maranhão, Tiago Bardal, foi preso novamente na manhã desta quarta-feira (28) pela Polícia Civil pelo envolvimento com uma quadrilha de assaltos a banco no interior do estado. Além do delegado afastado, o investigador João Batista de Sousa Marques e os advogados Werther Ferraz Júnior e Ary Cortez Prado Júnior também foram presos nesta operação realizada de forma simultânea em São Luís e Imperatriz.

Thiago foi encaminhado para a sede da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), em São Luís, para prestar depoimento. Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de São Luís.

A operação que prendeu os quatros envolvidos é resultado de uma investigação da Seccor e do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão. As autoridades disseram ainda que as investigações continuam para averiguar a participação de outros policiais no esquema.

Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública informa que a investigação começou em 2018, mas tem como foco ações criminosas entre os anos de 2015 e 2016. Os presos na manhã desta quarta tinham relações com os bandos de assalto a banco no interior do Maranhão por receberem propina para evitar as prisões dos chefes.

Segundo a Seccor e o Gaeco, os policiais mantinham relação direta com os advogados ligados aos assaltantes. As informações obtidas dão conta de que os policiais recebiam cerca de cem mil reais por assalto realizado, como uma espécie de “pedágio”, e que ainda assim cobravam para evitar as prisões de líderes.

Os policiais vão ficar recolhidos na carceragem para policiais na Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop), enquanto que os advogados devem ficar em alguma unidade do sistema penitenciário do estado.