Bolsonaro pede que apoiadores não saiam às ruas no próximo domingo

Nas últimas semanas, aos domingos, grupos que apoiam o presidente têm se manifestado pela continuidade das ações do Executivo e com críticas à atuação do Congresso e do Supremo Tribunal Federal

O presidente Jair Bolsonaro pediu a seus apoiadores que não compareçam às ruas no próximo domingo (7), quando estão previstas manifestações contrárias ao governo. Ontem (31), houve tumulto na Avenida Paulista, em São Paulo, quando a polícia militar tentou dispersar atos contrários e favoráveis ao governo.

Nas últimas semanas, aos domingos, grupos que apoiam o presidente têm se manifestado pela continuidade das ações do Executivo e com críticas à atuação do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF). Em Brasília, eles se reúnem na Esplanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes, onde o presidente também comparece para cumprimentá-los.

“Estão marcando domingo um movimento, né? Deixa sozinho domingo. Eu não coordeno nada, não sou dono de grupo, não participo de nada, eu só vou prestigiar vocês que estão me apoiando, fazem um movimento limpo, decente, pela democracia, pela lei e pela ordem. Eu apenas compareço. Não conheço praticamente ninguém desses grupos. Eu acho que, já que marcaram para domingo, deixa eles domingo lá”, disse, ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília.

Na manhã desta segunda-feira, os seguranças da Presidência encaminharam os apoiadores para uma área interna do Alvorada, longe da imprensa, onde Bolsonaro parou para cumprimentá-los. Normalmente, eles ficam em um espaço reservado aos visitantes na área externa da residência oficial. A conversa foi transmitida ao vivo na página pessoal do presidente no Facebook.

Osmar Filho prorroga medidas restritivas na Câmara de São Luís até dia 14 de junho

Nesta quarta-feira (03), a partir das 9h, os vereadores voltarão a se reunir de forma remota para participar de Sessão Extraordinária

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), assinou nova Resolução Administrativa, de nº 06/20, prorrogando até o dia 14 de junho medidas restritivas de funcionamento, no âmbito do Palácio Pedro Neiva de Santana, instituídas nos meses de março e abril objetivando prevenir a proliferação do Novo Coronavírus (Covid-19).
Tais medidas poderão, ou não, ser prorrogadas.

A nova Resolução também autoriza a Secretaria Administrativa da Casa, por meio de Portaria, a adotar providências visando a retomada gradativa do funcionamento da Câmara a partir do dia 15 de junho.

Funcionamento remoto dos setores; realização de sessões deliberativas via teleconferência; restrição do acesso do público à galeria do Plenário e outras dependências da Casa; não realização de visitas institucionais e de eventos relacionados, ou não, com a atividade parlamentar são algumas das normas que continuam tendo validade.

“Ficam ratificadas, até nova determinação desta Presidência, durante o retorno gradativo de que trata o artigo 3º desta Resolução, das regras iniciais da Resolução Administrativa nº 002/2020 da Mesa Diretora sobre medidas restritivas de acessos do público às dependências da Câmara, bem como o afastamento das pessoas consideradas do grupo de risco, ali tratadas, suspensão de concessão de diárias e passagens aéreas e realização de eventos, audiências públicas e sessões plenárias presenciais”, diz o documento.

Nesta quarta-feira (03), a partir das 9h, os vereadores voltarão a se reunir de forma remota para participar de Sessão Extraordinária na qual serão apreciados projetos de interesse da sociedade ludovicense. A Sessão, vale destacar, será transmitida ao vivo pelo canal da Câmara no YouTube.

Maranhão já tem 36.625 mil pessoas com coronavírus

O novo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta segunda-feira (1°), mostra que o Maranhão chegou à marca de 36.625 infectados pelo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, foram 1.328 novos casos confirmados. Na Grande São Luís foram apenas 205 casos, as demais regiões registaram 1.123.

Desses, 11.473 pessoas já estão recuperadas e foram registrados ainda 997 óbitos.

Até o momento, o Maranhão já realizou 58.794 testes e 992 casos seguem suspeitos.

Maranhão cria rede regional de ambulatórios para pacientes com coronavírus

O objetivo principal dos ambulatórios é evitar que pacientes com sintomas leves fiquem em situação mais grave

A rede estadual pública de saúde no Maranhão abriu, nas últimas semanas, ambulatórios exclusivos para pacientes com coronavírus. As unidades estão espalhadas pelas regiões do Estado. 

O objetivo principal dos ambulatórios é evitar que pacientes com sintomas leves fiquem em situação mais grave. E, consequentemente, evitar internações. 

Funciona assim: os pacientes são encaminhados por unidades de saúde até o ambulatório. Lá, passam por triagem com enfermeiros. Em seguida, vão para o consultório médico, onde são pedidos exames laboratoriais e de imagem. 

Depois dos resultados, o médico define que tipo de medicamento é preciso. Os remédios são oferecidos pelo próprio ambulatório. O paciente entra, então, em tratamento domiciliar. 

A primeira unidade foi aberta em São Luís, anexo ao Hospital Carlos Macieira, no mês passado. O ambulatório recebe pacientes encaminhados pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de São Luís. 

Ou seja, a orientação é que os pacientes não vão diretamente até lá. As UPAs continuam sendo a porta de entrada para o atendimento.

Covid-19: Maranhão já tem mais de 35 mil infectados e 10.220 recuperados

O novo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), domingo (31), mostra que o Maranhão chegou à marca de 35.297 infectados pelo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, foram 638 novos casos confirmados. Na Grande São Luís foram apenas 136 casos, as demais regiões registaram 522.

Desses, 10.220 pessoas já estão recuperadas e foram registrados ainda 976 óbitos.

Até o momento, o Maranhão já realizou 56.177 testes e 846 casos seguem suspeitos.

Bolsonaro diz que auxílio emergencial deverá ter quarta parcela

O Auxílio Emergencial previu o pagamento de três parcelas de R$ 600,00 para pessoas atingidas pelo coronavírus

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo deve propor uma quarta parcela do auxílio emergencial, atualmente em R$ 600, mas que o valor ainda está em estudo pelo governo, que poderá reduzi-lo.

“Nós já estudamos uma quarta parcela com o Paulo Guedes. Está definindo o valor, para ter uma transição gradativa e que a gente espera que a economia volte a funcionar”, afirmou o presidente durante sua live semanal, transmitida pelas redes sociais.

O auxílio emergencial prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa Econômica Federal, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o benefício. Cada parcela do auxílio emergencial custa aos cofres públicas cerca de R$ 48 bilhões.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a permanência por mais tempo do pagamento do auxílio emergencial, mantendo-se o valor de R$ 600.

Carteira verde e amarela

Bolsonaro disse que, após a pandemia da covid-19, uma das prioridades do governo, na área econômica, será a retomada do projeto da chamada Carteira de Trabalho Verde e Amarela, programa do governo que flexibiliza direitos trabalhistas como forma de facilitar novas contratações. Segundo o presidente, o assunto está sendo tratado com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“O Paulo Guedes quer dar uma flexibilizada para facilitar a empregabilidade. A gente vai precisar disso, não adianta falar que tem todos o direitos e não ter emprego pela frente. Só tem uma maneira: desonerar, descomplicar, simplificar a questão trabalhista”, afirmou.

A Medida Provisória 905, que criou o Programa Verde Amarelo, para facilitar a contratação de jovens entre 18 a 29 anos, perdeu a validade antes de ser aprovada pelo Congresso, em abril.

Equipe da Fiocruz MG trabalha em vacina brasileira para covid-19

A equipe brasileira, composta por 15 pessoas, é liderada pelo pesquisador Alexandre Vieira Machado, da Fiocruz em Minas Gerais

Em todo o mundo, cerca de 200 grupos de cientistas trabalham intensamente no desenvolvimento de uma vacina segura e eficaz contra a covid-19. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos oito delas já iniciaram a fase clínica, de testes em pessoas.

A equipe brasileira, composta por 15 pessoas, é liderada pelo pesquisador Alexandre Vieira Machado, da Fiocruz em Minas Gerais, em parceria com outras instituições, como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Instituto Butantã, a Universidade de São Paulo (USP) e a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Segundo Machado, o Instituto do Coração (Incor) de São Paulo também trabalha no desenvolvimento da vacina, liderado pelo médico Jorge Kalil, e há troca de informações entre as duas equipes. “Esperamos que nós possamos utilizar a deles junto com a nossa em alguns testes”, diz Machado.

Coronavírus

A atual pandemia de covid-19 é causada pelo novo coronavírus, chamado tecnicamente de Sars-CoV-2, uma mutação do vírus Sars-CoV-1, que provoca a Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars, da sigla em inglês). Segundo dados da OMS, a Sars registrou 8.098 casos e deixou 774 mortos em 26 países entre 2002 e 2003, com foco principal na Ásia.

Outro tipo de coronavírus causa a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, da sigla em inglês), que deixou 858 mortos desde 2012, com um total de 2.494 casos em 27 países.

Covid-19 significa Corona Virus Disease, ou doença do coronavírus em português. O 19 se refere a 2019, ano em que foram divulgados os primeiros casos em Wuhan, na China. O Sars-Cov-2 já registrou quase 6 milhões de casos em todo o mundo, com mais de 360 mil mortos.

Machado explica que o vírus Sars-CoV-1 desapareceu depois do surto de 2002 e as pesquisas com ele foram interrompidas, por isso agora há mais dificuldade de se encontrar a vacina, com a pandemia em andamento e com um vírus muito mais contagioso e que causa uma doença grave. “É como ter que trocar o pneu de um carro em movimento descendo uma ribanceira”, diz o pesquisador.

Covid-19: Brasil tem 438.238 casos; total de mortes chega a 26.754

A atualização do ministério registrou 1.156 novas mortes, chegando a 26.754

Ministério da Saúde divulgou, quinta-feira(28), que 26.417 novas pessoas foram incluídas na estatística de infectados pela covid-19, totalizando 438.238 casos confirmados. O resultado marcou um acréscimo de 26.417 em relação a qquart-feira (27), quando o número de pessoas nesta condição estava em 411.821

A atualização do ministério registrou 1.156 novas mortes, chegando a 26.754. O resultado representou um aumento de 1.156 em relação a ontem, quando foram contabilizados 25.598 óbitos por covid-19.

Do total de casos confirmados, 233.880 estão em acompanhamento e 177.604 foram recuperados. Há ainda 4.211óbitos sendo analisados. 

A letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 6,1%. Já a mortalidade foi de 12,7 por 100 mil habitantes.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.980). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.856), Ceará (2.733), Pará (2.704) e Pernambuco (2.566).

Maranhão já tem mais de 7 mil pessoas curadas de coronavírus

Até o momento, o Maranhão já realizou 46.276 testes e 1.800 casos seguem suspeitos.

O novo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta quarta-feira (27), mostra que o Maranhão chegou à marca de 27.979 infectados de coronavírus.

Nas últimas 24 horas, foram 1.834 novos casos confirmados. Vale destacar que na Grande São Luís foram apenas 123 casos, as demais regiões registaram 1.711.

Desses, 7.117 pessoas já estão recuperadas e foram registrados ainda 887 óbitos.

Até o momento, o Maranhão já realizou 46.276 testes e 1.800 casos seguem suspeitos.