Partido de Eliziane Gama pode garantir legenda para pré-candidatura de Luciano Huck

Partido da senadora Eliziane Gama, Cidadania, pode ser a legenda escolhida por Luciano Huck para disputar a eleição presidencial em 2022

De olho na cada vez mais provável pré-candidatura de Luciano Huck à Presidência, o Cidadania, partido da senadora Eliziane Gama, faz uma recauchutagem interna para conquistar o apresentador. O processo começou no ano passado, com uma série de mudanças, como abertura para movimentos cívicos e fim da reeleição no comando do partido, e continuará neste ano.

O nome mais forte para assumir a direção é o do deputado Daniel Coelho (PE), líder na Câmara. A ideia é incrementar o perfil jovem do Cidadania e preparar o terreno para a possível filiação do apresentador global.

A Executiva Nacional do Cidadania tem encontro marcado no dia 4 de fevereiro. Roberto Freire, no comando desde 1991, deverá assumir a presidência de honra. No entorno de Huck, o movimento foi visto como forma de deixar a renovação do partido como seu grande legado.

O apresentador, que em Davos não negou ser presidenciável, disse a interlocutores que estava contente com a repercussão da sua presença no Fórum Econômico Mundial

Um influente dirigente de partido de centro avalia que Huck poderia muito bem ser o candidato da centro-direita e centro-esquerda em 2022.

“Nunca tivemos um período de tanto retrocesso em direitos”, afirma Flávio Dino ao UOL

Em entrevista no estúdio UOL/Folha, Flávio Dino defendeu a aproximação com o centro para combater o que chama de “nazismo entronizado como política de Estado”.

UOL

Visto por aliados como o nome que vai furar a “bolha da esquerda”, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), admite não descartar uma chapa com o apresentador da TV Globo Luciano Huck para a Presidência, em 2022. Em entrevista no estúdio UOL/Folha, o político defendeu a aproximação com o centro para combater o que chama de “nazismo entronizado como política de Estado”. Ele rebateu críticas ao fato de ter mantido encontros com Huck para discutir sucessão presidencial e disse que prefere que o apresentador dialogue com ele do que com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Quando me reúno com Fernando Henrique, Luciano, Rodrigo Maia, não estou reunido com o indivíduo, estou mostrando que o segmento social tem representatividade”, afirmou. Nome cotado para a próxima disputa presidencial, Huck participou nesta semana do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça) junto com lideranças mundiais.

Como foi a conversa com Luciano Huck?

Muito positiva, ele foi muito gentil, apresentou uma concepção dele acerca da necessidade de haver diálogo na vida brasileira, conversamos um pouco sobre essas experiências. Eu lhe convidei para visitar o Maranhão. Não houve debate sobre 2022 porque não tem sentido prático, temos uma estrada muito longa até lá.

O senhor entraria numa chapa com Huck?

Isso dependeria, na verdade, do arranjo político que estaria junto com ele, ou com qualquer outro personagem. Sozinho, não faço nenhum tipo de aliança. Integro um partido político. Não posso descartar [a chapa com Huck], primeiro porque seria mal-educado da minha parte. Em segundo lugar, porque eu não sei exatamente para onde o conjunto de forças da esquerda vai caminhar.

O que Huck e o grupo dele pensam é muito divergente do que a esquerda pensa?

Certamente, é bastante divergente do que nós pensamos. Luciano não é militante da esquerda brasileira. Ele é do campo liberal. As pessoas com as quais ele dialoga são desse campo, com outra visão em relação aos problemas econômicos do Brasil. Agora, isso exclui o diálogo, a possibilidade de, num segundo turno, um apoiar ao outro? No segundo turno, você escolhe aquele que está mais próximo da sua concepção.

O senhor entraria numa chapa com o PT, com Lula ou Fernando Haddad, em 2022? Está muito longe para discutir chapa para 2022, ainda não fui nem convidado. É desrespeitoso discutir chapa agora porque significa estabelecer uma de linha de chegada, antes mesmo da partida, acaba excluindo pessoas. É hora de fazer com que a esquerda retome a iniciativa na sociedade.

Nunca tivemos um período de tanto retrocesso em direitos. Nem na ditadura militar houve tanta destruição do direito dos mais pobres. Veja como é difícil dizer isso, porque sou visceralmente crítico da ditadura militar. Nós temos que conter isto, e não vai ser a esquerda sozinha, não vai ser o PT, ou qualquer outra liderança.

Haddad e a esquerda não erraram em nada?

Claro que errou, mas errar é humano. Errou sobretudo em não ter conseguido ampliar, no segundo turno, na disputa com Bolsonaro. Nós, infelizmente, agregamos menos apoio do que ele. Não houve uma preparação para isto, talvez porque não houvesse a compreensão plena de que isso é imprescindível. Agora está demonstrado que é e eu não quero repetir 2022 a história de 2018, porque aí não precisa nem de eleição, a gente perde logo de saída.

Alguns aliados dizem que não seria possível a eleição de um integrante do Partido Comunista do Brasil para presidente. Também dizem que o comunismo é anticristão.

Os mesmos que diziam que eu não posso concorrer à presidência pelo PC do B são aqueles que achavam que eu jamais seria governador do Maranhão pelo PC do B. Nós vencemos, com o apoio de católicos, evangélicos e de outras religiões. Isso não constitui um obstáculo. Não é verdade que o PC do B seja um partido antirreligioso. Não vou discutir o que, no século 19, no país X ou Y foi feito. Nós somos um partido que tem pluralidade de várias religiões.

Fernando Henrique, um ‘patrono da frente ampla’ de Flávio Dino

O cacique tucano tem aproximado o comunista de lideranças da velha direita

Blog do Esmael

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do PSDB, segue empolgado com o governador comunista do Maranhão Flávio Dino. Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha, FHC tem sido um interlocutor constante de Dino.

O cacique tucano tem aproximado o comunista de lideranças da velha direita. Na segunda-feira (21), foi a vez de FHC apadrinhar o encontro entre Dino e o governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB), que tem comandado uma agressiva política de ajuste fiscal no Rio Grande do Sul, penalizando o funcionalismo estadual.

Moro sobre 2022: ‘Não tenho esse tipo de pretensão’

Sérgio Moro falou sobre uma eventual candidatura à Presidência da República, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, negou segunda-feira (20), uma eventual candidatura à Presidência da República, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura.

“Não tenho esse tipo de ambição. Temos de ter bastante pé no chão, existe o famoso ditado antigo que diz sic transit gloria mundi (toda glória do mundo é transitória, em latim). Então, essas questões de popularidade, elas vem, vão, passam, e o importante para mim é fazer meu trabalho como ministro da Justiça, e foi o que eu me propus com o presidente, acho que estamos num caminho certo”, afirmou.

Questionado se assinaria um documento em que se comprometeria a não concorrer, o ex-juiz da Lava Jato afirmou: “Não faz sentido assinar um documento desse, porque muitas pessoas assinaram e depois rasgaram. Eu não tenho esse tipo de pretensão”.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a cogitar o nome do ex-ministro para seu vice nas próximas eleições. Pesquisa Datafolha divulgada na segunda, 9, indica que o ministro da Justiça, Sérgio Moro é conhecido por 93% dos brasileiros e aprovado por 53%. Antes, o mesmo instituto divulgou pesquisa de avaliação do presidente da República, Jair Bolsonaro, indicando que a aprovação dele é mais modesta, de 30%.

Moro, no entanto, afirma que o ‘candidato do presidente Jair Bolsonaro deve ser ele mesmo’. “Ele já manifestou o desejo de ser reeleito”.

“Se um ministro do presidente Jair Bolsonaro, evidentemente, os ministros vão apoiar o presidente. É um caminho natural. Eu não tenho esse tipo de ambição. Eu posso dizer: minha vida é suficientemente complicada Eu estou pensando no presente momento. Não posso pensar no que vou fazer daqui a dez anos”, afirmou o ministro, que ainda especulou sobre a possibilidade de tirar ‘um ano sabático’ ou de migrar para a iniciativa privada.

Depois de encontrar Lula, Flávio Dino visita FHC e dá sinais de sua candidatura presidencial

Dino tem defendido que para derrotar Bolsonaro será necessário criar uma frente ampla

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) esteve reunido com o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Dino esteve no sábado num encontro com o ex-presidente Lula e, na ocasião, foi muito elogiado por ele. Entre outras coisas, Lula disse que tinha “orgulho em contar com o apoio e solidariedade de um homem do Direito que, de quebra, teve a coragem de abandonar a toga pra fazer política”. A frase foi uma provocação clara ao juiz Sérgio Moro, que o condenou e depois se tornou ministro da Justiça de Bolsonaro.

Dino já é dado no PCdoB como pré-candidato à presidência da República. Seu governo no Maranhão é muito bem avaliado e conta com uma ampla frente de partidos que inclui o DEM, Progressistas, Republicanos, Solidariedade, entre outros.

Dino tem defendido que para derrotar Bolsonaro será necessário criar uma frente ampla e a visita a FHC e Lula em questão de dias parece ser um sinal do quão ampla ele imagina que deva ser esta frente.

O governador também esteve na redação de O Estado de S. Paulo e foi a um encontro da Vetor Brasil, onde participou de um debate com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Com essa movimentação, Dino vai construindo e ocupando um espaço de centro-esquerda que até o momento estava reservado ao PT e a Ciro Gomes.

Orlando Silva critica fala de Lula sobre PCdoB

Em texto publicado no portal Vermelho, o deputado federal afirma que o petista desrespeitou o PCdoB

O ex-ministro Orlando Silva (PCdoB-SP) não gostou da avaliação do ex-presidente Lula feita durante entrevista à rede TVT na quarta-feira (15). Em texto publicado no portal Vermelho, o deputado federal afirma que o petista desrespeitou o PCdoB com “frases absolutamente dispensáveis”.

As pérolas: ‘O PT é um partido muito grande se comparado ao PCdoB’; ‘É difícil eleger um comunista e Flávio sabe disso’; e ‘É muito difícil eleger alguém de esquerda sem o PT’. As mesmas frases ditas por um analista político dispensariam qualquer comentário. Mas, sendo proferidas por Lula, merecem atenção”, diz em trecho do texto do parlamentar.

Orlando também afirma que não vê como positivos os elogios do ex-presidente Lula ao governador do Maranhão, Flávio Dino. “O elogio do presidente Lula a Flávio Dino é como um ‘abraço de urso’. Daí ser adequado Flávio saber o ponto exato de proximidade – ou será esmagado”, afirmou.

“O presidente Lula considerar difícil a eleição de um comunista para presidente não surpreende – afinal, ele considerava impossível uma vitória para o governo do Maranhão. Flávio Dino foi eleito e reeleito governador sem seu apoio. Mas qual a utilidade de reforçar a retórica anticomunista?”, escreveu

Lula admite possibilidade de apoiar Flávio Dino para presidente da República em 2022

O ex-presidente admitiu a possibilidade de apoiar o governador Flávio Dino para presidente da República em 2022

Em entrevista para a Rede TV,  o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva admitiu possibilidade de apoiar a pré-candidatura do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), na disputa pela Presidência da República de 2022.

Em resposta à Juca Kfouri, Lula disse “Admito, como não? O PCdoB já me apoiou quatro vezes. A dificuldade que você tem de responder uma pergunta dessas, e eu não tenho mais, é que se você tiver um jornalista ou um jornal qualquer que vai assistir ao nosso programa, ele vai dizer assim ‘Lula vai apoiar o Flávio Dino’. Eu gosto do Flávio Dino. Acho ele uma figura competente, um companheiro da maior lealdade comigo em todos os meus processos. Eu tenho por ele um apreço extraordinário”.

Para Lula, porém, o governador terá dificuldades em se eleger pelo PCdoB. “É difícil. O Dino sabe disso. Eu vou dizer para você, é muito difícil você imaginar eleger alguém de esquerda sem o PT”, disse.

Flávio Dino, governador do Maranhão: ‘O centro é essencial para a esquerda em 2020’

Em entrevista ao GLOBO, Dino também afirmou que ainda “há inúmeros caminhos a serem percorridos” até as próximas eleições presidenciais e explicou seu encontro com Luciano Huck

O Globo

Filiado ao PCdoB e reeleito com uma aliança de 16 partidos, o governador do Maranhão, Flávio Dino, defende uma frente ampla para superar a polarização nas eleições municipais deste ano — ele projeta que a divisão entre o bolsarismo e o lulismo ficará “bastante viva” durante a disputa pela preferência dos brasileiros.

Em entrevista ao GLOBO, Dino também afirmou que ainda “há inúmeros caminhos a serem percorridos” até as próximas eleições presidenciais, em 2022, e explicou seu encontro com o apresentador Luciano Huck (a reunião gerou reação em setores da esquerda): “O fato de ele não integrar a esquerda não significa que não devemos dialogar”.

Como será a atuação dos partidos de esquerda e do PCdoB nas eleições municipais deste ano?

A eleição de 2020 será um teste para todos os partidos porque será a primeira eleição na História sem coligações para vereadores. Claro que para os partidos que têm desempenhos eleitorais menores, o desafio é ainda maior. Nós estamos investindo em chapas próprias. De um modo geral, especialmente no Maranhão, eu vou participar e vou apoiar os candidatos do partido e das legendas aliadas, que no nosso estado são 16 (entre elas DEM, PT, PP, PR, Solidariedade e PRB). Nacionalmente, de acordo com as alianças que o PCdoB fizer, estou à disposição.

Como não repetir o fracasso de 2018 nas urnas?

É fundamental que tenhamos espírito de humildade e de diálogo. Muita abertura para promover uniões entre o campo da esquerda, o campo progressista, e também alcançando forças políticas que estão externas ao nosso campo, como os setores liberais, chamados de partidos de centro. A meu ver, eles são essenciais para que a gente possa ter vitórias eleitorais importantes em 2020.

O antipetismo pode atrapalhar uma frente ampla?

As alianças partidárias e políticas são fundamentais porque são expressões de segmentos da sociedade. Quando você rejeita ou hostiliza partidos ou lideranças está, na verdade, hostilizando segmentos sociais que são representados por esses partidos. É evidente que você não pode perder identidade. Tem que ter identidade e lucidez programática. Com base numa identidade definida, quem quiser apoiar esse programa, no nosso caso, voltado ao combate de desigualdade, distribuição de renda e defesa dos direitos dos mais pobres, pode somar. Não vamos inverter uma situação de perda de espaço e transformar isso em um ciclo de novas vitórias se tivermos um sentimento isolacionista.

Como superar esse sentimento?

O ano de 2018, de fato, foi um momento muito difícil para o nosso campo político porque viemos de uma sequência de derrotas, sobretudo após a votação do impeachment da presidente Dilma (Rousseff). Houve uma sequência de dificuldades agudas, que já se manifestaram nas eleições de 2016, quando perdemos prefeituras importantes, a exemplo de São Paulo. O pior momento foi 2018. Minha expectativa neste ano é de recuperação. Nossos resultados eleitorais serão melhores do que o que tivemos na eleição municipal anterior. O desgaste do próprio governo Bolsonaro contribui para isso. Estamos chegando ao quinto ano que estamos fora do governo, desde o impeachment, e vemos que persistem problemas gravíssimos econômicos e sociais, a exemplo do desemprego.

Bolsonaro e Lula serão os principais cabos eleitorais desta eleição?

Sem dúvida, o bolsonarismo e o lulismo são correntes políticas hegemônicas na vida brasileira atualmente. A polarização do segundo turno das eleições de 2018 ficará bastante viva em 2020. É claro que são 5.570 cidades no Brasil e há também fatores locais. É da natureza da eleição municipal que esses fatores tenham predominância, mas, sobretudo nas grandes cidades, essa clivagem nacional terá grande relevância eleitoral.

O senhor se reuniu com o apresentador Luciano Huck. Há alguma perspectiva de aliança política?

Eu tive uma reunião com o Luciano Huck e gostei muito. Achei positiva a preocupação que ele tem de estudar os problemas do Brasil, refletir. Ele tem tratado muito sobre temas ligados ao combate à desigualdade. É claro que ele se situa em outro campo político. Não é um quadro, uma liderança, que busca se construir na esquerda. Mas o fato de ele não integrar a esquerda não significa que não devemos dialogar. Mantive essa reunião e vou continuar mantendo, como tenho quase semanalmente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para troca de ideias. Devemos conversar com aqueles que neste momento nos ajudem na defesa do estado democrático de direito. Não houve nenhum tipo de debate com o Huck, nem da minha parte, nem da parte dele, sobre a eleição de 2022 por uma razão prática: estamos em 2020. Seria um debate destituído de objetividade, uma vez que daqui até lá há inúmeros caminhos a serem percorridos.

Setores da esquerda reagiram à sua reunião com Huck. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) afirmou que o senhor estará com Lula ou Haddad.

Eu prefiro o Luciano Huck conversando comigo do que conversando com o Bolsonaro. Sobre a declaração do deputado Paulo Teixeira, achei um gesto simpático, de respeito, amizade, até por causa da história de aliança que temos com o PT desde 1989, desde a primeira candidatura de Lula. É normal que o nosso candidato preferencial seja o PT, assim como outros partidos de esquerda como o PSB, o PDT. Defendo uma frente orgânica, uma reorganização da esquerda, e é claro que só é possível imaginar isso com o PT, jamais contra o PT, mas sem que haja uma imposição de liderança A ou B ou de partido A ou B.

Flávio Dino rebate ataque de Marcos Feliciano

O deputado federal Marco Feliciano não gostou das especulações de que o governador do Maranhão, Flávio Dino, estaria articulando uma chapa com Luciano Huck e partiu para o ataque.

O governador Flávio Dino (PCdoB) usou suas redes sociais para rebater as críticas feitas pelo deputado federal Marcos Feliciano (Sem partido) que, no dia de ontem (5), atacou chamando-o de ateu.

“Um obscuro parlamentar resolveu desrespeitar a minha fé. Sou católico, mas respeito todas as correntes religiosas. E obedeço à laicidade do Estado. O parlamentar está precisando ler a Bíblia e a Constituição“, escreveu Flávio Dino.

O deputado federal Marco Feliciano (sem partido – SP) não gostou das especulações de que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), estaria articulando uma chapa com Luciano Huck. Desde meados de 2016 que o apresentador da Globo passou a ser cotado para disputar a presidência. Já Dino, um dos governadores mais bem avaliados do país, vem sendo considerado um nome cada vez mais importante para o próximo pleito.