PSL declara apoio à pré-candidatura de Duarte Júnior

Além do Republicanos e PSL, o pré-candidato já tem o apoio do PTC.

O PSL foi o mais novo partido a declarar apoio ao deputado estadual e pré-candidato a prefeito em São Luís, Duarte Júnior (Republicanos).

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (3), por meio de videoconferência, pelo presidente estadual da legenda, o vereador Chico Carvalho.

Duarte soma agora o partido com maior tempo de TV e ganha um reforço e tanto na disputa.

Além do Republicanos e PSL, o pré-candidato já tem o apoio do PTC.

Deputado federal do PSL sofre emboscada

O perfil pessoal do deputado postou no Facebook a imagem do veículo atingido pelos disparos

O deputado federal Loester Trutis (PSL/MS) sofreu uma emboscada a tiros na manhã deste domingo (15). Ele seguia para Sidrolândia, município 74 km ao sul de Campo Grande, quando o carro em que seguia foi alvejado por ‘ao menos cinco disparos’. O parlamentar e sua equipe não foram atingidos, e a Polícia Federal investiga o episódio.

O perfil pessoal de Trutis postou no Facebook a imagem do veículo atingido pelos disparos, com o vidro de uma das laterais parcialmente destruído, e anunciou que o deputado cancelaria a agenda programada para hoje.

O parlamentar contou com o apoio do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar para deixar o local do ataque.

Ele foi à Superintendência da Polícia Federal no Estado para prestar depoimento e foi instaurado um inquérito policial.

O parlamentar chamou a atenção em setembro do ano passado, quando divulgou um vídeo nas redes sociais em que oferecia R$ 100 mil para quem desse informações sobre a atuação de Adélio Bispo, autor de uma facada no presidente Jair Bolsonaro ainda no período de campanha presidencial, em 2018.

PSL debate nova suspensão a 17 deputados bolsonaristas

O PSL recomendou a suspensão das atividades parlamentares por 12 meses de 17 deputados federais, entre eles, Eduardo Bolsonaro

A Executiva Nacional do PSL recomendou nesta terça-feira a suspensão das atividades parlamentares por 12 meses de 17 deputados federais, entre eles o líder do partido na Câmara, Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. A decisão ainda precisa ser homologada pelo Diretório Nacional da sigla, que tem reunião prevista para a segunda-feira da semana que vem. No ano passado, uma sansão aplicada pelo diretório foi revista pela Justiça do Distrito Federal e, com isso, Eduardo Bolsonaro segue como líder do PSL na Câmara.

No encontro desta terça, a Executiva apenas acatou a recomendação do Conselho de Ética do partido. O diretório vai debater o tema na próxima semana e caso uma nova suspensão seja aplicada o grupo ligado ao presidente do PSL, Luciano Bivar, deve retomar o comando da legenda. No ano passado, Joice Hasselmann (SP), chegou a ser indicada como líder enquanto a suspensão vigorou.

A recomendação da Executiva pede a suspensão de: Aline Sleutjes (PR), Bibo Nunes (RS), Sanderson (RS), Márcio Labre (RJ), Daniel Silveira (RJ), Major Vitor Hugo (GO), Caroline de Toni (SC), Bia Kicis (DF), Filipe Barros (PR), Carlos Jordy (RJ), Helio Lopes (RJ), Chris Tonietto (RJ), Eduardo Bolsonaro (SP), Júnio Amaral (MG), Carla Zambelli (SP), Alê da Silva (MG) e general Girão (RN). Além dos parlamentares federais, a nova sanção envolveria os deputados estaduais paulistas Gil Diniz e Douglas Garcia.

No ano passado, o grupo bolsonarista entrou em rota de colisão com apoiadores de Bivar. A guerra da legenda se intensificou após o presidente Bolsonaro dizer que Bivar “está queimado para caramba”. Foi a partir daí que começou a ser articulado a formação da nova legenda.

Neto Evangelista caminha para atrair partidos do centro

Refletindo na capital o cenário nacional, o pré-candidato do DEM pode atrair legendas como PSD, MDB e PSL.

O deputado estadual e pré-candidato Neto Evangelista (DEM) caminha para atrair partidos do centro na composição da coligação para a disputa pela prefeitura de São Luís.

Refletindo na capital o cenário nacional, o pré-candidato do DEM pode atrair legendas como PSD, MDB e PSL.

As três legendas com bastante tempo de TV, pode fazer de Neto o postulante com maior tempo de propaganda.

O diálogo já foi aberto entre o pré-candidato e os dirigentes da legenda. A declaração de apoio pode acontecer nos próximos meses.

PSL de São Luís dividido entre Neto Evangelista, Eduardo Braide ou Tadeu Palácio

Chico Carvalho afirmou que dia 4 fevereiro estará em uma reunião com a direção nacional do PSL e dessa reunião, sairá a posição em relação a eleição em São Luís

O presidente estadual do PSL, Chico Carvalho, afirmou ao blog do John Cutrim que o partido tem duas opções em São Luís para as eleições de 2020, caso o ex-prefeito Tadeu Palácio desista de disputar pela legenda, que são os deputados Neto Evangelista (DEM) e Eduardo Braide (Podemos).

Chico Carvalho afirmou que uma aliança com Neto Evangelista seria mais fácil pelo alinhamento das direções nacionais do PSL e do DEM.

Os dois nomes do plano B entrarão no debate caso o ex-prefeito Tadeu Palácio confirme a desistência de sua pré-candidatura pelo PSL.

Chico Carvalho afirmou que dia 4 fevereiro estará em uma reunião com a direção nacional do PSL e dessa reunião, sairá a posição em relação a eleição em São Luís.

Após saída de Bolsonaro, PSL do Maranhão encolhe ainda mais

Jair Bolsonaro em sua passagem por São Luís, nas eleições de 2018

Antes da entrada de Jair Bolsonaro no PSL, a legenda era tida como nanica, sobretudo, pelo seu baixo desempenho em todas as disputas eleitorais. Após o anúncio de filiação do agoda presidente e sua eleição, o PSL passou a contar com a segunda maior bancada eleitoral da Câmara dos Deputados.

Mas o namoro entre Bolsonaro e o PSL não durou nem um ano. Sem o presidente na legenda, vários diretórios estão sem saber qual estratégia utilizar nas próximas eleições.

Um desses casos é o diretório de São Luís, que até então contava com vários pré-candidatos a prefeito, mas que, agora, não tem mais certeza de uma disputa para a majoritária, podendo terminar apenas com o lançamento de candidatos a vereador.

A legenda volta a ser nanica como antes.

PSL diz que partido cresceu com saída de Bolsonaro

Desde novembro do ano passado, foram registrados 14.817 pedidos de filiação e 750 pedidos de desfiliação

O PSL informou que o número de filiados ao partido aumentou após a saída do presidente Jair Bolsonaro.

Desde novembro do ano passado, segundo nota assinada pelo gerente de Tecnologia da Informação da legenda, Davi Khoury, foram registrados 14.817 pedidos de filiação e 750 pedidos de desfiliação.

O total de filiados hoje é de 353.795.

Com esses números, o PSL tenta rebater notícias, com base no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de que encolheu após o presidente da República pular fora para criar a Aliança pelo Brasil.

“Ressalte-se que a atualização oficial do TSE é feita somente duas vezes por ano, nas datas de 12 de abril e 12 de outubro, quando o sistema do tribunal processa todos os pedidos. Longe dessas datas, apenas o partido político tem os números com maior precisão. Como a saída do presidente Bolsonaro ocorreu em 19 de novembro de 2019, ainda não há por parte do TSE qualquer número oficial.”

Maioria dos partidos se identifica como de centro

O levantamento foi feito com os 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Estadão

Em meio a um cenário polarizado, mais da metade dos partidos políticos brasileiros se diz de centro, enquanto apenas um – o PSL, até pouco tempo atrás a legenda do presidente Jair Bolsonaro – se considera de direita e sete se colocam como de esquerda. É o que aponta levantamento feito pelo ‘Estado’ com os 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A reportagem questionou as siglas como elas se autodefinem em relação à orientação ideológica. “O PSL é um partido liberal, de direita”, informou a legenda. Partido hegemônico na esquerda do País há pelo menos 30 anos, o PT saiu de sua última convenção nacional, realizada em novembro, como uma agremiação “de esquerda democrática e libertária”.

O levantamento mostra que, diante da narrativa de polarização que coloca, de um lado, parte da direita aglutinada em torno do bolsonarismo e, do outro lado, a esquerda tendo como núcleo o petismo representado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os partidos buscam se afastar dos extremos se colocando, de alguma forma, no centro do espectro político.

Dez partidos se declaram puramente como de centro: PMB, MDB, PL, PSD, PTC, DC, PROS, Avante, Patriota e Podemos. De centro-direita são PTB, Progressistas, PSC, PRTB e Republicanos. Já PDT, PSB, Cidadania, PV e PMN se encontram na centro-esquerda, segundo eles mesmos.

O centrismo traz variações de acordo com as classificações dadas pelos partidos que o representam. “Acreditamos que o centro seja o melhor ponto para que a gente possa aproveitar o que há de bom na esquerda, da extrema esquerda, da direita e da extrema direita”, afirmou o Patriota. Já o Podemos afirma ter três pilares ideológicos: “mais transparência, mais participação e mais democracia direta”.

Embora não caracterize necessariamente uma orientação ideológica o termo liberal aparece com frequência nas definições dadas pelas siglas: nove partidos citam a palavra na hora de descrever seu posicionamento. O PSL se considera “liberal de direita”; o PRTB é “liberal-conservador”; “liberal de centro” é como se considera o PL. O PSDB afirma ser adepto do “liberalismo social” e o DEM, uma agremiação “democrata liberal”. Três partidos se dizem “liberal na economia”: PTB, PSC e Republicanos. A única legenda que se diz puramente liberal, sem maiores ponderações, é o Novo. 

Ao todo, sete partidos se consideram de esquerda: PCdoB, PCB, PSOL, PCO, PSTU, PT e a recém criada Unidade Popular (UP). Última sigla a conseguir o registro junto ao TSE, a UP se classifica como um partido que “deve ter no centro de suas ações as lutas populares e não a conciliação”. “Somos um partido de esquerda. Que surgiu a partir do esgotamento de quase todos os partidos de esquerda e da direita também, que ficou bem nítido a partir das manifestações de junho de 2013”, afirmou o presidente nacional da UP, Leonardo Péricles Roque.

Há diferenças entre as legendas que se dizem de esquerda: o PCdoB “orienta-se pelo teoria marxista-leninista, a qual buscamos desenvolver e aplicar, de maneira original, na realidade brasileira”; o PCB se considera comunista; o PSOL, socialista. Outras siglas ligadas ao campo da esquerda preferem se colocar como “centro-esquerda”, embora também marquem diferenças entre si. O PDT se apega à própria história e afirma ter “raízes no trabalhismo histórico de Vargas”. 

Ao menos duas classificações enviadas à reportagem fugiram das concepções mais usuais quando se discute orientação ideológica. O Solidariedade, cujo presidente nacional é o líder da Força Sindical e deputado federal, Paulinho da Força, afirmou ser adepto do “humanismo sistêmico”. “O humanismo sistêmico nada mais é que a compreensão do Humanismo na contemporaneidade”, informou o partido, citando três pilares que dizem sustentar conceitualmente sua agenda: a cooperação e a solidariedade como princípios básicos e estruturantes de todas as relações sociais; a valorização do trabalho humano; e o desenvolvimento econômico, humano e social sustentável.

A Rede usou uma concepção pós-moderna para conceituar seu “sustentabilismo progressista”. “A visão binária de esquerda/direita, hermeneuticamente potente e importante para as sociedades ocidentais do século 18, não responde mais a todas as descobertas, transformações e metáforas políticas que presentemente fazem parte da nossa cultura social”, disse o partido.

Deputados do PSL pedem ao TSE para sair do partido sem perder mandato

Pela lei eleitoral, o parlamentar perde o mandato se sair do partido pelo qual foi eleito, exceto se apresentar uma justificativa, como desvio no programa partidário ou discriminação pessoal.

Um grupo de 26 deputados federais do PSL entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para declarar justa causa para se desfiliar do partido. Os parlamentares alegam são “perseguidos politicamente” e querem sair da legenda sem perder o mandato. Pela lei eleitoral, o parlamentar perde o mandato se sair do partido pelo qual foi eleito, exceto se apresentar uma justificativa, como desvio no programa partidário ou discriminação pessoal.

Se conseguirem autorização do ministro Edson Fachin, relator do caso, os parlamentares devem se filiar ao Aliança pelo Brasil, partido criado pelo presidente Jair Bolsonaro, que saiu do PSL. No caso do presidente, a justa causa não é necessária para justificar a saída da legenda por não se tratar de cargo com eleição proporcional.

Na petição protocolada no TSE, os deputados afirmam que a direção do partido está preterindo e segregando apoiadores de Bolsonaro em relação aos demais deputados do PSL. Eles também citaram a decisão da Executiva do PSL que puniu os parlamentares, mas que foi revista pela Justiça do Distrito Federal.

“Não há argumento que corrobore com as atitudes tomadas contra o grupo que desagrada o partido, a não ser pelo fato de não terem estes permanecido inertes e omissos aos desvios da agremiação ao programa partidário e também com o defendido pelo partido durante o pleito eleitoral de 2018, demonstrando a atitude incongruente entre as bandeiras defendidas pelo PSL e a forma a qual administra a instituição”, afirmam os deputados. Não há prazo para a questão ser decidida pelo TSE.

A autorização para desfiliação foi feita pelos deputados: Bibo Nunes (RS); Alê Silva (MG); Aline Sleutjes (PR); Bia Kicis (DF); Carla Zambelli (SP); Carlos Jordy (RJ); Caroline de Toni (SC); Chris Tonietto (RJ); Daniel Freitas (SC); Daniel Silveira (RJ); Eduardo Bolsonaro (SP); General Girão (RN); Filipe Barros (PSL); Junio Amaral (MG); Luiz Philippe de Orleans e Bragança (SP); Luiz Lima (RJ); Luiz Ovando (MS); Léo Motta (MG); Helio Lopes (RJ); Coronel Chrisóstomo (RO); Guiga Peixoto (SP); Márcio Labre (RJ); Coronel Armando (SC); Sanderson (RS); Major Fabiana (RJ) e Major Vitor Hugo (GO).