Fim das coligações pode unir DEM e PSDB, diz Rodrigo Maia

Em uma possível fusão do DEM e PSDB, com quem ficaria o novo partido no Maranhão?

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que, com o fim das coligações nas eleições, afusão entre DEM e PSDB é uma “forte possibilidade”. No Maranhão o DEM é presidido pelo deputado federal Juscelino Filho e o PSDB pelo senador Roberto Rocha.

“Não tenho dúvida de que o fim das coligações vai nos levar, no futuro, à necessidade de uma reorganização partidária, aonde o Brasil voltará a ter três, quatro, cinco partidos fortes. Um desses partidos fortes será certamente, com uma forte possibilidade daqui a alguns anos, o DEM e o PSDB com uma mesma força”, afirmou Maia.

Nesta terça, o presidente da Câmara disse ainda que DEM e PSDB estão juntos nas próximas eleições municipais e qualificou Doria como um “ótimo nome” para concorrer à Presidência. “PSDB e DEM estarão juntos em 2020, estarão juntos em 2022. Nada diferente do que vem acontecendo desde a primeira eleição do presidente Fernando Henrique. Estaremos cada vez mais próximos e mais fortes”, sentenciou.

Em uma possível fusão das legendas, com quem ficaria o novo partido no Maranhão? Com Roberto Rocha que conseguiu a proeza de desidratar por completo o PSDB ou Juscelino, que tem um cargo menor do que Roberto, é jovem e tem mais tempo de menos tempo de vida política, mas mesmo assim está fazendo com que o DEM se torne um dos maiores partidos do Estado? Fica o questionamento…

O Antagonista mostra que Roberto Rocha tentou fraudar investigação sobre eleição no Senado

O corregedor do Senado, Roberto Rocha, prometeu investigar o caso a fundo, mas não foi bem o que aconteceu…

O Antagonista

Um dos episódios mais lamentáveis da política nacional pode ter um desfecho ainda pior do que o imaginado. Você provavelmente se lembra da tentativa de fraudar a última eleição para a presidência do Senado.

Isso mesmo: alguma excelência depositou duas cédulas na urna instalada sobre a Mesa da Presidência do Senado, no plenário da Casa, durante a eleição transmitida pela TV para todo o país. Ou seja: algum senador votou duas vezes.

O objetivo: tentar alterar o resultado da votação que definiria o nome do novo presidente do Congresso Nacional. A tentativa de golpe foi descoberta e iniciou-se uma grande investigação.

Encarregado de descobrir quem fraudara a votação, o corregedor do Senado, senador Roberto Rocha, prometeu investigar o caso a fundo, de forma rápida. O corregedor prometeu ainda enviar as provas para a Polícia Federal. Em pouco tempo, reuniram-se evidências robustas da autoria da fraude. Tem-se o nome do principal suspeito.

Mas…

O tempo passou e o mesmo Roberto Rocha, o xerife do Senado, apresentou um relatório afirmando que não havia provas suficientes para acusar nenhum dos seus pares. Afinal, o que aconteceu?

O que o repórter Caio Junqueira revela agora é a trama construída nos bastidores de Brasília para engavetar as evidências e afastar qualquer punição. Leia um trecho da reportagem exclusiva:

“Roberto Rocha ainda era o corregedor do Senado e estava com a atribuição de descobrir o autor da fraude na eleição para a presidência da casa, quando chamou em seu gabinete, no 25º andar de uma das torres gêmeas do Congresso, o chefe da Polícia Legislativa, Alessandro Morales. Queria uma conversa reservada. (…) A conversa do corregedor com o chefe da polícia do Senado foi constrangedora. Roberto Rocha foi direto ao ponto. Ele pediu a Morales que sua equipe elaborasse uma perícia apontando que seria impossível culpar algum senador pela fraude. Àquela altura, no escuro, já estava decidido que seria melhor para o Senado jogar tudo para debaixo do tapete. Incomodado, Morales respondeu que não atenderia o pedido, levantou-se da cadeira e foi embora…”

A reportagem não esconde os nomes dos envolvidos: estão lá pesos-pesados da política, como Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e Fernando Bezerra, líder do governo na Casa.

“Já morou nos EUA”: Roberto Rocha defende filho de Bolsonaro e esquece o Maranhão

O que causa estranheza na conduta do senador Roberto Rocha, é a falta dessa mesma defesa quando se trata dos interesses do Maranhão

Em uma eventual indicação do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, ao cargo de embaixador do Brasil em Washington, nos Estados Unidos, o senador maranhense Roberto Rocha votaria a favor. É o que mostra uma reportagem do site O Antagonista.

“É preciso destacar que não é um filho desempregado. Muito pelo contrário, foi novamente reeleito no estado de São Paulo, desta feita o mais votado da história do país. Além disso, fala fluentemente inglês e espanhol. Já morou nos Estados Unidos e desfruta de uma boa relação pessoal com a família do presidente Donald Trump, o que pode facilitar muito a relação para ambos os países. O presidente Bolsonaro foi eleito democraticamente, e essa é uma de suas prerrogativas, e não tendo nada que desabone a conduta do deputado Eduardo Bolsonaro, voto a favor”, afirmou Roberto.

O que causa estranheza na conduta do senador Roberto Rocha, é a falta dessa mesma defesa quando se trata dos interesses do Maranhão.

Um dos casos mostrado ontem pelo Blog, foi situação da rodovia BR-402, que liga a capital São Luís ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, que se encontra em péssimas condições. Roberto Rocha deveria, com a mesma firmeza que defende hoje o filho do presidente, defender ações do Governo Federal no Maranhão.

Quais os planos de Maura Jorge?

Especula-se que o futuro político de Maura esteja entre uma candidatura à prefeitura de São Luís ou em Lago da Pedra

Após assumir o controle da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), no Maranhão, a ex-candidata ao governo do Estado, Maura Jorge (PSL), ainda não deixou claro qual será seu futuro político.

Mesmo não obtendo a vitória, Maura Jorge saiu com um bom cacife político, já que teve quase 250 mil votos, bem mais do que o também candidato, Roberto Rocha (PSDB), que teve pouco mais de 60 mil, por exemplo.

Especula-se que o futuro político de Maura esteja entre uma candidatura à prefeitura de São Luís ou em Lago da Pedra, cidade que sua cidade administra a mais de 40 anos. Mas uma candidatura em Lago da Pedra não daria a visibilidade que Maura precisa pra seguir voos maiores.

De certo, ainda nada. Só o que é visto a olho nu é que o futuro de Maura passa pelas mãos, ou melhor dizendo, por uma articulação que envolva o senador Roberto Rocha, responsável por sua indicação para a Funasa.

Roberto Rocha mostra cada vez mais subserviência ao Governo Federal

As atitudes de Roberto Rocha podem significar a última cartada após olhar seus planos fracassarem desde que rompeu com o grupo político que o elegeu

É cada vez maior o estado de subserviência do senador, Roberto Rocha (PSDB), ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) e ao Governo Federal. As atitudes de Roberto Rocha podem significar a última cartada após olhar seus planos fracassarem desde que rompeu com o grupo político que o elegeu.

O senador tem votado de acordo com o que o Governo Federal manda. Foi o que aconteceu na noite de ontem (18), quando Roberto votou pela continuação do decreto que libera o porte de armas para cidadãos comuns.

Os últimos passos do senador foi de aproximação com o PSL, partido de Jair Bolsonaro. Com a indicação feita pelo senador de Maura Jorge para a Funasa, os planos de Roberto estão mirados para as eleições de 2020 e 2022.

Tudo demonstra que, mesmo impopular, as decisões de Roberto Rocha no Senado, só tendem a satisfazer os desejos do Governo Federal e claro, nas benesses que isso dará.

‘A sensatez venceu’, diz Eliziane sobre derrubada de decreto pró-armas

Além dela, o senador maranhense Weverton Rocha (PDT) também votou contra o decreto presidencial

A senadora Eliziane Gama (Cidadania), comemorou, nas redes sociais, a aprovação do projeto de decreto legislativo que torna sem efeito o decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que facilitava o porte de armas no Brasil.

Além dela, o senador maranhense Weverton Rocha (PDT) também votou contra o decreto presidencial. Roberto Rocha (PSDB) votou a favor da medida.

“A sensatez venceu e o decreto das armas foi derrotado pelo Senado. O Congresso deu o seu recado ao presidente. A função do governo é conter a violência, apaziguar o país e não estimular o ódio. A Segurança pública é dever do estado”, postou.

Maura Jorge é nomeada para Funasa do Maranhão

A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13)

A ex-prefeita de Lago da Pedra e ex-candidata ao governo do Estado, Maura Jorge, foi nomeada para a Superintendência da Funasa no Maranhão. A Fundação Nacional da Saúde é uma entidade vinculada ao Ministério da Saúde, encarregada de promover saneamento básico à população

A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13) e assinada pelo presidente nacional da Funasa, Ronaldo Nogueira de Oliveira.

Especula-se que a indicação de Maura Jorge para a Funasa foi feita pelo senador Roberto Rocha (PSDB). O que envolve acordos para as eleições de 2020 e 2022.

Após oito meses de muitas articulações, Maura Jorge finalmente foi agraciada com um espaço no governo Bolsonaro, o que vai garantir que a ex-prefeita consiga pavimentar outros projetos.

Weverton Rocha e Roberto Rocha entre os 100 mais influentes do Congresso

O Diap adota critérios qualitativos e quantitativos, que incluem aspectos institucionais, de reputação e de decisão, a partir de postos ocupados

O último relatório ‘Os Cabeças do Congresso’, elaborado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), obtido com exclusividade pelo Correio Braziliense e publicado no final de semana, aponta quem são os 100 parlamentares influentes no Congresso.

Entre os 100, aparecem dois maranhenses, os senadores Weverton Rocha (PDT) e Roberto Rocha (PSDB). Além dos 100 mais influentes, o Diap relaciona outros 50 deputados que, segundo a metodologia, estão em ascensão. Neste quesito, aparecem os deputados maranhenses Hildo Rocha (MDB) e Pedro Lucas Fernandes (PTB).

O Diap adota critérios qualitativos e quantitativos, que incluem aspectos institucionais, de reputação e de decisão, a partir de postos ocupados, capacidade de negociação e liderança. Com base nesses critérios, a equipe do departamento faz entrevistas com parlamentares, assessores legislativos, cientistas e analistas políticos e jornalistas, além de levantamentos relacionados a projetos apresentados e a discursos proferidos. São considerados também resultados de votações, relatorias, intervenções nos debates, frequência de citações na imprensa, análise dos perfis e grupos de atuação.

Roberto Rocha afirma que deputados do Nordeste não trocarão “boi por boiada”

Senador pelo Maranhão, Roberto Rocha

O Antagonista

Marcelo Ramos, presidente da comissão especial da reforma da Previdência, prevê que os festejos juninos no Nordeste podem prejudicar a tramitação da proposta.

O senador maranhense Roberto Rocha (PSDB) comentou assim: “Não acredito que algum parlamentar queira trocar um boi por uma boiada.”

O “boiada” fica na imaginação de cada um…

Mas em se tratando de Roberto Rocha, a desvalorização por nossa cultura não é novidade.