Investimento de R$ 214 milhões no Porto do Itaqui prevê geração de 700 empregos


O Porto do Itaqui é servido por uma malha composta por três ferrovias que ligam a fábrica, em Imperatriz, na região sul do Maranhão, até a beira do cais. O projeto de terminal dedicado à celulose prevê ainda a construção de um armazém com capacidade para 1,5 milhões de toneladas do produto.

Foi assinado o contrato de arrendamento do terminal IQI 18, da Suzano Papel e Celulose, no Porto do Itaqui, em São Luís. O contrato entre a Suzano e o Porto do Itaqui foi assinado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, pelo presidente do Porto Itaqui, Ted Lago, e pelo diretor de Logística da empresa, Wellington Giacomin.

O total de investimentos no Itaqui é de R$ 214,873 milhões ao longo de 25 anos, prazo que poderá ser prorrogado por até 70 anos. Está prevista ainda a construção de um desvio ferroviário e do acesso marítimo. O terminal dedicado à celulose consolidará a exportação deste produto pelo Itaqui e impulsionará a economia do Maranhão. A estimativa do consórcio é de que sejam gerados 700 postos de trabalho no pico da obra e 85% dessa mão de obra deverá ser contratada na região.

Jornal Valor Econômico destaca crescimento de Porto do Itaqui


Desde 2015, o Porto do Itaqui tem quebrado recordes de produtividade graças aos bilionários investimentos públicos e privados. São 16 mil empregos direitos e indiretos

O jornal Valor Econômico destacou, nesta quinta-feira (4), como os portos do Norte e do Nordeste têm ganhado cada vez mais importância no país – entre eles, o Porto do Itaqui, no Maranhão. A reportagem diz que as exportações de soja e milho que passam pelo chamado Arco Norte tiveram bastante impulso no primeiro trimestre. O Arco Norte é formado pelos portos de Itaqui, São Luís e Ponta da Madeira (Maranhão), Itacoatiara (Amazonas), Santarém e Barcarena (Pará) e Aratu (Bahia).

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), os embarques por essas rotas somaram 5,7 milhões de toneladas entre janeiro em março, 31,8% mais que no primeiro trimestre de 2018. Esse volume corresponde a cerca de 30% do total de soja exportado pelo Brasil no mesmo período. No ano passado, eram 24%. Já as exportações de milho pelo Arco Norte cresceram ainda mais: 87,3%.

Desde 2015, o Porto do Itaqui tem quebrado recordes de produtividade graças aos bilionários investimentos públicos e privados. São 16 mil empregos direitos e indiretos.

Em São Paulo, Flávio Dino busca parcerias com empresas para investir no Maranhão

O evento reuniu os principais líderes dos setores público e privado do país.

Em evento na capital paulista com grandes empresas e investidores de todo o Brasil, o Maranhão mostrou nesta quinta-feira (28) oportunidades de parceria entre o Governo do Estado e a iniciativa privada para novos empreendimentos e projetos. A apresentação foi na terceira edição do GRI PPPs e Concessões Brasil, no Hotel InterContinental São Paulo. O evento reuniu os principais líderes dos setores público e privado do país. O foco foi na infraestrutura. O Maranhão montou um lounge e participou de mesas temáticas.

O governador Flávio Dino e secretários de Estado mostraram aos investidores oportunidades em PPPs (Parcerias Púbico-Privadas). São modalidades em que o Estado e os empresários se unem em torno de um empreendimento. Um dos focos foram os investimentos para a recuperação do Centro Histórico, com destaque para os programas Habitar e Adote um Casarão. O primeiro vai manter a população residente no Centro e atrair novos moradores. O segundo cuida da restauração e da ocupação dos imóveis ociosos de propriedade do governo. Ambos oferecem incentivos fiscais para atrair investimentos.

“O Centro Histórico é tombado pela Unesco como patrimônio da humanidade e temos lá os objetivos principais, como a recuperação para uso administrativo e para uso habitacional”, disse Flávio Dino durante o “Talk Show com Governadores – Estados e suas Carteiras de Projetos”.

O governador citou como exemplo já bem-sucedido a reforma do prédio João Goulart, que estava fechado havia 30 anos e vai ser inaugurado neste ano. A parceria com a iniciativa privada foi pela modalidade Built to Suit, que é uma espécie de locação sob medida e para o longo prazo.

O governador anunciou que o Maranhão vai lançar dois editais até agosto: um para internet gratuita e outro para a construção de novos presídios. “Vamos soltar o edital de licitação do programa Internet para Todos para 100 cidades, com internet gratuita. E também PPPs para a construção de quatro presídios”, disse.

Após o talk show, os secretários Antonio Nunes (Governo) e Simplício Araújo (Indústria e Comércio), além de outros representantes do Governo do Maranhão, apresentaram os potenciais do Estado e a carteira de projetos para os investidores. Foram feitas também reuniões individuais com empresários, a fim de detalhar os projetos. O Maranhão montou um lounge para receber os investidores. De acordo com Nunes, houve especial interesse no modelo usado para a reforma do edifício João Goulart, no Centro Histórico.

A carteira de projetos apresentada pelo Maranhão no evento também incluiu a construção do Parque de Exposições em São Luís com 300 mil metros quadrados; a Cidade da Justiça para abrigar prédios do Tribunal de Justiça, da Procuradoria Geral do Estado e da Defensoria Pública Estadual; novos terminais no Porto do Itaqui; cais para a interligação das cidades de São Luís e Alcântara; e a MA-006, integrando o Sul e o Norte do Maranhão.

De acordo com Flávio Dino, num momento de crise econômica nacional, é fundamental a parceria público-privada. “Defendo um forte investimento público conjugado com um forte investimento privado como saída para essa recessão aguda”, disse. Ele ressaltou que, mesmo em meio ao cenário nacional adverso, o Maranhão tem mantido um ritmo acelerado de investimentos: “Em 2018 e 2017, tivemos uma taxa de investimento público bastante alta em relação à Receita Corrente Líquida (RCL), uma das maiores do país”, lembrou o governador.

“Tivemos investimentos de até 11% em relação à RCL, a média brasileira é de 4%. Não obstante, acreditamos na importância desses investimentos privados. Ou seja, forte investimento público conjugado com forte investimento privado como saída para a recessão aguda”, declarou.

Itaqui lidera crescimento entre os principais portos públicos do Brasil

Com o crescimento, o Itaqui não apenas teve destaque em movimentações de cargas entre os portos públicos do Brasil, mas se consolida como um dos mais importantes do Norte e Nordeste

De acordo com o Anuário Estatístico 2018 da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq), divulgado nesta terça-feira (12), o Porto do Itaqui cresceu 17%, superando os percentuais dos maiores portos públicos do Brasil, como o Porto de Santos (0,87%), Itaguaí (6,98%), Paranaguá (6,51%), Rio Grande (3,8%) e Suape (-0,83%). Em 2017, o porto maranhense cresceu 11,89% e movimentou 19,1 milhões de toneladas.

Com o crescimento, o Itaqui não apenas teve destaque em movimentações de cargas entre os portos públicos do Brasil, mas se consolida como um dos mais importantes do Norte e Nordeste. Foram 22,3 milhões de toneladas de cargas em 2018.

“Os dados anunciados pela Antaq confirmam a performance diferenciada do Itaqui em 2018 e refletem o trabalho de toda uma equipe que, nos últimos quatro anos, tem se empenhado para fazer do Itaqui uma referência nacional em gestão portuária”, declarou o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), Ted Lago, durante o evento de comemoração do 17º aniversário da Antaq e apresentação do anuário em Brasília.

Outro grande destaque refere-se à movimentação de soja. Principal exportador de soja, milho e farelo do Arco Norte do Brasil, o Porto do Itaqui consolida sua liderança com movimentação de 8,5 milhões de toneladas de soja em 2018.

Com essa marca, o Itaqui passa a ocupar o chamado top 3 dos portos que mais exportam soja no país. O crescimento de 38,61% na movimentação desse tipo de carga também foi maior que o desempenho de Santos (12%) e de Paranaguá (34%), primeiro e segundo lugar respectivamente.

“Com o início das obras da segunda fase do Tegram, vamos elevar a capacidade do Itaqui para 14 milhões de toneladas que, somadas a mais 4 milhões de toneladas do terminal da VLI, garantirá um volume mais do que suficiente para sustentar o crescimento e nos aproximar ainda mais dos maiores portos do Brasil ”, afirmou Ted Lago.

Além da soja, o Itaqui permanece no top 3 de movimentação de granéis líquidos (combustíveis, produtos químicos, líquidos). Com aumento de aproximadamente 14% em movimentação de fertilizantes, também está entre os cincos portos públicos que mais importaram a carga em 2018 (1,9 milhões de toneladas), mais um recorde histórico para o porto maranhense.

De acordo com a Antaq, o setor portuário nacional (portos organizados e terminais privados) movimentou 1,117 bilhão de toneladas em 2018, o que representa um crescimento de 2,7% em relação a 2017. Os portos públicos movimentaram 374 milhões de toneladas em 2018, um aumento de 2,6% em comparação com 2017 (365 milhões de toneladas).

Entre as principais cargas, o minério de ferro representa 36% do total movimentado por portos e terminais privados do país. Outros destaques são os combustíveis, com 203 milhões de toneladas (18,2%); os contêineres, com cerca de 113 milhões de toneladas (10,1%) e a soja, com 102 milhões de toneladas (9,1%).

Porto do Itaqui é destaque na imprensa nacional

Segundo a reportagem, a iniciativa privada já se mostrou disposta a investir no Itaqui neste ano

O Broadcast da Agência Estado destacou, neste mês, as novas áreas que serão disponibilizadas pelo Porto do Itaqui para agroindústrias. São 500 hectares de áreas sob a gestão do porto público maranhense destinados à criação de um complexo industrial. Em entrevista à agência, o presidente do Itaqui, Ted Lago, afirmou que 350 hectares estarão prontos para negociação já no início deste ano.

“Queremos criar um complexo industrial para setores que não precisam estar necessariamente dentro da unidade portuária; podem ficar a 20 ou 30 quilômetros de distância, com interligação por meio de ferrovia ou rodovias”, disse Lago. “Podemos trazer indústrias que processem as commodities movimentadas no Porto do Itaqui e, assim, gerar um ganho expressivo na logística de escoamento”, afirmou à agência de notícias.

Segundo a reportagem, a iniciativa privada já se mostrou disposta a investir no Itaqui neste ano. “Até o momento, a estimativa é de que R$ 1 bilhão serão aportados em obras dentro da unidade portuária somente em 2019. Uma delas é a duplicação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram)”, acrescenta a reportagem.

Também foi destaque no mesmo veículo a estimativa de crescimento em movimentação de cargas do porto maranhense: “Depois do recorde de 22,4 milhões de toneladas em 2018, a movimentação de cargas do Porto do Itaqui (MA) deve crescer 3% em 2019, impulsionada pela demanda asiática, principalmente por causa da compra de grãos brasileiros feita pela China”.

Além dos investimentos privados, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), gestora do Porto do Itaqui, fará neste ano um aporte de R$ 70 milhões para recuperação e modernização de berços e sistema elétrico. Nos últimos quatro anos foram cerca de R$ 300 milhões em investimentos próprios.

Itaqui terá o mais moderno terminal de fertilizantes da América Latina

O aditivo prevê a construção de um novo armazém com capacidade para 80 mil toneladas e possibilitará movimentação de até 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes por ano

A Companhia Operadora Portuária (Copi) prorrogou o contrato de arrendamento com a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) por mais 20 anos e vai investir R$ 80 milhões na construção de um terminal de fertilizante. O aditivo prevê a construção de um novo armazém com capacidade para 80 mil toneladas e possibilitará movimentação de até 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes por ano.

A nova estrutura será a mais moderna do país para esse tipo de operação, com interligação do armazém ao berço 101 do Itaqui por meio de uma correia transportadora, dentre outros equipamentos. O contrato de arrendamento da Copi no Itaqui cobre uma área de 16 mil metros quadrados, destinada à movimentação de granéis sólidos e carga geral e o extrato de termo aditivo foi publicado no Diário Oficial da União na última semana.

“Esse contrato demonstra a confiança do investidor privado no porto público do Maranhão, fortalece o Corredor Centro Norte e o papel do Itaqui nesse cenário. Além disso, sinaliza a introdução do modal ferroviário na distribuição de fertilizante para toda a área de influência do porto”, afirma o presidente da Emap, Ted Lago.

Ele destacou a importância da cadeia regional integrada como porta de entrada e saída de cargas para o Corredor Brasil Central e também “o sucesso do modelo de investimento privado dentro da estrutura pública, que gera emprego, renda e desenvolvimento para o Maranhão”.

Para o presidente da Copi, Carlos Roberto Frisoli, “o empreendimento – que deve estar concluído em dois anos – vai consolidar o Itaqui como o porto de entrada de fertilizante de todo o Arco Norte, incluindo Goiás”. Ele avalia que o porto público maranhense é logisticamente mais ágil e mais competitivo pela localização geográfica (mais próximo do mercado externo) e por sua conexão ferroviária. “Vamos concorrer diretamente com os portos de Paranaguá e Santos”, afirma.

Com a consolidação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) e o volume de cargas oriundas do Terminal de Uso Privativo da VLI, o Porto do Itaqui vem se consolidando como principal porta de saída da produção de grãos (soja e milho) da região Centro-Norte do Brasil, com sucessivos recordes tanto em produtividade quanto em volume de movimentação de cargas.

Neste cenário, objetivando maximizar os ganhos obtidos por meio do desenvolvimento de uma carga de retorno, a importação de fertilizantes tem ganhado cada vez mais destaque no portfólio de cargas do porto público maranhense.

Em 2017 foram movimentadas 1,7 milhões de toneladas de fertilizante e agora está fechando 2018 com quase 2 milhões de toneladas, um recorde histórico dessa que é hoje uma das três principais cargas movimentadas no Porto do Itaqui. O investimento no novo terminal garante o atendimento a demandas atuais e futuras da fronteira agrícola do Arco Norte.

Porto do Itaqui bate recorde histórico

Antes mesmo de fechar o ano o Porto do Itaqui tem recorde histórico, com 21.843.305 milhões de toneladas de cargas movimentadas de janeiro até a madrugada do dia 23. Esse volume bate a marca anterior de 21.824.776 milhões de toneladas de cargas, atingida em 2015. Nesta quarta (26), a movimentação deve ultrapassar os 22 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Também tiveram movimentação recorde as cargas de soja, fertilizantes e grãos (soja, milho, trigo, farelo de soja e arroz).

Os resultados estão associados aos investimentos da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) na ampliação da infraestrutura do Porto do Itaqui, além da atração de investimentos privados. Também contribuem para esses recordes a super-safra de grãos deste ano, à entrada em operação do Berço 108 e à retomada da movimentação de carga de entreposto de combustíveis para as demais regiões do país, empreendida pela Transpetro.

“Essa superação reflete o trabalho que vem sendo executado desde 2015 e a confiança do setor empresarial e dos investidores, que escolhem o Porto do Itaqui como a melhor opção para escoar suas cargas”, afirma o presidente da EMAP, Ted Lago.

Todos os investimentos, tanto públicos quanto privados, fortalecem o papel do porto público maranhense como canal estratégico de crescimento para o estado e toda a sua área de influência. O plano é dobrar a capacidade de movimentação de grãos em dois anos, com a segunda fase do Tegram, que deve começar a operar em 2020. As quatro empresas que integram o consórcio aprovaram orçamento de R$ 240 milhões para as obras, previstas para começar em março e contratações a partir de janeiro.

Na movimentação de granéis líquidos a capacidade de armazenagem também deve dobrar dentro de três anos. Com a infraestrutura do novo píer petroleiro, que entrou em operação em julho, a movimentação de granéis líquidos tende a crescer ainda mais. Em setembro foram entregues à equipe da Secretaria Especial do Programa de Parcerias e Investimentos do Governo Federal os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs) para ampliação de capacidade de armazenamento de combustíveis do Porto do Itaqui. São quatro lotes, totalizando 169 mil metros cúbicos a mais de capacidade de armazenagem, com investimento privado estimado em R$ 450 milhões.

Além disso, estão em andamento as obras de ampliação do Tequimar-Ultracargo, um investimento de R$ 170 milhões, com geração de 400 empregos diretos e 1.200 indiretos (mais de 60% dos serviços foram realizados). E o contrato de arrendamento da Companhia Operadora Portuária (COPI) com a EMAP, prorrogado por mais 20 anos, trará investimento de R$ 80 milhões para a construção de um terminal de fertilizante. O aditivo prevê um novo armazém com capacidade para 80 mil toneladas e possibilitará movimentação de até 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes por ano.

Investimentos bilionários criaram milhares de empregos no Maranhão nos últimos 4 anos

De acordo com o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o Maranhão tem atualmente R$ 10 bilhões em investimentos privados em andamento ou projetados

O Maranhão conseguiu atrair, desde 2015, bilhões de reais da iniciativa privada para gerar novos negócios, emprego e renda no Estado. Isso foi possível em grande parte graças aos estímulos garantidos pelo governo e pelo bom ambiente de negócios construído ao longo destes quatro anos.

Além dos investimentos já feitos, outros já foram anunciados para 2019 em diante, também na casa dos bilhões.

De acordo com o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o Maranhão tem atualmente R$ 10 bilhões em investimentos privados em andamento ou projetados.

Destes, R$ 4,4 bilhões estão em andamento. E R$ 5,6 bilhões, projetados. Os recursos privados correspondem a 65,8% do total de investimentos em andamento e projetados para o Estado.

Os valores estão distribuídos principalmente no setor portuário, elétrico e da indústria de transformação. Essa conta não inclui os projetos que já foram concluídos e geraram milhares de empregos.

Veja abaixo alguns dos grandes empreendimentos já concluídos, em andamento e alguns que vêm por aí:

BrasilAgro – É uma das maiores empresas brasileiras no desenvolvimento de terras agrícolas. Anunciou que vai investir R$ 1,4 bilhão nos próximos anos no Maranhão. O novo empreendimento tem capacidade de gerar 3 mil empregos diretos. O investimento será realizado em parceria com a empresa AgroSerra, na Fazenda São José, no município de São Raimundo das Mangabeiras. Serão produzidos grãos e etanol.

Eneva – São investimentos previstos de R$ 1,3 bilhão na ampliação da geração de energia, com 2 mil empregos diretos.

Ômega Energia – A empresa construiu o Parque Eólico de Paulino Neves, da Ômega Energia, e já está com obras de expansão. Os investimentos são de R$ 1,5 bilhão. Com apoio do Governo do Estado, a companhia é responsável pela instalação do primeiro parque eólico (que usa a força do vento) no Maranhão.

Porto do Itaqui – O complexo portuário é administrado pelo Governo do Maranhão, mas recebe muitos investimentos privados. Para se ter uma ideia, o volume estimado até 2022 é de pelo menos R$ 1,4 bilhão.

Porto São Luís – O empreendimento está em andamento e é fruto da colaboração entre o Governo do Maranhão e China Communications Construction Company (CCCC). As obras estão na fase de terraplanagem, supressão vegetal e condução de detalhes geográficos. O prazo máximo de entrega é fevereiro de 2022. O investimento beira os R$ 2 bilhões, e a previsão é de geração de 5 mil empregos. O terminal privado de multicargas vai escoar milhões de toneladas de grãos e minério de ferro.

Raízen – No ramo de tancagem, a empresa investe R$ 200 milhões na construção de um terminal para armazenamento de combustíveis. O empreendimento fica próximo ao Porto do Itaqui, área industrial de São Luís.

Suzano – Com os investimentos de R$ 500 milhões da Suzano Papel e Celulose, foram gerados aproximados 1,3 mil novos empregos diretos e indiretos no Maranhão na construção e no funcionamento de uma nova fábrica de papel, em Imperatriz, Região Tocantina. Agora, a empresa prevê investimentos de R$ 300 milhões no estado, por meio do Porto do Itaqui, para aumentar sua participação, produção e, consequentemente, a geração de empregos.

Vale – A companhia retomou a operação da usina de pelotização na área Itaqui-Bacanga. A usina estava parada havia anos. São mais de R$ 100 milhões, que geraram 370 postos de trabalho. Pelotas são bolas de minério de ferro, utilizadas na fabricação de aço e têm alto valor agregado por garantir mais produtividade às usinas siderúrgicas. Entre os produtos que usam o material, estão pontes, carros e aviões.

Incentivo

Desde 2015, o Governo do Maranhão tem estimulado pequenas e grandes empresas com uma política de incentivos, a fim de gerar empregos.

Entre eles, estão os Parques Empresariais, que são grandes espaços para reunir empresas e indústrias. Já foram entregues, por exemplo, o de São Luís, o de Imperatriz, o de Caxias, o de Pinheiros e o de Timon

Outra iniciativa é a Caravana do Desenvolvimento Empresarial, que em sua edição de estreia atendeu 10 mil empreendedores em dezenas de cidades.

Nas caravanas, os empresários receberam diversos tipos de serviços e puderam tirar dúvidas e resolver exigências burocráticas.

A desburocratização também está em toda a política de estímulo aos empreendedores. Hoje, mais de 280 mil empresas estão ligadas à RedeSim, que facilita os negócios, poupa dinheiro e economiza tempo.

Além disso, com o Jucema Digital, os serviços para os empresários também ficaram muito mais rápidos. O sistema permite que todos os procedimentos executados pela Junta Comercial sejam feitos online.

Folha de S.Paulo destaca acordo entre Porto do Itaqui e Canal do Panamá

O crescimento e a modernização do Porto do Itaqui têm chamado cada vez mais a atenção da imprensa nacional: Foto Karlos Geromy

O jornal Folha de S.Paulo destaca nesta sexta-feira (7) o recente acordo feito pelo Porto do Itaqui para usar o Canal do Panamá com mais competitividade.

O crescimento e a modernização do Porto do Itaqui têm chamado cada vez mais a atenção da imprensa nacional, que vê o complexo maranhense com grande potencial de desenvolvimento para os próximos anos.

O acordo foi feito entre a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que cuida do porto, e a administração do Canal do Panamá, diz a Folha.

“Haverá uma janela entre fevereiro e setembro para que navios saiam do Maranhão e cruzem [o canal] com tarifa competitiva”, afirma ao jornal Ted Lago, presidente da Emap.

De acordo com a Folha, os navios que saem de São Luís para a China atravessam o sul do oceano Atlântico e passam pelo Cabo da Boa Esperança. Pelo Canal do Panamá, o custo é mais alto hoje, porém significa três dias a menos.

Com o acordo, esse custo vai ser reduzido, criando uma alternativa vantajosa para as embarcações.