Carlos Lula esclarece que falta de vacinas é consequência do não repasse do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde espera regularizar o fornecimento até março

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, usou suas redes sociais para esclarecer que a falta de vacinas no Maranhão se deu pelo não repasse das mesmas pelo Ministério da Saúde.

“A vacina pentavalente, que protege crianças de cinco doenças bacterianas – meningite, tétano, difteria, coqueluche e hepatite B – está em falta em todo o País. Importante esclarecer que a compra NÃO É FEITA pelo Governo do Estado, mas pelo Ministério da Saúde”, escreveu Carlos Lula.

A pentavalente é fornecida pelo governo federal e não existe laboratório que produz a vacina no Brasil. No ano passado, o governo federal informou que teve um problema com um lote que veio do exterior.

“O repasse das vacinas sofreu interrupção e atrasos desde outubro de 2019. O motivo seria a reprovação da vacina comprada em testes. O Ministério da Saúde espera regularizar o fornecimento até março”, concluiu.

Dia D de vacinação contra pólio e sarampo será neste sábado (18)

A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária

Postos de saúde em todo o país abrem as portas amanhã (18), sábado, para o chamado Dia D de Mobilização Nacional contra o sarampo e a poliomielite. Todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos devem receber as doses, independentemente de sua situação vacinal. A campanha segue até 31 de agosto.

A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até a última terça-feira (14), no entanto, 84% das crianças que integram o público-alvo ainda não haviam recebido as doses.

Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, o que significa que mesmo as crianças que já estão com esquema vacinal completo devem ser levadas aos postos de saúde para receber mais um reforço. No caso da pólio, as que não tomaram nenhuma dose ao longo da vida vão receber a vacina injetável e as que já tomaram uma ou mais doses devem receber a oral.

Para o sarampo, todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos vão receber uma dose da Tríplice Viral, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Casos de sarampo

Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo – em Roraima e no Amazonas. Até a última terça-feira (14), foram confirmados 910 casos no Amazonas, onde 5.630 outros casos permanecem em investigação. Já em Roraima, são 296 casos confirmados e 101 em investigação.

Há ainda, de acordo com o Ministério da Saúde, casos isolados e relacionados à importação nos seguintes estados: São Paulo (1), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (13), Rondônia (1) e Pará (2). Até o momento, foram confirmadas no Brasil seis mortes por sarampo, sendo quatro em Roraima (três em estrangeiros e um em brasileiro) e dois no Amazonas (brasileiros).

Prefeitura de São Luís inicia vacinação contra sarampo e poliomielite nesta segunda-feira (23)

A Prefeitura de São Luís vai disponibilizar postos e demais unidades de saúde para as ações da campanha, funcionando de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite em São Luís inicia-se nesta segunda-feira (23). Por orientação do prefeito Edivaldo, a ação na capital começa 15 dias antes da mobilização nacional. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal na cidade, alcançando o público prioritário: crianças de um ano até menores de cinco anos. A campanha é coordenada pelo Ministério da Saúde e a ação nacional será realizada no dia 6 de agosto e se estende até o dia 31, quando também será encerrada na capital.

Na capital, a campanha terá culminância em dois sábados. Dia 04 de agosto será o Dia D Municipal de Vacinação contra as doenças e o dia 18 de agosto, dia de mobilização nacional.

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“Vamos nos antecipar para que possamos garantir e reforçar a imunização de todas as crianças que por ventura não estejam com essas vacinas em dia. É importante que os responsáveis compareçam com suas crianças e contribuam para a saúde delas e para que a capital se mantenha livre dessas doenças. É uma campanha importante e a população deve participar”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.

A Prefeitura de São Luís vai disponibilizar postos e demais unidades de saúde para as ações da campanha, funcionando de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Nos dias ‘D’, os postos abrem das 8h às 17h, para imunizar as crianças das idades determinadas na campanha. A meta de vacinação estipulada pelo Ministério da Saúde para a capital é 95% do público-alvo de 61,7 mil crianças. Há mais de 20 anos não há registro de casos dessas doenças em São Luís.

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Totalizam 63 unidades de saúde da rede municipal que disponibilizarão as vacinas, de segunda a sexta-feira. Pessoas com idades até 49 anos também poderão se vacinar contra o sarampo durante a semana, no período da campanha. As estratégias de mobilização na capital são coordenadas pela Superintendência de Vigilância Sanitária e Epidemiológica da Semus.

A vacina é contraindicada em casos de gripe muito forte e febre alta; crianças com imunodeficiência congênita ou adquirida; neoplasia maligna; e que estão em tratamento com uso de corticoides em doses elevadas ou quimioterapia e radioterapia. A campanha prosseguirá até dia 31 de agosto.

Imunização

A poliomielite ou paralisia infantil causa paralisia repentina e pode afetar desde só as pernas, até o corpo inteiro, comprometendo até a respiração. A contaminação se dá por contato fecal-oral, por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de portadores, ou ao falar, tossir ou espirrar.

Já o sarampo, doença altamente contagiosa, pode ser transmitido pelo contato com secreções. Os primeiros sintomas são parecidos com os da gripe, mas evoluem ainda para o aparecimento de manchas vermelhas pelo corpo.

 

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lançadas novas ações de vacinação contra Febre Amarela no Maranhão

Nesta segunda-feira (22), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) lançou ações de imunização contra a Febre Amarela e combate ao Aedes Aegypti, responsável pela transmissão de doenças como Dengue, Zika vírus e Chikungunya. A ação foi maracda para o Parque Ambiental da Reserva do Itapiracó.

Como parte das ações de controle das arboviroses, foram enviados pelo governo do Maranhão oito carros fumacê, para combate do mosquito Aedes, até as cidades de Barra do Corda, Pinheiro e Cururupu.

As ações da saúde também serão intensificadas na vacinação contra a Febre Amarela no interior do Estado.

Também serão enviados 10 carros para as Regionais de Saúde de Balsas, Imperatriz, Barra do Corda, Rosário e São João dos Patos. A principal estratégia é garantir a imunização de pessoas nas áreas rurais dos municípios prioritários.

São Luís supera meta do Ministério da Saúde na vacinação de cães e gatos

Vacinação de cães e gatos em São Luís

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), divulgou nesta segunda-feira (16), os dados da campanha de vacinação antirrábica na capital maranhense. De acordo com o levantamento, foram vacinados 106.909 cães e 52.073 gatos, totalizando 158.982 animais, o que representa 99,3% dos 160 mil animais previstos para serem imunizados. A meta estipulada pelo Ministério da Saúde era de 80%.

A secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe, avalia positivamente os resultados da campanha, que se integra às ações desenvolvidas pela administração do prefeito Edivaldo na área de saúde animal. “O objetivo foi atingido porque houve grande empenho da Prefeitura de São Luís na realização da campanha. Nossas equipes trabalharam de forma intensa na vacinação por esta ser uma forma eficaz de controle da doença”, destacou.

Desde 2013, São Luís não registra casos de raiva. O indicador positivo é fruto das ações de imunização e monitoramento desenvolvidas pela Prefeitura de São Luís. Ao superar a meta estabelecida pelo governo federal, São Luís avança no sentido de manter o índice favorável. A única forma de controle possível para a raiva é a vacinação de cães e gatos, potenciais transmissores da doença.

A secretaria pontuou ainda a grande aceitação dos proprietários e guardadores de animais à campanha. “Os propriétarios receberam nossas equipes e assim pudemos cobrir praticamente todos os domicílios da cidade. Foi uma ação significativa para manter a barreira imunológica contra a transmissão do vírus da raiva, que desde 2013 não é registrado em São Luís”, afirma Helena Duailibe.

A campanha teve início em novembro do ano passado e foi desenvolvida pela Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), que percorreu os sete distritos sanitários de São Luís, encerrando na área Itaqui-Bacanga na última sexta-feira (13). A ação aconteceu às sextas-feiras e sábados, e contou com a participação de 230 agentes vacinadores.