Bolsonaro anuncia pastor Milton Ribeiro como novo ministro da Educação

O novo ministro da Educação é militar da reserva do Exército e pastor da Igreja Presbiteriana

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira (10) por meio de uma rede social o professor e pastor evangélico Milton Ribeiro como novo ministro da Educação. Logo após o anúncio de Bolsonaro, a nomeação foi publicada em uma edição extra do “Diário Oficial da União”.

Ribeiro será o quarto ministro a comandar a pasta em um ano e meio de governo Bolsonaro. Os antecessores são Ricardo Vélez Rodríguez, Abraham Weintraub e Carlos Alberto Decotelli.

O novo ministro da Educação é militar da reserva do Exército e pastor da Igreja Presbiteriana de Santos.

Segundo o currículo na Plataforma Lattes, mantida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ele é graduado em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em direito constitucional pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, instituição da qual é ex-vice-reitor.

Desde maio de 2019, Ribeiro é membro da Comissão de Ética Pública da Presidência da República — primeiro a ser nomeado para o órgão por Bolsonaro.

No governo Bolsonaro, o MEC é uma das pastas que mais sofrem a influência da ala ideológica do governo, que segue o ideólogo Olavo de Carvalho. Abraham Weintraub foi o principal representante dessa ala.

Jair Bolsonaro é diagnosticado com Covid-19

De acordo com Bolsonaro, ele tomou hidroxicloroquina, remédio que vem defendendo como tratamento para a Covid-19

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (7) que seu exame para detectar se está com Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, deu positivo.

O presidente afirmou que chegou a ter febre de 38 graus, mas que, à noite, a temperatura começou a ceder. Relatou também que sentiu mal-estar e cansaço. Ele disse que agora está se sentindo “perfeitamente bem”.

De acordo com Bolsonaro, ele tomou hidroxicloroquina, remédio que vem defendendo como tratamento para a Covid-19. Não há comprovação científica da eficácia da hidroxicloroquina para a doença.

“Estou bem, estou normal. Em comparação a ontem [segunda], estou muito bem. Estou até com vontade de fazer uma caminhada, mas não vou fazê-lo por recomendação médica, mas eu estou muito bem”, afirmou.

Bolsonaro já havia informado a apoiadores na segunda-feira (6) que estava com febre e dores no corpo e, por isso, decidiu fazer o exame. Ele também disse que fez uma radiografia e que o pulmão “estava limpo”.

O presidente tem 65 anos e faz parte da faixa etária considerada por especialistas como grupo de risco.

Ele informou que nos próximos dias vai despachar por videoconferência na residência oficial do Palácio da Alvorada e que talvez receba auxiliares para assinar documentos. Bolsonaro cancelou viagens que faria à Bahia e a Minas Gerais.

O presidente fez o anúncio do resultado do exame para a TV Brasil e mais duas emissoras. Nenhuma outra emissora foi convidada. Ao final do anúncio, ele se afastou alguns passos dos repórteres e tirou a máscara. Mostrou o rosto, disse estar “bem” e pediu cuidado aos mais idosos.

Bolsonaro diz ter enviado mais de um bilhão ao Maranhão para combater pandemia

O valor é categorizado como transferências voluntárias, aquelas que não há obrigação do repasse por parte do ente federativo.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, postou banner, em suas redes sociais, sinalizando que, desde o início da pandemia, já liberou para o Maranhão o valor de R$ 1,07 bilhão.

O valor é categorizado como transferências voluntárias, aquelas que não há obrigação do repasse por parte do ente federativo.

De acordo com o Instagram do presidente, 3.317.248 milhões de EPIs, entre luvas e máscaras, e 308.572 testes rápidos e de PCR também foram encaminhados ao Estado.

Segundo a publicação, 238 UTIs foram habilitadas e 241 respiradores foram destinados ao Maranhão.

Ao mesmo tempo que os recursos foram encaminhados ao Maranhão pelo Governo Federal, Bolsonaro pecou na falta do diálogo com os governadores e na briga pela volta precoce das atividades do comércio. Um outro ponto foi a demissão de dois ministros da Saúde em plena crise do coronavírus.

Renato Feder rejeita convite para ser ministro da Educação

Neste sábado (4), o G1 informou que Bolsonaro havia segurado a indicação de Feder após repercussão negativa que o nome teve entre apoiadores de grupos ideológicos e evangélicos.

O secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, publicou mensagem neste domingo (5) na qual afirma ter recusado convite do presidente Jair Bolsonaro para ser o novo ministro da Educação.

Neste sábado (4), o G1 informou que Bolsonaro havia segurado a indicação de Feder após repercussão negativa que o nome teve entre apoiadores de grupos ideológicos e evangélicos.

“Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação”, escreveu Feder em uma rede social.

Neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro, diante das críticas ao nome de Feder, decidiu procurar outra pessoa para o Ministério da Educação.

Feder é o atual secretário de Educação do Paraná. Ele era um dos cotados para o MEC quando o ex-ministro Abraham Weintraub deixou o governo, no fim de junho. Mas Bolsonaro acabou escolhendo o professor Carlos Decotelli, que pediu demissão antes mesmo de tomar posse, em razão da descoberta de informações falsas em seu currículo.

Feder é formado em administração, tem mestrado em economia e já dirigiu escolas. Contando com Decotelli, Feder seria o quarto ministro da Educação no governo Bolsonaro.

Renato Feder é indicado por Bolsonaro como novo ministro da Educação

Feder havia se reunido com Bolsonaro antes da escolha de Carlos Alberto Decotelli, que pediu demissão depois de denúncias sobre incoerências em seu currículo.

O presidente Jair Bolsonaro indicou que escolheu o secretário de Educação do Paraná e ex-executivo Renato Feder para ser o novo ministro da Educação. A informação de que ele foi convidado para o cargo foi confirmada por fontes ao Estadão. Feder havia se reunido com Bolsonaro antes da escolha de Carlos Alberto Decotelli, que pediu demissão depois de denúncias sobre incoerências em seu currículo.

A expectativa é de que o anúncio seja feito ainda nesta sexta-feira e Feder está viajando a Brasília. No entanto, o Estadão apurou que presidente está sofrendo pressão para não nomeá-lo. Antes de assumir a secretaria do Paraná, ele era empresário do ramo de tecnologia e não tem ligação nem com a ala militar e nem com a ideológica, que estavam influenciando na escolha do novo ministro.

Na semana passada, Bolsonaro havia ligado para Feder para agradecer a conversa que tiveram antes da escolha de Decotelli. Mas ele teria preferido alguém mais velho. Decotelli tem 70 anos e Feder, 42.

O presidente tinha preterido Feder, segundo fontes, também por sua relação com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O empresário doou R$ 120 mil à campanha do tucano para prefeito.

Feder é paulistano, formado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP).

No Paraná, seus contatos com empresários e terceiro setor fizeram com que ele fosse indicado a Ratinho Junior (PSD) para o cargo, no ano passado. Durante a pandemia, o Estado é um dos que tem se destacado por ter criado rapidamente um sistema de educação a distância bem estruturado com aulas online.

Bolsonaro sanciona, com vetos, lei que obriga uso de máscaras em locais públicos pelo país

O presidente vetou, ainda, o trecho que obrigava o poder público a fornecer máscaras à população vulnerável economicamente.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que obriga o uso de máscaras em espaços públicos, transportes públicos como táxis, carros de aplicativos, ônibus, aeronaves e embarcações fretadas. A sanção foi publicada na madrugada desta sexta-feira (3) no Diário Oficial da União.

Bolsonaro vetou, porém, a obrigatoriedade do uso de máscaras em órgãos e entidades públicos e em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. O presidente argumentou que o trecho “incorre em possível violação de domicílio”.

Os estabelecimentos também não serão obrigados a fornecer máscaras gratuitamente aos funcionários.

O presidente vetou, ainda, o trecho que obrigava o poder público a fornecer máscaras à população vulnerável economicamente.

Bolsonaro também excluiu do texto a proposta do Congresso que agravava a punição para infratores reincidentes ou que deixassem de usar máscara em ambientes fechados.

O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 9 de junho, após voltar do Senado com algumas mudanças.

O texto prevê multa a quem descumprir a medida, mas o valor será definido pelos estados e municípios.

Diversos governos locais têm adotado o uso obrigatório de máscara em locais públicos. Não havia, contudo, uma lei nacional sobre o tema. O uso é recomendado pelas autoridades de saúde como uma das formas de evitar a disseminação do novo coronavírus.

Carro do comboio presidencial se envolve em acidente na frente do Palácio do Planalto

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que estava em outro veículo e vinha mais atrás, desceu do carro para verificar a situação.

Um carro do comboio presidencial se envolveu em um acidente, na manhã desta quarta-feira (1º), em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília. O veículo bateu contra o meio-fio, e o impacto acionou o airbag. Um segurança ficou ferido e foi levado ao Hospital das Forças Armadas.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que estava em outro veículo e vinha mais atrás, desceu do carro para verificar a situação. Os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente) e o general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) também acompanharam o resgate.

Imagens feita no local mostram o automóvel com o vidro trincado. Segundo o general Luiz Fernando Baganha, secretário de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI, o carro envolvido na batida é responsável pelo “avançado da comitiva” e, portanto, segue antes do comboio presidencial para verificar as condições das vias.

O general informou ainda que havia duas pessoas no veículo. O agente de segurança que se feriu estava no banco do passageiro e, segundo Baganha, sofreu “aparentemente um problema no braço”.

Carlos Decotelli pede demissão do cargo de ministro da Educação antes de tomar posse

Cinco dias depois de ter sido nomeado, o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

Cinco dias depois de ter sido nomeado, o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

Até a última atualização, o Palácio do Planalto não tinha anunciado oficialmente a saída do ministro nem o nome do substituto. Decotelli foi o terceiro ministro da Educação do governo Bolsonaro — o primeiro, Ricardo Vélez Rodríguez, permaneceu pouco mais de três meses no posto; o segundo, Abraham Weintraub, 14 meses.

Segundo informou a repórter Delis Ortiz, da TV Globo, a edição desta quarta-feira do “Diário Oficial da União” incluirá um ato que tornará sem efeito a nomeação de Carlos Alberto Decotelli.

Cinco dias depois de ter sido nomeado, o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

Até a última atualização desta reportagem, o Palácio do Planalto não tinha anunciado oficialmente a saída do ministro nem o nome do substituto. Decotelli foi o terceiro ministro da Educação do governo Bolsonaro — o primeiro, Ricardo Vélez Rodríguez, permaneceu pouco mais de três meses no posto; o segundo, Abraham Weintraub, 14 meses.

Segundo informou a repórter Delis Ortiz, da TV Globo, a edição desta quarta-feira do “Diário Oficial da União” incluirá um ato que tornará sem efeito a nomeação de Carlos Alberto Decotelli.

“Bolsonaro tem avacalhado governadores”, diz Lula em conversa com Dino

Lula e Flávio Dino participaram de uma live nesta segunda-feira (29).

Em conversa ao vivo na manhã desta segunda-feira (29) com o governador do Maranhão, Flávio Dino, o ex-presidente Lula fez críticas ao governo de Jair Bolsonaro diante da crise do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e afirmou que o presidente está “avacalhando” com os governadores estaduais.

Lula fez menção a Bolsonaro ao afirmar que, no lugar dele, mandaria o Brasil rodar mais dinheiro para contornar a crise financeira no período da pandemia, pensando nas consequências disso após vencer a “guerra”. “Ao invés do presidente da república atender com carinho, ele fica xingando os governadores, fica avacalhando os governadores, quando na verdade ele deveria ser responsável e tratar os governadores como os governadores estão tratando ele”, afirmou.

O ex-presidente também prestou solidariedade ao governador do Maranhão, ao governador do Ceará, Camilo Santana, e à governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, pelo trabalho executado nos estados. “Daqui a pouco o governo federal vai jogar a culpa em vocês. Fiquem com a consciência tranquila de quem agiu corretamente. Vocês podem ficar certos de que o que vocês fizeram para este país foi muito mais do que o que o governo federal fez”, pontuou. Lula chegou a brincar afirmando que “espera que não seja necessário” aguardar até 2022 para esperar uma mudança.