Flávio Dino aparece em 4°lugar em ranking de popularidade digital

Nesta segunda-feira (28), a Folha de São Paulo divulgou um ranking de popularidade digital entre os 13 nomes da política nacional em 2020. O nome do governador Flávio Dino (PCdoB) aparece em quarto lugar, encostado no do ex-presidente Lula, o terceiro colocado.

Quem lidera o ranking, segundo os dados, é o presidente Jair Bolsonaro, seguido de Luciano Huck e Lula.

Embora tenha ocupado a mídia nacional especialmente com o anúncio da vacinação em São Paulo, Dória aparece em oitavo lugar, atrás de Boulos, que aparece em quinto, Haddad, que ocupa o sexto lugar, e Ciro Gomes, o sétimo ranqueado.

O levantamento foi elaborado pela consultoria Quaest e leva em consideração seis dimensões nas redes: fama (número de seguidores), engajamento (comentários e curtidas por postagem), mobilização (compartilhamento das postagens), valência (reações positivas e negativas às postagens), presença (número de redes sociais em que a pessoa está ativa) e interesse (volume de buscas no Google, Youtube e Wikipedia).

Flávio Dino anuncia que deixará o Governo para disputar eleições em 2022

Em entrevista à TV Mirante nesta quarta-feira (23), o governador Flávio Dino (PCdoB) declarou que pretende deixar o cargo estadual em abril de 2022 para concorrer às eleições, mas não especificou o cargo que pretende concorrer.

Questionado sobre a vitória do opositor Eduardo Braide (Podemos) para a prefeitura de São Luís, Dino afirmou que pretende se articular para reestabelecer o pacto entre os aliados ao longo de 2021.

O governador falou ainda que é natural vários pré-candidatos a governador se projetarem, porém entende que no momento certo, eles vão ceder e aceitar o melhor nome para a disputa pelo governo estadual.

“Provavelmente, devo concorrer às eleições e, por imperativos legais, devo deixar o governo em abril de 2022. Temos uma longa estrada até lá, são praticamente 15 meses pela frente. Então, minha intenção é deixar tudo pactuado no que se refere a governo, vice-governador, senado, chapas, ao longo de 2021, para que a gente entre em 2022 com a casa arrumada”, destacou o governador.

Flávio Dino sanciona lei que cria auxílio emergencial para catadores de materiais recicláveis

O governador Flávio Dino (PCdoB) sancionou a lei que cria o auxílio emergencial estadual no valor de R$ 400 para os catadores de materiais recicláveis do Maranhão. O auxílio é válido enquanto durarem os efeitos da pandemia do coronavírus.

Para o governador, a sanção do auxílio tem alcance social e também de proteção ao meio ambiente.

“É uma categoria profissional que precisa de um apoio especial. Há uma dificuldade sanitária para a retomada de grandes eventos e isso faz com que centenas de trabalhadores e trabalhadoras não consigam retirar o sustento da sua atividade, que é tão importante do ponto de visto social e também para o meio ambiente, visto que contribuem para reciclagem de resíduos sólidos”, afirmou Dino.

Durante entrevista, Flávio Dino fala em “colapso do governo federal” por plano de vacinação

Em entrevista ao jornal O Globo, o governador Flávio Dino (PCdoB) afirmou que acredita que haverá um plano nacional de vacinação contra a Covid-19, mas que para proteger o seu estado, busca alternativas, caso ocorra um “colapso do governo federal” que impeça a distribuição nacional dos imunizantes. Dino afirmou que o governo Jair Bolsonaro ficou perdido na questão das vacinas, mas que agora está “tentando achar o caminho”. Confira na íntegra a entrevista completa:

Como o senhor vê a condução do governo federal em relação à vacinação?

O problema principal é uma consequência que nós estamos vendo desde março, que é uma atitude negacionista em relação a gravidade da pandemia. Há uma terrível coerência entre aquela frase da gripezinha e a má condução da temática da vacina. Eu acho que, portanto, há confirmação de uma conduta equivocada. Houve a vinculação a uma única alternativa, que seria a vacina AstraZeneca. Na medida em que a vacina AstraZeneca/Oxford ainda não se concluiu, o governo ficou perdido. Agora, está tentando achar um outro caminho, espero que consiga.

O senhor é um crítico do governo Bolsonaro. Após pressão de governadores e prefeitos já há uma mudança na postura do governo?

O que eu vi na reunião com Ministério da Saúde foi um desejo de corrigir um erro, que foi cometido no dia 20 de outubro. Nesta data foi celebrado um acordo para que houvesse a multiplicidade de vacinas. Contudo, Bolsonaro mandou Pazuello rasgar o acordo, disse que quem mandava era ele. Acho que agora houve uma percepção de que, em um tema complexo como este, você tem que ter uma condução mais ampla. É isso que eu verifiquei até então, em face da pressão o governo vai correr atrás do prejuízo.

Qual avaliação em relação à postura do governador João Dória?

Ele está reagindo a esse ato errado do governo federal. Quando houve esse acordo do dia 20 de outubro ficou definido que o Ministério da Saúde iria comprar as vacinas do Butantã e distribuir. Depois o governo federal, por intermédio do presidente da República, disse cabalmente que não faria isso. Bolsonaro afirmou que não usaria a chamada vacina chinesa Sinovac/Coronavac. Ora, se o Dória tem o Butantan e ele tem dinheiro, não é razoável imaginar que ele deveria ficar parado em face da inércia do Bolsonaro. Eu acho que ele reagiu em reação à atitude equivocada do Bolsonaro. Por isso eu não estou entre os que criticam o Dória neste caso, porque eu acho que foi uma reação legítima a um ato errado do presidente.

Criticaram a postura do Dória na reunião com os governadores?

Há um ambiente nesse momento muito conflagrado, de parte a parte. Eu não avalio a reunião, eu avalio essa ideia. Alguns acham que ele (Dória) não deveria ter um plano pronto de vacinação. Se o governo não fez plano nacional, se ele tem condições de fazer a vacina e tem o instituto pra fazer, eu acho que não é exigível de outro governador ter que ficar parado. Eu mesmo não estou parado. Eu não estou esperando o que o Bolsonaro vai fazer porque ninguém pode atar, vincular o seu destino, a uma figura, digamos assim insólita, exótica como a do Bolsonaro. O Dória está agindo. Se tiver um plano nacional, eu acho que ele tem que sim que se quadrar. Neste momento, ele fez o certo à medida que o governo federal não conseguiu efetivar plano nacional de imunização dialogando com o Butantã, que é uma das instituições mais respeitadas do Brasil e do mundo. O governo federal quer construir um plano nacional de imunização contra o Butantan? Isso não faz o menor sentido.

O senhor disse que o Maranhão não está parado. O estado entrou com uma ação no STF para garantir compra de vacinas, sem aval da Anvisa. O estado tem um plano de ação?

Nós estamos acreditando num plano nacional de imunização. É o nosso desejo que ele se efetive com múltiplas vacinas. Ao mesmo tempo o que foi que eu adotei: um, oficializei com o Instituto Butantan o interesse do Maranhão de comprar a vacina para os grupos mais vulneráveis, comprar com nossos recursos. Dois, ingressei com ação judicial no Supremo para que me autorize, caso o plano nacional não ande, para que eu possa fazer um plano estadual, inclusive comprando vacina fora do país se for necessário. São medidas preparatórias para alternativa própria no caso de um eventual colapso do governo federal, que faço questão de frisar, espero que não aconteça. Hoje, eu acho até que vai ter um plano Nacional de imunização. Não vou ficar parado, por isso essas providências.

Em tweets, Dino fala em “revisão de alianças ” para 2022 e parabeniza Duarte

Nesta segunda-feira (30), o governador Flávio Dino (PCdoB) utilizou suas redes sociais para comentar o resultado final das eleições em São Luís e no Maranhão. Dino admitiu que, por conta da eleição de 2022, as alianças em torno do seu grupo político foram tensionadas.

“Nossa aliança estadual está tensionada por conta da disputa pela vaga de governador, já que não posso ser reeleito. Esse processo de revisão das alianças estaduais exige diálogo, serenidade e prudência. Espero que os partidos políticos se dediquem a isso”, afirmou Flávio Dino.

“Agora entramos em um processo de revisão, visando à eleição de 2022. Processo que qualifico como normal e democrático”, disse.

Nos tweets, o governador parabenizou, pela campanha, o candidato do Republicanos, Duarte Jr, que teve seu apoio no segundo turno, mas ainda não parabenizou o prefeito eleito, Eduardo Braide (Podemos).

Flávio Dino assume campanha de Rubens Júnior no horário eleitoral

Governador Flávio Dino com o deputado Rubens Jr

Nos últimos dias, o governador Flávio Dino (PCdoB) vem aparecendo direto no programa eleitoral do candidato a prefeito em São Luís, Rubens Jr (PC do B), agora em vídeo pedindo voto pessoalmente. O deputado comunista ainda oscila nas pesquisas de intenção de votos, com vistas à cadeira número 01 do Palácio La Ravardière, mas a coordenação de campanha aposta no peso da imagem do também presidenciável para que ele cresça mais nos próximos levantamentos.

Essa não é a primeira vez que o governador Flávio Dino sinaliza o lado em que está, tendo em vista que já se pronunciou, por meio das redes sociais, ao analisar os candidatos durante debates.Inclusive, já foi para o embate direto contra o candidato do Podemos, deputado Eduardo Braide, que, segundo as pesquisas, ainda lidera.

Além de contar com o apoio do governador Flávio Dino, que tem realizado um trabalho marcado por políticas públicas voltadas a quem mais precisa, Rubens Jr. conta também com as bênçãos do ex-presidente Lula (PT) que gravou vídeo, também já bastante explorado pela coordenação de campanha do comunista .

Em vídeo, Flávio Dino responde a Braide sobre Caema

Neste sábado (7), o governador Flávio Dino (PCdoB) reagiu ao ataque que sofreu do candidato Eduardo Braide (Podemos) em vídeo.

Segundo Dino, Braide inventou que a Caema, no tempo que ele foi presidente, era uma maravilha, sem mostrar uma única prova das suas supostas obras.

O governador afirmou que Braide empregaria melhor seu tempo se explicando perante a população e a justiça. “Com essa agressividade, Braide demonstra que quer a prefeitura para servir de palanque a ataques ao governo”, disparou Dino em seu twitter.

Flávio Dino finalizou o vídeo reafirmando que segue trabalhando todos os dias em favor do Maranhão com serenidade e coragem para defender a verdade. Ele acrescentou que não irá se opor a aventureiros e ratificou que paz e parcerias honestas sempre serão os seus objetivos.

Bolsonaro é notificado pelo ministro do STF sobre queixa de Flávio Dino

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Melo, notificou o presidente Jair Bolsonaro sobre o pedido de explicações apresentado pelo governador Flávio Dino, a respeito de uma fala do presidente feita no último dia 21.

Para Flávio Dino, o presidente cometeu calúnia ao dizer em entrevista que tinha viagem prevista para participar de um evento evangélico em Balsas, cidade no sul do Maranhão, mas que suspendeu os planos depois que o governador negou efetivo da PM para fazer esquema de segurança.

No despacho, o ministro do STF dá 15 dias para Bolsonaro apresentar sua manifestação sobre a queixa de Dino. Na peça encaminhada à Corte, o governador solicita que o presidente “comprove o não acolhimento do pedido de disponibilização da Polícia Militar do Estado do Maranhão para viabilizar o comparecimento ao evento”.

Dino faz críticas a Bolsonaro e diz que o processará por uso de “dinheiro público para fim político”

Em entrevista ao programa Ponto e Vírgula, o governador Flávio Dino (PCdoB) fez críticas ao presidente Jair Bolsonaro e afirmou que o processará por uso de “dinheiro público para fim político”.

“Bolsonaro veio ao Maranhão com sua habitual falta de educação e decoro. Fez piada sem graça com uma de nossas tradicionais marcas empresariais: o guaraná Jesus. E o mais grave: usou dinheiro público para propaganda política. Será processado”, escreveu o governador em suas redes sociais.

O fato exposto pelo governador ocorreu após o presidente ter dito em tom de provocação, durante discurso em Imperatriz, que estava disposto a “erradicar o comunismo do Brasil”.

Outro fato que gerou revolta em muitos maranhenses e repercutiu negativamente, foi a piada feita por Bolsonaro, durante uma visita em Bacabeira, em tom homofóbico envolvendo maranhenses e o guaraná Jesus.

Ao experimentar a bebida, o presidente questionou, em meio a risos, se tinha virado “boiola como os maranhenses ao tomar um guaraná Jesus”, pela cor rosa, e um dos principais símbolos da cultura do estado.

Em live exibida à noite nas suas redes sociais, Bolsonaro voltou a fazer piada novamente sobre o guaraná Jesus e simulou mudança de comportamento após tomar a bebida. Após o comentário, ele pediu desculpas a quem se ofendeu.