Mais de 60% da população de Imperatriz aprovam o governo Flávio Dino; Bolsonaro é rejeitado por 57%

De acordo com a pesquisa, Flávio Dino segue melhor avaliado no segundo maior colégio eleitoral do Maranhão

Uma recente pesquisa divulgada pelo Instituto Econométrica na cidade de Imperatriz mostrou como anda a popularidade do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do governador Flávio Dino (PCdoB). De acordo com a pesquisa, Flávio Dino segue melhor avaliado no segundo maior colégio eleitoral do Maranhão.

O instituto mostra que 67,4% da população de Imperatriz aprova o governo Flávio Dino. 30,0% não aprova e 2,6% não souberam responder.

Ao questionarem sobre o governo Jair Bolsonaro, 40,2% disseram aprovar, bem abaixo da aprovado do governador Flávio Dino. Enquanto 57% não aprovam a gestão Bolsonaro, mostrando que a rejeição é bem maior. 2,8% dos entrevistados não souberam responder.

A pesquisa Econométrica ouviu 600 eleitores de Imperatriz entre os dias 7 e 9 de outubro. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os bons nomes do grupo do governador Flávio Dino para a disputa na capital

Todos os nomes do grupo do governador Flávio Dino estão em partidos competitivos e podem crescer nas pesquisas de intenções de voto até 2020

Faltando um ano para as eleições de 2020, o cenário político de São Luís segue indefinido, mas começam a ganhar corpo as possíveis pré-candidaturas e os nomes da disputa. Até o momento, um pouco mais de uma dezena de possiveis nomes já se apresentam como pré-candidatos e outros tantos ainda tentam garantir uma legenda. Sabe-se que até as convenções, boa parte desses nomes decidirá desistir da disputa e poderá compor chapas majoritárias.

Dentre os vários nomes, destacam-se os pré-candidatos do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), todos eles estão em partidos competitivos e podem crescer nas pesquisas de intenções de voto até 2020.

Podemos destacar Duarte Júnior e Rubens Júnior, ambos do PCdoB. Os dois pré-candidatos trabalham diariamente para garantir a homologação do partido na disputa. Duarte segue desempenhando um bom mandato na Assembleia Legislativa, além de conversar com vários setores e entidades da sociedade civil. Já Rubens, tem feito um belo trabalho a frente da Secretaria de Estado das Cidades e promete intensificar sua agenda de inaugurações e ações.

Outro nome do grupo governistas é o do deputado estadual Neto Evangelista (DEM), que já foi candidato a vice-prefeito e conta com o apoio de sua legenda tanto a nível estadual, quanto nacional.

Osmar Filho, presidente da Câmara Municipal de São Luís, segue articulando o apoio de vários vereadores da capital e com o apoio decisivo da militância do PDT, tem todas as condições de crescer nas pesquisas.

Mais alguns nomes do grupo do governador Flávio Dino tentam viabilizar suas candidaturas e podem ser bons nomes na disputa pela prefeitura de São Luís. São eles: o deputado Bira do Pindaré (PSB), Dr. Yglésio (Hoje no PDT, mas que pode mudar para o Solidariedade) e Jeisael Marx, que garantiu a Rede Sustentabilidade para se candidatar e tem boa ligação com o governador Flávio Dino.

Jornal O Globo mostra São Luís como a única capital do Nordeste que cria empregos

Com 4.822 empregos formais gerados, São Luís está na sexta posição entre todas as capitais brasileiras

A edição desta terça-feira do jornal O Globo mostra que São Luís é a única capital nordestina que acumula saldo positivo na criação de empregos com carteira assinada neste ano. Os dados foram extraídos de levantamento feito pela Consultoria Tendências.

A pesquisa vai de janeiro até agosto, o último dado disponível. Com 4.822 empregos formais gerados, São Luís está na sexta posição entre todas as capitais brasileiras.

Todas as demais do Nordeste perderam vagas no acumulado deste ano.

“A recuperação do mercado de trabalho encontra entraves no Nordeste, onde oito das nove capitais tiveram resultado negativo, segundo os dados da consultoria Tendências, e em dois estados que apresentam grave crise fiscal: Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O pior resultado é o do Rio”, diz O Globo.

O desempenho de São Luís segue o do Maranhão, que tem gerado empregos novos pelo terceiro ano seguido.

O emprego com carteira assinada no Estado vem crescendo mais do que a média brasileira. Entre janeiro e agosto deste ano, o aumento dos postos formais foi de 1,63% no Maranhão. No Brasil inteiro, foi de 1,55%.

A expansão maranhense é bem maior que a do Nordeste, que cresceu 0,09% no acumulado do ano. Além disso, o Maranhão é o segundo Estado que mais abriu empregos com carteira assinada no Nordeste entre janeiro e agosto de 2019. Foram 7.569 vagas formais até agora. No Nordeste, só a Bahia tem desempenho melhor.

Flávio Dino forma mais 180 policiais para reforçar segurança no Maranhão

A formatura foi na Praça Maria Aragão e teve a presença do governador Flávio Dino, do vice-governador Carlos Brandão

Mais 180 novos policiais militares se formaram nesta segunda-feira (7) no Maranhão para reforçar a segurança no Estado. Eles passam a integrar a maior tropa policial da história do Maranhão, de 15 mil profissionais.

Os novos policiais do Curso de Formação de Soldados 2019 vão atuar tanto na capital quanto no interior.

A formatura foi na Praça Maria Aragão e teve a presença do governador Flávio Dino, do vice-governador Carlos Brandão, do secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela, e do comandante geral da Polícia Militar, coronel Ismael Fonseca, além de autoridades civis e militares.

“Estamos permanentemente investindo para aprimorar a polícia. Isso inclui a formação, a capacitação e a valorização dos profissionais para que obtenhamos esse resultado. Uma polícia mais eficiente e mais próxima da população e que seja capaz de continuar a redução da violência”, afirmou o governador Flávio Dino.

Ele deu como exemplo, a queda de 72% nos homicídios em setembro de 2019 na Grande Ilha na comparação com o mesmo mês de 2014. Além disso, São Luís é a capital que mais reduziu esse tipo de crime em todo o Brasil.

Assembleia homenageia Zeca Baleiro com as Medalhas ‘Manuel Beckman’ e ‘João do Vale’

A entrega das honrarias aconteceu durante concorrida sessão solene, realizada no Plenário Deputado Nagib Haickel, com a presença do governador Flávio Dino

A Assembleia Legislativa prestou, na manhã de terça-feira (1º), dupla homenagem ao cantor e compositor Zeca Baleiro, concedendo-lhe a Medalha do Mérito Manuel Beckman e a Medalha João do Vale. A entrega das honrarias aconteceu durante concorrida sessão solene, realizada no Plenário Deputado Nagib Haickel, com a presença do governador Flávio Dino, de representantes do Poder Judiciário e do Ministério Público, além de diversos artistas e intelectuais.

A concessão da Medalha Manuel Beckman, a maior comenda do Poder Legislativo do Maranhão, foi fruto de um Projeto de Resolução Legislativa de autoria do presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB). E a concessão da Medalha João do Vale foi proposta pela deputada Daniella Tema (DEM) – ambos projetos aprovados por unanimidade pelo Plenário da Casa.

Ao abrir a sessão solene, o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto, deu boas-vindas ao homenageado, que adentrou o Plenário sob aplausos, acompanhado de diversos amigos e familiares.

Othelino declarou que a concessão de ambas as medalhas a Zeca Baleiro é um justo reconhecimento do povo do Maranhão à sua obra. “Estas homenagens são mais do que merecidas pela importância que Zeca Baleiro tem para a cultura do Brasil, especialmente do Maranhão”, ressaltou o parlamentar.

Na sessão solene, o governador Flávio Dino ocupou a tribuna para manifestar todo seu apreço pelo homenageado. “A Assembleia, ao homenagear a cultura do Maranhão por intermédio destas duas referências – as medalhas Manuel Beckman e João do Vale -, presta um serviço a toda a população maranhense, porque nós sabemos que a cultura, na verdade, é sinônimo de vida. E Zeca Baleiro é um desses ícones, um desses símbolos, não só da atual geração de artistas maranhenses, mas da força da cultura do nosso Estado”, disse o governador.

A deputada Daniella Tema, autora da proposição de concessão da Medalha João do Vale, fez um emocionado discurso de saudação ao homenageado. “É para mim uma imensa honra e alegria este momento, aqui nesta Casa, para concedermos estas duas honrarias ao grande cantor, compositor e poeta Zeca Baleiro. É uma homenagem mais do que merecida em função dos relevantes trabalhos prestados pelo artista à cultura maranhense e ao Brasil, através da sua musicalidade e da sua poesia”, enfatizou a deputada. 

Ao agradecer a homenagem, Zeca Baleiro disse que se sentia lisonjeado pelo gesto dos deputados Othelino Neto e Daniella Tema e estendeu seus agradecimentos a toda a Assembleia Legislativa. “Sinto-me muito honrado e emocionado por esta importante homenagem aqui no Maranhão, nossa terra querida, diante de uma legião de amigos que conquistei ao longo de toda a minha vida. Sinto-me imensamente feliz e lisonjeado por essa dupla homenagem”, declarou o artista.

O Globo: Um comunista na terra do meio

Flávio Dino foi entrevistado pela jornalista Mirim Leitão, na Globo News

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), tenta encontrar um caminho do meio na política extremada do Brasil. Admite que a esquerda perdeu a bandeira do combate à corrupção, diz que várias sentenças da Lava-Jato são justas, mas condena os abusos. “Não podemos ter um vale tudo, ou um ‘os fins justificam os meios’ em nenhum tema nacional”. Na economia, diz querer ajuste fiscal e aumento dos investimentos sociais. Apesar de ter sido pessoalmente criticado pelo presidente Bolsonaro, afirma que o “diálogo federativo continua”.

Nas finanças do estado, o governador — que diz torcer pela aprovação do “Plano Mansueto” — elevou a situação fiscal do Maranhão para a classificação B em 2017. Depois, caiu para C. Perguntei a ele por que perdeu a nota se havia elevado a arrecadação em 7% em 2018:

— O aumento da arrecadação foi fruto da eficiência, mas houve, por causa da crise, uma queda das transferências federais. Eu pago de encargos da dívida R$ 1 bilhão. Ao mesmo tempo, é preciso reverter indicadores sociais historicamente negativos. Todo bom investimento público vira no dia seguinte pressão sobre o custeio. Não tínhamos nenhuma escola integral, hoje temos 49. Abri oito grandes hospitais, fiz mil obras nas escolas, porque o déficit era enorme. Tinha escola de barro, de taipa, de palha.

Ele reclamou que o Tesouro mudou em 2018 as regras para a classificação de crédito. E sendo C não consegue ter o aval do Tesouro nas operações de crédito. Na entrevista que me concedeu na Globonews, disse que está fazendo corte de gastos e ajustes para voltar a ter boa classificação. O governador concedeu um grande aumento de salário aos professores, e hoje o Maranhão tem o maior piso nacional. Isso pode pesar depois na folha de inativos, dado que os professores se aposentam mais cedo:

— Havia um grande contencioso com os professores, fizemos um programa que levou devagar a esse resultado.Tenho muito orgulho de ter o maior piso nacional para professores. Hoje o Fundeb arca com a folha, e o estado faz investimentos como a melhoria na estrutura física das escolas. Nosso Ideb era 2,8 e chegamos a 3,4. Somos agora o terceiro do Nordeste. Montei o fundo Escola Digna em que empresários, que querem se instalar no estado, depositam nesse fundo a sua contrapartida social, uma forma imaginativa de alavancar políticas educacionais.

O governador diz que a estabilidade fiscal não é um fim, é instrumento para se chegar aos objetivos de avanço social. Admite que o governo do PT, que foi apoiado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), deixou o país em crise fiscal e econômica e debita isso a um “tentativa de enfrentar de modo anticíclico a crise internacional”. Diz que houve concessões exageradas de desonerações. Mas afirma que quem veio depois não resolveu o problema, tanto que o país continua com déficit.

O Maranhão em si é uma terra do meio. É Amazônia e é Nordeste. Os remanescentes da floresta estão em terras indígenas que vêm sendo ameaçadas por madeireiros. Os indígenas têm se organizado no grupo chamado de guardiões da floresta, mas há risco iminente de conflito:

— Estou sempre em contato com os guardiões da floresta mas o estado não pode agir em terra indígena a não ser sob a coordenação dos órgãos federais como a Funai e a Polícia Federal.

Na política, perguntei como a esquerda foi da bandeira da ética às condenações da Lava-Jato:

— Perdemos a batalha do combate à corrupção apesar de termos toda a legitimidade, porque foi o governo de esquerda que fortaleceu os órgãos de controle e aprovou leis como a da delação premiada. A imensa maioria das sentenças da Lava-Jato teria a minha assinatura desde que lastreadas em provas inequívocas. Ao mesmo tempo, houve abuso e instrumentalização política. Ninguém tem o monopólio da virtude, nem dos vícios.

O governador diz que a democracia corre “gravíssimos” riscos pelo radicalismo dos apoiadores do atual governo que defendem “o extermínio do adversário” e “pedem até fechamento do Supremo”. Ele disse que o discurso do presidente Bolsonaro nos leva ao “isolamento, má vontade em relação aos brasileiros e sanções difusas ou institucionalizadas contra produtos brasileiros”. Sobre a relação com o governo Bolsonaro, ele diz: “confio no diálogo” e “mantenho minhas posições políticas”.

Maranhão é o 2º Estado que mais criou empregos no Nordeste em 2019

Agência do Sine ajuda na busca por emprego

O Maranhão é o segundo Estado que mais abriu empregos com carteira assinada no Nordeste entre janeiro e agosto deste ano. Os dados são do Ministério do Trabalho. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram 7.569 vagas formais (com carteira assinada) até agora. No Nordeste, só a Bahia tem desempenho melhor.

O crescimento do emprego no acumulado do ano no Maranhão é maior que a média do Nordeste e a do país inteiro. O mercado maranhense de trabalho formal cresceu 1,63% entre janeiro e agosto, contra 0,09% do Nordeste e 1,55% do Brasil. Este é o terceiro ano seguido em que o Maranhão tem saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada, mesmo com a crise econômica que atinge o Brasil há anos.

De acordo com o Caged, o Maranhão teve saldo positivo de 1.221 vagas em 2017. A situação foi diferente da verificada no cenário nacional naquele mesmo ano. Em 2017, o Brasil inteiro perdeu 20.832 vagas. Em 2018, o Maranhão teve um desempenho oito vezes melhor que no ano anterior: foram criados 9.649 empregos com carteira assinada.

E agora em 2019, por enquanto, o saldo é de 7.569 vagas. Ainda faltam quatro meses (setembro a dezembro) para o balanço total do ano. Em agosto deste ano, o setor que mais contratou no Maranhão foi o de Serviços. O mês terminou com saldo geral de 1.495 vagas.

No Roda Viva, Flávio Dino defende construção de um novo projeto nacional democrático e social

A participação de Flávio Dino no Roda Viva foi parar no “Trending Topics” – a lista dos assuntos mais comentados – no Twitter

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi entrevistado no programa Roda Viva, na noite de segunda-feira (23) do Roda Viva. Logo no início do programa, Dino foi anunciado como o homem que, “em nome da tentativa de viabilizar uma frente em defesa da democracia”, ousou abrir “um canal de diálogo” com os ex-presidentes José Sarney (“seu adversário mais notório”), Lula e FHC. A âncora do Roda Viva, jornalista Daniela Lima, também o qualificou como um político “de aspirações nacionais, agora cotado para a disputa presidencial de 2022”.

O governador defendeu a construção de um “novo projeto nacional democrático e social” para o País, que incorpore duas “grandes tradições”: o “trabalhismo” dos governos Getúlio Vargas e João Goulart; e o “lulismo”, encarnado nas getões Lula e Dilma. Sobre as diferenças atuais entre os partidos de esquerda, ele acusou a imprensa de fazer uma “maximização do problema”. Segundo ele, “a direita também enfrenta dilemas, como bolsonarismo versus lavajatismo”.

No programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Dino se apresentou como um apaziguador, um político que “não impõe” agendas. Alguém capaz de agregar pessoas com visões de mundo distintas, desde que democráticas. Se as esquerdas estão divididas, ele se oferece para construir as pontes necessárias para “uma frente ampla”.

Dino relembra uma ideia que lançou em 2014, quando havia derrotado o clã Sarney na disputa pelo Palácio dos Leões, em São Luís. “Se o PT e o PSDB tivessem feito uma aliança, como eu disse há cinco anos aqui neste mesmo programa, o Brasil estaria em uma situação muito melhor hoje”.

Flávio Dino comparou as eleições municipais de 2020 com as eleições para o Senado em 1974 – época em que o regime militar vivia o auge do crescimento econômico. “Em 1974, houve um plebiscito em torno de questões democráticas fundamentais”, o que, na opinião de Dino, levou a uma vitória da oposição á ditadura. Ele também lembrou a “foto icônica” no segundo turno das eleições presidenciais de 1989 – Lula, Leonel Brizola e Mário Covas estavam no mesmo palanque, numa frente contra a candidatura de Fernando Collor.

Dino foi entrevistado por Mariana Schreiber (BBC News Brasil), Cristiane Agostine (Valor Econômico), Juliana Coissi (Agência Folha), Conrado Corsalette (Nexo) e João Gabriel de Lima (Estadão). Sua participação no Roda Viva foi parar no “Trending Topics” – a lista dos assuntos mais comentados – no Twitter.

Os seis candidatos da esquerda

Flávio Dino já é colocado como pré-candidato a presidente em 2022

O Antagonista

A esquerda já tem seis candidatos a presidente em 2022: Ciro Gomes, Flávio Dino, Guilherme Boulos, Fernando Haddad, Rui Costa e Joaquim Barbosa.

Beto Albuquerque, do PSB, que defende a candidatura de Joaquim Barbosa, comentou o cenário político e a postura do PT ao jornal o Valor.

“O slogan do ‘Lula Livre’ não nos une. A população não se identifica com isso. O PT tem muita dificuldade de apoiar outro candidato e isso é um muro nas nossas relações. Para o PT, é cada um por si e todos por ele. O partido tornou-se uma ‘presa’ fácil nas eleições, mas prefere perder a apoiar outro.”