Roseana deve participar das eleições municipais de olho em 2022

A live entre Roseana Sarney e o deputado estadual Roberto Costa fez sucesso nas redes

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) deve participar, assiduamente, das eleições municipais em 2020.

A política vem realizando lives e debatendo assuntos sobre o pleito.

Sumida desde o resultado das eleições de 2018, quando perdeu para o governador Flávio Dino (PCdoB), Roseana afirma que está empolgada com o retorno dos internautas e o sucesso das transmissões nas redes sociais.

O plano da ex-governadora é está presente nas campanhas dos candidatos a prefeito do MDB no estado e já preparar um retorno em 2022, de olho na vaga do senado.

Eleições de 2022: Bolsonaro lidera e Flávio Dino cresce em relação à última pesquisa

O presidente Jair Bolsonaro vence em todos os cenários; Flávio Dino cresce na pesquisa

O governo Jair Bolsonaro passou, nos últimos três meses, por uma tempestade política perfeita. A crise inaugurada pela pandemia do novo coronavírus, menosprezada pelo presidente desde o início, somou-se à conturbada demissão de seu ministro mais popular, Sergio Moro, duas trocas no Ministério da Saúde, a abertura de um inquérito para apurar interferência política na Polícia Federal, a divulgação em vídeo de uma escabrosa reunião de seu gabinete, o cerco a bolsonaristas radicais em duas investigações do Supremo, a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), em uma casa do advogado de Bolsonaro, o diagnóstico de Covid-19 do chefe do Executivo e o saldo nefasto de mais de 80. 000 mortos pela doença. Mesmo em meio a dificuldades sérias, que poderiam estraçalhar a popularidade de inúmeros políticos, o presidente conservador segue, mostrando, mais uma vez, que é um fenômeno político. Se a disputa presidencial fosse hoje, ele ainda seria reeleito.

Essa é uma das principais conclusões de um levantamento exclusivo realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 18 e 21 de julho. Mesmo sendo um mandatário controverso à frente de um país dividido em relação ao seu governo, Bolsonaro lidera todos os cenários de primeiro turno — com porcentuais que vão de 27,5% a 30,7% — e derrotaria os seis potenciais adversários em um segundo round da corrida ao Planalto em 2022: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-­prefeito Fernando Haddad (PT), o ex-­governador Ciro Gomes (PDT), o ex-­ministro Sergio Moro, o governador paulista João Doria (PSDB) e o apresentador Luciano Huck. Um feito impressionante, considerando-se que, segundo a mesma pesquisa, 48,1% dos brasileiros desaprovam a sua gestão (eram 51,7% no fim de abril) e 38% consideram ruim ou péssimo o seu trabalho (eram 39,4%).

Comparada a um levantamento anterior da Paraná Pesquisas, de três meses atrás, a aprovação oscilou positivamente de 44% para 47,1%, enquanto o contingente que considera seu mandato ótimo ou bom foi de 31,8% para 34,3%, variação acima da margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), maior figura da legenda, pontua em um dos cenários com 1,6%, percentual meljor que na última pesquisa quando apareceu com 1,4%.

Um governador sonha com a fusão entre dois partidos históricos de esquerda

O jornal O Globo destaca a possibilidade da fusão entre o PCdoB e PSB

O Globo

Flávio Dino defende internamente que o PCdoB debata uma fusão com o PSB. Trata-se do cenário perfeito para ele próprio.

Um dos nomes mais competitivos da esquerda hoje, Dino vem flertando com o PSB, partido que lhe daria melhores condições para disputar a presidência da República em 2022. Seu plano B é o Senado. Nesse caso, não precisaria sair do PCdoB para ter chances de vitória. O Globo

“Não se trata de atacar o Bolsonaro mas de defender o Brasil e os brasileiros”, diz Flávio Dino

Em sua fala, o governador também se dirigiu às pessoas sem partido, sem filiação partidária, sem opção ideológica, mas que defendem o Brasil e os brasileiros. 

Em recente live do ‘Janelas pela Democracia’, ato virtual que reuniu representantes de diferentes partidos brasileiros, o governador Flávio Dino defendeu a construção de uma frente ampla com a sociedade. 

“Os movimentos a favor da democracia nos ajudam a ampliar a opinião, para que não seja uma coisa dos partidos e sim uma questão da sociedade, uma auto defesa. Não se trata atacar o Bolsonaro, mas de defender o Brasil e os brasileiros”, assegurou Flávio Dino.

Em sua fala, o governador também se dirigiu às pessoas sem partido, sem filiação partidária, sem opção ideológica, mas que defendem o Brasil e os brasileiros. 

“Me dirijo àqueles que praticam o patriotismo verdadeiro e não o farisaísmo de quem finge ser patriota mas que na verdade defende os interesses de outros países, apenas os interesses dos mais ricos, daqueles que mais têm”, disse Dino ao defender o patriotismo popular, que em suas palavras, é sobretudo, amar o povo. 

O ato aconteceu na última terça-feira (14) e reuniu lideranças de sete partidos brasileiros: Flávio Dino (PcdoB), Gleisi Hoffmann (PT), Alessandro Molon (PSB), Randolfe Rodrigues (Rede), Cristovam Buarque (Cidadania), Carlos Lupi (PDT) e Jose Luiz Penna (Verde).

Ao final, Flávio Dino enfatizou a defesa da democracia, da liberdade e dos direitos para todos. “Precisamos derrotar o Bolsonaro e o bolsonarismo, derrotar a ideologia da morte, da destruição que embasa esse sistema de poder que aí está mas que passará, porque nós venceremos”, pontuou Dino.

Apoio do PSL é disputado entre Duarte Júnior e Neto Evangelista e antecipa disputa de 2022

A disputa envolve também o senador Weverton Rocha, presidente estadual do PDT no maranhão e o vice-governador Carlos Brandão, o que seria uma prévia para a disputa pelo Palácio dos Leões em 2022.

O apoio do PSL, segundo partido com maior tempo de TV e rádio, está sendo disputado pelos pré-candidatos Duarte Júnior (Republicanos) e Neto Evangelista (DEM), na disputa pela prefeitura de São Luís.

A disputa envolve também o senador Weverton Rocha, presidente estadual do PDT no maranhão e o vice-governador Carlos Brandão, o que seria uma prévia para a disputa pelo Palácio dos Leões em 2022.

Vale lembrar que o PSL já tinha anunciado apoio ao nome de Duarte, mas a disputa via diretório nacional começou com a entrada do DEM e PDT no jogo.

O certo é que, nesta eleição, o apoio do PSL garantirá ao nome escolhido o tão desejado tempo de campanha muito necessário na disputa.

Veja: Flávio Dino quer colocar a esquerda para conversar

O governador maranhense enxerga que seu papel, no momento, é o de tentar colocar todo mundo para conversar e deixar “a agenda do passado” para trás

Veja

Governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B) assumiu de vez a missão de construir pontes na esquerda brasileira. Nas últimas semanas iniciou uma maratona de conversas com personagens críticos ao governo Bolsonaro – e fez lives com Lula e Ciro Gomes, a convite do PDT.

Como articulador, Dino avalia que a resistência do ex-presidente em se unir a uma “frente ampla” pró-democracia é momentânea.

“Eu acredito que agora ele está preocupado em reafirmar o PT no cenário político. É uma fase. O Lula entende que o petismo foi muito atacado. Mas vejo que ele estaria disposto, sim, à união”, disse ao Radar.

O governador maranhense enxerga que seu papel, no momento, é o de tentar colocar todo mundo para conversar e deixar “a agenda do passado” para trás.

“O ‘novo normal’ da política é que a gente precisa abandonar o passado e pensar no futuro, renunciar às divergências, que são pequenas. A gente que é do mesmo campo político sabe qual é a nossa agenda”, afirma.

Lula afirma que pode ser cabo eleitoral de Haddad ou Flávio Dino

Lula afirmou que pode ser apenas cabo eleitoral nas eleições de 2022

Em entrevista ao programa Ponto e Vírgula, da Rádio Difusora na noite de quinta-feira (21), o ex-presidente Lula afirmou que não precisa disputar as eleições novamente para a Presidência em 2022. Mas pode ser cabo eleitoral de nomes como Fernando Haddad (PT) e Flávio Dino (PCdoB).

“Eu já disse que não preciso ser candidato outra vez, apesar de achar que vou viver até os 120 anos. O PT tem muita gente boa, tem o companheiro Fernando Haddad. O PCdoB tem o Flávio Dino. Eu quero ser cabo eleitoral”, disse Lula.

Lula também se manifestou sobre o ex-ministro Ciro Gomes, candidato derrotado no primeiro turno das eleições presidenciais de 2018, que tem feitos ataques sistemáticos contra o ex-presidente e o PT. 

“O Ciro decidiu que quer o voto de quem odeia o PT. Que vá com Deus. Se for possível construir um projeto pra reconquistar a democracia, tamo junto. Mas na eleição cada um vai tocar seu projeto”, disse Lula.

Veja: Flávio Dino aparece à frente do governador do Rio de Janeiro na corrida presidencial

A pesquisa foi feita por telefone entre os dias 26 e 29 de abril e ouviu 2.006 em 182 municípios de 26 estados e do Distrito Federal.

A Revista Veja divulgou, neste sábado (2), a pesquisa do Instituto Paraná com resultados sobre a corrida presidencial para 2022. Mais uma vez, o governador Flávio Dino (PCdoB) entrou nos questionários e teve boa pontuação.

Em um dos cenários, Flávio Dino aparece com 1,4% das intenções de votos, na frente do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) e do ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) que tirou 0,7%.

Hoje Flávio Dino exerce o antagonismo ao governo do presidente Jair Bolsonaro e é considerado uma das principais figuras da esquerda brasileira. Vale lembrar que Dino aparece em boa colocação mesmo com a presença de Lula ou de Haddad, do mesmo campo ideológico.

A pesquisa foi feita por telefone entre os dias 26 e 29 de abril e ouviu 2.006 em 182 municípios de 26 estados e do Distrito Federal.

Flávio Dino defende aumento de taxação de bancos e grandes fortunas

O governador defendeu um aumento da taxação sobre bancos e grandes fortunas como forma de reduzir a desigualdade social no país.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), defendeu um aumento da taxação sobre bancos e grandes fortunas como forma de reduzir a desigualdade social no país.

“Um bom exemplo que falta hoje para o Brasil é aquele que tem iate, helicóptero, jet-ski, patrimônios milionários, os bancos que têm lucros gigantescos, se submeterem ao regime tributário praticado na OCDE”, afirmou em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, divulgada na noite deste domingo (1°), no SBT.

“Já que a OCDE, o clube dos países ricos, é o modelo para o atual governo, basta praticar a média dos tributos sobre os ricos e o Brasil anda melhor”, complementou, alfinetando o “namoro” de Jair Bolsonaro com o presidente dos EUA, Donald Trump, para alçar o Brasil ao organismo multilateral.

Na entrevista, Dino ainda afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) “permitiu” o golpe contra Dilma Rousseff, abrindo caminho para uma ruptura institucional, que resultou na eleição de Bolsonaro.