Moro sobre 2022: ‘Não tenho esse tipo de pretensão’

Sérgio Moro falou sobre uma eventual candidatura à Presidência da República, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, negou segunda-feira (20), uma eventual candidatura à Presidência da República, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura.

“Não tenho esse tipo de ambição. Temos de ter bastante pé no chão, existe o famoso ditado antigo que diz sic transit gloria mundi (toda glória do mundo é transitória, em latim). Então, essas questões de popularidade, elas vem, vão, passam, e o importante para mim é fazer meu trabalho como ministro da Justiça, e foi o que eu me propus com o presidente, acho que estamos num caminho certo”, afirmou.

Questionado se assinaria um documento em que se comprometeria a não concorrer, o ex-juiz da Lava Jato afirmou: “Não faz sentido assinar um documento desse, porque muitas pessoas assinaram e depois rasgaram. Eu não tenho esse tipo de pretensão”.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a cogitar o nome do ex-ministro para seu vice nas próximas eleições. Pesquisa Datafolha divulgada na segunda, 9, indica que o ministro da Justiça, Sérgio Moro é conhecido por 93% dos brasileiros e aprovado por 53%. Antes, o mesmo instituto divulgou pesquisa de avaliação do presidente da República, Jair Bolsonaro, indicando que a aprovação dele é mais modesta, de 30%.

Moro, no entanto, afirma que o ‘candidato do presidente Jair Bolsonaro deve ser ele mesmo’. “Ele já manifestou o desejo de ser reeleito”.

“Se um ministro do presidente Jair Bolsonaro, evidentemente, os ministros vão apoiar o presidente. É um caminho natural. Eu não tenho esse tipo de ambição. Eu posso dizer: minha vida é suficientemente complicada Eu estou pensando no presente momento. Não posso pensar no que vou fazer daqui a dez anos”, afirmou o ministro, que ainda especulou sobre a possibilidade de tirar ‘um ano sabático’ ou de migrar para a iniciativa privada.

Aliança Pelo Brasil quer concluir colheita de assinaturas até fevereiro

São necessários 492 mil apoiamentos distribuídos proporcionalmente pelo país para que o registro possa ser feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Aliança pelo Brasil, partido político que o presidente Jair Bolsonaro quer tirar do papel, acredita que será possível ter todas as assinaturas necessárias a favor da criação da legenda já no início do próximo mês. São necessários 492 mil apoiamentos distribuídos proporcionalmente pelo país para que o registro possa ser feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“A meta era a do Distrito Federal, cumprir em fevereiro, daqui a duas semanas. Acho que até fevereiro a gente resolve o Brasil. Vamos trabalhar para isso. Receber os apoiamentos eu garanto. Se tudo vai estar processado, vai depender”, comentou o advogado Luís Felipe Belmonte, segundo vice-presidente e um dos principais articuladores da agremiação.

Ele liderou neste sábado um evento com apoiadores que contou com a presença de Jair Bolsonaro. Na ocasião, Belmonte voltou a criticar o Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões sancionado pelo presidente, embora tenha dito compreender as razões do chefe do Executivo para a sanção.

“Dentro do limite que o próprio TSE encaminhou e Congresso aprovou, ele correria risco de questionamentos severos. Ele está cumprindo a lei. Mas ele e o partido trabalharemos pela extinção do Fundão”, comentou.

Belmonte também anunciou que os comandos regionais do Aliança, quando criados, serão submetidos a uma “peneira” pela cúpula. Simpatizantes têm reivindicado nas redes sociais o controle do partido, sem qualquer respaldo dos líderes.

“O presidente já deixou claro que não tem lugar garantido pra ningém. Tudo será ansliado na hora certa. E tudo vai passar na peneira. Teve gente que foi no lançamento do partido, tirou foto e saiu de lá dizendo que ele é o responsável pelo partido no local. Isso é conversa furada”, afirmou.

Regina Duarte aceita convite para secretaria de Cultura

Regina se reuniu nesta segunda-feira 20 com Bolsonaro no Rio de Janeiro.

A atriz Regina Duarte aceitou o convite para comandar a Secretaria de Cultura do governo de Jair Bolsonaro e deverá começar amanhã o que segundo ela seria um período de testes. Regina se reuniu nesta segunda-feira 20 com Bolsonaro no Rio de Janeiro.

“Nós vamos noivar, vou ficar noiva, vou lá conhecer onde eu vou habitar, com quem que eu vou conviver, quais são os guarda-chuvas que abrigam a pasta, enfim, a família. Noivo, noivinho”, afirmou a atriz à coluna da jornalista Mônica Bergamo.

Mas já anunciou seus planos para a pasta: “Quero que seja uma gestão para pacificar a relação da classe com o governo. Sou apoiadora deste governo desde sempre e defendo a classe artística desde os 14 anos”.

Na semana passada, a atriz contestou a indicação do documentário brasileiro ‘Democracia em Vertigem’, de Petra Costa, ao Oscar, dizendo que “Oscar nenhum vai reescrever a nossa História”.

Em outra postagem, uma imagem trazia a seguinte frase, ainda em crítica à indicação do filme de Petra, que narra o golpe que tirou a ex-presidente Dilma Rousseff do poder. “A verdadeira história sobre o impeachment foi feita por milhões de brasileiros nas ruas e Oscar nenhum vai reescrever nossa história”.

Bolsonaro sanciona Orçamento com fundo eleitoral de R$ 2 bilhões

Jair Bolsonaro sancionou fundo de R$ 2 bilhões para o financiamento de campanhas eleitorais.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou sem vetos a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2020. O anúncio foi feito ontem (17), pouco antes das 23h, pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral de Governo, Jorge Oliveira, num post na rede social Twitter.

A expectativa é que a publicação saia no Diário Oficial da União de segunda-feira (20). O Orçamento, o primeiro elaborado durante a gestão de Bolsonaro, foi sancionado com o fundo de R$ 2 bilhões para o financiamento de campanhas eleitorais.

Com previsão de receitas e despesas totais de R$ 3,687 trilhões para 2020, a LOA foi aprovada em 19 de dezembro pelo Congresso Nacional. O texto tinha até 30 dias para ser sancionado.

O Orçamento deste ano destina R$ 2.375,8 trilhões para o Orçamento Fiscal, R$ 1.189,7 trilhão para a Seguridade Social, e R$ 121,4 bilhões para os investimentos das estatais. Para a rolagem (renovação) da dívida pública, estão reservados R$ 917,1 bilhões.

A LOA projeta cotação média do dólar a R$ 4 e crescimento de 2,32% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país). A inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está prevista em 3,53% neste ano. A meta da taxa de juros básica, a Selic, é de 4,40%. A meta fiscal para o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) ficou em R$ 124,1 bilhões, ante R$ 139 bilhões em 2019.

Este será o quarto exercício financeiro consecutivo de cumprimento da emenda constitucional do teto dos gastos, que limita o crescimento das despesas públicas pelos próximos 20 anos. Em 2020, as despesas primárias não poderão ultrapassar R$ 1.454.470,30.

Para este ano, o Orçamento estima déficit da Previdência em R$ 326,1 bilhões, o equivalente a 4,3% do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país). Desse total, R$ 241,2 bilhões correspondem ao déficit da Previdência Social, que engloba os trabalhadores da iniciativa privada e das estatais; R$ 43 bilhões do regime dos militares e R$ 41,8 bilhões do regime próprio dos servidores públicos federais civis.

Após saída de Bolsonaro, PSL do Maranhão encolhe ainda mais

Jair Bolsonaro em sua passagem por São Luís, nas eleições de 2018

Antes da entrada de Jair Bolsonaro no PSL, a legenda era tida como nanica, sobretudo, pelo seu baixo desempenho em todas as disputas eleitorais. Após o anúncio de filiação do agoda presidente e sua eleição, o PSL passou a contar com a segunda maior bancada eleitoral da Câmara dos Deputados.

Mas o namoro entre Bolsonaro e o PSL não durou nem um ano. Sem o presidente na legenda, vários diretórios estão sem saber qual estratégia utilizar nas próximas eleições.

Um desses casos é o diretório de São Luís, que até então contava com vários pré-candidatos a prefeito, mas que, agora, não tem mais certeza de uma disputa para a majoritária, podendo terminar apenas com o lançamento de candidatos a vereador.

A legenda volta a ser nanica como antes.

Flávio Dino, governador do Maranhão: ‘O centro é essencial para a esquerda em 2020’

Em entrevista ao GLOBO, Dino também afirmou que ainda “há inúmeros caminhos a serem percorridos” até as próximas eleições presidenciais e explicou seu encontro com Luciano Huck

O Globo

Filiado ao PCdoB e reeleito com uma aliança de 16 partidos, o governador do Maranhão, Flávio Dino, defende uma frente ampla para superar a polarização nas eleições municipais deste ano — ele projeta que a divisão entre o bolsarismo e o lulismo ficará “bastante viva” durante a disputa pela preferência dos brasileiros.

Em entrevista ao GLOBO, Dino também afirmou que ainda “há inúmeros caminhos a serem percorridos” até as próximas eleições presidenciais, em 2022, e explicou seu encontro com o apresentador Luciano Huck (a reunião gerou reação em setores da esquerda): “O fato de ele não integrar a esquerda não significa que não devemos dialogar”.

Como será a atuação dos partidos de esquerda e do PCdoB nas eleições municipais deste ano?

A eleição de 2020 será um teste para todos os partidos porque será a primeira eleição na História sem coligações para vereadores. Claro que para os partidos que têm desempenhos eleitorais menores, o desafio é ainda maior. Nós estamos investindo em chapas próprias. De um modo geral, especialmente no Maranhão, eu vou participar e vou apoiar os candidatos do partido e das legendas aliadas, que no nosso estado são 16 (entre elas DEM, PT, PP, PR, Solidariedade e PRB). Nacionalmente, de acordo com as alianças que o PCdoB fizer, estou à disposição.

Como não repetir o fracasso de 2018 nas urnas?

É fundamental que tenhamos espírito de humildade e de diálogo. Muita abertura para promover uniões entre o campo da esquerda, o campo progressista, e também alcançando forças políticas que estão externas ao nosso campo, como os setores liberais, chamados de partidos de centro. A meu ver, eles são essenciais para que a gente possa ter vitórias eleitorais importantes em 2020.

O antipetismo pode atrapalhar uma frente ampla?

As alianças partidárias e políticas são fundamentais porque são expressões de segmentos da sociedade. Quando você rejeita ou hostiliza partidos ou lideranças está, na verdade, hostilizando segmentos sociais que são representados por esses partidos. É evidente que você não pode perder identidade. Tem que ter identidade e lucidez programática. Com base numa identidade definida, quem quiser apoiar esse programa, no nosso caso, voltado ao combate de desigualdade, distribuição de renda e defesa dos direitos dos mais pobres, pode somar. Não vamos inverter uma situação de perda de espaço e transformar isso em um ciclo de novas vitórias se tivermos um sentimento isolacionista.

Como superar esse sentimento?

O ano de 2018, de fato, foi um momento muito difícil para o nosso campo político porque viemos de uma sequência de derrotas, sobretudo após a votação do impeachment da presidente Dilma (Rousseff). Houve uma sequência de dificuldades agudas, que já se manifestaram nas eleições de 2016, quando perdemos prefeituras importantes, a exemplo de São Paulo. O pior momento foi 2018. Minha expectativa neste ano é de recuperação. Nossos resultados eleitorais serão melhores do que o que tivemos na eleição municipal anterior. O desgaste do próprio governo Bolsonaro contribui para isso. Estamos chegando ao quinto ano que estamos fora do governo, desde o impeachment, e vemos que persistem problemas gravíssimos econômicos e sociais, a exemplo do desemprego.

Bolsonaro e Lula serão os principais cabos eleitorais desta eleição?

Sem dúvida, o bolsonarismo e o lulismo são correntes políticas hegemônicas na vida brasileira atualmente. A polarização do segundo turno das eleições de 2018 ficará bastante viva em 2020. É claro que são 5.570 cidades no Brasil e há também fatores locais. É da natureza da eleição municipal que esses fatores tenham predominância, mas, sobretudo nas grandes cidades, essa clivagem nacional terá grande relevância eleitoral.

O senhor se reuniu com o apresentador Luciano Huck. Há alguma perspectiva de aliança política?

Eu tive uma reunião com o Luciano Huck e gostei muito. Achei positiva a preocupação que ele tem de estudar os problemas do Brasil, refletir. Ele tem tratado muito sobre temas ligados ao combate à desigualdade. É claro que ele se situa em outro campo político. Não é um quadro, uma liderança, que busca se construir na esquerda. Mas o fato de ele não integrar a esquerda não significa que não devemos dialogar. Mantive essa reunião e vou continuar mantendo, como tenho quase semanalmente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para troca de ideias. Devemos conversar com aqueles que neste momento nos ajudem na defesa do estado democrático de direito. Não houve nenhum tipo de debate com o Huck, nem da minha parte, nem da parte dele, sobre a eleição de 2022 por uma razão prática: estamos em 2020. Seria um debate destituído de objetividade, uma vez que daqui até lá há inúmeros caminhos a serem percorridos.

Setores da esquerda reagiram à sua reunião com Huck. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) afirmou que o senhor estará com Lula ou Haddad.

Eu prefiro o Luciano Huck conversando comigo do que conversando com o Bolsonaro. Sobre a declaração do deputado Paulo Teixeira, achei um gesto simpático, de respeito, amizade, até por causa da história de aliança que temos com o PT desde 1989, desde a primeira candidatura de Lula. É normal que o nosso candidato preferencial seja o PT, assim como outros partidos de esquerda como o PSB, o PDT. Defendo uma frente orgânica, uma reorganização da esquerda, e é claro que só é possível imaginar isso com o PT, jamais contra o PT, mas sem que haja uma imposição de liderança A ou B ou de partido A ou B.

Bolsonaro quer subsidiar conta de energia de igrejas

Edir Macedo, líder da igreja Universal do Reino de Deus, em culto com Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro quer conceder subsídio na conta de luz para templos religiosos de grande porte. A pedido dele, uma minuta de decreto foi elaborada pelo Ministério de Minas e Energia e enviada para a pasta da Economia, mas a articulação provocou forte atrito no governo. A equipe econômica rejeita a medida, que vai na contramão da agenda do ministro Paulo Guedes, conhecido por defender a redução de benefícios desse tipo. O Ministério de Minas e Energia confirmou que o assunto está sendo avaliado.

Embora o movimento seja para beneficiar templos religiosos de forma ampla, os evangélicos são o alvo da medida. A bancada desse segmento é hoje a principal base de sustentação do governo e Bolsonaro tem atendido suas reivindicações desde que assumiu a Presidência. A influência de líderes evangélicos sobre o Palácio do Planalto é cada vez maior e o próprio presidente já disse que quer tê-los por perto na administração. 

Com essa perspectiva, muitos templos já anunciaram a disposição de ajudar Bolsonaro a coletar as quase 500 mil assinaturas necessárias para criar seu novo partido, o Aliança pelo Brasil. Bolsonaro também já avisou que pretende indicar um ministro “terrivelmente evangélico” para o Supremo Tribunal Federal (STF). Os evangélicos representam 29% dos brasileiros e podem ser o fiel da balança na campanha de Bolsonaro à reeleição, em 2022. 

Coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, o deputado Silas Câmara (Republicanos-AM) disse que a concessão de subsídio na conta de luz para templos religiosos é “justa” e tem impacto “mínimo”. Segundo Câmara, a medida não beneficiará apenas evangélicos e as igrejas não geram lucro. “Os templos religiosos só funcionam das 18h às 23h e é justamente nesse horário que as distribuidoras podem cobrar mais”, afirmou. “Fechem todas as 300 mil igrejas no Brasil em um dia para ver o impacto social e na segurança no dia seguinte.” 

PSL diz que partido cresceu com saída de Bolsonaro

Desde novembro do ano passado, foram registrados 14.817 pedidos de filiação e 750 pedidos de desfiliação

O PSL informou que o número de filiados ao partido aumentou após a saída do presidente Jair Bolsonaro.

Desde novembro do ano passado, segundo nota assinada pelo gerente de Tecnologia da Informação da legenda, Davi Khoury, foram registrados 14.817 pedidos de filiação e 750 pedidos de desfiliação.

O total de filiados hoje é de 353.795.

Com esses números, o PSL tenta rebater notícias, com base no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de que encolheu após o presidente da República pular fora para criar a Aliança pelo Brasil.

“Ressalte-se que a atualização oficial do TSE é feita somente duas vezes por ano, nas datas de 12 de abril e 12 de outubro, quando o sistema do tribunal processa todos os pedidos. Longe dessas datas, apenas o partido político tem os números com maior precisão. Como a saída do presidente Bolsonaro ocorreu em 19 de novembro de 2019, ainda não há por parte do TSE qualquer número oficial.”

Governadores de esquerda cumpriram muito mais metas do que Bolsonaro

O primeiro ano do segundo mandato dos três foi marcado pela realização de promessas de campanha acima da média nacional e acima até mesmo do presidente Jair Bolsonaro

Os governadores Camilo Santana (PT), do Ceará; Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão; e Rui Costa (PT), da Bahia, estão entre os governantes estaduais que mais se destacaram em 2020. O primeiro ano do segundo mandato dos três foi marcado pela realização de promessas de campanha acima da média nacional e acima até mesmo do presidente Jair Bolsonaro.

Enquanto Camilo e Dino se destacam na proporção entre promessas feitas e promessas cumpridas ou em execução, Rui Costa é, em termos absolutos, o governador que mais concretizou projetos anunciados no período eleitoral. Em contraste, Bolsonaro apenas cumpriu 16 e iniciou 9 das 58 promessas de campanha neste primeiro ano de mandato.

Os dados são do portal G1, que fez um levantamento sobre as principais bandeiras de campanha dos 27 governadores e do presidente da República. O portal conta o que foi apresentado em programa de governo registrado no TSE, além de entrevistas e debates.

Segundo a pesquisa, apenas 44,8% do que foi anunciado por Bolsonaro foi iniciado ou finalizado. Sob os mesmos parâmetros, Camilo conseguiu atingir 73,6% e Dino alcançou 70,2%. Em termos absolutos, foram 14 promessas cumpridas/em execução no Ceará e 40 no Maranhão.

Poucos governadores ultrapassaram ou chegaram ao “aproveitamento” de 50% no primeiro ano. Apenas no Amazonas, Espírito Santos, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Pernambuco o percentual supera a metade. Além deles, em Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, os índices foram superiores ao do presidente Jair Bolsonaro.