Flávio Dino afirma que STF demonstrou abusos de autoridade cometidos por Moro contra Lula

Por meio de sua página no Twitter, o governador Flávio Dino (PCdoB) se posicionou, nesta terça-feira (4), sobre a decisão do STF, que para ele demonstra abusos de autoridade cometidos pelo ex-juiz Sérgio Moro contra o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

A exclusão da delação do ex-ministro Antonio Palocci do processo da Operação Lava Jato contra Lula foi determinada pela Segunda Turma do STF.

“Se o intuito de um ato judicial era produzir um fato eleitoral, como afirmado no STF, há grave desvio de finalidade”, declarou Dino.

Maranhão se torna o estado com melhor desempenho no combate à Covid-19 no Brasil

Segundo pesquisa nacional divulgada pelo Centro de Liderança Pública (CLP), o Maranhão apresenta o melhor desempenho entre as 27 unidades federativas do Brasil.

O Maranhão ocupa a primeira posição em índice de melhor desempenho no combate à Covid-19, segundo pesquisa nacional divulgada pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estudo avaliou as 27 unidades federativas do Brasil. A pesquisa foi encerrada em 28 de julho.

No Ranking Covid-19, o estado do Maranhão atingiu a nota 25,31. A pesquisa adotou nove critério de avaliação: proporção de casos confirmados, evolução logarítmica de casos e porcentual de mortalidade da Covid-19 e de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG); as notas de transparência do combate à Covid-19 elaboradas pela Open Knowledge Brasil, bem como dados de isolamento social do Google. Quanto maior a nota final, pior é o desempenho dos estados no enfrentamento à pandemia. O Distrito Federal apresentou pior desempenho e lidera o ranking da pesquisa. 

O secretário de Estado da Saúde do Maranhão e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) lembra que todos os esforços estão sendo realizados para evitar o avanço da Covid-19 no estado. Segundo o gestor, mais de 260 mil testes foram aplicados, sendo 121.581 casos confirmados até 1º de agosto. O número de recuperados é 10 vezes maior do que o de pessoas que estão doentes com Covid-19. No dia 1º de julho, o número de novos casos era de 2.805. Em 31 de julho, o estado contabilizou 1.399, mostrando a tendência de queda de novos casos da doença.  

“Aos poucos o Maranhão alcança a estabilização da pandemia. Entretanto, manter-se vigilante ainda é necessário para o enfrentamento dessa impiedosa doença. Por isso, mais uma vez, peço que confiem na ciência, escutem os profissionais de saúde: mantenham as regras de distanciamento social, usem máscaras e evitem aglomerações. Continuamos trabalhando dia e noite para reduzir os impactos da pandemia em nosso estado”, destacou o secretário Carlos Lula. 

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão, o estado registou redução no número de internações por complicações da Covid-19. Atualmente, 478 pessoas estão internadas. Anteriormente, no pico da pandemia, o estado chegou a ter 1.700 pessoas internadas na rede estadual. 

Maranhão é o Estado do Nordeste que mais preservou empregos durante a pandemia

Em relação ao Brasil todo, o Maranhão teve o quarto melhor desempenho em junho. 

No primeiro semestre de 2020, marcado fortemente pela pandemia de coronavírus, o Maranhão foi o Estado do Nordeste que mais conseguiu preservar o emprego com carteira assinada. E também foi um dos que se destacaram levando em conta o Brasil todo. 

Tanto em junho (o período mais recente disponível) como na primeira metade do ano, o Maranhão liderou o desempenho na região nordestina.

De acordo com dados do Governo Federal, o Maranhão criou 3.907 empregos em junho. No Nordeste, o segundo lugar ficou com o Rio Grande do Norte, com menos da metade do resultado maranhense: 1.746 novas vagas formais. 

Em relação ao Brasil todo, o Maranhão teve o quarto melhor desempenho em junho. 

Semestre

Nos seis primeiros meses do ano, o Maranhão também alcançou o melhor desempenho do Nordeste. Somada, a região inteira fechou 258.882 empregos com carteira no semestre. 

O Maranhão registrou a perda de 2.212 postos formais. Ou seja, a cada 117 empregos perdidos no Nordeste, um deles foi no Maranhão. 

O segundo Estado que mais preservou empregos na região foi o Piauí, com perda de 8.754 vagas. Ou seja, quatro vezes mais fechamentos que o Maranhão. 

Os Estados mais afetados na região foram Bahia (queda de 60.391) e Pernambuco (queda de 67.896). 

Maranhão reduz mortes por coronavírus e aumenta geração de empregos, aponta levantamento nacional

O estado apresentou 33% de redução nos óbitos, apontam dados de pequisa do G1/Consórcio de Veículos de Imprensa.

Em meio ao cenário de prejuízos causados pela pandemia do novo coronavírus, o Maranhão está entre os estados do país que teve queda nas mortes pela doença, segundo levantamento nacional. O estado apresentou 33% de redução nos óbitos, apontam dados de pequisa do G1/Consórcio de Veículos de Imprensa. Paralelamente, é o primeiro do Nordeste e o quarto estado do país na geração de empregos, segundo o Governo Federal, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Outro dado positivo se refere aos leitos para atendimento da doença, com apenas 46% ocupados, que significa alta na oferta de leitos para outros atendimentos. 

“Isso significa a confirmação de uma trajetória conquistada arduamente, e faço o convite para que continuemos com a atitude que tivemos até aqui, com menos danos que em outros locais. É um  indicador altamente relevante e que levamos alguns meses para conquistar. A expectativa é que essa curva continue declinante para agosto”, pontuou o governador Flávio Dino em coletiva de imprensa pelas redes do Governo do Estado, na manhã desta sexta-feira (31). 

A tendência de redução se repete ainda na utilização dos leitos exclusivos para coronavírus. A ocupação destes leitos está em apenas 46%, representando alta oferta destes, disponibilizados para outros procedimentos que a rede estadual de saúde atende. “Com isso, pode-se pensar na plena retomada destes leitos para outros atendimentos médicos”, reforça o governador.

A queda reflete também no setor da economia. Em levantamento do Governo Federal, por meio do Caged, referente a junho, o Maranhão teve a maior geração de empregos formais do Nordeste e é o quarto do Brasil em maior geração de empregos, com 3.907 postos de trabalho gerados. “Queremos que o Brasil vença as dificuldades, e o Maranhão em particular. Nosso governo apoia o empreendedorismo e em nome dessa geração de empregos, precisamos cumprir as normas sanitárias vigentes”, alerta o governador. 

O governador ressaltou que o Estado está em um processo de abertura econômica, iniciado em maio. São quase R$ 2 bilhões de investimentos em andamento no Maranhão, o que significa milhares de empregos, citou o governador. “Estamos conseguindo avançar na flexibilização da economia, conforme atesta o Governo Federal”, reforça. Dino lembra que a medida foi corajosa e bastante criticada. “Porém, sustentamos essa posição e os resultados positivos estão aqui”, enfatizou.

Flávio Dino lembrou a impossibilidade, no cenário atual, da promoção de eventos que causem aglomerações e que estes serão fiscalizados pelos órgãos competentes. “Este não é o momento ainda. O que se discute aqui é o cumprimento das normas sanitárias. É um processo contínuo. Estamos analisando tecnicamente pleitos diversos e veremos o que é razoável liberar”, informou. 

67% dos maranhenses aprovam governo Flávio Dino, revela pesquisa Exata/Difusora

A margem de erro da pesquisa Exata/TV Difusora é de 3,3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

De acordo com pesquisa Exata/TV Difusora, o governo Flávio Dino (PCdoB) segue bem avaliado entre os maranhenses, com a grande maioria da população aprovando a atual gestão estadual.

Segundo o estudo, que ouviu 1.406 maranhenses de todo o Maranhão entre os dias 21 e 25 de julho de 2020, 67% dos entrevistados disseram aprovar a gestão Dino. 29% dos entrevistados não aprovam a administração do comunista e 4% não souberam ou não responderam.

Dino melhor avaliado que Bolsonaro no combate à pandemia

O levantamento divulgado nesta quinta-feira (30) também aponta que, para a maioria dos maranhenses Flávio Dino teve desempenho superior ao do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no combate à pandemia de Covid-19.

De acordo com pesquisa estimulada, ao serem perguntados qual gestor tomou as medidas mais acertadas para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus no Maranhão, 55% dos maranhenses disseram que Flávio Dino teve o melhor desempenho.

Já para 20% dos entrevistados, o presidente Jair Bolsonaro tomou as decisões mais eficazes no controle da doença. 15% disseram que os prefeitos de suas cidades adotaram as melhores medidas. 6% disseram que nenhum deles e 4% não souberam ou não responderam.  

A margem de erro da pesquisa Exata/TV Difusora é de 3,3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

Maranhão é o Estado do Nordeste que mais criou empregos em junho

Os dados são do Governo Federal, que mensalmente divulga o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O Maranhão foi o Estado do Nordeste que mais criou vagas de emprego com carteira assinada no mês de junho. Além disso, teve o quarto melhor desempenho levando em conta todo o Brasil.

Os dados são do Governo Federal, que mensalmente divulga o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Em junho, o Maranhão gerou 3.907 empregos formais, o melhor desempenho de todo o Nordeste. No Brasil inteiro, apenas três Estados criaram mais postos de trabalho com carteira do que o Maranhão: Goiás, Pará e Mato Grosso.

O resultado positivo do Maranhão se destaca frente ao saldo negativo do país como um todo. Em junho, foram perdidos 10.984 empregos.

“Maranhão foi o Estado do Nordeste com melhor desempenho quanto à geração de empregos formais no mês de junho de 2020, conforme dados do Governo Federal. Isso equivale ao 4º melhor desempenho do Brasil”, disse o governador Flávio Dino.

No mês passado, o Maranhão já havia sido um dos Estados menos afetados pela pandemia na geração de empregos.

Bolsonaro reage com ironia a “Pacto pelo Emprego” sugerido por Flávio Dino

Na visão de Bolsonaro, a sugestão apresentada é contraditória em relação à postura que Dino vem adotando no estado.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reagiu hoje com ironia à proposta do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), de construção de um “pacto pelo emprego” a fim de amenizar os danos provocados pela pandemia do novo coronavírus. Na visão do mandatário, a sugestão apresentada ontem é contraditória em relação à postura que Dino vem adotando em seu estado.

“Tem governador agora que quer que eu faça um pacto pelo emprego. Mas ele continua com o estado dele fechado”, disse o Bolsonaro durante conversa com apoiadores na saída do Palácio do Alvorada, residência oficial da Presidência.

Dino apresentou a ideia por meio de uma carta enviada a Bolsonaro. Desafeto político e cotado para enfrentar o atual mandatário em uma provável tentativa de reeleição daqui a dois anos, o governador propõe que seja realizada uma reunião com os presidentes das confederações empresariais e centrais sindicais para costura do que chamou de “Pacto Nacional Pelo Emprego”.

“Considerando este cenário desafiador, gostaria de sugerir uma reunião liderada por V. Exa. com os governadores e os presidentes das confederações empresariais e centrais sindicais para que possamos construir um ‘Pacto Nacional pelo Emprego’, com medidas emergenciais de geração de emprego e renda”, escreve o governador no ofício.

Em postagem no Twitter, Flávio Dino rebateu Bolsonaro e disse que o assunto não é para ser tratado com ironia. “Espero que o presidente leve a sério a urgência de ações efetivas. É impossível tratar do tema no “cercadinho” do Alvorada. Por isso, insisto na ideia do Pacto Nacional pelo Emprego”, escreveu.

Flávio Dino propõe a Bolsonaro pacto nacional pelo emprego

Além da proteção aos empresários, o governador pediu a apresentação de “um plano de obras públicas, indispensável para recolocar o país no rumo do crescimento”.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), encaminhou uma carta a Jair Bolsonaro sugerindo uma reunião com os presidentes das confederações empresariais e centrais sindicais para a construção de um “Pacto Nacional Pelo Emprego”. Dino, além de pedir para o presidente coordenar o encontro, solicitou a apresentação, por parte do governo, de propostas para proteção dos pequenos e microempresários.

“Considerando este cenário desafiador, gostaria de sugerir uma reunião liderada por V. Exa. com os governadores e os presidentes das confederações empresariais e centrais sindicais para que possamos construir um ‘Pacto Nacional pelo Emprego’, com medidas emergenciais de geração de emprego e renda”, diz a carta do governador.

Além da proteção aos empresários, o governador pediu a apresentação de “um plano de obras públicas, indispensável para recolocar o país no rumo do crescimento”.

Ainda na carta, o governador lembrou que o último boletim Focus divulgado pelo Banco Central apontou uma estimativa de retração do produto interno bruto (PIB) de 4,95% em 2020, sendo essa a maior queda da história do Brasil.

“O desemprego no país subiu para 12,9%, indicando o fechamento de milhões de postos de trabalho com relação ao trimestre anterior, segundo dados divulgados pelo IBGE no último dia 30 de junho. O mesmo instituto aponta que mais de 700 mil empresas fecharam as portas até a primeira quinzena de junho”, aponta Dino.

Eleições de 2022: Bolsonaro lidera e Flávio Dino cresce em relação à última pesquisa

O presidente Jair Bolsonaro vence em todos os cenários; Flávio Dino cresce na pesquisa

O governo Jair Bolsonaro passou, nos últimos três meses, por uma tempestade política perfeita. A crise inaugurada pela pandemia do novo coronavírus, menosprezada pelo presidente desde o início, somou-se à conturbada demissão de seu ministro mais popular, Sergio Moro, duas trocas no Ministério da Saúde, a abertura de um inquérito para apurar interferência política na Polícia Federal, a divulgação em vídeo de uma escabrosa reunião de seu gabinete, o cerco a bolsonaristas radicais em duas investigações do Supremo, a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), em uma casa do advogado de Bolsonaro, o diagnóstico de Covid-19 do chefe do Executivo e o saldo nefasto de mais de 80. 000 mortos pela doença. Mesmo em meio a dificuldades sérias, que poderiam estraçalhar a popularidade de inúmeros políticos, o presidente conservador segue, mostrando, mais uma vez, que é um fenômeno político. Se a disputa presidencial fosse hoje, ele ainda seria reeleito.

Essa é uma das principais conclusões de um levantamento exclusivo realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 18 e 21 de julho. Mesmo sendo um mandatário controverso à frente de um país dividido em relação ao seu governo, Bolsonaro lidera todos os cenários de primeiro turno — com porcentuais que vão de 27,5% a 30,7% — e derrotaria os seis potenciais adversários em um segundo round da corrida ao Planalto em 2022: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-­prefeito Fernando Haddad (PT), o ex-­governador Ciro Gomes (PDT), o ex-­ministro Sergio Moro, o governador paulista João Doria (PSDB) e o apresentador Luciano Huck. Um feito impressionante, considerando-se que, segundo a mesma pesquisa, 48,1% dos brasileiros desaprovam a sua gestão (eram 51,7% no fim de abril) e 38% consideram ruim ou péssimo o seu trabalho (eram 39,4%).

Comparada a um levantamento anterior da Paraná Pesquisas, de três meses atrás, a aprovação oscilou positivamente de 44% para 47,1%, enquanto o contingente que considera seu mandato ótimo ou bom foi de 31,8% para 34,3%, variação acima da margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), maior figura da legenda, pontua em um dos cenários com 1,6%, percentual meljor que na última pesquisa quando apareceu com 1,4%.