Bolsonaro diz que novo teste manteve resultado positivo para covid-19

Jair Bolsonaro segue em isolamento no Palácio da Alvorada, residência oficial, de onde tem se reunido com ministros por videoconferência.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (15), em uma transmissão nas redes sociais, que realizou um novo exame para covid-19 e o resultado se manteve positivo. O presidente está se tratando desde o último dia 7 de julho, quando teve a confirmação da doença. Ele segue em isolamento no Palácio da Alvorada, residência oficial, de onde tem se reunido com ministros por videoconferência.

“Ontem de manhã fiz o exame, à noite deu resultado que eu ainda estou positivo para o coronavírus, então a gente espera que, nos próximos dias, eu faça um novo exame e, se Deus quiser, dê tudo certo para a gente voltar logo à atividade”, afirmou o presidente, momentos antes de participar do arriamento da bandeira, no gramado do Palácio da Alvorada.

Na transmissão, que durou pouco mais de 4 minutos, Bolsonaro falou sobre os sintomas que teve e voltou a dizer que tem tomado a hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19. O medicamento não tem eficácia científica comprovada contra a covid-19 e seu uso por pacientes no tratamento da doença gera controvérsias entre médicos.

“Quero dizer a todos vocês que, graças a Deus, estou muito bem. Fui medicado desde o início com a hidroxicloroquina, com a recomendação médica para isso. Senti melhora no dia seguinte. Não tive nenhum sintoma forte. Uma febre pequena, na segunda-feira retrasada, 38 graus, um pouco de cansaço, umas dores musculares, e no resto tudo bem. Coincidência ou não, sabemos que não tem nenhuma comprovação científica, mas deu certo comigo”, afirmou.

Bolsonaro sanciona, com vetos, lei que obriga uso de máscaras em locais públicos pelo país

O presidente vetou, ainda, o trecho que obrigava o poder público a fornecer máscaras à população vulnerável economicamente.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que obriga o uso de máscaras em espaços públicos, transportes públicos como táxis, carros de aplicativos, ônibus, aeronaves e embarcações fretadas. A sanção foi publicada na madrugada desta sexta-feira (3) no Diário Oficial da União.

Bolsonaro vetou, porém, a obrigatoriedade do uso de máscaras em órgãos e entidades públicos e em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. O presidente argumentou que o trecho “incorre em possível violação de domicílio”.

Os estabelecimentos também não serão obrigados a fornecer máscaras gratuitamente aos funcionários.

O presidente vetou, ainda, o trecho que obrigava o poder público a fornecer máscaras à população vulnerável economicamente.

Bolsonaro também excluiu do texto a proposta do Congresso que agravava a punição para infratores reincidentes ou que deixassem de usar máscara em ambientes fechados.

O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 9 de junho, após voltar do Senado com algumas mudanças.

O texto prevê multa a quem descumprir a medida, mas o valor será definido pelos estados e municípios.

Diversos governos locais têm adotado o uso obrigatório de máscara em locais públicos. Não havia, contudo, uma lei nacional sobre o tema. O uso é recomendado pelas autoridades de saúde como uma das formas de evitar a disseminação do novo coronavírus.

De janeiro a junho de 2020, Maranhão arrecadou R$ 2,2 bilhões a menos que em 2019

A crise causada pela pandemia do novo coronavírus é apontada como a principal causa.

G1

Do primeiro dia do ano até o último dia de junho, dia 30, o Maranhão já arrecadou mais de R$ 10 bilhões em impostos. De acordo com o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), os maranhenses pagaram cerca de R$ 2,2 bilhões a menos do que durante o mesmo período de 2019. A crise causada pela pandemia do novo coronavírus é apontada como a principal causa.

Somente em junho de 2020, o estado arrecadou R$ 1,5 bilhão, enquanto no ano passado a arrecadação foi de R$ 1,9 bilhão. Em maio desse ano, a arrecadação do estado foi de R$ 1,5 bilhão, enquanto ano passado foi de R$ 1,8 bilhão.

Em março de 2020, quando os primeiros casos de Covid-19 começaram a ser divulgados no Maranhão, o estado arrecadou R$ 1,5 bilhão em impostos. Em março de 2019 esse número era um pouco maior, R$ 1,7 bilhão. Em abril de 2020, o Maranhão fechou com R$ 1,7 bilhão. No ano passado, o mês fechou com R$ 2,1 bilhões.

Taxa de ocupação de leitos exclusivos para Covid-19 segue abaixo de 50% na Grande Ilha

Conforme boletim, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a taxa de ocupação de leitos exclusivos para a Covid-19 na Grande Ilha é de menos de 50%

Com a redução dos números de novos casos da Covid-19 na Grande Ilha, o Governo do Maranhão deu início, nas últimas semanas, ao processo de conversão de leitos para a retomada de serviços na área da saúde. Com a mudança, leitos antes exclusivos para o novo coronavírus passam a receber outros pacientes. Mesmo com a redução, a taxa de ocupação de leitos exclusivos para Covid-19 segue abaixo de 50% na Grande Ilha.

“Na região da Grande Ilha, estamos retomando gradualmente com os serviços que, conforme orientação do Ministério da Saúde, haviam sido suspensos por conta da pandemia, a exemplo das cirurgias eletivas. Mas é importante destacar que, mesmo com a conversão dos leitos para atendimento a outros pacientes, a rede de saúde na capital continua com alta capacidade de oferecer assistência a casos da Covid-19”, diz o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Conforme boletim, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a taxa de ocupação de leitos exclusivos para a Covid-19 na Grande Ilha é de menos de 50%. A região conta, atualmente, com 628 leitos da rede estadual de saúde destinados à assistência aos pacientes diagnosticados com o novo coronavírus. O boletim é atualizado diariamente, onde a população pode acompanhar, além do número de leitos, a evolução no número de casos da Covid-19 e outros dados sobre o enfrentamento à pandemia no Maranhão.

Com a conversão dos leitos, a Secretaria de Estado da Saúde retomou procedimentos cirúrgicos eletivos (não urgentes) no Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão (HTO), no Hospital Dr. Carlos Macieira e no Hospital de Câncer do Maranhão. Além destes, os leitos de retaguarda do Hospital Dr. Carlos Macieira, localizados no Hospital Nina Rodrigues, também retornam à assistência de pacientes sem a Covid-19.

Caixa inicia hoje o pagamento do Saque Emergencial do FGTS

O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19

A Caixa inicia, nesta segunda-feira (29), o pagamento do Saque Emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para 4,9 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro. Nessa primeira etapa, o total de recursos liberados soma mais de R$ 3,1 bilhões.

O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões, para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O pagamento do Saque Emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberto automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do Saque Emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

O pagamento será realizado por meio de crédito em poupança social digital aberto automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores, conforme calendário a seguir:

O calendário foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador e contém dados que correspondem a valores de crédito na conta de armazenamento digital social, quando os recursos podem ser usados ​​em estatísticas eletrônicas, além de dados a partir de quando os recursos disponíveis estão disponíveis para saque em espécie ou transferência para outras contas.

PIB recua 6,1% no trimestre encerrado em abril, diz FGV

Segundo o coordenador da pesquisa, Claudio Considera, muitos setores sentiram o impacto da pandemia da Covid-19.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve queda de 6,1% no trimestre encerrado em abril deste ano, na comparação com o trimestre finalizado em janeiro.

O dado é do Monitor do PIB, divulgado hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Segundo a FGV, nesse período, apenas a agropecuária teve crescimento (1,9%).

A indústria e os serviços anotaram quedas. A indústria recuou 9,1%, com destaque para a indústria da transformação, que caiu 12,5%. Já os serviços diminuíram 10,7%. As maiores perdas foram observadas nos outros serviços, que diminuíram 22,1%.

Nessa categoria, se enquadram setores como alimentação fora de casa, alojamento e serviços domésticos, entre outros.

Segundo o coordenador da pesquisa, Claudio Considera, esses setores foram os que mais sentiram o impacto da covid-19. Na comparação com o trimestre encerrado em abril de 2019, a queda chegou a 4,9%. Considerando-se apenas o mês de abril, a retração foi ainda maior: -9,3% na comparação com março deste ano e -13,5% na comparação com abril do ano passado.

Maranhão já registra mais de 34 mil pessoas recuperadas do coronavírus

Até o momento, o Maranhão já realizou 111.049 testes e 745 casos seguem suspeitos.

O novo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), neste domingo (14), mostra que o Maranhão chegou à marca de 59.850 infectados pelo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, foram 991 novos casos confirmados. Na Grande São Luís foram 128 casos, as demais regiões registaram 863.

Desses, 34.210 pessoas já estão recuperadas e foram registrados ainda 1.467 óbitos.

Até o momento, o Maranhão já realizou 111.049 testes e 745 casos seguem suspeitos.

Bairros de Pequim voltam a adotar confinamento após registro de novos casos de Covid-19

Apesar de o surto local ter sido amplamente controlado, os recentes diagnósticos positivos levaram as autoridades de Pequim a adiar a volta às aulas

Onze bairros residenciais no sul de Pequim foram bloqueados devido ao surgimento de novos casos de coronavírus vinculados a um mercado de carne próximo dessas áreas, informaram autoridades municipais neste sábado (13).

Até o momento, sete casos estão relacionados ao mercado de carne de Xinfadi, seis deles confirmados no sábado, segundo funcionários. O responsável pelo mercado disse a repórteres que o vírus foi detectado em tábuas usadas para manipular salmão importado. Nove escolas e jardins de infância próximos foram fechados.

O primeiro caso de covid-19 em Pequim em dois meses, anunciado na quinta-feira (11), é de uma pessoa que visitou o mercado na semana passada e não tinha saído da cidade. 

As autoridades fecharam o mercado, assim como um ponto de venda de mariscos que foi visitado por um dos infectados.

Grandes redes de supermercados, como Wumart e Carrefour, removeram todos os estoques de salmão da noite para o dia na capital, mas disseram que o fornecimento de outros produtos não seria afetado.

A maioria dos casos registrados na China nos últimos meses surgiu entre cidadãos chineses residentes no exterior e foram detectados quando eles retornavam ao país. 

Apesar de o surto local ter sido amplamente controlado, os recentes diagnósticos positivos levaram as autoridades de Pequim a adiar a volta às aulas dos estudantes do ensino fundamental, que estava prevista para segunda-feira, e a suspender todos os eventos esportivos.

Thaiza Hortegal recebe alta após passar 11 dias na UTI com o novo coronavírus

A parlamentar sentiu os primeiros sintomas no 8 de maio e foi internada em estado grave no dia 21 de maio com mais da metade do pulmão comprometido.

A deputada estadual Thaiza Hortegal recebeu alta segunda-feira (8), após ser diagnosticada com o novo coronavírus. A parlamentar passou 18 dias internada em um hospital particular de São Luís, sendo 11 na UTI. Thaiza falou sobre a superação da doença.

“A luta pela vida é real. Peço que as pessoas levem a sério e tenham a consciência do quão agressivo é esse vírus. Eu pensei que não fosse voltar mais para casa, para os meus filhos, para o meu marido, minha vida, porque realmente foram momentos de terror, muita luta tentando fazer a coisa mais simples, que é buscar o ar. O respirar era muito difícil. Tudo que eu vi em vários pacientes meus, eu vivenciei e sou um milagre de Deus, porque o meu quadro era muito grave”, relatou Dra. Thaiza.

A parlamentar sentiu os primeiros sintomas no 8 de maio e foi internada em estado grave no dia 21 de maio com mais da metade do pulmão comprometido.

“Hoje, voltar para casa é motivo de agradecimento, de gratidão a Deus. Quero agradecer imensamente a todos os profissionais, desde o meu irmão que conduziu meu caso no início. Os profissionais do Hospital Antenor Abreu, do Macrorregional, do hospital São Domingos. Todos os envolvidos, meu pai, o Dr. Kaio, todos os médicos que passaram pelo meu caso, discutindo e preocupados, agradeço a todos. E, principalmente, o apoio da minha família, pois do contrário, eu não teria aguentado, não teria suportado tantos dias de isolamento e de dificuldades. Ainda falo com dificuldade, mas estou em casa. É um milagre da vida. Sou uma sobrevivente de Deus”, disse.