Ricardo Murad reaparece no Congresso Estadual do PSDB

De acordo com as informações passadas no evento, o ex-deputado pretende disputar a eleição para a prefeitura de Coroatá, em 2020

O ex-deputado estadual e ex-secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, reapareceu na cena política. Desta vez, no Congresso Estadual do PSDB, partido onde se filiou recentemente.

Ex-aliado do grupo Sarney, Ricardo Murad, que também é cunhado de Roseana Sarney, decidiu se afastar um pouco do grupo. Após as eleições de 2018, decidiu embarcar no ninho tucano, dirigido pelo senador Roberto Rocha.

De acordo com as informações passadas no evento, o ex-deputado pretende disputar a eleição para a prefeitura de Coroatá, em 2020. Cidade onde já foi prefeito e que sua mulher também administrou até 2016.

Eventos do Podemos e do PSDB contaram com Roberto Rocha e Eduardo Braide

Muito se comenta sobre uma possível indicação do filho do senador para compor a vice de Braide

Após vários contratempos em seu projeto político, o senador Roberto Rocha (PSDB) resolveu colar no pré-candidato a prefeito de São Luís e líder nas pesquisas, o deputado federal Eduardo Braide (Podemos). Essa união deve ser vista na corrida para a sucessão municipal em 2020.

O final de semana foi cheio de demonstrações de que ambos os políticos poderão repetir a parceria de 2018.

Na sexta-feira (29), Roberto Rocha foi uma das presenças no evento de filiação de Eduardo Braide, no Podemos. Já no sábado (30), foi a vez de Braide prestigiar o evento do PSDB, onde chegou a compor a mesa do evento.

Muito se comenta sobre uma possível indicação do filho do senador para compor a vice de Braide, mas isso só vai ser possível constatar em 2020. O fato, é que, os ex-aliados do grupo Sarney agora se unem para tentar formar uma terceira via no Estado e uma candidatura competitiva para a prefeitura de São Luís.

PSDB tem boas chances com Wellington do Curso

Mesmo com todos os números, Wellington não é projeto prioritário no PSDB, partido liderado pelo senador Roberto Rocha.

Mesmo bem posicionado nas pesquisas, o deputado estadual Wellington do Curso está longe de ser projeto prioritário no PSDB para as eleições na capital São Luís, em 2020.

Na última pesquisa Exata, divulgada no final de semana, Wellington do Curso apareceu em segundo lugar com 12% das intenções de voto. Em outras, o parlamentar aparece em terceiro lugar.

Vale lembrar que em 2016, Wellington saiu das urnas com 103.951 mil votos, ficando em terceiro lugar.

Mesmo com todos esses números, Wellington não é projeto prioritário no PSDB, partido liderado pelo senador Roberto Rocha. Pelo visto, uma candidatura própria também não está nos planos da legenda.

Em 2016, o senador indicou seu filho, o ex-vereador Roberto Rocha Júnior para a vaga de vice-prefeito da chapa de Wellington, que competia pelo Progressistas (antigo PP). Possivelmente, os planos de Roberto Rocha seja o mesmo, indicar seu filho novamente para vice de uma candidatura competitiva.

Sem estudos técnicos, Roberto Rocha propõe uma ponte entre São Luís e Alcântara

Só a título de comparação, a ponte proposta pelo senador é maior do que a Rio-Niterói que mede 13.290 km

Sem ao menos ser do Executivo Estadual ou Federal, o senador Roberto Rocha (PSDB) usou suas redes sociais para propor mais uma obra fora da realidade. Desta vez, ele sugeriu uma ponte entre São Luís e Alcântara.

Isso mesmo leitores. Uma ponte de mais de 14 quilômetros entre a capital e a cidade de Alcântara.

Talvez o senador não estivesse embasado em estudados técnicos, mas a viabilidade de uma ponte que adentraria a baía por mais de 14 quilômetros é quase impossível. Só a título de comparação, a ponte proposta pelo senador é maior do que a Rio-Niterói que mede 13.290 km.

Essa não é a primeira vez que Roberto Rocha propõe uma ponte gigante sem estudos de viabilidade financeira. Na campanha para o governo do Estado em 2018, o senador propôs uma ponte que sairia do Bairro da Estiva, em São Luís, passaria por cima da Ilha dos Caranguejo, atravessaria a foz do Rio Mearim e chagaria à cidade Cajapió. Só que o eleitorado não comprou a ideia de Roberto Rocha, que acabou perdendo.

MDB e PSDB do Maranhão parados no tempo e sem perspectivas de renovação

Aqui no Maranhão, o mau momento das duas legendas é visto pelas últimas derrotas

O MDB e o PSDB são dois partidos que, tanto em nível nacional, quanto estadual, estão bem longe de mostrar uma renovação. Ambos os partidos vêm, nos últimos anos, sendo dirigidos por figuras já bem conhecidas da política.

A parada no tempo foi refletida na redução drástica das duas legendas na Câmara dos Deputados, que reflete diretamente na redução do tempo de TV. A bancada do MDB foi reduzida de 66 deputados federais para 34. Já o PSDB reduziu de 54 para 29 deputados federais.

Aqui no Maranhão, o mau momento das duas legendas é visto pelas últimas derrotas. Tanto o MDB, quanto o PSDB, sofreram derrotas em 2018 na disputa pelo Governo do Estado, além de diminuírem consideravelmente o número de prefeitos e de representantes no legislativo estadual e nos municipais.

Ambos os partidos precisam enxergar que nem a ex-governadora Roseana Sarney, muito menos o senador Roberto Rocha, refletem a renovação que as legendas necessitam. Caso contrário e na continuação desse pensamento, a desidratação das legendas vai continuar ainda mais.

Atuação de Roberto Rocha pró-Bolsonaro deve esquentar clima no PSDB

Agora, o político deve escolher ou garantir sua sobrevivência política com o apoio do governo Bolsonaro, ou ter a garantia do comando do PSDB no Maranhão.

Que o mandato do senador Roberto Rocha (PSDB) está totalmente a serviço do presidente Jair Bolsonaro (PSL), isso já não é novidade para ninguém. Mas tal subserviência deve esquentar os climas no PSDB, principalmente quando o assunto são as eleições de 2022.

Nos últimos meses, o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), possível candidato a presidente em 2022, tem intensificado as críticas ao presidente Jair Bolsonaro, que por sua vez, não mede palavras para responder Dória.

Tal aproximação de Roberto com Bolsonaro já fez ligar o alerta nos aliados de Dória. Dirigentes do PSDB afirmam que a militância precisa estar unida no projeto do partido para 2022. Quem não se colocar no projeto dessa forma, sofrerá punições.

O desespero político de Roberto Rocha é devido sua péssima atuação no senado, o fracaso de sua administração estadual no PSDB e suas derrotas eleitorais que começaram desde 2016.

Agora, o político deve escolher ou garantir sua sobrevivência política com o apoio do governo Bolsonaro, ou ter a garantia do comando do PSDB no Maranhão.

Subserviente ao Governo Bolsonaro, Roberto Rocha desconversa sobre nova CPMF

O senador ressaltou ainda que há diversas ideias de reforma do sistema tributário em discussão

O relator da Reforma Tributária no Senado, Roberto Rocha (PSDB), disse que está pronto para entregar seu parecer sobre o tema, mas ainda aguarda sinalização do governo sobre a questão. Para ele, quem deve ter o protagonismo sobre a matéria são os senadores, pela tramitação facilitada e pela forma que tramita a Previdência.

O senador ressaltou ainda que há diversas ideias de reforma do sistema tributário em discussão, há uma na Câmara dos Deputados, além da do Senado. “Nós temos várias medidas tramitando, no Senado, na Câmara e tem a proposta do governo. Eu acho que quem tem 3 não tem nenhuma”, disse em palestra no Fórum Nacional Tributário em Brasília.

A ideia de Rocha é que seu relatório traga a substituição de 1 conjunto de tributos por imposto dual: 1 para União e outro para Estados e municípios.

Sobre a nova CPMF, Roberto Rocha desconversou sobre a possibilidade da volta do imposto ou não. “Para deixar mais cristalina minha posição sobre a CPMF, que vem sendo mal interpretada. Como relator da matéria, disse que, se o governo mandasse a proposta ao Senado, iria examiná-la com todo o cuidado. Não manifestei opinião pessoal, pois não cabe ao relator dar opiniões. O papel do relator é apurar o consenso das opiniões dos senadores e formular o relatório, dialogando com a realidade. A questão não é criar um novo imposto. É desonerar o emprego formal e dar oportunidade para milhões de brasileiros que estão desempregados ou na informalidade”, afirmou o senador deixando claro que a proposta pode ser debatida.

PSBD cada vez menor no Maranhão

A legenda que elegeu 29 prefeitos em 2016, talvez, não eleja nem uma dezena de prefeitos em 2020.

Com a aproximação das eleições municipais de 2020, a maioria das legendas prepara-se internamente para lançar nomes competitivos como candidatos a prefeitos e vereadores. Podemos destacar o trabalho de legendas como o DEM, PL, PDT, PSD e PCdoB.

Uma situação bem diferente ao do PSDB no Maranhão, presidido pelo senador Roberto Rocha e que vem sofrendo uma desidratação ao longo dos últimos anos.

A legenda que elegeu 29 prefeitos em 2016, talvez, não eleja nem uma dezena de prefeitos em 2020.

Após perder vários prefeitos para o DEM, o PSDB deve perder mais dois prefeitos para o PSC, tratata-se dos prefeitos de Bom Jardim e Boa Vista do Gurupi. O PSC também recebeu a filiação do vereador de São Luís, Dr. Gutemberg, que se elegeu em 2016 pelo PSDB. E a cada dia mais políticos vão pulando do barco tucano.

É unanimidade na legenda, o atual diretório não agrega a classe política, pelo contrário, investe apenas em projetos pessoais de alguns membros. O resultado será dado nas urnas em 2020, o PSDB será apenas um figurante na política estadual.

Fim das coligações pode unir DEM e PSDB, diz Rodrigo Maia

Em uma possível fusão do DEM e PSDB, com quem ficaria o novo partido no Maranhão?

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que, com o fim das coligações nas eleições, afusão entre DEM e PSDB é uma “forte possibilidade”. No Maranhão o DEM é presidido pelo deputado federal Juscelino Filho e o PSDB pelo senador Roberto Rocha.

“Não tenho dúvida de que o fim das coligações vai nos levar, no futuro, à necessidade de uma reorganização partidária, aonde o Brasil voltará a ter três, quatro, cinco partidos fortes. Um desses partidos fortes será certamente, com uma forte possibilidade daqui a alguns anos, o DEM e o PSDB com uma mesma força”, afirmou Maia.

Nesta terça, o presidente da Câmara disse ainda que DEM e PSDB estão juntos nas próximas eleições municipais e qualificou Doria como um “ótimo nome” para concorrer à Presidência. “PSDB e DEM estarão juntos em 2020, estarão juntos em 2022. Nada diferente do que vem acontecendo desde a primeira eleição do presidente Fernando Henrique. Estaremos cada vez mais próximos e mais fortes”, sentenciou.

Em uma possível fusão das legendas, com quem ficaria o novo partido no Maranhão? Com Roberto Rocha que conseguiu a proeza de desidratar por completo o PSDB ou Juscelino, que tem um cargo menor do que Roberto, é jovem e tem mais tempo de menos tempo de vida política, mas mesmo assim está fazendo com que o DEM se torne um dos maiores partidos do Estado? Fica o questionamento…