Maranhão é o estado do Nordeste que menos perdeu empregos na crise do coronavírus

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal. 

O Maranhão é o estado nordestino que teve a menor perda de empregos com carteira assinada durante a pandemia do coronavírus. Isso vale tanto para o acumulado do ano quanto no mês de maio. 

O Brasil inteiro perdeu 331 mil vagas formais apenas em maio. Entre março e maio, período inteiramente afetado pela pandemia, o país fechou 1,5 milhão de postos com carteira assinada. 

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal. 

Todas as regiões brasileiras apresentaram redução de postos de trabalho formal em maio de 2020 ou no acumulado do ano.

O Maranhão teve perda de 1.238 empregos formais em maio e 5.383 no acumulado do ano. 

Foi a menor queda em todo o Nordeste, que perdeu 50.272 vagas em maio e 248.635 no acumulado do ano.

Ou seja, em maio, a cada 40 vagas fechadas no Nordeste, uma foi no Maranhão. No acumulado do ano, a cada 46 empregos perdidos no Nordeste, um foi no Maranhão. 

Todos os estados do Nordeste apresentaram resultado negativo na oferta acumulada de empregos, de janeiro a maio. Os estados que mais desmobilizaram mão de obra formal foram Pernambuco (-63,6 mil), Bahia (-56,2 mil) e Ceará (-37,4 mil).

Carlos Decotelli pede demissão do cargo de ministro da Educação antes de tomar posse

Cinco dias depois de ter sido nomeado, o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

Cinco dias depois de ter sido nomeado, o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

Até a última atualização, o Palácio do Planalto não tinha anunciado oficialmente a saída do ministro nem o nome do substituto. Decotelli foi o terceiro ministro da Educação do governo Bolsonaro — o primeiro, Ricardo Vélez Rodríguez, permaneceu pouco mais de três meses no posto; o segundo, Abraham Weintraub, 14 meses.

Segundo informou a repórter Delis Ortiz, da TV Globo, a edição desta quarta-feira do “Diário Oficial da União” incluirá um ato que tornará sem efeito a nomeação de Carlos Alberto Decotelli.

Cinco dias depois de ter sido nomeado, o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

Até a última atualização desta reportagem, o Palácio do Planalto não tinha anunciado oficialmente a saída do ministro nem o nome do substituto. Decotelli foi o terceiro ministro da Educação do governo Bolsonaro — o primeiro, Ricardo Vélez Rodríguez, permaneceu pouco mais de três meses no posto; o segundo, Abraham Weintraub, 14 meses.

Segundo informou a repórter Delis Ortiz, da TV Globo, a edição desta quarta-feira do “Diário Oficial da União” incluirá um ato que tornará sem efeito a nomeação de Carlos Alberto Decotelli.

Quatro das 10 cidades com menor crescimento de coronavírus ficam no Maranhão, mostra G1

Paço do Lumiar, São Luís, São José de Ribamar e Codó foram destaque na matéria do Fantástico

Reportagem do Fantástico publicado no portal G1, da TV Globo, mostra que o Maranhão tem quatro cidades na lista das que apresentam o menor crescimento de casos novos de coronavírus em todo o Brasil. São elas: Paço do Lumiar, São Luís, São José de Ribamar e Codó.

As três que ficam na Ilha de São Luís são as que lideram a lista dos menores crescimentos. Codó está em sexto lugar na lista dos dez municípios com menor aumento de casos nos últimos 14 dias.

O ranking foi feito com municípios com mais de 100 mil habitantes. O período de 14 dias foi escolhido porque é o tempo considerado necessário para verificar tendências. 

“O Fantástico levantou quais as cidades com o melhor desempenho nesse período, ou seja, que tiveram menor aumento em 14 dias nos casos acumulados de Covid-19. Nesse aspecto, a liderança fica por conta de Paço do Lumiar, no Maranhão”, diz a reportagem.

“Outro dado que chama atenção é justamente que Maranhão e Pernambuco concentram a maioria dos municípios (oito), inclusive suas capitais”, acrescenta o texto.

Taxa de ocupação de leitos exclusivos para Covid-19 segue abaixo de 50% na Grande Ilha

Conforme boletim, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a taxa de ocupação de leitos exclusivos para a Covid-19 na Grande Ilha é de menos de 50%

Com a redução dos números de novos casos da Covid-19 na Grande Ilha, o Governo do Maranhão deu início, nas últimas semanas, ao processo de conversão de leitos para a retomada de serviços na área da saúde. Com a mudança, leitos antes exclusivos para o novo coronavírus passam a receber outros pacientes. Mesmo com a redução, a taxa de ocupação de leitos exclusivos para Covid-19 segue abaixo de 50% na Grande Ilha.

“Na região da Grande Ilha, estamos retomando gradualmente com os serviços que, conforme orientação do Ministério da Saúde, haviam sido suspensos por conta da pandemia, a exemplo das cirurgias eletivas. Mas é importante destacar que, mesmo com a conversão dos leitos para atendimento a outros pacientes, a rede de saúde na capital continua com alta capacidade de oferecer assistência a casos da Covid-19”, diz o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Conforme boletim, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a taxa de ocupação de leitos exclusivos para a Covid-19 na Grande Ilha é de menos de 50%. A região conta, atualmente, com 628 leitos da rede estadual de saúde destinados à assistência aos pacientes diagnosticados com o novo coronavírus. O boletim é atualizado diariamente, onde a população pode acompanhar, além do número de leitos, a evolução no número de casos da Covid-19 e outros dados sobre o enfrentamento à pandemia no Maranhão.

Com a conversão dos leitos, a Secretaria de Estado da Saúde retomou procedimentos cirúrgicos eletivos (não urgentes) no Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão (HTO), no Hospital Dr. Carlos Macieira e no Hospital de Câncer do Maranhão. Além destes, os leitos de retaguarda do Hospital Dr. Carlos Macieira, localizados no Hospital Nina Rodrigues, também retornam à assistência de pacientes sem a Covid-19.

Grande volume de obras em São Luís aumenta popularidade de Edivaldo

Um volume tão grande de obras e aprovação popular são marcas que poucos gestores podem ostentar, principalmente em fim de mandato.

O prefeito Edivaldo Holanda Junior passou a segunda-feira de feriado percorrendo os bairros de São Luís, vistoriando as frentes de trabalho do programa São Luís em Obras. Em todos os locais em que esteve foi recebido com muito carinho pela população. Como mostra esta foto tirada no bairro Santa Efigênia no fim da tarde de hoje.

Este tem sido o clima em todas as vistorias de Edivaldo, que está executando mais de 200 frentes simultâneas de trabalho entre obras de pavimentação, drenagem, reforma de mercados, construção de praças e outros investimentos em infraestrutura, dando fim a problemas históricos da população.

Um volume tão grande de obras e aprovação popular são marcas que poucos gestores podem ostentar, principalmente em fim de mandato.

“Bolsonaro tem avacalhado governadores”, diz Lula em conversa com Dino

Lula e Flávio Dino participaram de uma live nesta segunda-feira (29).

Em conversa ao vivo na manhã desta segunda-feira (29) com o governador do Maranhão, Flávio Dino, o ex-presidente Lula fez críticas ao governo de Jair Bolsonaro diante da crise do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e afirmou que o presidente está “avacalhando” com os governadores estaduais.

Lula fez menção a Bolsonaro ao afirmar que, no lugar dele, mandaria o Brasil rodar mais dinheiro para contornar a crise financeira no período da pandemia, pensando nas consequências disso após vencer a “guerra”. “Ao invés do presidente da república atender com carinho, ele fica xingando os governadores, fica avacalhando os governadores, quando na verdade ele deveria ser responsável e tratar os governadores como os governadores estão tratando ele”, afirmou.

O ex-presidente também prestou solidariedade ao governador do Maranhão, ao governador do Ceará, Camilo Santana, e à governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, pelo trabalho executado nos estados. “Daqui a pouco o governo federal vai jogar a culpa em vocês. Fiquem com a consciência tranquila de quem agiu corretamente. Vocês podem ficar certos de que o que vocês fizeram para este país foi muito mais do que o que o governo federal fez”, pontuou. Lula chegou a brincar afirmando que “espera que não seja necessário” aguardar até 2022 para esperar uma mudança.

Argentina faz controle de gafanhotos e diminui nuvem que se aproxima do Brasil e do Uruguai

De acordo com o último boletim do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-Alimentar (Senasa), a nuvem está localizada a 55 km na cidade de Curuzú Cuatiá, dentro da província de Corriente, e a pouco mais de 100 km do território brasileiro e do uruguaio.

Técnicos da Argentina começaram nesse fim de semana o controle da nuvem de gafanhotos que está passando pelo país e que se aproxima do Brasil e do Uruguai.

De acordo com o último boletim do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-Alimentar (Senasa), a nuvem está localizada a 55 km na cidade de Curuzú Cuatiá, dentro da província de Corriente, e a pouco mais de 100 km do território brasileiro e do uruguaio.

No sábado (27), equipes avaliaram os resultados da pulverização de inseticidas realizadas na tarde do dia anterior. Segundo a Confederação Rural da Argentina (CRA), que atua em conjunto com o Senasa, essa medida reduziu em 15% a quantidade de insetos.

Já no domingo (28), foram realizadas aplicações em terra de defensivos agrícolas contra a nuvem, o que deve diminuir ainda mais a concentração dos insetos.

Segundo o Grupo Técnico de Gafanhotos do Comitê de Sanidade Vegetal (Cosave), uma reunião para analisar a situação foi realizada no fim da última semana com participação de Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai.

O Ministério da Agricultura brasileiro afirmou que o monitoramento feito pelo governo indica que “até o momento, estão mantidas as previsões sobre a rota da nuvem de gafanhotos, que não entrou em território brasileiro”.

“De acordo com os dados meteorológicos para a Região Sul do Brasil, previstos para os próximos dias, é pouco provável – até o presente momento – que a nuvem avance em território nacional. Caso isso ocorra, será feito um monitoramento interno para o acompanhamento da evolução do evento.”

Distrito Federal declara situação de calamidade pública devido à pandemia

O aumento dos casos também tem causado impacto nos hospitais. Ainda no domingo (28), as unidades particulares atingiram 90,4% de ocupação

O governador Ibaneis Rocha (MDB) decretou situação de calamidade pública no Distrito Federal por conta da pandemia do novo coronavírus. Até a manhã desta segunda-feira (29), a capital contabilizava 548 mortes por Covid-19 e 44,9 mil infectados .

Apesar da medida, o governo autorizou uma série de flexibilizações desde a reabertura do comércio a espaços de lazer (veja mais abaixo). Ibaneis afirmou que o objetivo da declaração de calamidade é “acessar programas federais”. O chefe do Executivo não traçou relação direta com o contágio acelerado da doença.

Com o decreto, o governo local não terá que seguir limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e nem as metas fiscais previstas nas regras orçamentárias de 2020. Além disso, o DF poderá receber repasses da União.

“Fica declarado estado de calamidade pública no âmbito do Distrito Federal, em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2”, diz trecho da publicação.

O aumento dos casos também tem causado impacto nos hospitais. Ainda no domingo (28), as unidades particulares atingiram 90,4% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) reservados para paciente com Covid-19. O índice é o mais alto desde o início da pandemia na capital.

Dados divulgados pelo portal Sala de Situação, da Secretaria de Saúde, apontam que apenas 21 das 219 vagas da rede privada estavam disponíveis até a última atualização desta reportagem. Do total, 191 estavam disponíveis e sete, bloqueadas.

Caixa inicia hoje o pagamento do Saque Emergencial do FGTS

O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19

A Caixa inicia, nesta segunda-feira (29), o pagamento do Saque Emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para 4,9 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro. Nessa primeira etapa, o total de recursos liberados soma mais de R$ 3,1 bilhões.

O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões, para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O pagamento do Saque Emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberto automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do Saque Emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

O pagamento será realizado por meio de crédito em poupança social digital aberto automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores, conforme calendário a seguir:

O calendário foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador e contém dados que correspondem a valores de crédito na conta de armazenamento digital social, quando os recursos podem ser usados ​​em estatísticas eletrônicas, além de dados a partir de quando os recursos disponíveis estão disponíveis para saque em espécie ou transferência para outras contas.