Pico de COVID-19 no Brasil vai até maio e vírus deve circular até setembro, afirma Mandetta

O texto foi publicado nesta terça-feira (7) na “Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical”

Um relatório técnico assinado pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e especialistas em saúde afirma que o Brasil terá pico dos casos de Covid-19 em abril e maio e que o país continuará enfrentando a pandemia até meados de setembro. O texto foi publicado nesta terça-feira (7) na “Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical” e divulgado pela agência de notícias científicas Bori.

O texto fala sobre como o Brasil enfrenta a pandemia, traz a cronologia das ações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do país, e alerta para o período de outono e inverno, em que há maior ocorrência de doenças respiratórias. O relatório também cita medidas como isolamento social e uso de máscaras como formas de conter a pandemia no Brasil.

“Embora o Brasil esteja tentando implementar medidas para reduzir o número de casos, principalmente focados no isolamento social, um aumento nos casos de Covid-19 é esperado nos próximos meses. Vários modelos matemáticos mostraram que o vírus estará circulando até meados de setembro, com um pico importante de casos em abril e maio”, diz o relatório, sem citar números.

O isolamento social é apontado como uma das medidas usadas no Brasil para evitar a disseminação da doença. “O isolamento social é uma medida que deve ser sugerida no início [do surgimento dos caso] para achatar a curva epidemiológica com o mínimo possível de impacto econômico”, dizem os especialistas no relatório.

Brasil registra 11.130 casos de covid-19 e 486 mortes

Brasil registrou 852 novos casos nas últimas 24 horas

O Ministério da Saúde divulgou, na tarde de hoje (05), os números atualizados do novo coronavírus. De acordo com a pasta, o número de infectados, no momento, é de 11.130. Isso representa um aumento de 852 casos em relação ao balanço divulgado ontem (4). O número de mortes é de 486. Foram 54 mortes nas últimas 24 horas. A taxa de letalidade do vírus no Brasil é de 4,2%.

O estado de São Paulo ainda concentra o maior número de casos (4.620) e também o maior número de mortes (275). Todas as regiões, no entanto, apresentaram aumento no número de casos. Em relação às mortes, apenas o Centro-Oeste não teve aumento, permanecendo com 12 óbitos registrados.

Na região Sudeste, o Rio de Janeiro, com 1.394 casos e 64 mortes; e São Paulo, com 4.620 casos e 275 mortes, se destacam. Na região Norte, o Amazonas concentra o maior número de casos, com 417, além de 14 mortes.

Na região Nordeste, o Ceará se destaca, com 823 casos e 26 mortes. No Centro-Oeste, o Distrito Federal tem o maior número de casos, muito à frente dos demais, com 468 casos e sete mortes. Os estados do Sul do Brasil apresentam um número de casos mais parelho. O Paraná é o estado da região com mais casos, 438, e Santa Catarina é estado com menos casos, 357.

Dentre os óbitos cuja investigação foi concluída, 228 são de homens e 160 de mulheres. O grupo de pessoas com 60 anos ou mais concentra a maior parte, com 312 (86%). As mortes de pessoas entre 40 e 59 anos somam 54. Além disso, 20 pacientes com idades entre 20 e 39 anos morreram.

Entre os grupos de risco com mais mortes estão os que sofrem de cardiopatia e diabetes. O Ministério da Saúde também registra mortes em pacientes com quadros de pneumopatia, doença neurológica, doença renal, imunodepressão, obesidade, asma, doença hematológica e doença hepática.

Brasil tem 111 mortes e 3.904 casos confirmados de coronavírus, diz ministério

Este é o segundo maior aumento diário de casos confirmados no Brasil até agora

O Ministério da Saúde divulgou neste sábado (28) o mais recente balanço dos casos da Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-Cov-2.

Os principais números são: 111 mortes; 3.904 casos confirmados; 2,8% é a taxa de letalidade; São Paulo concentra 1.406 casos, e o Rio, 558

O balanço acrescentou 19 mortes e 487 casos confirmados ao total. No balanço anterior, da sexta-feira (27), o Brasil tinha 92 mortes e 3.417 casos confirmados.

Das 19 mortes acrescentadas ao total no país neste sábado, o estado de São Paulo teve 16 mortes. Já são 84 mortes em SP.

De acordo com o Ministério da Saúde, até as 15h, havia 569 pessoas internadas com confirmação para Covid-19 no país. O números consideram as pessoas cujos resultados dos testes já foram apresentaram e testaram positivo. O número não considera casos suspeitos.

Este é o segundo maior aumento diário de casos confirmados no Brasil até agora. Na sexta-feira, foram 503 novos casos.

Durante seu pronunciamento na apresentação dos dados, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que não tem covid-19. Ele afirmou que faz o teste com frequência e até agora todos deram negativo.

Brasil tem 5 mortes e mais de 530 infectados

Em São Paulo, foram registradas quatro mortes até quarta-feira (18) pelo governo estadual.

G1

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 11h05 desta quinta-feira (18), 533 casos confirmados de novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil em 20 estados e no Distrito Federal.

A primeira morte do Rio de Janeiro foi confirmada nesta quinta-feira pela secretaria de Saúde. No balanço das secretarias de Saúde não está contabilizado o idoso morto em Niterói (RJ) que teve exame positivo para coronavírus. O município ainda aguarda contraprova do caso.

Em São Paulo, foram registradas quatro mortes até quarta-feira (18) pelo governo estadual.

O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na noite de quarta-feira, contabiliza 428 infectados.

De acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (atualizadas às 16h40 de quarta-feira), houve 207.855 casos confirmados e mais de 9.000 mortes por Covid-19 em 166 países e territórios.

O balanço apontou que cerca de 34% das mortes estão concentradas em Hubei, província chinesa onde se iniciou o surto: lá, foram ao menos 3.130 vítimas fatais. A Itália aparece como o segundo país com mais mortes por novo coronavírus, são 2.978, 32% de todas as mortes no mundo.

URGENTE! Brasil confirma primeira morte por coronavírus

Esse também foi o primeiro óbito registrado no Brasil.

O Estado de São Paulo registrou o primeiro caso de morte de uma vítima por coronavírus. A informação foi divulgada na manhã desta terça-feira (17). Esse também foi o primeiro óbito registrado no Brasil.

De acordo com a Secretária Estadual de Saúde, o estado de São Paulo tem 152 casos confirmados da doença até esta segunda-feira, com mais 1.777 casos suspeitos de coronavírus. Em todo o Brasil são 234 casos confirmados, de acordo com o boletim do Ministério da Saúde desta segunda-feira.

O Governo de São Paulo avalia que o surto de coronavírus deve durar “de quatro a cinco meses”. No entanto, as medidas restritivas adotadas pela administração estadual, como a suspensão das aulas e a restrição de eventos, não devem ser aplicadas durante todo este período.

Sobe de 121 para 176 o número de casos de coronavírus no Brasil

Os casos confirmados estão em 14 estados e no Distrito Federal.

O Ministério da Saúde informou hoje (15) que subiu de 121 para 176 o número de casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, 1.915 pessoas são monitoradas por suspeitas de estarem infectadas. Nenhuma morte foi registrada no Brasil desde o início da transmissão da doença.

Os casos confirmados estão em 14 estados e no Distrito Federal. Em São Paulo tem 112 registros; no Rio de Janeiro, 24; no Paraná, seis; no Rio Grande do Sul, seis; no Distrito Federal, oito; em Santa Catarina, seis; Goiás, três; Pernambuco, dois; na Bahia, dois; em Minas Gerais, dois; no Rio Grande do Norte, um; em Alagoas, um; e no Espírito Santo, um.

Na quarta-feira (11), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia de coronavírus. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

Número de pacientes com coronavírus no Brasil sobe para 69

O número de infectados em São Paulo saltou de 19 para 30, entre ontem e hoje. Já no Rio de Janeiro, os casos chegam a 13.

O Hospital Israelita Albert Einstein informou ao jornal O Estado de S. Paulo que confirmou, somente ao longo desta quarta-feira (11), 16 novas infecções pelo novo coronavírus.

Como o resultado desses exames saíram nas últimas horas, esses casos ainda não foram notificados ao Ministério da Saúde, já que as unidades de saúde têm até 24 horas para informar a pasta sobre os registros da doença.

Com os novos casos, sobe para 69 o número de infecções confirmadas no País. Além das 16 registradas nesta quarta pelo Einstein, 52 já haviam sido divulgadas nesta tarde pelo ministério. No último balanço eram 37 casos. O total de suspeitos está em 907.

Nos últimos dias, o Einstein têm registrado aumento exponencial no número de pacientes suspeitos que procuram o pronto-atendimento. O número de testes para a doença realizados na unidade passou de 259 no dia 9 de março para 492 nesta quarta.

O número de infectados em São Paulo saltou de 19 para 30, entre ontem e hoje. Já no Rio de Janeiro, os casos chegam a 13. Distrito Federal e Rio Grande do Sul têm dois confirmados em cada estado. Alagoas, Minas Gerais e Espírito Santo têm um.

O governo do Estado da Bahia confirmou o terceiro caso de contaminação por coronavírus. Se trata de uma mulher de 68 anos da cidade de Feira de Santana. Segundo nota emitida pela Secretaria de Saúde da Bahia, a paciente “teve contato domiciliar com a segunda paciente do Estado com covid-19 quando ainda estava assintomática”.

Sobe para 13 os casos de coronavírus confirmados no Brasil

O aumento do número de casos entre quinta e sexta-feira está concentrado em São Paulo

O Ministério da Saúde divulgou sexta-feira (6) o mais recente balanço sobre o novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil.

Os principais dados do boletim apontam: 13 casos confirmados, eram 8 casos no balanço de quinta-feira. Quantro estados têm casos: SP (10), RJ (1), ES (1) e BA (1); há um caso no DF que aguarda contraprova; 768 casos suspeitos, eram 635 no boletim anterior; 480 casos foram descartados desde o início do monitoramento

O aumento do número de casos entre quinta e sexta-feira está concentrado em São Paulo. No boletim anterior, o estado tinha seis casos. Entre eles, quatro classificados como importados e outros dois como transmissão local.

Sexta, um estado foi incluído na lista, a Bahia. A paciente é uma mulher de 34 anos, moradora de Feira de Santana, cidade a cerca de 100 Km de Salvador, que retornou da Itália em 25 de fevereiro. No país europeu, ela teve passagens pelas cidades de Milão e Roma.

De acordo com o diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Júlio Henrique Rosa Croda, os novos casos incluídos no balanço têm relação com pessoas que viajaram para Itália, Reino Unido e Estados Unidos.

“Atualmente não temos nenhum caso provável, de pessoa que teve contato com os casos já confirmados. Os casos que entraram são casos novos, que entraram como suspeitos.” – Júlio Henrique Rosa Croda, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que o governo federal deve divulgar na segunda-feira novas medidas para enfrentamento do novo coronavírus. A primeira delas deve ser a regulamentação de ampliação do horário de atendimento em unidades básicas de saúde. Além disso, a pasta deve publicar uma portaria que detalhe regras e orientações sobre quando isolamento e quarentena devem ser indicadas pelos profissionais de saúde.

Maranhão tem a 6ª gasolina mais barata do Brasil, diz agência federal

O mais recente levantamento, entre os dias 9 e 15 de fevereiro, mostra que o preço médio do combustível no Estado é de R$ 4,357. 

O Maranhão tem a sexta gasolina mais barata entre todos os 26 Estados e o Distrito Federal, de acordo com pesquisa semanal na Agência Nacional do Petróleo (ANP), do governo federal. 

O mais recente levantamento, entre os dias 9 e 15 de fevereiro, mostra que o preço médio do combustível no Estado é de R$ 4,357. 

É menos que a média nacional, de R$ 4,550. E também o segundo menor de todo o Nordeste. 

Uma das razões para o Maranhão ter a sexta gasolina mais barata do país é a questão tributária. Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), o Maranhão tem o menor ICMS sobre a gasolina em todo o Nordeste.

Outro fator que ajuda a segurar os preços é fiscalização para o combate a fraudes com combustíveis, realizada pelo Instituto de Proteção e Defesa do Cidadão e do Consumidor (Procon/MA) e pelas polícias.