Maranhão já aparece novamente no vermelho para Covid-19

Segundo boletim epidemiológico divulgado na noite da última sexta-feira (4) pela Secretaria de Estado da Saúde, o Maranhão atualmente registra 194.800 casos confirmados de coronavírus. Desse total, 3.928 são novos casos ativos. O estado apresenta um quadro de 4.330 óbitos em decorrência da doença e 186.542 pessoas que se recuperaram.

Nas últimas 24 horas, foram confirmados 480 novos infectados por coronavírus no Estado: 95 em São Luís, 23 em Imperatriz e 362 em outros municípios. O número de pessoas em isolamento domiciliar é de 3.636, enquanto 112 pessoas estão internadas nas Unidades de Terapia Intensiva.

Oito mortes foram registradas nas cidades de Açailândia (1), Chapadinha (1), Imperatriz (1), Paraibano (1), Paulino Neves (1), Paulo Ramos (1), Pinheiro (1) e São Luís (1) nos últimos dias, o que levou o Maranhão a ser um dos estados que apresentou alta na média móvel de mortes.

Covid-19: Maranhão registra 320 novos casos e oito óbitos

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde, o Maranhão totalizou 190.641 casos de Covid-19.

Dos 320 novos casos confirmados, 100 foram nos municípios que compõem a Grande Ilha, 11 em Imperatriz e 209 nos demais municípios do Estado. Quanto ao novo número de óbitos, foram registrados oito no total, nas cidades de Carutapera, Chapadinha, Conceição do Lago-Açu, Imperatriz, Vitória do Mearim e Coroatá.

O número de pacientes em tratamento por Covid-19 voltou a subir, totalizando-se 2813, sendo 2.533 em isolamento domiciliar, 178 internados em enfermarias e 102 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O Maranhão ainda registra 5140 casos sob suspeita e 340.039 foram descartados. Também já foram realizados 443.712 testes para a doença nas redes pública e privada.

Anvisa suspende testes de vacina contra Covid-19

Na segunda-feira (9), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu temporariamente os testes em humanos da vacina Coronavac contra a Covid-19.

A Anvisa determinou que nenhum novo voluntário poderá ser vacinado até que a agência possa avaliar os dados e “julgar o risco/benefício da continuidade do estudo”.

Nesta terça-feira (10), o laboratório chinês Sinovac Biotech disse estar “confiante” na segurança de sua vacina. Em entrevista à TV Cultura, o diretor do Butantan, Dimas Covas, afirmou que a Anvisa foi notificada de um óbito não relacionado com a vacina.

Além do Brasil, os testes clínicos da Coronavac também ocorrem na Indonésia e na Turquia, mas não há relatos de suspensão nestes países.

A Coronavac é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech. O governo de São Paulo firmou acordo para a compra de 46 milhões de doses e para a produção do imunizante no Brasil por meio do Instituto Butantan. O Ministério da Saúde chegou a anunciar que compraria doses da vacina, mas foi desautorizado na sequência pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em nota, o Butantan informou que “foi surpreendido” pela decisão da Anvisa e que está “apurando em detalhes o que houve com o andamento dos estudos clínicos da Coronavac”.

Deputado Hildo Rocha é internado em UTI após testar positivo para Covid-19

Nesta terça-feira (03), o deputado federal Hildo Rocha (MDB) foi transferido para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Santa Lúcia, em Brasília.

Segundo um membro da equipe médica que assiste o parlamentar, ele teve alterações no quadro de saúde, mas está lúcido e recebendo suplementação de oxigênio por meio de máscara de reinalação. O quadro de saúde do deputado é estável.

A equipe do hospital emitiu uma nota oficial sobre o estado de saúde do deputado Hildo Rocha.

Fiocruz estima iniciar a vacinação contra a covid-19 em março de 2021

Até março de 2021 acontecerá a imunização contra a Covid-19 com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford. Em agosto, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou um acordo para transferência de tecnologia e produção dessa vacina no Brasil. Segundo a presidente da Fundação, Nísia Trindade, a produção deve começar entre janeiro e fevereiro. 

“A nossa expectativa é que possamos encaminhar todo esse processo da vacina que precisa ter a validação da pesquisa. Entre os meses de janeiro e fevereiro estaremos iniciando a produção. Todo trabalho acompanhado pela agência Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e, assim, temos toda a esperança que possamos, no primeiro trimestre de 2021, iniciar esse processo de imunização, como um dos instrumentos importantes para que nós possamos lidar com essa pandemia e todos os impactos na nossa sociedade”, disse Nísia.

Coronavirus: São Luís registra menos de uma morte por dia, segundo levantamento da Veja

Nesta segunda-feira (26), a revista Veja mostrou que o número de mortes por coronavirus em São Luís é quase zero, situação que se repete em quatro outras capitais brasileiras. Com base em dados do Ministério da Saúde, a revista indica que em Vitória (ES), Fortaleza (CE), Boa Vista (RR), Rio Branco (AC) e São Luís (MA) houve valor inferior a um óbito no último sábado (24).

De acordo com a reportagem, São Luís não registrou nenhum óbito por Covid-19 desde o último dia 11.

Em relação aos estados, a revista indicou que Alagoas é o estado que tem o menor número de novas notificações por 100.000 habitantes (2,9). Em seguida, estão Pernambuco (5,0), Maranhão (5,8), Rio de Janeiro (7,0) e Ceará (8,1).

Flávio Dino afirma que se necessário comprará vacinas contra Covid-19

Em entrevista coletiva neta sexta-feira (23), o governador Flávio Dino afirmou que já autorizou à secretaria de Planejamento a viabilidade de aporte de recursos para que o Estado adquira, com recursos próprios, a vacina contra Covid-19 caso não haja uma solução do governo federal. Dino disse que aguarda a definição de qual será o programa nacional de imunização, que cabe ao Ministério da Saúde, e fez um alerta para um crescimento de casos do novo coronavírus em São Luís.

“Determinei à secretária Cynthia Mota que comece a separar recursos do governo do estado para, que se for necessário, nós possamos, nós próprios, comprarmos a vacina caso esta confusão federal não se resolva, caso o poder judiciário não consiga resolver. Ainda não há definição de data, pois, a princípio, é preciso a autorização da Anvisa para que se possa fazer a vacinação, mas vamos esperar até o fim desse mês“, informou o governador.

O governador disse que, no momento, ainda não há cenário de novas medidas restritivas, tendo em vista o leve aumento de casos do Covid-19 em São Luís e o aumento da procura pelos serviços hospitalares da capital de pessoas com sintomas da doença nesta semana.

Dino e outros governadores podem acionar o STF (Supremo Tribunal Federal) contra o presidente Jair Bolsonaro se ele não recuar da decisão de não comprar as 46 milhões de doses da CoronaVac. Partidos de oposição entraram com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apresenta, em até 30 dias, seus planos sobre vacina e medicamentos contra o novo coronavírus.

Após vencer Covid-19, Antônio Pereira deixa a UTI do Hospital São Domingos

Na tarde desta quinta-feira (22), o deputado Antônio Pereira (DEM) deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Domingos, em São Luís, onde estava internado há mais de dez dias em decorrência de complicações da Covid-19.

Na foto, o deputado Antônio Pereira aparece sendo conduzido para um dos apartamentos do São Domingos, ao lado da esposa Carol Pereira, da cunhada, Dr. Hermínia, e da equipe de Enfermagem da UTI. Nesta sexta-feira (23), o deputado deverá receber alta médica.    

Ao vencer a batalha contra a Covid-19, Antônio Pereira agradeceu o apoio, carinho e orações de todos os amigos que se manifestaram por sua plena recuperação nas redes sociais. Nas próximas horas, o parlamentar estará em casa, ao lado dos familiares. 

Flávio Dino critica “guerra das vacinas” entre Bolsonaro e Dória

Em suas redes sociais, o governador Flávio Dino (PCdoB) criticou a “guerra das vacinas” entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Dória.

Segundo Dino, Bolsonaro “está possuído por uma espécie de ódio a Dória”, o que justificaria o fato de ele se negar a comprar a vacina chinesa, produzida em parceria com o Instituto Butantan, do governo de São Paulo.

“Não queremos uma nova guerra na Federação. Mas com certeza os governadores irão ao Congresso Nacional e ao Poder Judiciário para garantir o acesso da população a todas as vacinas que forem eficazes e seguras. É urgente que haja responsabilidade, diálogo e coordenação nacional. Saúde é um bem maior que disputas ideológicas ou eleitorais”, declarou o governador.

Na última terça-feira (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou um possível acordo com o estado de São Paulo para comprar 46 milhões de doses da Coronavac, a vacina da farmacêutica chinesa Sinovac que será produzida no Brasil pelo Instituto Butantan. A afirmação foi feita em reunião com Dória e mais 23 governadores, inclusive Flávio Dino. Contrariando a decisão, o presidente Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (21) que a vacina não será comprada.